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Comi o cu da namorada adúltera a força, ela gostou

Categoria: Heterossexual
Data: 15/06/2011 10:39:49
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Namorava Mariana havia um ano e meio. Ela tinha vinte anos e cursava o segundo ano de Economia. Era morena, olhos verdes, muito bonita. Tinha um corpo pequeno, mas muito atraente e sensual, com destaque para os seios e bunda. Certo dia, como de costume, trouxe minha namorada a minha casa. Inciamos as preliminares de uma trepada,, mas quando tirei sua calcinha branca e toquei a xoxota, notei vestígios de um melado viscoso, puxei com o dedo um filete e cheirei. Não tive dúvida, era porra. Minha reação foi instintiva. – Você me traiu com outro macho, sua puta? Em seguida dei um tapa em sua face direita, bem forte. Ela já começou a chorar. – Desculpa, amor, por favor me perdoe. – Conta tudo, vagabunda. Ela disse que foi com um colega da faculdade. Ele insistiu muito e ela num momento de fraqueza, cedeu. Disse que foi no carro dele. Fiquei com ódio. Ameacei: Vou tirar o cinto, mas espero não precisar usá-lo, ficará sobre a cômoda. Agora tudo depende de você, espero que tenha compreendido bem. Ela já chorava muito, intuindo o que viria. – Por favor, não me faça nenhum mal. – Cala a boca e chupa esse pau, puta. Ela sorveu minha rola chorando, molhando-a com seu pranto. Soluçava muito, tornando a felação ainda mais gostosa. Depois a pus de quatro e vociferei: - Agora virá o melhor. Ela aflita perguntou: - O que você pretende fazer? – Respondi com atitude. Dei um tapa forte em cada nádega e mandei minha vadia abrir bem a bunda. Chupei aquele rabo como uma xoxota. Quando ela já gemia de prazer, avisei: - Chegou a hora. Fique comportada, não esqueça o cinto ali na cômoda, concentre-se nele. Cuspi bastante no cu e forcei a cabeça. Ela gritou. – Nããooo, pelo amor de Deus! Na bunda não. Vou morrer com esse pinto, é muito grosso. Inclinou o corpo e o pau saiu. – Bem, eu avisei, só vou tentar mais uma vez. Novamente inclinou seu corpo livrando-se da pica no rabo. – Perdi a paciência. Hora do castigo. Peguei o cinto. Estranhamente, ela não saiu da posição, parecia conformada em apanhar. – ao me bata, por favor! Fingi não ouvir nada e estalei duas cintadas em cada nádega. A bunda ficou bem vermelha. Ela chorava bastante. – Acho que é suficiente, né? Melhor obedecer e agüentar, ou vou tirar sangue da próxima. Não quero ouvir um pio. Continuei a missão. Meti a piroca inteira naquele cu apertado. Mariana chorava, arfava, gemia. Que delícia sentir-me poderoso subjugando uma puta que me tinha traído. – Que cu gostoso, safada, confessa que tá gostando de levar pica no buraquinho quente. –Aaaai tá doendo, muito, devagar amor. Mariana se peidava de nervoso. – Isso sopra que como esse cu bem quente, puta. Toma pica vai, ordinária. Sem perceber, já a fodia cadenciadamente e lhe tocava siririca, esquecendo-me que o objetivo era castigá-la. Resultado: após, alguns minutos, Mariana já estava quase gozando: - ai que caralho gostoso, amor, to adorondo dar o cu pro meu macho pauzudo. Você é muito safado. Tirava e punha, sem querer dei uma experimentada na entrada errada. – Na xoxota? Não, seu puto, mete no cu, hoje quero dar o cu. Depois a comi de frente, na beirada da cama, ela cavalgou-me de costas e de frente, também a comi com uma perna levantada e depois com ambas. Fiz um estrago naquele rabo, quanto mais metia, mais pica ela queria. Gozamos juntos e, aos peidinhos, devolveu o sêmen que engoliu. Depois de nossa recomposição, comi a xoxota também e gozei em sua boca aberta com ela deitada no chão. Foi a transa mais selvagem de minha vida. Depois disso, nos beijamos calorosamente e nos entendemos como nunca. Nossa relação melhorou muito com esse episódio. Sou jornalista, tenho 30 anos e vivo em São Paulo, tenho disponibilidade pra viajar frequentemente. Adoro aventuras e fazer uma mulher gozar de modo tradicional e inusitado. Sou expert em comer cuzinho. Meu e-mail é fepace@uol.com.br

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