Diário da Naylle - é na escola que a gente aprende!

Um conto erótico de Naylle
Categoria: Heterossexual
Contém 2598 palavras
Data: 11/05/2011 16:10:52

Minha fama no colégio não era das melhores, por isso não tinha muitas amigas.

Ficava sentada no canto da cancha, lendo um livro ou revista, vez ou outra erguia meus olhos pra ver um lance mais interessante dos meninos jogando basquete. O time era um misto de varias séries e turmas.

Um dos jogadores sentou ao meu lado e se apresentou. Não me despertou interesse, respondi o que me foi perguntado e logo voltei a ler. Vaias o receberam quando se juntou ao time.

No outro dia, outro garoto se aproximou, o mesmo aconteceu, ele se retirou, vaias o receberam, e um pequeno sorriso brotou no canto da minha boca. Aquilo era legal, levantava o meu ego.

Se seguiram varios dias, e diariamente um novo menino vinha ate mim.

- Espero que não me faça sair daqui com cara de idiota - sorriu timidamente e coçou a cabeça.

- Então não aja como um! - dei um discreto sorriso.

- Deixa eu te mostrar que sou um cara legal.

- Sei o que falam sobre mim e também sei o que vcs estão tentando fazer.

- Relaxa, gata.

Me levantei, fiz cara de brava e comecei gesticular.

- Não vai ganhar fama com seus amigos as minhas custas. Nada de ficar comigo pra ganhar uma aposta idiota.

Ele me olhou com cara de medo, achando que eu era doida, os outros meninos pararam o jogo e ficaram olhando. Dei um sorriso safadinho e antes de sair dei uma piscadinha pra ele. Enquanto saia rebolando a minha bundinha redondinha escutei a bagunça.

Na hora saida alguém esbarrou em mim e me deu um bilhete "Me espera na escada da biblioteca!".

Assim que o pátio estava mais vazio, fui ate lá ver quem era, ou melhor, confirmar as minhas suspeitas. Vi o garoto que se aproximou de mim no intervalo me esperando nas escadas, dei meia volta. Ele correu ate mim e me puxou pela mochila.

- Espera gata...

- O que vc quer?

- Conversar, eu te acho tão linda, gata!

- Ouvi a piazada comentando: "quem vai ser o primeiro a pegar a vadiazinha da 7°F?"... eu sei da aposta.

- Gata, nada a ver. Vai ver nem era vc...

- Não sou burra. Eu ate te acho bonitinho, mais não vou ficar com vc... vc é um idiota!

- Relaxa, gata!

- Paara de me chamar de gata... que coisa mais chata!

Estava indo embora quando ele me puxou e me beijou... não consegui fazer nada, só deixei acontecer. Meus lábios permaneceram por alguns segundos fechadíssimos, mais o cheirinho de bala de canela parecia que invadia o meu corpo e acabei abrindo levemente minha boca, uma língua rápida e molhada se enfiou entre meus lábios ate tocar a minha lingua. Começamos movimenta-las em círculos que me causavam deliciosos arrepios. A lingua dele tinha muita habilidade, ele a mexia de uma forma muito diferente, ele tocava o céu da minha boca, a parte interna da bochecha e mordiscava os meus lábios, era esquisito e gostoso ao mesmo tempo. Ele foi me puxando pra perto dele, estávamos coladinhos, eu sentia o coração dele batendo forte e algo cutucava de leve a minha barriga.

- Vou ter que jogar água pra separar vcs dois? Anda, anda, vão embora logo, tenho que fechar o portão e isso aqui não é motel! - alguém gritou enquanto batia as mãos, nos enxotando.

Fiquei com vergonha, do seu Zé, caseiro e porteiro do colégio, ele olhava com uma cara estranha.

Quando estávamos saindo o avisei:

- Se contar pra alguém que me beijou... eu faço vc se arrepender de ter me conhecido! - falei com o dedo apontado pro seu nariz empinadinho.

- Calma, gata!

- Se me chamar de gata outra vez, vou apertar tanto suas bolas que quem vai miar é vc, só que de dor.

Sai com cara de enfezada, mais rindo por dentro. Eu havia adorado aquele idiota, fiquei com vontade de dar uns amassos, mais o meu orgulho não me deixou voltar.

Ao lado do colégio tinha um bosque, ele iria ser revitalizado, mais ainda estava abandonado, um matagal danado. Estava atrasada pra aula, quando passava em frente ao portão quebrado do bosque, quando senti uma pedra bater em minha perna, parei, olhei, como não vi nada, continuei andando. Senti outra pedra em minhas coxas, dessa vez mais forte.

- Que droga! Por que não vai jogar pedra na sua mãe, aquela velha safada?

Gritei sem ver quem estava fazendo aquilo, mais percebi que o engraçadinho estava no bosque.

Me virei e levei outra pedrada na 'lomba', dessa vez entrei pelo portão parecendo um furacão, estava muito brava.

- Oi gata!

- Como vc é idiota! Eu deveria te dar uma pedrada no nariz... seu besta!

- Deixa que eu dou beijinho pra sarar!

Falou e já foi me agarrando, me beijando, passando a mão na minha bunda. Ele me empurrou contra uma arvore e começamos um amasso "nervoso". Beijava minha boca, mordia meu pescoço e lambia a minha orelha, eu gemia baixinho. Pressionava e esfregava o pau contra o meu corpo, enquanto eu arranhava as costas dele por cima da roupa. A mão dele já estava na minha buceta, que piscava de tesão. Ele brincava com o meu grelinho que estava durinho como os biquinhos dos meus seios, e com a outra mão ele batia uma timida punheta. Não consegui ver o pau dele, mais podia sentir a intensidade com que ele se masturbava, enquanto passava dois dedinhos em meu clitoris. Quando ele subiu a minha camiseta, abaixou meu sutiã pra chupar meus peitinhos e foi tentar enfiar um dedo em minha bucetinha, me lembrei que precisava entregar um trabalho muito importante, olhei no rélogio e estava 20 minutos atrasada. Abaixei minha camiseta, o empurrei e sai correndo, poucos metros depois senti falta da minha mochila e voltei busca-la, estava jogada no chão e ele encostado na arvore com cara de quem não estava entendendo nada e ainda estava com a mão dentro da calça, certamente ainda segurando o pau que implorava por minha bucetinha molhada e quentinha.

Me abaixei pra pegar minha mochila e ele me agarrou pelos cabelos, me puxando pra perto dele.

- Gata, vc é uma garota estranha. Me deixa com um puta tesão e depois corre?

- To atrasada, idiota! - tentei sair e ele me puxou de encontro ao seu pau, com força, ate doeu um pouco.

- Acordou meu cacete, agora faz ele dormir.

- Me solta, ta me machucando. Vai se ferrar, idiota. Bata uma punheta, já deve estar acostumado com isso, tem uma cara de punheteiro!!!

Ele tirou o pau pra fora e bateu com ele na minha boca, e logo começou uma punheta desesperada.

Senti o cheiro forte de saco, xixi, suor de macho, não tive coragem de chupa-lo, apesar dele tentar enfiar tudo em minha boca. Era um pau bem branco, chegava ate a ser um pouco pálido, tinha muitas veias azuis clarinhas e a cabeça era rosa. Fiquei ate meio decepcionada, era um pau fino e compridinho ate, uma cabeça média, achei um cacete muito sem gracinha.

Em pouquíssimos minutos, ele anunciou o gozo. Mandei que me soltasse e avisei que se gozasse em meu rosto... Não consegui terminar a frase, fui surpreendida com um jato certeiro de porra em minha boca, rosto e cabelo. Eu queria matar aquele idiota, que nojo! Senti um gosto levemente salgadinho, meio amarguinho, sem falar que era meio grosso e empelotado. Hahaha. Um horror. Logo cuspi aquilo, ainda não estava preparada pra levar uma gozada na boca.

Me segurei pra não xinga-lo. Ele estava de olhos fechados, parecendo em extase. Levantei, passei a mão tentando limpar os meus cabelos, passei a outra mão em forma de concha pelo rosto pra tirar a porra e esfreguei na cara do... do... eu nem sabia o nome dele. Mais esfreguei pelo rosto e boca dele, que ficou xingando, cuspindo e fazendo ânsia de vômito.

- Porra, gata! Vc é uma filha da puta!

- É porra mesmo, a sua porra. Não queria que eu tomasse gozo, tome vc, é seu. E filha da puta é a sua mãe.

- Vc é sacana pra caralho.

- Hahaha. Toma leitinho pra ficar fortinho, idiota!

Peguei minha mochila e corri, no portão que dava entrada ao pátio, o seu Zé me barrou.

- Não vai poder entrar, menina.

- Por favor seu Zé, tenho que entregar um trabalho.

- Vc ta muito atrasada, não pode entrar. Vai ter que esperar ai, ou vai pra secretaria ou espera na biblioteca.

Insisti um pouco pra que me deixasse entregar o trabalho, não me deixou entrar, mais pediu a uma inspetora pra que o entregasse.

Ele se aproximou de mim e sussurou:

- Não quer ir ao banheiro e dar uma ajeitadinha no cabelo, jogar uma água no rosto, tem uma coisinha no seu queixo... - avisou constrangido.

Quando passei a mão no queixo e olhei, era um pouco de porra. Quase morri de vergonha. Fui ao banheiro e me ajeitei. Não demorou muito e o idiota chegou, todo descabelado e com mato grudado na calça. Quando olhei pro seu Zé, percebi que ele tinha percebido, estava estampado em nossos rostos 'CULPADOS'.

Entrei na segunda aula, na porta já começaram a me zuar, minha calça também estava com mato e eu nem vi, a gente não estudava na mesma sala, mais a minha fama, somada a uma calça cheia de "pico-pico" (um negocinho que tem no mato que gruda na roupa, também é conhecida como "picão"), já me condenaram. Falavam que eu estava tomando chá de picão por isso tinha me atrasado.

Alguns dias depois ia teve apresentação sobre sexo, e já sabia que quando o assunto era esse, eu sempre era alvo de piadinhas. "Fugi" da apresentação e fiquei no colégio mesmo. No banheiro levei um susto, o idiota entrou, fechou a porta e me puxou pra ultima cabine.

- Eu estava com saudades, gata!

- Já falei que não gosto que me chame de gata. - falei calma, sem brigar, naquele dia eu não estava muito bem.

- O que? Vc não vai me xingar hoje? Vc esta bem, Naylle?

Abri um sorriso quando ele me chamou pelo nome.

- Vc sabe meu nome? Legal...

- Claro que sei, e vc sabe o meu?

- Claro... - que não, pensei.

- Se não souber, vai ter que me deixar te dar um carinho, vc esta com carinha de triste.

Fiquei em silencio, não sabia o nome dele e também não queria brigar. Então ele me beijou com uma calma, com um carinho. Ele seguiu os mesmos passos do nosso primeiro beijo, me arrepiou e eu me derreti em seus braços. Devagar ele desceu a boca e encontrou meus seios com bicos durinhos, o hálito quente me deu um arrepio gostoso, a lingua foi de encontro ao meu biquinho, fez alguns circulos com a lingua quentinha, molhada, uma delicia. Abocanhou com delicadeza meus seios que já eram bem grandinhos, chupou, beijou e mamou de um jeito maravilhoso. Senti algo escorrer entre minha xoxotinha e molhar a minha calcinha, era o tesão. Estava sentindo falta de uma pica preenchendo a minha bucetinha e precisava gemer gostoso enquanto sentia um pau me fudendo. Decidi liberar a buceta pro idiota. Abaixei a calça junto com a calcinha, abaixei a calça dele também e libertei seu pau, que já babava de tesão. Me apoiei na parede e empinei a bundinha, fiquei esperando aquele pau me fuder. Senti a lingua dele lambendo meu cuzinho, a lingua dele subia ate o meu cofrinho e descia ate a buceta, subia denovo e rodava envolta do meu cuzinho virgem, apertadinho e cobiçado. A lingua dele começou comer meu cuzinho, enquanto o dedo era enterrado em minha buceta. Eu queria gemer alto, mais minha mão abafava meus gemidos. Sem eu esperar, o pau foi socado com força em minha buceta, dei um gemido gostoso. O cacete saia quase todo, dai ele metia todo sem dó, fazia um vai e vem delicioso, eu estava quase gozando. Ele começou meter rapido, com força e com um otimo ritmo. Sem me esperar, tirou o pau de dentro de mim e gozou na parede. Fiquei brava, eu também queria gozar.

Me ajeitei e fui pra porta ver se ele podia sair, não vinha ninguem e ele saiu.

- Eu adorei, gata.

- Eu achei legal também. Pena que vc tem ejaculação precoce.

- Vc sempre é sempre marrenta, né?

- Sou sincera, idiota.

- Sabe que eu achei que vc era mais larginha? Vc é apertadinha, bem gostosa.

- Serio? E eu achei que seu pau era maior.

Sai e deixei ele falando sozinho. Fui tomar água, enquanto resmungava que precisava gozar, tava frustrada.

- Vc esta encrencada, menina.

- Por que, seu Zé?

- Vc sabe muito bem, se alguém descobrir...

- É só uma apresentação besta.

- Não é disso que eu estou falando...

Nessa hora eu gelei, será que ele tinha visto?

- Não sei do que esta falando!

- Tenho uma proposta pra te fazer.

O olhei fixamente com os olhos assustados.

- Vc é a namoradinho do menino Vinicius?

- Não.

- Olha, que interessante... vc da pros meninos sem compromisso.

Não consegui falar nada, fiquei paralisada.

- Vai e me espera na casa no final do estacionamento dos professores. A porta não esta trancada. Quero conversar com vc, te faço a proposta e se não quiser aceitar, tudo bem. Não te obrigo.

Pensei um pouco e resolvi ir pra saber o que ele queria. Um tempinho depois ouvi o sinal tocar e o seu Zé entrou.

A casa era pequena, tinha cara de casinha de interior, um quarto/sala, cozinha e banheiro, bem simples, mas limpinha e bem arrumada.

- Fala logo. O que o senhor sabe?

- Não importa o que eu sei, importa o que eu quero. - disse com voz doce e acolhedora.

Ele era um senhorzinho viúvo, nem gordo, nem magro, cabelos grisalhos, lábios finos e olhos verdes, ate que era bonitinho, mas nunca tive interesse por homens mais velhos e ele devia ser beeem mais velho porque já era ate aposentado.

- Vc é uma menininha muito bonita, charmosa. Eu sei que vc gosta de sentir prazer. E eu desde que perdi minha mulher, uns 2 anos atras, vivo e sinto prazer sozinho. Vc me da tesão, e eu queria poder dar tesão pra vc também.

- Seja direto. - falei ainda com medo.

- Não precisamos transar, só queria poder te ver nuazinha, chupar sua xoxotinha e sentir seu gozo em minha boca. Pra vc ficar em silêncio te dou R$30. Sendo assim também fico de boca fechada e não conto seus segredos.

Era um dinheiro legal pra mim, fiquei tentada, eu queria gozar, adorava uma linguinha em minha buceta e aquele clima estava me dando tesão, principalmente quando percebi que ele estava de pau duro.

Ele deixou a calça descer ate o chão, ele estava sem cueca e um pau grosso estava apontado para o teto. A mão grande segurou o pau por inteiro e com a outra mão ele alisava o saco. Fiquei parada perto da cama e ele na frente da porta. Então a punheta começou.

- Deixa eu ir, seu Zé. Por favor?

- Espera menina, deixa eu terminar de bater a punheta em sua homenagem. Não vou encostar em vc.

- Tenho que ir.

- Deixa eu ver o seu peitinho, deixa! - gemia de tesão.

Tirei a camiseta e a joguei no chão, depois tirei meu sutiã e o joguei pra ele, que o cheirou com gosto. Gemeu, e enquanto segurava meu sutiã, batia uma punheta acelerada...

Continuo no próximo conto!

OBS..: meus contos não são cheios de posições e invenções, também não são resumos de filme porno, são contos reais, coisas que aconteceram comigo de verdade e nós sabemos que nem todas as fodas são dignas de um 'oscar'.

Aos que gostam dos meus contos...

Obrigada!

BeijinhuS

..NAY..

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Putz gata vx me deixou louko me add no msn ai juninhopfr@hotmail.com So me manda q te aceita bjim na bunda vou te da um dez tava errado e juninhopfr@hotmail.com

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