Laurinha, minha musa

Um conto erótico de FredBH
Categoria: Heterossexual
Contém 998 palavras
Data: 05/07/2011 15:23:50

Sabe essas relações que não se explicam? Uma vontade quase incontrolável de ver, sentir e ter alguém que você nem ao menos conhece direito? O tesão na sua mais pura forma, instintivo, quase animal ? Pois é, foram essas vontades e minha imaginação que me motivaram a escrever esse texto em homenagem a uma mulher, no mínimo, inspiradora. Uma musa.

Laura era uma mulher única, sedutora como ninguém e tinha noção disso, sabia usar seu jeitinho inocente e seu corpo de mulher pra levar qualquer homem a loucura. Tinha me conquistado com palavras e eu estava prestes a encontrá-la pela primeira vez. Havia pagado sua passagem para Belo Horizonte e ela passaria um fim de semana inteiro comigo.

A esperava no aeroporto de Confins, o vôo já estava atrasado e aquilo me deixava cada vez mais ansioso, suava frio só de pensar que finalmente conheceria minha deliciosa musa. O encontro foi como o sonhado, um beijo quente, minha mão ágil explorava suas costas por debaixo da camisa preta soltinha que ela usava e sentia o arqueio da sua coluna seguido do arrepio por toda sua lombar. Ela era absurdamente linda.

Enquanto nossas línguas trocavam intimidades e nossos corpos se conheciam, percebi os olhares incomodados, e talvez invejosos, das pessoas que passavam ao lado. Resolvi interromper e perguntar a Laura se ela tinha feito uma boa viagem, ao que ela respondeu só precisar de um bom banho pra relaxar, minha imaginação foi a mil. Durante o caminho até o carro, conversamos e expomos nossas primeiras impressões pessoais, trocamos mais alguns beijos e olhares maliciosos. Eu estava impressionado em como essa mulher conseguia abaixar minha guarda só fazendo uso do seu jeitinho de falar e andar.

Já dentro do carro e com as bagagens de Laura no porta malas, ela me perguntou brincando em meio a um sorriso se eu estava preparado para o fim de semana mais gostoso da minha vida. Respondi na mesma moeda, dizendo que eu estaria sim preparado se ela também estivesse.

Mal arranquei o carro e a mão delicada de Laura já pousava sobre minha calça Jeans, arrastando-se por toda a extensão do meu pau. Ouvi ainda um suspiro antes de fechar os olhos e aproveitar aquela sensação. O carro de trás me fez acordar do meu transe buzinando, o que fez com que Laurinha risse um bocado. Estávamos a caminho do meu apartamento.

A mão dela continuava ali me mantendo distraído.

- Laura, assim a gente vai acabar batendo - sorri.

- Poxa, Fredinho.. quer que eu pare? - Ela pressionou a cabeça da minha rola com o polegar

- Claro que não, Laurinha. Claro que não.. - Segurei sua mão e a pressionei ainda mais contra o volume da minha calça que já estava enorme - Descobri porquê o apelido de maluquinha - falei no momento em que ela abria o zíper e desabotoava minhas calças.

Quem já veio a Belo Horizonte sabe que o aeroporto é bem longe da área urbana e é preciso pegar uma rodovia pra chegar à cidade propriamente dita, o que deixava tudo com um ar mais perigoso. Mesmo assim, resolvi entrar na brincadeira. Passei a alisar suas coxas, também sob calça jeans, e a apertar bem forte, enquanto separava suas pernas com a mão. Ela soltava alguns gemidinhos e suspiros de leve enquanto descolava as costas do encosto do banco, colocando o quadril um pouco mais pra frente, se entregando ao carinho. Sua mão esquerda habilmente alisava meu membro por cima da cueca preta, e de vez em quando ela se arqueava um pouco pra beijar meu braço e pescoço. Eu aproveitava pra olhar o seu decote e viajar naqueles seios maravilhosos, que em breve estariam na minha boca.

- Você não sabe quantas punhetas já bati pensando nesse momento, Laurinha. E quantas mulheres passaram na minha cama enquanto eu fechava os olhos e imaginava você. - Ela não respondia, só me olhava com aquela carinha de moleca. No entanto, seu corpo reagia e eu podia sentir sua bucetinha se enxarcando por debaixo do tecido grosso da calça enquanto minha mão apertava e alisava sua florzinha.

senti suas unhas adentrando minha cueca enquanto ela me pedia pra me concentrar. Seus dedos tocavam meu pau e o abraçavam deliciosamente. Minha rola pulsava envolta por sua mão, latejando de desejo.

- Ai ai, Fred... Você vai se importar se eu cair de boca nesse seu pau?

Aquela pergunta nem merecia resposta, segurei sua nuca por entre os cabelos e puxei seu rosto contra minha cueca. Ela entre dentadas e mordidas, conseguiu abaixar toda a minha roupa e agora mamava meu pau de uma maneira extremamente gostosa.

Outra buzina me fez lembrar que eu estava ainda na rodovia.

Mas minha mão continuou ali, entre os fios de cabelo de Laura, acompanhando o ritmo da sua cabeça que subia e descia se lambuzando entre as minhas pernas.

- Vai chupando, minha pequena! Mama direitinho - Eu dizia entre gemidos.

De vez em quando ela parava pra me punhetar um pouco ou me dizer algumas besteiras e elogiar meu pau, que estava apontando pro teto.

Ela lambia toda a extensão, apertava a cabeçona do meu pau, chupava cada pedacinho e usava o dente de uma maneira bem delicada. Enquanto isso eu alisava suas costas com a ponta dos dedos, quase arranhando de leve, e tocava sua calcinha de vez em quando.

- Que delícia, Laaaaaaura! Que delícia! Vou gozar.

- Goza, gostoso! Goza que eu vou beber tudo..

Dito e feito, Uma onda de prazer subiu pelo meu pau, jorrando porra para cima, e ela continuava a mamar minha rola, parecia querer sugar até a última gota. Eu gemia alto e segurava com força seus cabelos.

Depois daquilo tudo ela se levantou, ajeitou os cabelos, limpou o cantinho da boca e me perguntou se eu havia gostado, respondi que eu estava sim preparado pro fim de semana mais gostoso da minha vida...

Trocamos carícias e conversamos muito até chegar ao meu apartamento.

Entrando pela porta, eu ouço sua voz de menina:

- Agora é hora daquele meu banho, né?

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Comentários

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Hummmmm...delícia de texto...quero um homem assim também,parabéns,nota dez...beijosss

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