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Comí o cu da japa com maionese e ketchup

Autor: Coroa casado
Categoria: Heterossexual
Data: 15/04/2011 15:54:59
Última revisão: 16/02/2016 16:09:00
Nota 9.85
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Fazia cinco anos que eu morava no Japão, quando mudei de emprego e cidade, próximo à Tóquio. E conhecí Satie, a mulher do dono da imobiliária, pela qual aluguei um apartamento.

Gostei dela desde quando a ví, magra, baixinha, uns quarenta anos, sorriso encantador. Vaidosa, maquiagem impecável, cabelos lisos e bem cuidados, vestida com um conjunto formal, de saia justa e tailleur elegante, complementado com sapatos de salto alto e bico fino.

O que mais chamou minha atenção, foram os óculos, cuja armação preta lhe dava um ar de professorinha sexy, o que já estimulou a libido deste sacana incorrigível. Seu marido era o ¨shachô¨ (presidente da empresa), um bunda mole que mantinha a pose, mas, quem comandava era ela.

Foi Satie que atendeu, mostrou o imóvel, explicou sobre os procedimentos de ligações da luz, água e gás, bem como tratou dos detalhes do contrato. No começo tudo formal, sempre nos tratando pelo sobrenome, acrescido do sufixo ¨sam¨. Era um tal de Tanaka-sam prá cá e Sato-sam prá lá.

Se me permitirem, vou narrar um pouco os costumes sexuais daquele país. Por ser um país de religião xintoísta (culto aos antepassados que ao falecerem se tornam divindades, assim como são divinos o sol, a lua, as montanhas, os rios, as árvores, a natureza enfim) e depois, numa simbiose com o budismo de origem indiana, mas, importado através da China, encaram a sexualidade como algo natural, sem pecados ou proibições.

Até as traições, chamado de ¨uwáki¨, não é encarado como algo dramático e imperdoável. Aventuras extra-conjugais, geram quando muito, uma separação consensual e talvez, um pedido de indenização pecuniária. E não existe, por exemplo, palavra similar a ¨corno¨, ou algo pejorativo, para achincalhar o conjuge traído.

O Japão deve ser o país onde mais se usa camisinha no mundo. Muito antes do advento da AIDS, a maioria da população já a usava, como meio contraceptivo. Seus médicos não gostam de prescrever a pílula, face aos efeitos colaterais no organismo e nocivos ao meio-ambiente.

Em Tóquio, no bairro Harajuku, existe um quiosque especializado em vender só o tal do ¨Condomu¨. São milhares de opções, importados do mundo todo. Existem entre outros, os com sabores, de todas as cores, desenhos, texturas, fosforescentes no escuro, etc.

Experimentei um, que ao gozar, um sensor acionava trecho da 5a.Sinfonia de Beethoven, popularmente conhecido como ¨Ode à alegria¨. Para os tímidos, pode se comprar em máquinas automáticas, como refrigerantes ou cigarros.

Bem, voltando a Satie, tudo começou com uma reclamação da prefeitura. As regras de separação do lixo são extremamente rígidas, entre os orgânicos e recicláveis, como embalagens de vidro, plástico, metais, madeira, etc. cujas datas de coleta obedecem a um calendário pré-fixado. E muitos brasileiros não as estavam cumprindo.

Satie me pediu para traduzir e escrever cartazes em português, que seriam afixados nas lixeiras. Eu trabalhava durante o dia e combinamos então, de fazê-los na imobiliária, após o expediente. Como não tínhamos jantado, ela pediu uma pizza, do Pizzalá. E terminamos às oito e meia, só nós dois, no escritório.

Até então, só tínhamos saboreado o chá verde. Para acompanhar a pizza, ela trouxe latinhas geladas de coca-cola e cervejas Asahi. Esperei e como ela optou pelo ¨Bíru¨(Beer), a acompanhei na cerveja.

A fome, a pizza e a companhia dela, deixou a bebida mais deliciosa ainda. Aliás, a qualidade da água utilizada pelas cervejarias japonesas, aliada aos melhores ingredientes importados, a tornam realmente incomparável.

E muita conversa sobre o Brasil. Para ela, como a maioria dos japoneses, Brasil é futebol, samba do Rio e índios do Amazonas. Chegou ao cúmulo de perguntar se havia muitas cobras em nossas ruas. E se assustou, quando eu disse que São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, só perdiam para a zona metropolitana de Tóquio e eram maiores que Osaka.

E como bebia a mulher! As latinhas vazias iam se acumulando na mesinha. Enquanto eu sorvia uma, ela ¨enxugava¨quatro! E não sei quando, o papo descambou para sexo. Ela já me chamava de ¨Ruíssu-sam (Luiz)¨ e eu de ¨Sáthán¨, o que a deixava envaidecida. Isto porque, o sufixo ¨thán¨, se usa geralmente para crianças ou pessoas bem jovens. Daí para o contato físico não demorou muito.

Já elogiava abertamente a beleza, feminilidade, levando seu ego às alturas. E acariciava o rosto, chegando mais, sentindo o suave perfume dos seus cabelos negros, lisinhos e bem cuidados.

Meu pau latejava de duro, querendo furar a cueca. Maneirei na bebida, só bebericando de leve. Lembrei de uma experiência brochante com excesso de cerveja e sabe como é, gato escaldado, tem medo de água fria. He,he,he.

Os toques leves e ¨involuntários¨ nos seios e pernas, passaram a ser pesados e ostensivos. Tatear a pele alva como porcelana, aveludada, aumentava meu desejo. Tentei beijá-la sem sucesso. Dei uma passeada pelo pescoço delicado, subindo e mordiscando os lóbulos da orelha, minando a resistencia daquela bonequinha.

Com o braço sobre seus ombros, desabotoei parcialmente a blusa com a mão esquerda, enquanto a direita avançava, se apossando do seio, pequeno e redondo, por sobre o sutiã. Satie soltou um leve gemido. E a mão esquerda, safada, pousou nas coxas, deslizando pela virilha, lenta e decidida, rumo à bocetinha.

A respiração entrecortada, arfante até, denunciava o grau de excitação da japa, confirmado quando toquei a xoxota. Sentí na ponta dos dedos a umidade farta, que já tinha molhado a calcinha e a meia-calça de nylon. Erguí com dificuldade, a saia justa de executiva e colei a boca naquele vértice do prazer. Soprei o hálito quente, e com os dentes iniciei a raspagem, na parte superior dos grandes lábios, onde se escondia o clítoris. Não sei se existe o tal do ponto ¨G¨, mas, se existe, deve ser por alí.

A japinha agora gemia prá valer, se contorcendo toda. Estava tendo o primeiro orgasmo. Aproveitei que ela estava jogada no sofázinho e abaixei a meia calça, trazendo junto a calcinha embolada e também, os chinelos usados dentro do escritório. E dei aquela chupada, sugando seus sumos, passeando com a língua quente, úmida e áspera entre os lábios da grutinha, e às vezes deixando a língua em forma cilíndrica, penetrando até onde dava.

Pelo orgasmos seguidos, acho que o bunda mole do marido, nunca deu um trato oral naquela boceta faminta. Mais, talvez nem com a pica, a visitasse com a frequencia devida. O rostinho dela, ainda de óculos, com aquele ar de professorinha sexy gozando, me deixava louco! Aproveitei para beijá-la, de língua, retribuido de forma desajeitada.

Me despí em tempo recorde. E quando me posicionei para penetrá-la, ela caiu em sí, colocou as duas mãos tampando o buraquinho, dizendo que não podia, pois não tínhamos camisinha e ela tinha medo de engravidar.

Que frustração! Satie começou então um boquete. A chupada estava deliciosa, mas meu cacete duro como pedra, ansiava por penetrar algum orifício.

Enquanto fodia aquela boquinha, já ensandecido, pedia para deixar meter. E ela com o pau na boca, negava murmurando de forma gutural. E eu jurando por tudo que é sagrado, que tiraria na hora do gozo. E ela nada, irredutível!

Eu tinha que foder aquela gostosa de qualquer jeito! Sacana escolado, pedí para brincar na bunda dela, que iria gozar alí, entre as maçãs das nádegas. Meio desconfiada, fiz ela se virar, de quatro no sofázinho. E começei, por trás, a esfregar a cabeça do pau no reguinho.

E nas escorregadelas buscava a grutinha. Quando a ponta entrava na xaninha, ela mais do que depressa, empurrava o quadril para frente, fugindo da penetração. Dizendo ¨Dámê, dámê, dámê¨ *não, não, não¨.

Nesse jogo maluco, desistí do buraco frontal e passei a cobiçar o traseiro, alí, fechadinho e bem no meu focinho. Grudei a cara naquela bunda e dei um beijo grego, lambendo as preguinhas e penetrando com a língua em forma cilíndrica. Pelos suspiros, ela estava gostando.

Enfiei o dedo indicador na boceta melada e depois no cuzinho. Ela contraiu de imediato o anelzinho, assustada, me perguntado o que eu estava fazendo. Com a outra mão, passei a acariciar o clítoris, enquanto a tranquilizava.

Ela relaxou o anel. Repetí a operação, agora com dois dedos, abrindo-os e girando, alargando pouco a pouco o buraquinho. Satie imóvel e quieta, estranhando as novas sensações (Soube depois que foi sua primeira experiência anal). Enchí a boca de saliva, cuspindo no rego, peguei o pau, apontei e tentei a penetração. A cabeça não passava. Estava difícil, complicado ainda pela falta de colaboração dela.

No desespero, catei os sachês de maionese e ketchup que sobraram da pizza, fiz uma meleca no cacete e mais ainda, com os dedos no cuzinho dela. Aquela bunda branquinha com o rego lambuzado de cremes amarelo claro e vermelho, formava um quadro surreal.

E coloquei de novo. Desta vez fui mais vigoroso e o pau entrou. Satie deu um grito de dor, tentou fugir,mas, agarrei firme seu quadril e fui junto, com todo meu peso, acabando por enterrar o mastro. Pronto: minha pica estava bem cravada no cuzinho dela.

Ela começou a chorar baixinho. Fiquei parado, esperando ela se acostumar. Enquanto uma mão mantinha seu corpo colado no meu, a outra acariciava o grelhinho. Seu anelzinho, que tinha mordido firme o mastro, foi pouco a pouco relaxando.

Já não fazia tanta força para expulsar o invasor. E devagarinho, começei o vai-e-vem. Satie ainda meio chorosa, soltava uns gemidinhos de prazer. E (será instinto?) começou a rebolar, comandando o ritmo das estocadas.

Aquele buraco quente, apertado, comprimia firme minha rola. Sentia o deslizar do cacete naquele cuzinho, de uma forma meio forçada, alargando o canal. A glande raspava nas partes internas, macias e resistentes, me proporcionando sensações indescritíveis.

Uma vontade de parece, urinar dentro daquele canal apertadinho. Já estava bombando, quando ela, chorando alto de tesão, dizendo palavras desconexas, atingiu outro orgasmo, se deixando cair prostrada, contraindo o esfincter, mastigando meu cacete.

Aquilo me deixou maluco! Acelerei as metidas, arrombando prá valer, falando palavrões, sei lá se em japonês ou português, sem ligar para os reclamos dela. E gozei. O primeiro jato foi explosivo, libertador, seguido de novas esporradas a cada contração do penis.

Caí encima dela, em tremores por todo o corpo. Tentei tirar mas a safada tinha prendido minha tora, segurando com os musculos anais. E quando meu pau amoleceu um pouco, ela foi expulsando entre suspiros de alívio e prazer.

Tive uma visão excitante. As pregas que formavam um botãozinho, tinham desaparecido. Havia alí um buraco alargado, melecado de pasta rósea e por cima, a cada contração, escorria para fora, minha porra branca, espessa, meio transparente, leitosa.

Comí a Satie outras vezes, num ¨rabu hôtéru¨ (love hotel = motel). Com camisinha, saboreei sua boceta e apesar de reclamar que depois, ficava dolorida, de vez em quando, ela fazia questão do anal. Ninguém nunca desconfiou...

Comentários

22/11/2017 21:09:54
excelente relato neste japao tao facinante onde tive o prazer de viver por dez anos e bem assim acontece as peripecias sexuais apesar de ter tido contato ] fellipinas pois era dificil prostitutas japonesas nos lugares que frequentei mas e um mundo encantador e cheio de misterios nosso pais do sol nascente saudades nota dez
21/10/2017 08:48:15
Outro chute na bunda da crença limitante"japas não gostam de sexo"(tirando o shacho da imobiliária kkkkkkkkkk)!Suas histórias me deixam menos triste,sabe...porque a gente trabalha tanto no Japão(moro no Japão)em lugares cheio de gente hostil que só pensa em dinheiro e parecem uns robôs que a gente acaba entrando em depressão.Mas saber que existe alguma Satie,Sayuri dá um pouco de alegria.Agora é encontrar alguma e tirar um proveito kkkkkkkkkkkk porque repreender o sexo(seja por causa de religião ou pelo excesso de trabalho que tira o ânimo das pessoas)causa problemas de saúde!
17/10/2017 09:05:48
DENTRE MAIS DE CENTO E TRINTA MIL CONTOS, ESTE ESTÁ ENTRE OS 160 MAIS COMENTADOS DO SITE, COM 66 VOTOS. Bem escrito, merece a nota máxima.
04/10/2017 21:21:27
Que japonesinha descarada, viu? Fez anal com um tempero especial. Rs. Achei excitante e original a narrativa. Bjs.
07/07/2017 20:31:30
Criatividade na arte de temperar o anal. Você demonstrando suas artes cu-linárias com essa japonesa. Rs. Como sempre escrito de forma primorosa e nos trazendo cultura sobre a vida no Japão. Beijos da Vanessa.
29/06/2017 19:17:46
Legal seu conto. Obrigado por ter comentado no meu conto e eu acabei de publicar a continuação. Não se esqueça de ler e comentar no meu conto e dá um beijo daqueles na sua esposa gostosa por mim.Até logo.
26/03/2017 15:45:33
sensacional
17/02/2017 21:33:10
sua narrativa quase me convence sobre o realismo, com a leitura consigo deixar o senso de descrença de lado me envolver na cena, gostei.
05/01/2017 00:24:20
Ótimo conto! A narrativa enfatiza bem como a mistura de dor, prazer e entrega ajudam a apimentar o sexo anal. O conto tem também suas peculiaridades inusitadas. Um pinto cheio de uma espécie de molho rosê é uma delas. Já usei manteiga, como no filme o Último Tango em Paris, mas nunca pensei em fazer um molho rosê para lubrificar o anelzinho.
15/10/2016 12:53:30
Nossos aplausos, Coroa Casado! Nossos, porque Sofia leu este conto junto comigo. Tencionava ler teus contos em sequência, mas o pitoresco título chamou a atenção de Sofia. Anal delicioso com um lubrificante inusitado. Isto, sim, é criatividade, rsrsrs! Excelente. Grande abraço. Sofia te manda um beijo.
21/09/2016 11:53:18
O melhor que já usei foi óleo de girassol...mas muito bom cara, nota 10! Leia os meus depois.
26/06/2016 09:56:13
Meu caro escritor, vc é danado ein. Na falta de gel, manda ver de maionese mesmo. Rsrsrs. Adorei seu conto, excitante ao extremo. Vou dar nota 10 e deixar minha admiração por vc!
07/06/2016 01:00:05
Postei um conto onde faço anal sem gel nem ketchup. Vim convidar você para ler. Beijinhos
17/04/2016 20:44:20
Muito bom.ja usei maionese e oleo de cozinha um cu gostoso merece sempre uma boa metida com o lubrificante que ouver ou precisar kkkk fedoca50@gmail.com
24/03/2016 01:36:54
Eu sou adepta do KY, mas depois de ler seu conto deu até vontade de encarar uma maionese, rs. Parabens!
09/01/2016 11:11:48
O que gosto em seus contos são a originalidade dos temas, além de narrar a experiência de viver num país com sistema tão diferente do nosso. E ainda nos brinda com fodas incríveis como a enrabada nessa japonesa coroa. Leva meu dez.
03/12/2015 18:38:21
Eita, enrabada excitante!
07/11/2015 11:08:30
Cara, li vários contos seus, todos originais e acabo com o pau estourando de tesão. Ainda pego uma japonesa dessas, com ou sem tempero. Valeu!
08/10/2015 15:00:54
Muito massa este conto. Fiquei com o pau estourando de tesão pra comer o cu de uma japonesa dessas. Ia no cuspe mesmo, até ficar sem saliva.
16/09/2015 09:58:06
Ketchup e maionese? Muito louco, mano. Achei trilegal o conto.
19/08/2015 05:29:53
Adorei seu relato, com vários detalhes, nos permitindo viajar através dos fatos. Me senti ali no outro lado do mundo, assistindo de camarote tudo que você conta. E muito original esse anal com tempero. Rsrss. Nota máxima pra ti. Beijinhos adocicados.
15/08/2015 07:04:51
Hmmmm, delicia de conto! Vou experimentar a receita tb. Rsrsss.
06/06/2015 01:25:00
EXCELENTE.
01/06/2015 12:17:13
Baita conto este, coroa. Essa enrabada com temperos deixou meu cacete duro e inchado. Sou tarado por japonesas e achar uma aqui no sul é mais difícil que nadar de poncho. Gostei muito de saber dos costumes orientais e vou ler teus outros contos. Se puderes, me visite. Hasta!
06/09/2014 09:43:19
ESPETACULAR, EXCITANTE À BEÇA!
15/02/2014 02:34:57
Quando vão aprender que CU (tu, nu) não tem acento? quiquinha12.blogspot.com.br
16/01/2014 12:59:42
Maravilhoooso!!
25/12/2013 21:28:43
Delicioso este conto. E sempre nos ensinando mais um pouco sobre a cultura japonesa. Nunca tinha imaginado maionese e ketchup como lubrificantes, mas na hora do aperto, o jeito é improvisar...parabéns pelo texto excelente.
22/12/2013 00:30:09
Muito bom o seu conto. Você deve ser um mestre Cu...ca. Cu temperado... essa é novidade, pelo menos para mim, pois já usei margarina, óleo johnson, óleo de amêndoa, hidratante, creme para mãos, shampoo e sabonete.
28/11/2013 09:35:19
Magnífico conto narrando o cotidiano num outro país tão diferente, com uma transa anal inusitada e excitante. A figurar entre os melhores, se não fosse a ação do debilóide medíocre, que se esconde atrás de vários perfís fakes, tais como ¨éissoAí¨, ¨Andre2013¨ e outros, aqui, usou o ¨zarabatana¨ para dar nota um, prejudicando os bons autores do site. Seu comentário plagiando a leitora Shaina, demonstra quão mentecapto é o infeliz.
16/09/2013 17:24:38
Conto excitante, engraçado, com direito a um cuzinho à molho rose. Adorei a Satie, e a descrição do sexo anal. Nota 10.
05/08/2013 10:50:19
Conto irado, brother! Sou louco prá pegar uma japinha tbem. Enquanto isso, vou experimentar a receita e comer o cuzinho de alguma gatinha com maionese e quetchup. Valeu!
29/07/2013 00:34:22
É por isso que que eu amo um coroa! Experientes e com tesão! Fora essa aula cultural. Adorei tudo, até o molho de "pizza" na buceta! Numa pica eu chuparia tudinho! Vou experimentar!
21/06/2013 21:45:47
Muito bem descrita e enriquecida com detalhes culturais niponicos. Gostei
23/04/2013 16:43:59
Meu amigo, surpreendente seu conto. Primeiro por eu jamais ter lido algo parecido com ele. Segundo por eu adorar o japão (apesar de não conhecer) e ter uma tara louca pelas japonesas, que na minha opinião são lindas. Um conto muito bem escrito, primoroso e cheio de detalhes. Parabéns! Nota 10!
09/01/2013 10:40:07
Excitante!!! Parabéns!!!
12/11/2012 18:55:47
É meu caro, você joga no meu time, gostei do seu conto, bem detalhado, deu até para imaginar o cú da japa com o rosê derramando.
30/10/2012 08:50:24
Cara, primeiro agradecer pelo comentário no meu conto, obrigado.E seu conto bem escrito, nos mínimos detalhes, relatos e ate mesmo sobre o historia e costumes do Japão. E que comida primorosa em! Parabéns.....
12/10/2012 10:23:05
estou indo para o japao e seu conto, alem de bem escrito, foi uma aula, parabens
21/09/2012 11:43:39
Estilo diferenciado...história, detalhes...e o melhor, muita exitaçao!! Muito bom !!!
16/09/2012 14:48:39
Além das curiosidades japonesas, que tive oportunidade de conhecer de perto( exceto o motel😢), suas descrições sao ótimas!!!!adoraria ser comida com um tempero picante. Primeiro vc poderia saborear um pouco á medida q lambia o anelzinho da japa e aí depois, meter com tudo. Muito bom o conto. Parabéns.
08/09/2012 21:09:55
belo conto. todo homem adora um rabinho, e assim de forma exótica fica mais louco ainda@! membrudo.18@gmail.com
06/09/2012 20:23:11
O que seria dos alimentos sem um bom tempero? Na carne então é imprescindível. Rss. Adorei.
07/01/2012 15:51:02
Maionese e ketchup?... 1
02/11/2011 02:06:02
Muito bem escrito. Ótimo, nota 10!
29/09/2011 22:05:47
Quero mais contos, quando voltará a nós presentear?
28/09/2011 15:10:18
11/09/2011 16:16:06
Obrigada pela visita e comentário, gostaria que conhecesse meus outros contos, quanto ao seu é ótimo, vou ler os outros, pois acho que serão tão deliciosos quanto este, adoro homens decididos que não se esparram no primeiro não, rs....pois nem sempre não é não, muitas vezes é para valorizar o produto, rs.http://www.casadoscontos.com.br/perfil/
11/09/2011 02:52:41
Bela trepada temperada,com direito a biling rssss e tradução rsssss,manda outra nesse naipe k ta valendo nta 10.
29/08/2011 19:56:42
Karacás Coroa!!!... Não sei o que dizer!!!... Fiquei ELETRICO com a história... Tô doido para foder uma Japa LEGITIMA!!!... Num precisa nem TEMPERO!!!... Ué!!! O que eu ia fazer??? Ah...as notas. Então vamos lá... Pela cerveja - Nota: DEZ (cade a latinha para mim? Magoei)... Pela Satie - Nota: CEM MIL (tô aprendendo japonês - Arigatô kamikaze saionará ninja shogun)... Pela maionese e ketchup - Nota: SEIS (faltou a mostarda)... Pelo Relato - Nota: MÁXIMA (Os cartazes devem ter sido bem escritos)... Mando um TAPA no seu traseiro e... XAU!!!
06/08/2011 21:02:45
Obrigado, amigo. Gostei de sua sugestão e olhe que não é difícil não. Prometo que tentarei. Abraços do FCC
02/08/2011 20:15:04
Com saudade dos bons contos, voltei para reler. Confesso que na releitura achei ainda melhor. Pena que não se possa dar nota duas vezes. Abraços.
17/06/2011 16:51:16
quando vc pensa q ja viu de tudo rs mas bom texto bjus
16/06/2011 23:07:21
Essa da maionese é novidade. Rsrss. O ketchup é uma boa para assustar um bem dotado. Vou também experimentar. Amei o conto.
15/06/2011 10:54:22
Voce é tão safadinho em seus comentários! Mais delicioso ainda é ler essa maravilha de narração! Espetacular! Que coisa tesuda de ser sodomizada com ketchup! Adorei! Mil pontos vezes mil
08/06/2011 23:31:16
adorei seu conto e obrigada pelas DICAS dos paragrafos
08/06/2011 23:29:39
adrei seu conto vou ler os outros, vc escreve bem. ah e obrigada pela diga dos paragrafos vou seguir bjão
07/06/2011 15:59:35
Ótimo conto, coroa. Cuzinho temperado? Putz! Kkkkk.
06/06/2011 08:19:21
Ola amigo. Primeiramente, obrigado pelo comentário. Realmente, a forma com que ocorreu com a priminha foi deliciosamente louca. Mas..rs..ri muito do seu conto. Literalmente, vc fez um cachorro quente rs...duas bandas, uma salsicha, catchup e maionese rs..... rsss... mas, muito bom. Valeu amigo. nota 10
10/05/2011 02:28:27
Nossa! Adorei sua narrativa, já haviam me falado que seus contos eram bons, mas sinceramente, são muito bons... Parabéns meu lindo! Sua aventura nipônica me deixou excitadíssima e terei que recorrer ao meu excelentíssimo marido nesse exato momento! rs
03/05/2011 19:08:42
Huuuuumm, com um sacaninha como voce... quem não daria a bundinha?!!! Seu conto é uma beleza descritiva das cores niponicas e cheio de sacanagem de primeira. Bitokas e notas mil!
19/04/2011 18:37:15
Adoro tuas histórias nipônicas, coroazinho. E esta foi a narrativa mais excitante de todas. E antes que surja novo mestre-cuca ou chief do anal, informo que existe no mercado um gel lubrificante à base de água, o mais apropriado para esse prato.Rs.
18/04/2011 11:12:11
Face à dieta me regalo do mesmo prato sem tempero mesmo. Ha um comentário que antecede ao meu dizendo que nos provoca inveja. Certamente sim. A mim mais ainda, pois tenho um grande feitiche. Embora na infância tenha convivido com nisseis e sanseis, nunca consegui saber o que é gozar com uma oriental. Tenho o maior tesão nisso. Já me sugeriram contratar uma, mas não consigo ter qualquer relacionamento que sugira prostituição, assim, caso alguma oriental veja esta observação, e queira me conhecer...adoraria, literalmente terei o maior prazer... Abraços, parabéns pelo conto. gentilwolf@gmail.com
17/04/2011 19:50:47
Caro amigo, chego a desconfiar que seus contos têm também a intenção de nos provocar inveja, não só excitação! Como eu desejei ter estado em seu lugar ou -deixando de ser egoísta- vivendo uma aventura semelhante. Admiro seus contos porque além da boa qualidade eles vêm sempre com uma pitadinha de peculiaridades surpreendentes! ( A intenção da inveja, acima, é só brincadeira; aprecio seus textos!). Abraços (homem feliz)
16/04/2011 17:12:23
Cara, o meu amigo Sujiro, me contou que já usou banha de porco para comer o cuzinho de uma gata. Assim, sugiro experimentar óleo de oliva extra-virgem ou azeite de dendê, que vatapá, digo vai tapar o buraquinho. Brincadeiras a parte, gostei de ler o conto, muito excitante e bem escrito.
16/04/2011 15:38:31
Como sempre , uma otima história.
16/04/2011 05:11:13
Comer um cuzinho temperado, para mim é a grande novidade do dia. Vou querer experimentar. E acho que vai dar até para variar os temperos. E, se a moda pega... vai ficar uma delícia!
16/04/2011 02:17:29
com maionese e ketchup? credo...
15/04/2011 23:54:31
muito excitante

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