Casa dos Contos Eróticos

Feed

Infantilismo

Autor: Plastic
Categoria: Heterossexual
Data: 01/02/2011 07:46:14
Nota 8.00
Ler comentários | Adicionar aos favoritos | Fazer denúncia

Olá, eu sou novo por aqui e gostaria de publicar um texto que fala um pouco sobre um assunto que pouca gente conhece, o Infantilismo. Através deste texto quero tentar abrir um pouco a mente das pessoas para que vejam que isso não tem nada de monstruoso como andam dizendo em blogs e comunidades por ai, não somos pedófilos e não somos doentes, somos apenas infantilistas curtindo o que gostamos, usar fraldas.

Boa Leitura.

INFANTILISMO- O INICIO.

PRIMEIRO CAPITULO- DESCOBERTA.

Era sexta feira, ele acabara de chegar em casa depois de um dia estressante de trabalho e após um transito infernal, estava com raiva, também pudera, seu patrão lhe deu um ultimato, ou ele entrega uma matéria digna de primeira pagina, ou estava na rua, e tinha até segunda feira para fazer isso.

__Quem aquele patrão achava que era. Algum dono de jornal famoso desses de filme__ Pensou ele antes de jogar a pasta com seus material de trabalho no sofá e ir até a geladeira pegar um suco, ele não tomava cerveja, alias, odiava bebidas alcoólicas.

Jéferson Sales tinha 28 anos, um metro e setenta e três, cabelos pretos curtos e olhos castanhos. ele era repórter de um dos jornais mais famosos da cidade de São Paulo, vivia aqui a 20 anos, veio pra ca junto com seus pais que já faleceram, estudou terminou o ensino médio cursou faculdade e tudo o mais para finalmente encontrar o emprego dos seus sonhos, ser Jornalista.

Não era muito bom nisso, nunca conseguiu uma matéria de primeira pagina mas sempre batalhava, e isso era o que o mantinha no JORNAL DA CIDADE, até hoje.

¬___ Droga, fora todos os meus problemas eu ainda tenho que pesquisar preços de fraldas pra Jane___ Pensou ele meio irritado___ Não é ela que vai ter um filho? Por que ela não pesquisa?

Jane era uma colega de trabalho que estava grávida, e pedira a ele que pesquisasse preços de fraldas para que ela pudesse começar o enxoval de seu bebe, e Jéferson atendera seu pedido, pois ela salvou a pele dele muitas vezes.

Jéferson ligou o seu computador e sentou a frente dele, assim que o site de busca abriu ele começou a fazer a pesquisa que prometera a sua amiga e colega de trabalho. Ele digita no site de busca o palavra “fraldas” e começa a procurar em sites preços, marcas, cores, tudo que pudesse a respeito de fraldas e entregar um relatório completo para que sua amiga o deixasse em paz na segunda feira quando chegasse no Jornal e fosse demitido pelo chefe, sua pesquisa caminhava muito bem e chata diga-se de passagem, a cada site que entrava, bebia um gole de seu suco. Uns dez goles e meio depois algo lhe chama a atenção, um site bem especifico, na tela dizia FRALDAS HOME PAGE, ele clica no site e lê uma palavra que jamais tinha ouvido na sua vida, INFANTILISMO!!!

___Infantilismo?___ Disse ele a si mesmo intrigado com o termo.

Logo sua curiosidade de jornalista o atiçou a pesquisar mais sobre o assunto, ele entra a fundo no site começando a ler sobre o que se tratava, “infantilismo é o desejo que adultos possuem de usar fraldas, chupetas, mamadeiras, etc. agindo e se comportando como bebes”. Basicamente era o que dizia o site, em alguns minutos ele se pegou clicando em algumas fotos, a primeira foto que abriu no site era uma mocinha loira com uma camisetinha de criança e usando fraldas, esta foto despertou algo em si que no momento nem ele mesmo entendeu, em sua cabeça aquilo parecia ridículo, marmanjos usando fraldas e se comportando como bebes.

__Isso é muito estranho __ disse a si mesmo.

Em seguida começou a abrir as outras fotos, eram homens, mulheres, jovens e adultos, de fraldas, em várias posições, com fraldas de várias cores, com roupas infantis de tamanho grande, de todo o tipo.

__Minha nossa!!!__Exclamou ele baixinho para si mesmo.

Em seguida começou a pesquisar mais sites, e encontrou alguns antigos abandonados, mas também sites e fóruns que eram atualizados todos os dias, entre estes sites ele viu Dayli Diapers, Adult baby source, entre outros.

O que todos os sites faziam questão de enfatizar é que infantilismo não tinha nada a ver com pedofilia, que envolvia adultos usando fraldas e jamais a participação de crianças.

Mas foi quando digitou o termo “infantilismo” no Orkut que percebeu que esta prática, apesar de para ele parecer incomum, aqui no Brasil existia muitos adeptos.

Já se passavam cinco horas desde que sua pesquisa começou, o relatório sobre preço de fraldas tinha que ficar pra depois, ele precisava saber mais por isso visitou vários perfis no Orkut, entrou em várias comunidades, viu fotos, leu uns quatro ou cinco contos, estava mesmo intrigado com aquilo, até que num espaço na comunidade CONTOS INFANTILISTAS, em um tópico viu algo que lhe interessou ainda mais, o tópico dizia: SITIO REFUGIO PARA INFANTILISTAS

__ Refugio para infantilistas?__Indagou.

O tópico em apenas dois rápidos cliques foi aberto e dizia.

“Refugio para infantilistas é um sitio onde pessoas que curtem o desejo de usar fraldas mamadeiras, chupeta e outros adereços infantis podem passar um final de semana curtindo seus desejos, sozinho ou acompanhado, basta ligar que combinaremos.” E logo abaixo havia um telefone celular.

__Essa é a minha história de primeira pagina, quase ninguém neste pais conhece esse tipo de coisa, eu poderia escrever, poderia até fazer um documentário, posso mostrar as pessoas que são adeptas desta prática.__ Ambicioso pensou.

Ele então sai da frente do computador e pega o telefone, disca o respectivo numero que estava descrito no Tópico da comunidade infantilista, um toque, dois toques, três toques, quatro toques, até que alguém atende.___Alô__ fala uma voz doce e suave do outro lado.

__Alô, é do refugio para infantilistas?___Perguntou ele torcendo para que o local realmente existisse.

___Sim, é sim. Quem fala?

___Aqui é Jéferson Salles, sou um jornalista e adoraria fazer uma matéria sobre o seu sitio de infantilistas, eu ...

Antes que ele pudesse terminar a sua frase a voz do outro lado o interrompe.

___Sim, sim. Olha meu querido, nós não falamos com jornalistas, gostamos de preservar a imagem de nossos clientes.

___Mas seus clientes não gostariam de tornar o infantilismo público, pra que outras pessoas também soubessem da existência dele e saber também que eles existem?__ Pergunta ele.

__Nem eu nem meus clientes desejamos que isso venha a público, imagine como essa sociedade machista e preconceituosa receberia isso?

__Olha__ Disse ele na esperança de convencê-la___ Isso depende muito da maneira como a mídia expõe o caso, e no que depender de mim, posso fazer com que a mídia passe isso para as pessoas como uma coisa boa.

__E quem disse que não é?__Ela pergunta.

___Não estou dizendo que não é__ Disse ele se explicando__ Mas você há de convir que pra muitas pessoas isso é muito estranho.

__É por isso que nos mantemos no anonimato__ Respondeu ela explicando-se.__ Por que não escreve só sobre o infantilismo com as informações que você já tem sem mencionar seus adeptos?__ Pergunta ela.

__As pessoas tem direito a informação__ Responde ele__ Alem do mais, só o infantilismo em si sem uma historia ou depoimentos de pessoas, não vai ser diferente do que já existe nestes blogs de internet.__Explica ele.__ Eu preciso mostrar tundo na prática, até com nomes se possível.

Vendo que não conseguia se livrar do chato repórter, a mulher do outro lado desabafa em cima do dele.

__OK! Você acha que as pessoas querem saber disso, sabe o que acontece com a maioria delas quando descobrem que seus entes queridos gostam de usar fraldas? Elas os enxerga como

pessoas doentes, elas tentam fazê-los parar, a maioria dos meus clientes já contou à alguém e não tiveram uma experiência muito agradável.

__Que chato__ Diz ele meio que debochando sem que ela perceba.

__Vamos fazer o seguinte, eu vou te dar o endereço, você vem aqui, passa um final de semana comigo e com meus clientes, mostramos a você tudo que queira e precisa saber sobre o assunto, você nos conhece, nos vê de perto, e se depois disso você achar que não temos direito de manter nosso segredo, deixamos que publique sua historia sobre o infantilismo, claro com algumas restrições.

__Bom, é melhor que nada.

__É tudo que posso lhe oferecer no momento senhor Salles.__Diz ela se impondo a ele.__ Vai ser meio que nosso joguinho.

__Tudo bem__ Concorda.

__Anote ai meu endereço.

SEGUNDO CAPITULO-AO ENCONTRO DO DESCONHECIDO.

Naquela manhã de sábado o carro seguiu pela marginal Pinheiros, entrou na castelo Branco e se dirigia para o interior, uns 40 minutos depois ele sai da rodovia e entra em uma estrada de terra, em um lugar praticamente esquecido por Deus, longe, bem longe mesmo. Ele segue seu caminho ansioso pela direção dada pela mulher que o atendeu, ela não havia lhe dado seu nome, mas disse que ele saberia quem ela era quando se encontrassem, sob as condições da anfitriã, nada de câmeras, nada de celulares ou qualquer tipo de dispositivo que pudesse fotografar ou gravar áudio ou vídeo, e, é claro, ele concordou.Para ele ter a historia era tudo, se precisa-se de depoimentos entraria numa dessas comunidades do Orkut e tentaria contato com qualquer outro infantilista que estivesse afim de falar.

Muito, mas muito tempo depois ele avista uma porteira, ou um portão de madeira tamanho família, comuns em entradas de sítios ou fazendas, ele havia chegado a seu destino, o portão é aberto por um segurança que permiti a entrada do carro, ele estaciona o carro e desce, o segurança gentilmente pede sua chave.

__Claro__ responde ele dando a chave para o homem.

O carro sai dali levado pelo segurança para a garagem do sitio, claro que a pedido da “Mamãe”, ele revistaria o carro para ver se sua exigência foi realmente cumprida.

Com apenas uma mochila nas costa também revistada por outro segurança, ele caminha sitio adentro até avistar um casarão, era uma casa muito bonita, mas naqueles estilos bem antigos, tipo novela de época das seis, logo ele esta na porta da casa e quando bate na porta, percebe a maçaneta girar, a porta se abre e ele fica ali parado meio abobado ao perceber a beleza da mulher revelada assim que a porta se abriu.

__Oi__ Diz ele.

__Então você é Jéferson Salles?__Pergunta ela.

__Sim__ Responde ele meio abobado.

A mulher tinha um corpo bem formado e distribuído, seus seios eram fartos e em pé, no lugar, tinha cabelos ruivos, olhos castanhos e uma boca carnuda, e parecia ser bem amigável.

__Entre __Diz ela ao repórter que sem dizer nenhuma palavra caminha para dentro da sala de visitas da casa e se senta no sofá, bem confortável, alias.

Depois de dirigir tanto tempo, qualquer superfície fofa lhe pareceria confortável.

__Então__ diz ela chamando a atenção de Jéferson__ você descobriu sobre o infantilismo e depois sobre meu sitio. O que quer saber senhor Salles?

__Pode me chamar de Jéferson__ Diz ele.

Neste momento um barulho de passos chama a atenção de Jeferson que vira sua cabeça em direção a uma escada logo atrás dele, uma mulher descia correndo e sorrindo, e um homem logo atrás, quando viu aquilo, ficou surpreendido, o que ele vira apenas nas telas do computador ganhara forma real, a mulher estava com uma fralda meio azul claro e uma mini blusinha, e homem logo atrás dela só de fraldas.

__Volta aqui bebezinho__ Dizia ele sorrindo em tom de brincadeira__ Eu vou te pegar.

__Não vai não__ Respondia ela até que os dois são surpreendidos, também, com a presença de Jéferson ali no sofá da sala parado olhando para eles.

__Dina, quem é ele?__Pergunta o homem meio desconfiado.

__Este é Jéferson Salles__ Responde ela procurando quebrar o clima de tensão que pairava ali__ O Repórter que comentei com vocês.

__AAAH!!___Exclama ele sorrindo__ Seja bem vindo então.

Como se nada tivesse acontecido eles voltam a correr um atrás do outro subindo as escadas de madeira, Jeferson não pode deixar de notar que a fralda descartável que a moça usava estava

meio amarelada na bunda quase próximo a virilha, e também não pode deixar de reparar quão destacada ficava a bundinha da mulher que acabara de subir, com as fraldas, algo nele deu sinal de vida.

__Algum problema senhor...quer dizer Jéferson?

__Hã..Não__ Responde ele disfarçando sua “alegria” ao cruzar as pernas.

__Bom, acho que já posso me apresentar a você, meu nome é Dina Albuquerque.

__Muito prazer senhorita Albuquerque__ Disse ele se levantando meio curvado e apertando suavemente a mão da mulher.

__ Me chame de Dinna, por favor.__ Pede ela.

Dina se senta no outro sofá á frente de Jéferson e os dois ficam separados por uma mesa de centro apenas, os olhares dela demonstravam firmeza, enquanto ele ainda se sentia desconfortável, meio vitima daquele olhar fulminante que ela lançava.

__E então, vamos as perguntas?__ Disse ela.

__Claro!__ Respondeu ele__ Vamos lá.

Bom__ Disse ele novamente, retirando do bolso um caderninho branco com uma caneta__ Pelo menos vou poder anotar algumas coisas que disser?

__Anote o que julgar mais relevante.__ Responde ela.

__Então, vamos começar. O que é infantilismo? Pergunta ele.

Dina se ajeita no sofá procurando ficar o mais confortável possível.

__O infantilismo é basicamente uma sensação de bem estar que a pessoa sente ao se comportar como criança, regredindo a idade de um bebe fazendo e agindo como eles agem. Basicamente isso.

__Hum!__ Ele deixa escapar anotando o que ela respondera no caderninho.__Quando você diz agir como criança, o que quer dizer com isso? Pode ser mais especifica?

__Os infantilistas, em sua maioria, gostam de usar fraldas, chupetas mamadeiras e outros adereços de bebes. Gostam de comer, beber, dormir, em suma, agir como um bebe literalmente.

__Interessante! Exclama ele.

__Espero que tenha sido um tanto clara senhor Jéferson. Pode me dizer caso não esteja entendo, a ultima coisa que quero é que distorça minhas palavras.__ Diz ela.

__Hã...Claro__ Responde ele ao temor da moça__ Não sou assim, gosto de expor apenas a verdade. Mas, se o infantilismo é basicamente a regressão a vida de bebe, aqueles dois não deviam estar engatinhando, dizendo “gugu dada” ou coisa assim?__Pergunta ele.

__Bom, isso varia muito de pessoa para pessoa. Existem infantilistas que apenas curtem usar fraldas mas não curtem regressão, agem normalmente, apenas adicionam as fraldas em suas vidas por prazer, ou simplesmente por estilo de vida. A esses damos o nome de DIAPER LOVERS.__ Explica a mulher.

__Quer dizer então que dentro do infantilismo existem modalidades?__Pergunta ele novamente com sua curiosidade insaciável.

__É, acho que podemos usar este termo se isso fizer você entender.

__Pode me falar mais sobre essas “modalidades”? __Pergunta ele se colocando um pouco mais a frente desencostando suas costas do sofá.

__Bom, dentro do infantilismo você pode encontrar, digamos, várias maneiras de apreciá-lo, você pode ser um Diaper lover, um adult baby, uma mommy ou Daddy. Isso depende muito dos desejos de cada um. Varia de infantilista para infantilista__ Mais uma vez explica ela.

__Todas essas são modalidades dentro do infantilismo? __ Pergunta

__Sim__ Confirma ela__ Mas há quem diga que apenas os adult babys são infantilitas, por que eles praticam o seu infantilismo em toda sua forma literal.

__Já os Diaper lovers apenas gostam de usar fraldas, é isso?__ Pergunta Jéferson Jéferson.

__Sim__ Responde Dinna.

A entrevista estava indo muito bem até que mais um barulho na escada é ouvido, uma pessoa vinha descendo a escada, Jéferson vira sua cabeça em direção as escadas, sua visão lhe revela uma moça linda e para no meio dela, aparentava ter seus trinta e poucos anos, usava uma mini blusinha com desenhos de personagens da Walt Disney, era loira, cabelos curtos e olhos verdes, não aparentava ser magra, mas também não era gorda, tinha um corpo normal, mas o que ele não pode deixar de notar mesmo foi a fralda que ela usava, não era descartável, devia ser de pano pois vestia uma calça plástica rosa bebê e nos pés calçava apenas meias brancas. Por instantes ele ficou parado ali olhando.

__O que Foi Mayara?__Perguntou com uma voz carinhosa para a moça quebrando a concentração do rapaz que a fitava com os olhos impressionados com o que via.

__Ele esta molhado ___ Diz Mayara, de cima da escada__ Precisa ser trocado.

__Tudo bem, já estou indo.__Responde a moça que se retira.

__Ser trocado? __Pergunta ele meio apreensivo.

__Acho que agora começa seu passeio pelo mundo do infantilismo e seus mistérios, espero que esteja pronto pra tudo que vera __Diz ela.

__Eu tenho uma mente bem aberta Dinna __Responde ele.

__Ja vi pessoas com mentes tão abertas quanto a sua abominando o que essas pessoas fazem__Disse ela passando por ele e chegando na ponta da escada __Você vem?

__Claro __Disse ele acompanhando a mulher.

Os dois sobem as escadas, a casa tinha uns três andares fora o térreo onde ficava a cozinha, sala de visitas, biblioteca e outros cômodos. Os dois param no segundo andar e entram por um corredor que fazia umas três voltas, em todo o corredor, portas de quartos, todas fechadas.

__Todos estes quartos estão ocupados?__Pergunta ele.

__Sim__ Responde.

Ela para na porta do quarto nº 12.

__E então, pronto?__Pergunta ela.

__Vamos lá __ Diz ele.

Quando disse que estava pronto ele não esperava ver o que viu, ao abrir a porta do quarto e entrar, ele se depara com um quarto de criança, de bebe, todo caracterizado, com berço, parede colorida e bichos de pelúcia espalhado por todo o lugar, porem o quarto era tamanho adulto, a única coisa que o diferenciava de um quarto de bebe é que alem do berço, havia uma cama comum de casal. Na cama a mesma loira, Mayara, estava sentada como um bebe. No chão, num tapete com desenhos de personagens infantis, estava engatinhando, sem roupas, apenas usando fraldas,um outro rapaz, e deu pra perceber que a fralda do moço estava bem molhada.Totalmente amarelada pela cor da urina.

__Vamos trocar o bebe lindinho da mamãe __Disse Dinna fazendo biquinho e caminhando em direção ao homem.

Ele era um cara normal, cabelos pretos, pardo, olhos castanhos e chupava uma chupeta azul. Dinna o deita no tapete, vai até o armário, abre a porta, ao ver o que tinha dentro o jovem Repórter se surpreende novamente, pacotes e pacotes de fraldas descartáveis de um lado, do outro várias fraldas de pano brancas dobradas perfeitamente, e nas gavetas, que ela abriu pra pegar mais um item, talco e várias calças plásticas, de várias cores. Ela retorna ao homem bebe ali no chão.

__Fica quietinho pra mamãe trocar __Disse ela fazendo o mesmo biquinho.

Ela desata a primeira fita adesiva da fralda que o homem usava, desata a outra e puxa a parte frontal da fralda pra frente deixando a mostra o pênis do cara que estava duro. Ela afasta as pernas do homem separando-as de forma a facilitar a retirada da fralda descartável totalmente molhada da bunda dele, que não dizia uma palavra. Jéferson podia ver nos olhos do homem o prazer que ele sentiu quando Dinna tocou em suas fraldas e para ele, aquilo ainda estava meio difícil de entender, mas o que ele não entendia muito era como aquilo lhe chamava tanta atenção.

__Me passe o talco__ Disse Dinna quebrando o silencio.

__Hã... Claro__ Respondeu Jeferson pegando o talco e entregando nas mãos de Dinna.

Ela Joga o talco na virilha, no saco e em uma parte do bunda do homem bebe, pega a fralda descartável que retirara do armário, abre, e a arrasta para baixo do homem ajeitando-a de forma a ficar certa no corpo dele, depois pega a parte frontal da fralda e a levanta para cima tapando o pênis do homem, porem seu pênis dificultava bastante que a fralda fosse fechada, não havia outra forma de fazê-lo a não ser fazendo seu pênis voltar a sua forma mole de ser.

__Querida, pode ajudar a mamãe a trocar seu amiguinho?__Pergunta ela a loira enfraldada em cima da cama.

Mayara desce da cama e vai em direção ao homem deitado, Dinna se afasta um pouco ficando ao lado de Jéferson, enquanto a loira pega com suas suaves mãos o pênis do homem bebe e começa a massageá-lo, o homem começa a gemer, ela faz movimentos para cima e para baixo enquanto o homem se contorce de prazer no chão, Jeferson olhando aquilo não podia acreditar no que via, também ficara excitado mas tinha que manter-se calmo e fixo em sua missão. A Reportagem.

A garota com sua fraldinha e calça plástica rosa bebe continuava seu trabalho, ela se ajoelha e levanta seu bumbum enfraldado para cima, puxava o pênis do cara, e as vezes chegava a encostar a os lábios finos na ponta, colocando sua língua para fora e lambendo-o suavemente. Não demorou muito para que o pênis do homem cuspisse nas mãos da loirinha. Quando o pênis do homem caiu derrotado pelas mãos da doce bebezinha, Dinna finalmente pode se aproximar novamente, se ajoelhar próximo do homem que exibia uma cara de plena satisfação, fechar as fraldas do cara e terminar de trocá-lo.

__Espero que tenha apreciado este show Jéferson__ Disse ela.

__Isso me da um novo conceito de mente aberta. __ Responde ele.

CAPITULO 3 TENTANNDO ENTENDER.

Dinna sai do quarto deixando Jéferson passar a sua frente, ela fecha a porta do quarto novamente e caminha de volta almejando chegar a escada para voltar a sala de visitas no andar térreo da grandiosa casa, Jéferson caminha atrás dela e sem conseguir se conter descarrega uma grande quantidades de perguntas em cima da imponente mulher.

__Mas o que foi aquilo lá dentro?

__O que esta acontecendo aqui?

__Por que eles fizeram aquilo?__Perguntou ele meio aflito ansiando por respostas que o fizessem entender tudo o que viu.

__Não se preocupe Jéferson, eles são casados, são marido e mulher __Respondeu ela calmamente.

__Ta mas, o que foi tudo aquilo __Perguntou ele apontando para a porta do quarto como se apontasse a situação ocorrida a minutos atrás.

__Os dois são adult Babys, não podem viver suas fantasias no meio social em que vivem, então eles vem pra ca todos os finais de meses para viver a fantasia deles, e eu faço parte dela.__Explicou a moça.

__Você faz parte dela?__Pergunta com espanto __Pensei que você só fornecesse o local para que eles vivessem o infantilismo e... Espera ai ___Pausa ele __Você faz parte disso.

__Claro que faço __Responde Dinna __Eu sou a dona deste sitio.

__Não é isso__ Explica Jéferson__ Você é uma infantilista também. Como é mesmo o termo__ Pergunta ele a si mesmo.__uma Mommy__ Ele mesmo responde.

__Olha senhor Jéferson__ explica ela __Meus clientes tem fantasias com fraldas e eles pagam para vir aqui e vive-las, se querem que eu faça parte da fantasia eu faço e ponto final, claro, com algumas restrições, mas eu participo da fantasia da maioria deles, alguns que vem aqui querem ser trocados, amamentados, e ficar como bebe, outros vem apenas para poder andar de fraldas por ai, outros casais querem realizar fantasias envolvendo fraldas, não vejo nada de errado nisso.

__Não disse que isso é errado __Explica ele __Eu só...só fiquei espantado com o que vi, afinal isso não foi um vídeo de internet, foi real.

__ Mas você tem razão, eu sou uma mommy, e gosto muito disso. Explica ela.__Vamos.__ diz ela.

__Vamos onde?__ Pergunta.

__Continuar o seu tur __quero te mostrar outras coisas antes do almoço.

Os dois caminham para a escada e a descem para chegar a sala de visitas onde estavam antes, Dinna abre a porta da sala dando passagem para Jéferson e os dois caminham para fora da casa.

Jéferson e Dinna saem da casa e Dinna o guia pela grande área verde do sitio, ao chegar a um determinado ponto ela para de caminhar e aponta para uma determinada direção.

__Veja aquilo__ Diz ela.

Jéferson não parava de se impressionar com as coisas que via. Ali, para onde Dinna apontava, havia algumas pessoas, a maioria delas com fraldas apenas, as que não as usavam acompanhavam as pessoas com fraldas.

__O que acontece aqui? __ Pergunta ele.

__ Você vai dar uma volta por aqui e conhecer outras pessoas, depois falaremos sobre o assunto.__ Propõe Dinna

Jéferson olha para Dinna meio apreensivo. Como ele iria caminhar no meio de tantos infantilistas sem sua proteção que aquela altura do campeonato, já era o que Dinna representava, para ele, era como estar perdido num mundo desconhecido.

Aqui você encontrará empresários, mães e pais de famílias, estudantes e muita gente que você encontraria por ai na rua e nem imaginária que elas curtem este tipo de fantasia.__ Diz Dinna ainda olhando para o local onde as pessoas estavam.

__Ta bom então. Vamos lá__ Diz Jéferson começando a caminhar em direção ao “play ground” cheio de bebes grandes.

__Volto em alguns minutos para pega-lo Jéferson__ Grita ela ao visitante que se distanciava de sua companhia.

Jeferson olhava para todos os lados impressionado com o que via, aquilo que vira na internet realmente era real, ele imaginava o que mais pessoas que dizem ser perfeitas e fazem pose para sociedade faziam no escondido de seus lares, e agora tinha certeza que as fraldas faziam parte da fantasia de muita gente por ai pais a fora. Caminhando e conversando com sigo mesmo sobre como poderia escrever sua matéria, Jeferson tem seus pensamentos cortados por uma voz masculina de presença bem forte.

__ Bom dia senhor__ Diz um homem sentado em uma cadeira de sol perto de uma arvore e segurando um jornal, o homem aparentava seus quarenta e poucos anos e usava uma camisa normal, porem, usando uma calça plástica de cor azul bebe e por baixo algumas camadas de fraldas de pano. Era meio gordinho, olhos pretos e um nariz proporcional ao rosto, cabelos curtos, ou seja, uma pessoa normal, mas de fralda.

__Bom dia__ Responde Jéferson intrigado.

O homem apóia o jornal na barriga___ Eu sei quem você é___ Diz o homem se arrumando na cadeira de forma a ficar confortável para uma conversa.

Que bom, por que eu não sei quem é o senhor ___Diz Jeferson sorrindo tentando quebrar o gelo e se sentando na grama próximo do homem.

__Eu não sei se devo lhe dizer o meu nome, não quero acordar na segunda feira e saber que estou na primeira pagina de um jornal usando fraldas. ___ Retruca o homem.

Sei que a imprensa tem uma má fama senhor mais garanto que pretendo agir diferente.___ Se defende Jeferson.

__ Meu nome é Carlos, Dinna nos contou que você viria para saber mais sobre os nossos gostos, fraldas e tudo mais. O que eu posso dizer é que não estamos machucando ninguém, não estamos roubando ninguém, e até nessa situação somos tão brasileiros como qualquer um, pois estamos pagando nossa estadia aqui. __ Desabafa o Carlos___ Portanto___ Muito cuidado com o que você quer fazer conosco em sua matéria, você pode acabar com a vida de muita gente.

__Escuta senhor, por que não deixamos pra discutir depois e o senhor me conta um pouco sobre você? __ Pede Jéferson.

Carlos se acalma baixando à guarda e volta e se colocar na cadeira de sol deitando-se para continuar curtindo sua manhã que já estava no fim.

__E então? __ Pergunta Jeferson.

O que quer saber?___Retruca com outra pergunta Carlos.

__Você é um diaper lover. Certo? __Começa a entrevista.

__Sou__ responde curto e grosso.

__E me diz uma coisa, a maioria dessas pessoas vem aqui para curtir suas fantasias ou simplesmente pra poderem usar só suas fraldas, quer dizer, elas devem ter toda uma historia por cima disso tudo. Você tem uma?___ Pergunta Jeferson.

__Bom__ Começa o Homem em sua cadeira__ Eu sempre me senti atraído por fraldas, até mesmo quando não sabia o que significava atração, e com o passar do tempo isso se tornou uma obsessão para mim, mas lógico que nunca abri isso para ninguém, eu trabalhei, construi minha empresa, casei, tive filhos, mas nunca houve espaço na minha vida pra que eu pudesse usar

minhas fraldas sem que outras pessoas pudessem descobrir, e eu morro de medo de ser descoberto___ Explica o homem ___ Dinna nos da a oportunidade de sermos o que somos, estamos aqui para que não ofendamos o mundo com nossos gostos e prazeres. É só isso.___Termina o Carlos.

__Você é um empresário? Você sabe que para a maioria das pessoas um homem na sua idade e de seu porte físico pode parecer ridículo usando fraldas? __Pergunta Jéferson.

__É o que o senhor acha senhor Jéferson Salles.__ Diz Carlos se aproximando dele.__ Pois eu vou te dizer o que eu acho. Eu acho mais ridículo cobrar impostos absurdos de empresas como a minha e roubar dinheiro de gente pobre que tem que levantar as quatro da manhã todo dia para trabalhar se quiserem comer a noite.___ Diz o homem meio chateado.

Jeferson percebendo que não conseguirá mais daquele homem que estava na defensiva, resolveu se levantar e continuar sua caminhada.

__ Obrigado___ Agradece ele que segue em frente.

Jeferson anda e observa uma grande parte das modalidades do infantilismo por ali naquela área verde do sitio, tinha uma mommy com sua filhinha que engatinhava pela grama só de fraldas e uma camiseta, tinham vários diaper lovers que se divertiam jogando bola, outros empinavam pipas, outros apenas deitavam na grama verde ou em cadeiras de sol como o senhor da ultima conversa, mas uma diaper lover especifica lhe chama a atenção, deitada sobre uma toalha, ela usava uma mini blusinha, e um shortinho de pano fininho, mas era possível perceber as fraldas aparecendo acima da borda do shorts em volta da cintura. Ele se aproxima.

Oi__ Diz ele.

Para sua surpresa outro oi sorridente é solto da boca da moça.

Ela era jovem, aparentando ter uns vinte nove anos, cabelos pretos até os ombros, amarrados em rabo de cavalo, olhos castanhos, pele branca com uma ou outra espinha, uma linda mocinha.

__É o primeiro oi com sorriso que eu recebo por aqui.__Diz ele.

É eu vi você conversando com o Carlos___ Diz ela___ Ele é meio mal morado, mas não se preocupe, ele só não quer se expor, tem medo dos pensamentos das outras pessoas.__ Explica.

__E você?___ Pergunta Jeferson.

Eu também tenho___ responde ela se levantando e se sentando deixando mais aparente o uso das fraldas___ Mas Dinna nos disse que podíamos te receber que estava tudo bem, então esta tudo bem. Você quer me entrevistar?___ Pergunta ela.

Jeferson aproveita que a conversa estava fluindo e se senta ao lado da moça.

__Estava dizendo a ele que algumas pessoas devem ter historias por trás das fraldas, gostaria de ouvir a sua.__ Diz ele.

Eu tenho vinte nove aninhos__ Diz ela com um sorriso lindo e tão branco que deixava Jéferson fascinado.__ Me chamo Bete, estudo medicina em São Paulo, meus pais pagam minha faculdade, e de vez em quando eu pego uma grana que sobra e venho pra cá.___Explica ela.

__Sério__ Retruca ele impressionado.__ Estudante de medicina?

__ Sim, isso ai__ Responde ela dando risadas do espanto dele.

__Mas, E o passado, como aprendeu a gostar de fraldas. __Pergunta ele.

__Não sei, talvez eu sempre gostei mas não sabia, sempre tive primos e irmãos menores que eu adorava trocar as fraldas, não gostava de cuidar deles mas adorava a hora de trocar as fraldas__ Continua__ As fraldas se foram, eles cresceram e eu ainda de vez em quando pegava um pequeno e com a desculpa de brincar de casinha ou boneca, pegava um lençol e colocava nele.__Ela conta.

__Então você se encaixaria na modalidade de Mommy, certo? __Indaga ele.

__ Modalidade?__ Indaga ela sorrindo.__ Tá, pode dizer assim.Um dia eu conheci uma pessoa.__Continua.__ Ele não sabia o que significava o infantilismo, mas, ele me confessou que adorava ver mulheres de fraldas, fui a casa dele numa noite que os pais dele não estavam em casa, ele estava sozinho e começamos a nos beijar e uma coisa levou a outra, quando vi ele tinha me jogado na cama e estava com uma fralda embaixo de mim passando entre as minhas pernas, desde então nunca mais consegui ficar sem, meu namoro terminou mas o gosto pelas fraldas ficou e por isso uso até hoje. __Explica ela.

__Nossa!__ Diz Jeferson impressionado___ Você praticamente vomitou sua historia pra mim, eu te agradeço por isso. __Diz ele.

Dinna disse que podíamos confiar, não notou que até o mal morado do Carlos te contou um pouco da historia dele? ___ Perguntou ela.

Nesta hora Jeferson percebe o que acontecia, Dinna o jogou na “jaula dos leões” de propósito, e o fato das pessoas contarem a ele um pouco de suas historias mesmo alegando que tem medo de serem descobertas, não era por confiarem nele, e sim, por que todos ali confiavam de mais em Dinna. Jeferson sabia que qualquer coisa que ele ouvisse ali daquelas pessoas, só ouviria por que Dinna instruiu seus clientes a falarem.

__ Alem do mais__ Diz ela sorrindo e olhando nos olhos dele.__ Você é bonitinho.

Jéferson não conseguia tirar seus olhos dos olhos da moça e agradece o elogio com um sorriso.

CAPITULO 4 ALMOÇO.

Era hora do almoço e as pessoas começavam a se reunir na sala de jantar do sitio, era uma área enorme com várias mesas, as pessoas começam a chegar e se sentar, sentado à uma mesa mais reservada num canto Jeferson conseguia observar o comportamento dos clientes de Dinna, todos usavam fraldas, algumas pessoas usando camisetas normais com Fraldas, outras só de fraldas, outras usavam fraldas de pano com calças plásticas e outras de roupas que cobriam todo o corpo acompanhando homens ou mulheres que estavam só de fraldas e engatinhavam, de onde ele estava também era possível observar o primeiro casal que ele tinha visto na sala de visitas de Dinna quando chegou ao sitio, e também os dois “bebes” que Dinna atendera, trocando a fralda do rapaz horas atrás, acompanhados por ela.

Uma senhora gordinha, já devia ter seus cinqüenta e tantos anos, servia as mesas, com a ajuda de mais duas jovens que vestiam roupas normais, mas que era possível notar o volume em suas nádegas, e aparentavam ser bem mais novas. De repente tirando a atenção de Jeferson, Dinna se senta a mesma mesa que ele.

Você não tinha que estar lá com aqueles dois? __ Pergunta Jeferson se referindo ao rapaz que ela trocara a fralda e a moça chamada Mayara.

Eles sabem que sou sua anfitriã, e acho que neste momento sua cabecinha esta cheia de duvidas. Acertei? __ Pergunta com um sorriso.

__Preparou seus clientes para me receber antes da minha chegada ao sitio?__ Pergunta Jeferson.

__Eu apenas os reuni e contei-lhes a verdade, disse que um repórter viria até nós na intenção de nos conhecer melhor e conhecer nossos costumes, e nos expor em uma reportagem, que todos poderiam se sentir seguros para usar suas fraldas com você por aqui por que eu acabaria te convencendo que este segredo deve continuar como um segredo, que cada pessoa tem o direito de decidir se quer se expôr dessa forma na mídia, ou não.___ Explica Dinna

__Essas pessoas confiam muito em você, duas delas me contaram suas historias, mesmo sabendo que eu era um repórter, você deve ser uma espécie de Deusa pra eles___ Diz Jeferson.

Não__ Nega Dinna___ apenas sou alguém que lhes da à possibilidade de viver seus gostos, desejos e fantasias por um final de semana que seja. Apenas isso.___ Explica mais uma vez.

__Essa parte de tudo isso é interessante, as pessoas que vivem com um segredo desses realmente precisam de alguém como você pra confiar, que não as julguem, não as digam que são doentes, que apenas as permitam viver. Estou certo?___Pergunta Jeferson.

__Esta vendo aquela senhora servindo a mesa ali? ___ Pergunta Dinna a Jeferson apontando com o olhar para a senhora que servia as mesas, acompanhada das duas moças ___ Ela se chama Neuza, tem cinqüenta e cinco anos, e esta comigo desde o dia em que decidi criar este refugio, ela não pode pagar então vive aqui como uma espécie de caseira, trabalha para mim em troca de moradia, aquelas duas ajudando ela, são suas filhas Kelly e Elem. Sabe qual a historia delas?__ Pergunta ela.

Jéferson fica ali parado esperando a resposta, com o olhar e ouvidos totalmente voltados para Dinna.

__Uma de suas meninas usava fraldas escondida do mundo, a mãe sabia e não achava nada de mais, até participava da fantasia da filha trocando-a quando ela queria.___ Começa a explicação.

Qual das meninas? ___Pergunta Jeferson querendo saber detalhes.

Kelly, a filha mais velha__ Responde Dinna apontando com o olhar para uma delas.__A família descobriu isso e foi um Deus nos acuda, alguns a acusaram de ser doente, de precisar de tratamento, outros humilhavam a menina a todo instante zombando de sua cara, elas não tiveram ajuda ou compreensão de seus familiares, muito pelo contrário, foram hostilizadas, para uma mãe, ver uma filha sofrer assim é mais doloroso do que uma faca no coração, então juntou suas economias e veio para São Paulo com suas filhas sem dizer nada a seus familiares. Conseguiu emprego na minha casa e quando descobri seu segredo eu lhe contei o meu,que sou uma mommy e que gosto de cuidar de pessoas, expliquei a ela sobre o infantilismo e do que se tratava, que ela também é uma mommy como eu, e lhe contei do meu projeto do sitio, elas toparam na hora, hoje, ela é uma senhora feliz, por que suas filhas são felizes aqui.___ Termina sua explicação.

E onde Elem entra nisso?__ Pergunta Jeferson.

Quando descobriu o que a irmã mais nova fazia e que a mãe gostava de participar, também se entregou a fantasia, hoje as três vivem juntas aqui, e sua mãe troca as fraldas das duas.__Responde.

Então, o quer dizer é que ao expor essas pessoas eu posso destruir a vida de muitas delas, é isso?___ Diz Jeferson.

Só achei que se fizesse você ver como elas são e a realidade de suas vidas, você entenderia melhor, do que se te explicasse por telefone.

Jeferson agora tinha duvidas, para ele a matéria era tudo, salvaria seu emprego, lhe traria sucesso talvez, lhe abriria portas, mas estava confuso, será que valeria apena trazer tudo isso a publico correndo o risco de trazer fim à paz destes infantilistas, o que eles fazem seria digno de ser exposto daquela maneira? Os pensamentos tomam conta de sua cabeça, mas mais uma vez seus pensamentos são quebrados, Neuza que se encosta a mesa com uma bandeja tirando dela um prato de arroz com feijão, Batatas fritas e um bife suculento, colocando-o sobre a superfície da mesa próximo a Jeferson, lhe cumprimenta.

Boa tarde.__ Diz Neuza olhando para Jeferson com um olhar quente e fraternal.

Boa tarde. __ Responde ele.

__Espero que esteja gostando de sua estadia aqui.__Diz ela ainda sorrindo.

__Claro__ Responde ele___ Eu gostaria de conversar com a senhora alguma hora dessas, se for possível___ Diz ele a Neuza.

Neuza olha para Dinna como se perguntasse a ela o que fazer, Dinna por sua vez dá uma leve balançada de cabeça consentindo que ela aceitasse o convite de Jeferson.

__Claro__ Responde ela, mais tarde, depois que botar minhas filhas na cama.___ Diz ela sorrindo e se retirando.

Jeferson pega o garfo, a faca e ataca o prato de comida, na primeira garfada já pode sentir o tempero de Neuza, era saboroso, nunca havia comido uma comida tão saborosa como aquela.

__Nossa!__ Exclama ele__ Ela cozinha bem.

Por que acha que implorei para que ela viesse trabalhar aqui?.___ Pergunta Dinna em tom irônico.

Os dois riem com aquela situação. Jeferson começava a não se sentir um estranho no ninho.

__ Jeferson eu quero lhe propor mais uma coisa, se o senhor me permitir___ Diz Dinna.

__Claro__ Responde ele.

__Vou pedir a algumas pessoas que conversem com o você amanhã de manhã, por hoje apenas aproveite o sitio e conheça gente por ai, ou se preferir pode ficar comigo se você se sentir deslocado.__ Sugere Dinna.__ Depois você estará livre para ir se quiser e fazer o que bem entender das informações que conseguir. Combinado?__ Pergunta ela.

__É um jogo arriscado Dinna__ Diz ele olhando nos olhos dela.__ E se eu decidir publicar?

__Ai eu terei perdido__ Responde ela.__ Você concorda?

__Eu acho ótimo, vou andar por ai.__ Diz Jeferson olhando para Dinna e saboreando seu bife.

CAPITULO 5 O INICIO DA TARDE.

Dinna possuía alguns afazeres burocráticos a serem concluídos, por isso sugeriu a Jeferson que andasse por ai e conversasse com mais infantilistas amanhã de manhã, Jeferson então decidiu apenas observar as coisas, a tarde caia com muitas nuvens no céu, como em todo final de tarde de verão, a chuva se fazia anunciada, por isso alguns dos infantilistas após o almoço voltaram para seus quartos mas muitos ainda andavam pelo gramado do sitio, outros aproveitavam o clima quente para deitarem em cadeiras de sol espalhadas pelo gramado ou até mesmo deitarem na grama.

Naquela tarde Neuza ou dona Neuza como a maioria dos clientes do sitio a chamavam terminava de limpar a sala de jantar enquanto suas duas filhas tomavam conta da cozinha, Elem, a filha mais nova enxugava os últimas peças de roupas e já começava a bocejar, Kelly também aparentava cansaço, pois trabalharam a manhã inteira ajudando sua mãe. Donna Neuza entra na cozinha naquele instante e se aproxima de sua filha Elem dando-lhe um abraço.

__Como está a minha bebe? __ Pergunta Neuza beijando o rosto da filha.

__Ela ta cansada mãe___ Responde Kelly. __ Eu também, to com soninho__ Diz abrindo a boca num forte bocejo.

__ Vamos pro nosso quarto eu quero me trocar__ Diz Elem.

Neuza passa suas mãos pelas costas da filha, uma mão ela apóia nas costas da filha enquanto com a outra puxa a calça da garota para trás possibilitando a ela ver o interior de sua fralda, que estava molhada como Neuza suspeitava, Nessa hora os olhos de Kelly brilharam e Neuza percebeu.

__Você também deve estar ensopada filha. Vamos para o quarto,___ Ordena Neuza com uma voz doce e suave___ Subindo vamos, as duas___ Ainda ordena, dando um tapinha na bunda de Kelly que passou por ela até chegar a porta.

Dona Neuza, Kelly e Elem entram em seu quarto que se localizava no ultimo andar daquela mansão, o quarto das três era enorme, o maior perdendo apenas para o quarto de Dinna, as paredes eram pintadas com um rosa bebe, a cama da de Neuza ficava no fundo do quarto e as camas das meninas forradas com lençóis que continham desenhos infantis, ficava uma de cada lado da cama da mãe, havia um gigantesco guarda roupa na parede do lado direito, uma mesa no canto com alguns livros em cima onde Neuza gostava de passar parte de suas noites lendo, duas cômodas e o banheiro nos fundos. No banheiro havia uma banheira onde Neuza costumava dar banho em suas filhas, um chuveiro comum, e os objetos de higiene pessoal dela e de suas filhas, as louças do banheiro eram finíssimas fazendo jus a mansão de onde pertencia.

__Deitem-se cada uma em sua cama__ Pede Neuza trancando a porta.

A primeira a que Neuza da atenção é Kelly, sua filha mais velha, sempre que as duas se molhavam ao mesmo tempo, era Kelly que recebia a primeira atenção, mesmo sendo a mais velha, isso por que para Neuza, como uma mommy, Kelly nasceu primeiro, o que será entendido mais a frente.

Kelly tinha vinte cinco anos, tinha terminado os estudos em uma escola particular graças a Dinna, ela era uma moça linda, olhos castanhos, cabelos pretos, um rosto de pele suave e arredondado, tinha 1, 68 de altura e uma moça muito obediente a sua mãe.

__Mamãe, quero tomar um banho__ Diz Kelly.

__Então vamos tirar essa roupinha molhada e suja__ Diz Neuza puxando a camiseta da menina para cima deixando com os seios expostos, em seguia, colocou os dedos na borda da calça puxando-a para baixo deixando a menina de calcinha e fraldas, sua calcinha era rosinha e tinha um Mickey desenhado na parte de trás, em seguida Neuza tira a calcinha da moça jogando toda a roupa dela no chão próximo a cama, agora era a parte em que Neuza mais se satisfazia, fazia devagar para curtir o máximo, tirar a fralda, primeiro puxava uma das fitas adesivas, depois a outra abrindo a fralda, em seguida descia a parte frontal da fralda pra frente, o cheiro da fralda molhada a deixava satisfeita, louca para banhar a filha e vesti-la de novo. Nua, Kelly se levanta e corre para o banheiro obedecendo os comandos de sua mãe. Em seguida Neuza se dirige a cama de Elem que ali já a aguardava, Neuza obedece com Elem o mesmo ritual, tira-lhe toda sua roupa, depois a calcinha que no caso de Elem era verde bebe, e depois a fralda. Elem adorava aquilo, sua irmã também mas Elem demonstrava sua satisfação, seus olhinhos castanhos como o de sua irmã se enchiam de alegria quando sua mãe se aproximava de sua fralda, Elem tinha dezenove anos e como sua irmã também tinha um rosto meio arredondado e cabelos pretos, só que um pouco mais curtos. Elem também é direcionada ao banheiro onde Neuza entra em seguida, as duas ficam na banheira enquanto Neuza reuni alguns apetrechos como Shampoos, condicionadores, sabonetes, entre outras coisas. A parte do banho era um momento intimo em família para as três, enquanto Neuza as banhava com todo o carinho que só uma mãe faria, elas conversavam sobre tudo, falavam dos clientes, contavam piadas, davam risadas, era muito divertido para as três.

Usar fraldas e serem tratadas como crianças pela própria mãe era como viver num sonho para as duas meninas e para Neuza, tê-las como suas bebês sempre que elas quisessem também representava um sonho.

Depois de uns trinta ou quarenta minutos por que era geralmente o que a diversão das três durava, as duas meninas correm cada uma para sua cama, e Neuza atrás.

__Se deitem que a mamãe já vai vestir vocês__ Diz Neuza sorrindo ainda da diversão no banheiro.

Neuza vai até o guarda roupa, ele era enorme, tomava toda a parede do quarto, havia nele o espaço das roupas e vestidos adultos mas, a parte em que Neuza da mais ênfase é a parte pertencente as roupas de bebes de suas filhas. Ela pega duas fraldas descartáveis, uma para cada uma, pega duas calças plásticas, também uma para cada uma, dois shortinhos rosa e duas camisetas regatinha, pega talco e pomada para assadura, fecha o guarda roupa e vai em direção primeiro de Kelly, como sempre.

Neuza pega a pomada para assadura e deposita um pouco em sua mão, levanta as duas pernas de Kelly deixando-a com o bumbum exposto, e espalha a pomada, em seguida põe o talco e também o espalha pela área da menina, logo depois pega uma das fraldas descartáveis, abre e a passa por baixo de seu bumbum, sobe a fralda dianteira da fralda e começa a fechar as abas, uma a uma, o próximo passo foi passar a calça plástica sem botões pelas pernas da garota, e depois o shorts. Neuza a levanta e passa a camiseta regatinha pela cabeça e braços de Kelly, Pronto, Kelly esta limpinha e pronta para outra.__ Diz Neuza a menina dando-lhe um beijo na testa.

__ Deite-se ai que depois de vestir sua irmã eu vou pegar as mamadeiras de vocês duas.

Neuza pega as outras roupas e a fralda que sobrou e vai para o lado de Elem, e efetua o mesmo processo, pomada, talco, a fralda, a calça plástica sem botões e finalmente o Shorts e a camiseta regatinha.

__Pronto__ Diz Neuza as duas meninas__ Eu vou pegar o leite de vocês e já volto, não façam bagunça.

Mais uma parte que Neuza adorava, fazer as mamadeiras de suas filhas, elas adoravam mamar enquanto usavam fraldas, e o que deixava suas filhas felizes deixava Neuza ainda mais feliz.

Não demorou muito tempo para que Neuza subisse com a mamadeira das meninas. Ela entra no quarto e vai em direção a cama dando a mamadeira a cada uma delas, enquanto suas filhas saboreiam seu leite, Neuza vai para sua mesa onde ficavam seus livros de leitura aos quais ela gostava de ler quando estava calmo, e naquela tarde tudo estava calmo.

A tarde passou tranquilamente, suas filhas já trocadas realmente dormiam como bebês, Neuza perdera a noção do tempo lendo seu livro, já deviam ser umas seis da tarde ou sete da noite quando Neuza ouve alguém bater suavemente sua porta.

__Senhora Dinna__ Diz Neuza já esperando saber quem era___ Já estou indo, só um instante.

Qual não foi a surpresa de Neuza quando ao abrir a porta se deparou com Jeferson.

__Oi __ Diz ele meio encabulado__ Podemos conversar agora?

CAPITULO 6 ENTRA A NOITE E MAIS HISTORIA.

Jeferson olhou por cima dos ombros de dona Neuza e pode ver Kelly de vinte cinco anos, e Elem de dezenove, as duas cada uma em sua cama, dormiam pesadamente, ele não conseguiu deixar de notar o quão lindas as meninas estavam com seus shortinhos curtos e suas fraldas aparecendo na borda da cintura dos shorts, mas claro, em respeito a dona Neuza, ele desviou o olhar.

__ Gostaria de falar um pouco mais sobre sua historia dona Neuza, se não se incomoda__ Diz ele educadamente.

__Claro que não__ Responde ela sorrindo__ Vou ter prazer em lhe contar minha historia. Mas acho melhor o senhor entrar pois ai na porta vai ficar desconfortável__ Explica ela.

__ Eu prefiro que a gente vá para outro lugar__ Diz Jeferson com medo de não conseguir controlar seu olhar em cima das filhas de Neuza.

Ele as olhava, não com mãs intenções mais as olhavas por que ficara fascinado com aquela cena, mas tinha medo de parecer o contrário para a mãe delas.

__ Não vejo problema algum em ficarmos aqui___ Diz Neuza__ Entre, vamos.

Vendo que não conseguiria convencê-la, Jéferson aceita o convite, ele entra acompanhando dona Neuza que se senta a mesa dos livros apontando com a mão para que Jéferson se sente na outra cadeira a frente. Ao se sentar Jeferson tira de seu bolso seu caderninho de notas que sempre o acompanhava.

__ Dona Neuza, antes de mais nada eu gostaria de dizer que não pretendo zombar da senhora nem de suas filhas, e sei que vocês só me contam suas historias por que Dinna garante que nada do que vocês digam vai sair daqui mas, gostaria muito que a senhora pudesse compartilhar comigo sua historia__ Diz ele explicando a ela para que se sentisse a vontade.

__ Tudo Bem __ Responde ela. Por onde quer começar?__ Pergunta.

__ Bom, Dinna me contou um pouco sobre você e já deu pra perceber, pelo que ela contou que você é uma mãe que zela pelo bem estar de suas filhas, mas me diz, como tudo isso começou?__Pergunta Jeferson, ansiando por mais um depoimento que pudesse alavancar sua matéria e dar a ele o que ele tanto queria, uma promoção, ou pelo menos garantir seu emprego na segunda feira.

__ Eu vou começar pelo começo__ Diz Neuza olhando para ele__ Espero que tenha tempo.

__ Todo tempo do mundo__ Responde ele.

__ Eu tive Kelly quando eu tinha vinte e cinco anos__ Começa Neuza__ Era uma época diferente da de hoje, eu e meu marido tínhamos alguns tipos de brincadeira, eu sempre gostei de fazê-lo meu bebe, mas nada envolvia fraldas, apenas, brincávamos durante nossos momentos íntimos, Kelly nasceu, e tudo corria bem, até que quando fiquei grávida de Elem, ele veio a falecer num acidente de carro.__ Continuava ela enquanto Jeferson tomava nota do que lhe achava interessante.

__ Quando Elem nasceu, Kelly já tinha cinco para seis anos. Era uma criança normal e feliz, mas eu notei que alguma coisa nela havia mudado. Eu achei que fosse normal, afinal perder o pai naquela idade, e ter que ajudar a cuidar da irmãzinha pequena, pensei que a mudança envolvesse tudo isso, mas estava errada e viria a descobrir isso.__ Neuza conta.

__ Um dia deixei Kelly em casa e fui ao supermercado levando Elem que já devia estar com uns dois anos, este dia eu me lembro bem, Kelly já tinha oito anos, eu cheguei em casa, abri a porta, entrei, coloquei Elem no chão da sala em meio aos seus brinquedos e fui até meu quarto imaginando que Kelly pudesse estar arrumando alguma coisa lá.Ela me ajudava a arrumar a casa sabe__ Diz Neuza sorrindo.__ Quando entrei, |Kelly estava deitada na cama, sem sua calça, tentando colocar uma das fraldas da irmã, eu a peguei no ato, ela me olhou com os olhos assustados, talvez esperando uma bronca. Naquele momento uma mãe normal, não que eu não me considere normal, teria ido até ela, conversado, perguntado o porquê daquilo tudo, e explicado que ela já não era mais uma criança, que já estava grandinha e que pessoas grandes não usam fraldas___ Continua Neuza, que agora olhara direto para os olhos de Jeferson.___ Mas eu não fiz isso.

__ E o que a senhora fez Dona Neuza?__ Pergunta ele.

__ Eu não a repreendi__ Fala Neuza balançando a cabeça.__ Eu olhei aquela cena e sai, sei que devia ter conversado com ela mas não o fiz, eu sai e a deixei lá, nem sei se ela continuou o que estava fazendo mas também nunca perguntei. O dia se seguiu normal, cuidei de Elem e quando chegou a noite eu botei à para dormir, Kelly passou o dia inteiro me ajudando sem dizer nada sobre o assunto, talvez por medo, achando que eu brigaria. Quando Kelly foi para sue quarto eu fiquei ali pensando em como ela estava tentando colocar as fraldas, talvez fosse só ciúmes da irmã, talvez quisesse atenção, eu não sabia, mas resolvi tirar a prova.

__ E como foi isso senhora?___ Pergunta Jeferson.

__ Eu tinha um pacote de fraldas tamanho p para adultos que por coincidência eu havia comprado para doação, imaginei que aquelas talvez servissem nela. Fui até meu quarto, peguei a fralda e fui até o quarto da Kelly, entrei, ela estava dormindo, eu a sacudi suavemente para que ela acordasse, ela se virou para o meu lado, eu não disse nada, apenas a descobri, ela estava de pijama, eu abaixei a calça, coloquei a fralda nela e subi sua calça de volta, ela me olhou, levantou e me abraçou. Me abraçou muito forte. Eu perguntei a ela se ela tinha ciúmes da irmã dela, ela disse que não, que apenas gostava daquilo não sabia por que, mas gostava. Naquele momento eu percebi que não foi um capricho de minha filha que eu realizei, foi o sonho dela, e deixá-la em meus braços de fraldas foi muito marcante para mim, naquele momento meu bebe nasceu de novo. Eu demorei a entender que cuidar era o que eu gostava. O que me realizava, assim como cuidava de meu marido em nossos momentos íntimos, passei a cuidar de Kelly sempre que ela me permitia.

__ Desde então a senhora e Kelly vem tendo um relacionamento de mãe e bebe__ Pergunta ele.

__ Não__ Responde Neuza rindo __ Temos um relacionamento de mãe e filha normal, conversamos sobre tudo, mas quando ela quer ser minha bebezinha, eu quero que ela seja. Não é por que ela gosta de usar fraldas que ela quer ser tratada como bebe o tempo todo, temos uma vida adulta e responsabilidades para seguir, mas na maioria das vezes em que estamos juntas, elas querem usar fraldas e eu quero trocá-las.

__ A senhora disse “elas”. __ Repete Jeferson__ Então quando foi que Elem entrou na historia das fraldas? __ Segue entrevistando.

__Quando minha família descobriu Kelly tinha treze anos e Elem tinha sete, eles começaram a me dizer um monte de coisas, como se fossemos loucas ou coisa assim, que precisávamos de tratamentos, outros membros da família humilhavam minha filha com piadinhas. Não suportei aquilo. Juntei tudo o que tinha e os abandonei. Foi ai que Elem me contou que também fazia isso escondida, também gostava de usar fraldas, e queria ser trocada pela mãe assim como eu fazia com Kelly sempre que ela queria. Depois cheguei em São Paulo, conheci Dinna e o resto você já deve saber.__ Termina ela.

__ Então a senhora tem um ótimo relacionamento com suas filhas__ Pergunta Jeferson__ Tanto com como sem as fraldas. É isso?

__ Sim__ responde ela sorrindo e balançando a cabeça consentindo.__ Eu faço tudo por elas, fugi para que elas pudessem continuar usando suas fraldas sem dever nada pra ninguém, claro que com alguns cuidados para não se exporem e passar por tudo aquilo de novo. Elas só querem usar fraldas senhor Jeferson e voltar a ser minhas bebes de vez em quando. Isso é crime?__ Pergunta Neuza retoricamente.

__ Claro que não__ Responde__ É que... eu só to tentando entender, só isso.

__ Eu só não queria que tirassem isso delas, na verdade também não queria que tirassem isso de mim, por isso estamos aqui, onde elas podem usar suas fraldas a hora que quiserem, e eu posso cuidar delas sempre que elas quiserem. Graças a Dinna, hoje somos felizes.__ Explica ela.

__Dona Neuza, e se um dia elas resolverem se casar e ter filhos, o que a senhora vai fazer?__ Pergunta ele.

__ Eu amo minhas filhas, amo estar com elas e amo trocar as fraldas delas, mas elas não são minha propriedade. Se um dia elas quiserem parar com isso e seguir só coma as vidas adultas delas, eu também vou apoiá-las assim como as apoiei quando descobri que elas queriam usar fraldas.__ Afirma Neuza.

__ Isso é muito legal Donna Neuza, eu fico feliz pelo amor que a senhora sente por suas filhas, é lindo.__ Diz Jeferson sorrindo para ela.

__ E mesmo que elas decidam se casar, por que elas namoram normalmente, eu não acredito que elas consigam deixar as fraldas, é parte delas, são infantilistas, é o que elas são___ Diz Neuza continuando.

__O que quer dizer dona Neuza?__ Pergunta Jeferson.

__ Você conseguira deixar de ser repórter senhor Jeferson?__ Rebate Neuza com outra pergunta

__ Não, eu acho.__ Responde Jeferson.

__ Não conseguiria porque é o que você é, é parte de você, e o que nós somos não muda Senhor Jeferson. Podemos parar por um mês, até anos, mas o que somos sempre volta.

__ Eu... Eu entendo.__ Diz ele.

__ O que você precisa entender mesmo, é que somos infantilistas apenas por que gostamos de usar fraldas, mas somos humanos como você, trabalhamos, pagamos as contas, os impostos, nos

divertimos, tudo como vocês, só que no caso das minhas filhas, tem fraldas, e no meu, eu gosto de cuidar delas, é só isso.__ Explica Neuza a Jeferson.

__Olhando por esse ângulo. __ Diz Jeferson concordando.___ Dona Neuza, foi muito esclarecedor conversar com a senhora, mas já é tarde e eu não quero incomodar mais, amanhã tenho algumas entrevistas antes de pegar a estrada___ Explica ele se levantando.__ Vou deixá-la com suas filhas.

__ Espero que tenha ajudado__ Diz Neuza.

Jeferson se dirige a porta mas antes de abri-la, ele da uma ultima olhada na cama onde Kelly e Elem dormiam, de fraldas e com uma paz que realmente pareciam bebes, ele sorri, e sai.

__Até amanhã dona Neuza__ Diz ele se despedindo.

__Até __ Responde Neuza fechando a porta.

Ao se virar para voltar a sua mesa Neuza se depara com Kelly e Elem acordadas.

__Oi filhas__ Diz Neuza, já acordaram?

__A senhora contou nossa historia pra ele?__ Pergunta Kelly.

__E se ele realmente resolver publicar e expôr a gente__ Pergunta Elem.

__Não se preocupem, Dinna me garantiu no dia em que ele ligou que ele não vai publicar essa matéria__ Responde Neuza.

__ Assim eu fico mais tranqüila__ Diz Kelly.

__ Amanhã ele vai falar com mais algumas pessoas__ Diz Neuza__ Fiquem a vontade para falar com ele, eu vou descer e ver se alguém precisa de mais alguma coisa.

Neuza da um beijo em suas filhas e sai, as duas voltam a se deitar.

CAPITULO 7 INFANTILISMO NA MADRUGADA.

Dinna havia oferecido um ótimo quarto para Jéferson com um bom espaço, uma cama confortável com lençóis brancos, o guarda- roupas estava abarrotado de fraldas que Dinna queria retirar mas Jeferson disse que não se importava de dormir com as fraldas ali, ele toma um banho longo pensando nas historias e depoimentos que ouviu de alguns hospedes de Dinna. Primeiro Carlos que era um empresário e morria de medo de ser descoberto, Jeferson pensava qual seria as conseqüências de uma historia dessas a respeito de um homem respeitado como ele vir a tona. Depois se lembrou de Bete, uma estudante de medicina, que devia ser de classe media ou alta pois fazia medicina e era seus pais quem pagavam seus custos, e pelo visto seus pais não sabiam de sua estadia no sitio do infantilismo. E por ultimo se lembrou de Neuza e suas filhas, que resolveram abandonar sua família por que eles não aceitavam que Neuza trata-se suas filhas como bebes colocando-as fraldas e tudo o mais, se a historia fosse publicada provavelmente elas seriam encontradas pela família e voltariam a ter problemas. Jeferson agora começara a entender o que Dinna quis dizer com cada pessoa ter o direito de escolher entre revelar seu segredo ou não.

Ele sai do banho com o pensamento a mil, seu cérebro parecia estar sendo alimentado por aquelas informações, ele precisava saber mais e não queria esperar até amanhecer, é ai que ele decide.

__ Tenho que dar uma espiada nos quartos por ai__ Pensa ele.__ Ver o que mais consigo.

E é o que ele faz, o quarto de Jeferson ficava no segundo andar e é por lá mesmo que ele decide começar sua investigação, ele caminha lentamente pelo corredor que da acesso aos quartos e

resolve espiar o quarto nº 33. Ele encosta seu olho próximo ao buraco da fechadura, e tem uma grande surpresa, o primeiro casal que ele conhecera quando chegou ao sitio, casal esse que até agora ele não sabia os nomes estava em uma posição digamos “quente”. A mulher estava de fraldas, apenas de fraldas de bumbum para cima fazendo sexo oral no homem, ele também estava de fraldas e seu pênis estava para fora pela borda lateral da virilha, ela o chupava como se fosse uma mamadeira cheia de leite, aquilo deixou Jeferson excitado, mas se continha concentrado na cena, ele se levanta e sai procurando outro quarto, na maioria deles as luzes estava apagada. Ele resolve então subir para o terceiro andar da casa, e vai procurando outras portas que aparentavam estar de luz acesa, em outra porta pelo buraco da fechadura ele assiste a mais uma cena, uma mulher usando uma roupa de enfermeira, um homem engatinhando de fraldas e uma chupeta, enquanto a mulher lhe dava tapinhas no bumbum, aquilo estava interessante e Jeferson resolve dar um tempo ali. A mulher ordena que o homem se deite na cama, ela começa a tirar a fralda dele deixando-o de pênis para fora, então ela começa a massageá-lo e em seguida a chupá-lo. Era possível ver a satisfação do “bebezinho” sendo mamado ali. Jeferson se levanta e parte para o próximo quarto e tem uma grande surpresa, Era Dinna, no quarto com os dois bebes que ela cuidava, Mayara e o outro rapaz que ele não lembrava do nome, mas se lembrava da troca de fraldas. A menina estava de fraldas no colo de Dinna e mamava em seus seios como se fosse um bebe recém nascido enquanto o homem de fraldas acariciava sua vagina por cima da fralda, Dinna usava um vestido vermelho colado, mas não participava das partes de sexo, apenas amamentava a menina, o homem então desata as fitas que prendiam a fralda da garota e começa a lamber sua vagina, daquela distância era possível ouvir a garota gemer, mas o que Jeferson não percebeu é que Dinna notara sua presença atrás da porta, e quando ele estava perdido em meio aquela cena que o deixava excitado, Dinna olha

diretamente para o buraco da fechadura, Jeferson nota que tem algo de errado e resolve se afastar, quando ele se levanta, esbarra em uma pessoa, um liquido gelado cai em sua camiseta e na camiseta da pessoa.

__ Minha nossa!__ Exclama ele baixinho para não ser ouvido.

__ Minha nossa digo eu!__ Exclama a moça também em tom baixo para não acordar os demais.

___shshshshii ___ Diz ele pondo o dedo na boca para que a moça perceba que ele não queria ser notado.

__ O que você esta fazendo aqui no escuro à essa hora?__ Pergunta a moça.

Mas antes que Jeferson possa responder a fechadura da porta começa a se virar. Quando a porta se abre era Dinna procurando quem a estava espiando, mas ela não vê ninguém.

__ O que foi Dinna?__ Pergunta o homem dentro do quarto.

__ Haã__ Não foi nada. Responde ela.

Em outro quarto no mesmo corredor, Jeferson estava com a garota que o havia puxado para lá antes que Dinna pudesse abrir a porta.

___ Você não é aquela garota de hoje de manhã, a Bete?__ Pergunta Jeferson se lembrando de seu rosto.

__ Sou sim__ Diz a moça sorrindo.

___ Me desculpe__ Diz ele__ É que eu queria saber mais sobre infantilismo e acabei passando dos limites espionando. Por favor não conte para a Dinna.__ Pede ele.

__ Não se preocupe__ Diz ela o tranqüilizando__ Não vou dizer nada, mas agora tenho que trocar de roupas. Você derramou leite em mim, até meu shorts molhou.

__ Hã...Claro__ Diz ele__ Eu vou embora.

__ Não precisa sair só por que vai ficar constrangido de me ver de fraldas__ Diz a moça__ Eu vou lá no banheiro colocar outra camiseta e outro shorts.

__ Não fico constrangido em vê-la de fraldas__ Sorri ele negando a afirmação da moça.

__ Há, você fica sim!__ Exclama ela.

__ Não, não fico não, é que, é que eu não to acostumado, mas a essa altura do campeonato eu já to achando normal.

__ É mesmo, duvida ela sorrindo.

__É mesmo__ Responde ele sorrindo.

__ Então tá, vamos ver se você não tem mais preconceito sobre isso__ Diz a moça tirando o shorts molhado de leite na frente de Jeferson.

Jeferson se vira para não olhar a moça.

__ Qual é Jeferson__ Diz a moça. __ Eu não to pelada, pode olhar, você tava espiando os outros até agora.

__ É mas é diferente__ Explica ele.

__ Não tem nada de diferente__ Diz a moça__ Você tem que acabar com essa timidez vai__ Diz Bete indo até ele e virando-o para ela.

Quando Jeferson se vira seu rosto fica colado ao rosto da moça, seu olhar fica preso dentro do dela, era uma sensação que ele lutava para conter, mas o cheiro de talco que subia da fralda de Bete estava o deixando louco. Ela pega a mão dele e coloca sobre a fralda dela.

__ Sente como é macio__ Pergunta ela com a voz baixinha e enlouquecedora.

__ Eu não sou de ferro___ Diz ele__ Acho melhor você se afastar por favor__ Pede.

__ Eu gostei de você desde a primeira vez que te vi chegando no sitio__ Explica ela.

Ela o beija suavemente no rosto, depois do outro lado do rosto, e em seguida um beijo na boca, profundo e longo. Jeferson não tem mais saída e se rende ao ataque da garota que sussurrava em seu ouvido.

__ Eu tava louca pra ficar com alguém sem me preocupar com minhas fraldas.

Ele a agarra e a joga na cama, ele tira a camiseta de Bete molhada de leite e começa a chupar seus seios com força e voracidade, a moça uiva baixinho, ele desce suas mãos até a fralda da moça e a força contra a sua vagina fazendo movimentos com os dedos. Jeferson estava excitadíssimo e não suportava mais esperar, ele sai de cima de Bete, tira a camisa, a calça e fica nu em frente a ela que cai de boca fazendo-lhe um sexo oral. Ela o chupava como se mamasse uma mamadeira, e ele estava adorando, ele tira seu pênis de dentro da boca da moça e a coloca de quatro em sua frente, ele desata uma das fitas da fralda e a coloca um pouco de ladinho deixando a vista sua vagina molhadinha, ele então começa a lambe-la, a garota geme de tesão com a lambida do jornalista, ela grita, ele então se levanta novamente e encosta seu pênis na entrada dela. Bete da uma olhada para traz, e neste momento ele a penetra de uma vez, ela coloca seu rosto sobre o travesseiro e grita abafando o som, Jeferson começa a fazer movimentos de vai e vem penetrando a moça enfraldada. Ela geme mais e mais, ele então para e resolve mudá-la de posição, coloca-a deitada na cama e abre suas pernas, ele se ajoelha ficando na altura da vagina da moça e a penetra novamente, ela não consegue se conter e grita, os movimentos de Jeferson aumentam mais e mais.

__ Haaaa, eu não agüento mais__ Exclama Bete.___ Vou gozar!!!

__ Goza Bete__ Diz ele__ Vamo sujar essa fraldinha.

HAAAAAAAAA____ Grita ela tendo um grande orgasmo.

Jeferson continua penetrando-a com força até que quando percebe que vai gozar, tira seu pênis para fora da vagina da moça e explode em goso sobre sua barriga e fralda. Em seguida cai deitado sobre ela.

__Ufa__ Respira a moça___ Nossa, eu tava louca pra fazer isso com você.

__ Que bom pra mim__ Retruca ele sorrindo.

__ Agora eu to toda suja, você vai ter que me limpar.

__ Quer que eu ...__ Diz ele meio tímido.

__ Relaxa diz ela, pega um pote de lenço umedecido no guarda roupa pra mim, o talco e uma fralda nova, por favor. __ Pede ela a ele com os olhos brilhando.

Jeferson a obedece, mesmo que ainda achasse estranho, pega o lenço, o talco e a fralda.

__ Vou te ensinar a cuidar de um bebe como eu.

__ Como assim?__ Pergunta ele.

Primeiro ela se ajeita na cama de forma a ficar com as pernas abertas na frente dele.

__ Você tem que tirar minha fralda tá bom__ Avisa ela__ Começa puxando as fitas e depois tira ela de baixo de mim.

Jéferson olhava aquela situação, nunca havia tido uma experiência como aquela, mas por ter ficado com a moça achou por bem entrar no jogo.

__ Tá, então eu faço assim? Pergunta ele desatando as fitas adesivas. Depois puxando a fralda da moça.

__ Isso mesmo__ Aprova ela.__ Agora pega o lenço e começa a limpar a sujeira que você fez em mim__ Diz ela brincando.

Jéferson não se faz de rogado e começa o processo de limpeza do corpo da moça, passa o lenço pela barriga dela limpando a sujeira deixada pelo seu goso, em seguida pega mais um pedaço de lenço e passa nas coxas e nas virilhas dela.

__ Humm!!! Você tem talento para isso__ Diz ela.

__ Eu vi muitas coisas na internet___ Explica ele.

__ Tá, agora passa um pouquinho desse talco ai.__ Diz ela apontando com o olhar o pote de talco.

Ele pega o talco e começa a espalhar pelo bumbum da moça, pela virilha e vagina.

__ Agora a fralda__ Diz ela.

__ Há...tá__ Diz ele meio nervoso.

__Não precisa ficar nervoso__ Diz ela notando o nervosismo dele__ Você está indo bem.

Ele abre a fralda, passa por baixo de sue bumbum quando ela levanta o quadril, ele a ajeita direitinho, depois sobe a parte dianteira da fralda tapando a vagina de Bete, em seguida ele puxa uma das fitas fechando-a, depois puxa as fitas restantes e finalmente termina.

__ Nossa, você foi muito bem__ Elogia ela.__ Parabéns.

__ Não posso negar que foi uma experiência e tanto.

__ E você gostou? Pergunta.

Jeferson se levanta.

__ Eu..eu...acho que sim. Eu não sei__ Responde ele.

Bete, agora limpa e trocada se levanta e pede para que ele se sente ao lado dela na cama, dando tapinhas no colchão.

Jeferson faz o que a moça pede e se senta. Ela acaricia seu rosto e depois lhe faz um carinho na cabeça.

__ Obrigada!!__ Diz ela agradecendo.

__ Pelo que?__ Pergunta ele.__ Foi você que me tirou do corredor, eu que devia agradecer.

__ Obrigada por viver comigo essa experiência__ Diz ela. Significou muito pra mim.

Jeferson olha nos olhos da moça que lacrimejava, dava pra perceber naquele momento que ela estava sendo sincera.

__ Desde que meu namorado me deixou eu nunca mais tinha...você sabe...feito assim.__ Explica ela__ E significou muito pra mim essa transa, que eu acho que vou lembrar pra sempre__ Diz ela sorrindo.

Ele a abraça, ela então se deita em seu colo, Jeferson começa a fazer um cafuné em Bete que em poucos minutos cochila. Jéferson tinha vivido uma nova experiência, por alguns minutos ele agora tinha feito parte deste mundo que ele queria revelar a sociedade, e agora as duvidas em publicar isso o atormentavam mais e mais.

CAPITULO 8 CAFÉ COM DISCURSO.

Era uma manhã de domingo linda de sol, todos os infantilistas instalados no sitio se reuniam na area de jantar onde servia também para que tomassem café, Dona Neuza e suas filhas serviam o café para aqueles que iam chegando e se sentando, Dinna Albuquerque era sempre a primeira a chegar pois precisava conferir com dona Neuza se tudo corria bem e se ela precisava de alguma coisa, no domingo, até Dinna ajudava, seguindo as orientações de Kelly e Elem que eram

experientes na hora de botar a mesa e servir. Durante o café todos conversavam, riam, contavam historias, outros se reuniam numa mesma mesa para falar sobre as noticias, ações de bolsa, coisas assim, Carlos, o empresário que Jéferson havia entrevistado de primeira, estava ali.

Dinna acompanhada por Kelly leva uma bandeja de pão para preparar mais uma mesa.

__ Então Dinna, ele vai entrevistar mais gente hoje? __ Pergunta ela.

__ Vai sim.__ Responde ela e em seguida devolve a pergunta__ Você vai falar com ele?

__ Eu não sei, ele conversou com minha mãe ontem e ela contou tudo que ele precisava saber__ Responde ela.

__ Sim, mas seria bom que você contasse sua historia também, sua versão__ Diz Dinna.

Neuza chega do lado das duas e entra na conversa.

__ Dona Dinna tem razão filha__ Eu contei a historia do meu ponto de vista mas acredito que vocês tenham outros motivos para serem infantilistas.

__ Mas mãe, a senhora acha seguro mesmo a gente se abrir tanto?__ Pergunta ela.

__ Não se preocupe Kelly__ Diz Dinna__ Ele vai saber muito sobre nos, mas não vai publicar.

__ E se ele resolver publicar Dinna__ Pergunta ela.

__ Eu tenho um plano B. __ Diz Dinna sorrindo.

Neste momento Jéferson aparece para tomar café, ele entra na sala e se senta à uma mesa isolada num canto, Dinna termina de ajudar Kelly com aquela mesa e vai até ele.

Jéferson demonstrava ainda muito sono bocejando. Dinna se aproxima e se senta com um sorriso meio sínico nos lábios.

__ Espero que sua expedição pela casa ontem tenha lhe trazido bons resultados.__ Diz ela num tom irônico.

__ Do que você esta falan...___ Diz ele até se tocar do assunto.__Ha...claro... Olha, eu sinto muito, não tinha a intenção de incomodar, eu só, esperava saber mais__ Explica ele.

__ Tudo bem senhor Jéferson, eu já esperava que o senhor não segurasse sua curiosidade durante a noite__ Responde ela.

__Eu peço desculpas.

__ E então, o que descobriu? __ Pergunta ela.

__ Na verdade, eu tive uma experiência bem...hã...como posso descrever___ Pergunta a si mesmo__ Estranha eu acho.

__ Você deve ter visto pessoas que adicionam sexo ao seu gosto por fraldas, Estou certa?__ Pergunta ela.

__ Isso entra como fetiche? __ Pergunta ele.

__ Também __Responde ela.

Quando Jéferson olha para o lado ele nota Bete entrando na are de jantar, Bete também o percebe e joga um sorriso discreto, não o bastante pára que Dinna não percebesse, Bete estava do jeito que gostava, shortinho curto, mini blusinha, de fraldas que como sempre podia se notar pela borda do shorts que deixava a fralda aparecer, sem mencionar o volume é claro. Ela se senta a uma mesa com algumas amigas adult babys e diaper lovers.

A aquela altura todos do sitio já estavam ali tomando seu café da manhã, é quando Carlos o empresário se levanta e pede a atenção de todos.

__ Por favor__ Grita ele__ Olhem pra cá bebes, todos vocês.

Dinna e Jéferson também têm sua atenção voltada a ele.

__ Hoje a maioria de nós tem que voltar pra sua vida lá fora, deixando aqui um final de semana maravilhoso que viveu, então eu gostaria de dizer algumas palavras. Todos nós ou a maioria de nós vivemos escondidos, reprimidos, sem amigos que curtam o mesmo que nós ou que simplesmente entendam ou apóiem nosso gosto, fetiche, ou seja lá como vocês encaram isso, para mim isto é um estilo de vida. Mas curtir isso nunca teria sido possível se uma determinada pessoa não tivesse criado este sitio, Dinna fique de pé, por favor.__ Pede ele.

Dinna se levanta ouvindo tudo que Carlos tem a dizer.

__ Dinna, quando venho aqui, não é simplesmente num refugio de infantilistas que eu entro, eu entro num mundo onde eu me sinto bem e onde eu gostaria de viver, mundo esse que você criou, você nos deu a oportunidade de sermos nós mesmos sem nos preocupar com o olhar da pessoa ao lado, você nos da nossas vidas todos os finais de semana, e isso é uma coisa que mesmo pagando todas as parcelas de nossas estadias, jamais poderemos pagar. Obrigado__ Termina ele.

Todos aplaudem Dinna Albuquerque de pé, as palmas são fortes e longas, Jéferson fica maravilhado com tudo aquilo, o quanto todas aquelas pessoas amavam e respeitavam Dinna Albuquerque. Ela realmente era uma mommy, a mãe de todos eles.

Dinna então se sente no dever de retribuir com o discurso.

__Eu agradeço o elogia e as doces palavras de amizade Carlos, e a todos vocês por estarem aqui, quero que divirtam-se bastante hoje e eu estarei acompanhando cada um na saída do sitio quando decidirem ir embora, para me despedir. Obrigada e divirtam-se__ Diz ela.

Todos voltam a atenção para seu café enquanto Dinna volta seu olhar para Jeferson.

__ Eu acredito que esteja entendo muito mais agora sobre o infantilismo e seus adeptos Jéferson.__Afirma ela.

__ É eu to__ Diz Jéferson sorrindo e olhando para Bete na outra mesa, que também retribuía o olhar.

__ Jéferson, suas entrevistas começam as 10:00, eu organizei meu escritório para que o senhor pudesse ficar a vontade com os convidados, ficará lá o quanto desejar e todos que decidirem conversar com o senhor estarão lá esperando.__ Explica Dinna se levantando.

__ Hã...Claro, eu irei pra lá assim que terminar aqui.__ Responde ele.

__Ótimo__ Responde Dinna sorrindo e se retirando da mesa.

Jéferson não conseguia parar de olhar para Bete, que também não tirava os olhos dele, ele precisava vê-la de novo, sentir o cheiro do talco no corpo dela, ele não acreditava em si mesmo mas estava louco para ver aquela bundinha enfraldada mais uma vez, e Bete estava louca para receber os cuidados dele.

Jéferson sobe as escadas correndo em direção ao segundo andar onde ficava o quarto de Bete, que já o aguardava, quando ele chega na porta do quarto, ela se abre antes que ele pudesse bater, Bete o puxa para dentro dando-lhe um beijo em sua boca.

__ Você demorou__ Diz ela suspirando.

__ Não devíamos fazer isso, eu tenho algumas entrevistas daqui a uma hora__ Explica ele.

__ Tempo suficiente__ Responde ela beijando-o novamente.

Jéferson retribui o beijo e suas mãos vão direto para a bunda da garota, ele apalpava a fralda dela forçando-a contra a pele, ela suspirava, ele já não se continha, estava totalmente viciado em Bete, o cheiro do talco que subia o excitava mais e mais, ele abre o zíper da calça deans que

usava colocando seu pênis para fora, Bete se abaixa e começa a chupá-lo, ele delira, ela o absorve com vontade, ele começa a gemer, ela se levanta e volta a beijá-lo. Enlouquecido ele a pega no colo e a joga em cima de uma mesinha que havia ali encostada na parede, ele leva as mãos a virilha da moça colocando o shorts e a fralda de lado e a penetra com força, ela geme em seu ouvido, ele então começa os movimentos de fora para dentro, intensamente, ele estava alucinado, queria consumi-la, Bete estava adorando, ele a força mais e mais contra a parede até que ela sussurra em seu ouvido.

__Não...não agüento mais...HAAAAAAAAaaaaaaaaa.......!!!

__Eu vou....gozarrrrrrrRRRRRrrr.....

Ele tira o pênis para fora e explode em gozo cima da moça.

__ Minha nossa, isso é incrível__ Sussurra a garota.

__É, é sim, demais__ Respira ele.

CAPITULO 9 COMEÇA AS ENTREVISTAS.

O escritório de Dinna era aconchegante, havia estantes de livros pelas paredes, poltronas de couro marrom e uma mesa de escritório forrada com uma camada grossa de vidro, os móveis eram todos mognos e no chão um tapete que o forrava por completo, era nesse ambiente que Jéferson se preparava para começar as entrevistas que Dinna tinha lhe reservado, algumas pessoas já esperavam na sala a frente do escritório, ele estava nervoso, mas ansioso e a primeira a entrar no escritório é Dinna Albuquerque.

__ Nossa, não me diga que você vai me contar sua história__ Diz Jéferson recepcionando-a.

__ Talvez em uma outra oportunidade Jéferson__ Responde Dinna com um sorriso no rosto__ Vim apenas perguntar se precisa de mais alguma coisa:?

__ Não, tá tudo bem__ Responde ele.

__ Então eu estarei lá fora com alguns dos meus hospedes, se precisar de mim é só pedir pra me chamar__ Diz ela.__ Fique a vontade e tomara que os depoimentos que você ouvirá agora sejam esclarecedores.

__Eu espero que sim.

__ Eu vou indo__ Diz Dinna.__ Vou pedir para a primeira pessoa entrar.__ Diz ela se virando e saindo do escritório.

Jéferson se senta na cadeira de Dinna, era confortável, ele então aguarda que a primeira pessoa entre. Quando a porta do escritório se abre e a primeira pessoa finalmente entra, na verdade um casal, o primeiro casal que Jéferson vira quando chegou ao sitio. Ele não sabia o nome dos dois mas se lembrava deles. Os dois entram sorrindo e olhando um para outro, dava para perceber o quanto se gostavam. Ele usava uma calça preta e uma camisa branca, mas dava pra perceber que estava de fraldas pelo volume, a moça usava um short deans até o joelho, e uma mini blusinha, e também conservava suas fraldas embaixo do short. Os dois se sentam um ao lado outro e se dão as mãos.

__ Então...ha...Eu me lembro de vocês de ontem mas acho que não fui muito educado pois não perguntei seus nomes.__ Diz Jéferson meio encabulado.

__ Não esquenta__ Diz o homem que exalava felicidade__ A gente também não se apresentou, eu sou Jorge. Diz o homem sorrindo.

__ E eu sou Clara__ Diz a moça.

__ Muito prazer Jorge e Clara__ Responde ele.__ Vamos deixar uma coisa já acertada entre nós, só respondam o que julgar necessário tá bom?__ Pede ele.

__ Ta bom__ Respondem os dois.

Jorge era um homem branco, alto, olhos e cabelos castanhos e um porte físico de um professor de educação física e tinha 35 anos, já Clara tinha 30 anos, era mais baixa, meio fofinha, mas não tanto, cabelos ruivos até o meio das costas, olhos castanhos e pele branquinha. Já eram clientes especiais do sitio de Dinna Albuquerque.

__ Então quando começou essa historia de infantilismo com vocês? __ Pergunta Jéferson dando inicio a entrevista.

__Ha, isso, pelo menos comigo__ Começa Jorge__ foi desde criança, sempre tive vontade de usar fraldas, eu não sentia vontade de ser bebe e tomar mamadeiras ou coisas assim, mas as fraldas, as fraldas me chamavam a atenção. Eu venho de uma família de 4 irmãos e eu sou o mais velho, então sempre houve fraldas na minha família pelo menos até eu completar treze anos, depois todos os meus irmãos já não usavam mais. Com quinze anos eu comecei a trabalhar e resolvi em um dia que ficaria sozinho em casa, comprar um pacote de fraldas, me lembro até hoje da marca, era a adult care, quando eu a vesti pela primeira vez me senti no céu, acho que foi uma das sensações mais fortes que já senti, daí em diante eu sabia que as fraldas tinham que fazer parte da minha vida, e assim foi. __ Explicou Jorge ao repórter.

__ Mas como conciliou as fraldas com sua vida uma vez que seus irmãos não sabiam que você gostava disso? __ Pergunta Jéferson.

__ Usava sempre que tinha oportunidade de ficar sozinho em casa___ Começa o homem a explicar novamente__ Ai as oportunidades começaram a diminuir, pensei então que se tivesse minha própria casa eu poderia usar fraldas sempre que eu quisesse. Então comecei a trabalhar feito um louco, meus pais ficaram maravilhados, dizia que eu era o filho trabalhador que eles tanto sonharam, mas não sabiam da minha intenção de sair de casa. Foi ai que em uma das

empresas em que trabalhei que conheci Clara. __ Diz ele olhando para ela e dando-lhe um celinho que é correspondido por ela.___ Qual não foi minha surpresa quando descobri que Clara era tão viciada em fraldas quanto eu!!__ Exclama ele maravilhado.

__E como rolou essa descoberta senhor Jorge__ Pergunta ele, tomando nota de tudo que Jorge dizia.

__Eu queria contar a ela, e ela queria contar pra mim, dissemos um pro outro que tínhamos um segredo pra dividir, então a convidei para ir a um motel, e levei algumas fraldas na mochila. Quando chegamos lá ela se sentou na cama e ficou calada, dizia ela que estava com medo de eu deixá-la depois de ouvir o que ela tinha pra me dizer, eu disse que contaria primeiro para inspirá-la, então tirei a fralda da mochila e despejei a verdade em cima dela, os olhos dela brilharam, eu me lembro até hoje, ai ela me disse que o segredo dela era o mesmo que meu.__ Diz ele__ Foi incrível.

__ Então vocês são infantilistas sortudos, pois a maioria que conheço, quer dizer, que conversei, são sozinhos.__ Explica Jéferson.__ E você Clara? __ Direciona a pergunta a ela.

__Ha, eu comecei com isso na adolescência__ Começa explicando.__ Minha mãe cuidava de algumas crianças, tinha um garoto de 6 anos que ainda usava fraldas, os pais estavam tentando tirar, e caso pergunte, não, esse garoto não se tornou um infantilista, mas continuando, quando minha mãe ia trocar ele eu ficava olhando, e aquilo me chamava a atenção, não sabia por que, até que em uma noite fui ao quarto dela escondida enquanto ela dormia, pois era lá que ela

guardava algumas fraldas dele, tinha noites que ele dormia em casa. Eu peguei uma delas, fui pro meu quarto e tentei colocar, não ficou muito bom mas ficou bom o suficiente para eu poder dormir com ela, e finalmente descobri por que elas me chamavam tanto a atenção, eu queria usá-las, e desde então não parei.__ Termina a explicação.

__ E quantos anos você tinha nessa época Clara?__ Pergunta à moça.

__Eu tinha de doze para treze anos.__ Responde a moça.

__Quando nos encontramos e nos descobrimos__ Diz Jorge.__ Decidimos que queríamos ficar juntos, e assim estamos.

__Então essa não é só uma historia de diaper lovers, e sim, da vida de vocês, de como se conheceram e tudo mais?__ Pergunta ele.

__Sim__ Diz ela sorrindo orgulhosa.

__É uma historia que gostaríamos de contar aos nossos netos.__Diz ele que se vira para o lado da moça e a beija mais uma vez.

__Eu fico feliz por vocês, obrigado pela entrevista__ Agradece Jéferson.

Os dois se levantam, cumprimentam e saem do escritório, Jeferson se joga em seus pensamentos mais uma vez enquanto aguarda os próximos convidados.

As entrevistas seguem, alguns diaper lovers contam suas historias de como tiveram acesso ao infantilismo, a maioria deles sempre tiveram atração por fraldas mas só descobriram o termo infantilismo com a popularização da internet, outros adult babys entravam acompanhados de suas mommys, alguns entravam fora dos personagens enquanto outros já entravam engatinhando e só suas mommys falavam por eles, pois eram, “eram bebes”. Jéferson estava anotando tudo, sua matéria ficaria muito rica. Até que mais uma pessoa entra, um jovem moreno, vinte e sete anos, alto e magro, usava uma camiseta preta, e uma bermuda devido o calor que fazia, não estava de fraldas mas dava para perceber que só poderia ser um diaper lover, ele se senta e estica a mão para Jéferson.

__ Prazer, meu nome é Ronaldo__ Diz ele cumprimentando-o.

__Oi Ronaldo, eu sou Jéferson.__ Responde o Repórter.

__Então é pra você que devemos contar nossas histórias? __ Pergunta ele.

__Só se você quiser, não quero forçar ninguém a fazer o que não deseja.__ Responde Jéferson.

__Bom, eu tenho uma historia, e quero saber a sua reação quando ouvi-la.__ Diz o moço.

__Vai me contar por curiosidade?__Pergunta Jéferson.

__Isso mesmo.__ Responde o Rapaz.

__Você é intrigante__ Afirma o repórter. __ Então, a pergunta é a mesma pra todos vocês. Como começou? __Pergunta Jéferson.

__ Bom, acho que a resposta é sempre a mesma também, sempre senti atração por fraldas e descobri o que isso significava quando acessei a internet e resolvi digitar fraldas e sexo, daí apareceram vários sites, explicando tudo sobre o infantilismo, passei a me apaixonar ainda mais por estar de fraldas e paralelamente namorava com uma garota que não sabia nada sobre isso, nós nos casamos e eu resolvi contar a ela, pois queria que nossa relação fosse baseada na sinceridade.__ Explica Ronaldo.

__ E qual foi a reação da sua esposa Ronaldo?__ Pergunta Jéferson.

__Ela riu muito__ Diz ele sorrindo ao se lembrar__ Mas eu já esperava essa reação, afinal, não é toda mulher que gosta de fazer amor com um marmanjo que usa fraldas.__ Diz ele.

__ Ela não gostava?__ Continua a entrevista.

__Ela me deixou__ Diz Ronaldo olhando nos olhos de Jéferson.__ Ela me deixou só por que meus gostos eram diferentes, não quis tentar me entender ou conversar, ou até mesmo dizer que eu era louco ou coisa assim, simplesmente foi embora, ela preservou meu segredo, nunca contou a ninguém, mas foi uma fase muito difícil de passar.

__ Eu sinto muito.__ Diz Jéferson.

__Não sinta, pelo menos descobri o que pode acontecer quando segredos que devem continuar sendo segredos, são revelados.__Explica o rapaz.

__ Depois disso nunca mais falou com ninguém sobre isso?__ Pergunta ele.

__Não.__ Responde Ronaldo diretamente.

Jéferson fica meio sem jeito com a revelação de Ronaldo, saber que trazer a tona este segredo lhe trouxe tantos problemas, enquanto ele mesmo queria expor isso ao mundo.

__Obrigado por sua entrevista.

O rapaz se levanta e sai da sala enquanto passando por ele duas garotas entram, elas eram familiares para Jéferson, ele as vira servindo as mesas no almoço de ontem e no café da manhã de hoje, Kelly e Elem, as duas se sentam na frente de Jéferson, usavam um macacão curto deans

com os cabelos amarrados em rabo de cavalo.

__ Oi __ Diz Kelly.

__OI__ Diz Elem.

__Olá meninas__ Responde Jéferson__ Querem contar suas historias também? Pergunta ele.

__Queremos explicar algumas coisas que acho que minha mãe pode não ter dito.__ Diz Kelly.

__Sua mãe me contou uma historia com bastante detalhes, principalmente a parte de como as fraldas entraram na vida de vocês.__Responde Jéferson.

__Eu era pequena, uns oito anos e minha mãe precisava de ajuda com minha irmã. Por mais estranho que possa parecer, quando ela ia trocá-la eu sempre desejei estar no lugar dela__ Diz Kelly olhando para sua irmã.__ E um dia minha mãe me pegou tentando usar uma das fraldas da Elem, naquela mesma noite ela entrou no meu quarto e colocou uma fralda em mim sem me

dizer nada, eu fiquei confusa durante uns instantes mas depois percebi que minha mãe, faria tudo por mim, até mesmo dar asas para essa minha mania.__Diz ela sorrindo.

__O que Kelly esta tentando dizer__ Interrompe Elem__ É que minha mãe faria tudo por nós, por isso achamos que...que ela só veio para São Paulo para que pudéssemos viver desse jeito, e as vezes sentimos que ela sente falta da família.__Termina Elem.

Jéferson para de anotar e se debruça sobre a mesa procurando se aproximar mais das meninas.

__Olha, pelo que sua mãe me disse, ela não se arrepende nenhum minuto, pelo que fez por vocês__ Diz Jéferson.__ Vocês gostam de viver assim não gostam? __ Pergunta ele.

As duas balançam a cabeça consentindo.

__Então__ Sua mãe esta muito feliz em estar aqui, pois ela fica muito satisfeita cuidando de vocês.__ Explica ele. __ Não duvidem nenhum instante da fidelidade e do amor que ela tem por vocês duas, é normal que ela sinta saudades de alguma coisa, mas não quer dizer que ela se arrependa da decisão que tomou.__ Termina ele.

__ Temos medo que um dia ela resolva voltar.__ Explica as duas.

__Olha, apesar de vocês gostarem de ser bebes, já estão adultas o suficiente para lidarem com essa situação, mas eu duvido que sua mãe queira voltar para o lugar de onde saiu.__Explica ele.

__ Obrigado pela força Jéferson__ Agradece Kelly.__ Posso te chamar assim não posso?__ Pergunta ela.

__Claro__ Mas sou eu que agradeço pela entrevista.__ Diz ele.__Obrigado meninas, já tenho tudo que preciso.

__Também não tem mais ninguém lá fora.__ Diz Elem.

__ Acho que tenho que juntar tudo o que escrevi agora.__ Diz Jéferson.

CAPITULO 10- A HORA DA PARTIDA.

Já eram umas 4 horas da tarde, Jéferson já havia se despedido de todos os que entrevistara ou conhecera no sitio, o segurança que o atendeu trazia seu carro, e Dinna o acompanhava no portão até o carro, antes de Jéferson abrir a porta do carro ele para pra ter uma ultima conversa com Dinna.

__ E então Jéferson__ Pergunta Dinna.__ O que achou desse novo mundo que você esteve este final de semana?

__ Eu não posso negar que foi um final de semana bem diferente, mas é um mundo ao qual eu não pertenço.

__ Eu não diria isso. Você se relacionou com Bete não foi?__ Pergunta ela.

__ Como você...? __Pergunta Jéferson.

__ Ela me contou__ Explica ela.__ Mas não se preocupe, ela não teve a intenção de te prejudicar de nenhuma forma.

__ Eu entendo__ Diz Jéferson.

__ E agora, você vai publicar está matéria?__ Pergunta Dinna.

__ Essa matéria ficou muito boa, rica, cheia de detalhes, seria um desperdício profissional não publicá-la.__ Diz Jéferson.__ Você entende não é?__Pergunta ele.

__ Claro, __ Responde Dinna__ Não vou impedi-lo afinal acordo é acordo. Só espero que encontre o que procura nesta sua decisão.

__ Não vou expor o sitio, pode ficar tranqüila__ Explica ele.

__ Se não expor o sitio e os acontecimentos aqui, sua matéria não surtirá o efeito que você procura__ Explica ela.__ Só os detalhes, nomes, e acontecimentos vão interessar ao publico que você direcionar esta matéria, não há como escrever isso sem prejudicar as pessoas envolvidas.

__ Não quero prejudicar ninguém__ Diz Jéferson.

__Mas não publicar vai prejudicar você__ Diz Dinna. __ Então, ou você publica a matéria por completo e salva seu emprego e sua carreira, e destrói a vida destas pessoas, ou você não publica, não prejudica ninguém, e segue a vida em frente procurando outro emprego. É você quem sabe?

Dinna da um abraço de despedida em Jéferson e sai, quando Jéferson se prepara para entrar no carro Bete se aproxima.

__ Oi Bete__ Diz ele.

__ Sabe que meus pais não podem saber disso não é?__ Pergunta ela.

__Bete, eu não vou mencionar seu nome.__ Explica ele.

__Você não vai precisar__ Explica ela__ Quando contar história, eles vão saber que sou eu.

Ela se vira de cabeça baixa e sai, Jéferson fica ali pensando por algum momento, abre a porta do carro e sai do sitio na intenção de retornar a cidade.

No volante a mente de Jéferson começa a pensar em tudo que aconteceu neste final de semana que passou no refugio dos infantilistas. Ele começa a se lembrar das conversas que teve com Carlos, o empresário, com Dona Neuza e suas filhas Kelly e Elem, com Ronaldo e tantas outras entrevistas que havia feito, se lembra das palavras de Dinna. Falar apenas do infantilismo em si, sem apresentar as historias que ouviu, sem mencionar os nomes, sem dizer que passou um período no sitio onde os infantilistas se refugiam, não surtiria o menor efeito, pelo menos não o efeito que ele esperava. Ele tinha a maior matéria de sua vida nas mãos, mas não podia colocar aquilo acima do bem estar daquelas pessoas, não podia arriscar transformar a vida daquelas pessoas em uma baderna expondo suas historias num jornal de grande circulação como é o Jornal da cidade, ele não podia subir as custas disso, ele não era assim.

__O que eu faço?__ Pensava ele__ O que eu faço?

O carro então freia bruscamente, Jéferson joga o volante para o lado direito fazendo o carro virar e fazer a volta, ele pisa no acelerador e dispara rumo ao refugio dos infantilistas, o sitio que passara um agradável final de semana.

Em questão de minutos o carro estava de volta ao sitio, um dos seguranças que abriu o portão para ele veio em sua direção.

__ Pode pedir para que Dinna reúna todos os hospedes na area de jantar antes que eles vão embora? __Pede Jéferson ao segurança.

__ Sim senhor __ Responde ele indo realizar o pedido de Jéferson.

A grande sala de jantar de Dinna Albuquerque começava a encher de gente, todos os infantilistas estavam entrando meio apreensivos pela urgência que Dinna pediu para descerem até lá. O que estaria acontecendo eles se perguntavam. Para alguns, principalmente para Bete e Dinna, foi uma surpresa ver Jéferson ali esperando todos se acomodarem. Dinna vai em direção a Jeferson.

__ Jéferson, o que significa isso? __Pergunta ela.__ A esta altura já era para o senhor estar chegando na capital.

__Você começou este jogo Dinna__ Diz ele olhando para os olhos dela e sorrindo.__ Eu só voltei pra terminar.

Jéferson então sobe em uma das mesas da sala de jantar.

__ Atenção todos__ Grita ele esperando conseguir a atenção de todo mundo na sala.

DInna se senta à uma mesa juntamente com Dona Neuza e suas filhas para ouvir o que o rapaz tinha a dizer.

__Eu pensei que poderia ouvir tudo o que vocês me disseram e expor ao mundo sem nem ao menos me importar com o que pudesse significar pra você. Essa matéria que juntei poderia salvar meu emprego, eu poderia finalmente ser um grande repórter.__Começa ele explicando.

Todos prestam atenção, meio apreensivos ao que viria por ai.

__Mas eu decidi...que não vou fazer isso, não vou publicar.

Os olhos de todos se arregalaram, Dinna da um sorriso de canto de boca triunfante, ela tinha conseguido o que queria.

__Não posso fazer isso, é por isso que sou um péssimo repórter. Por que não costumo jogar informações no ventilador sem me importar com as pessoas, e é por isso que decidi, não publicar, vocês tem o direito de decidir por si mesmos se querem ou não, que o mundo conheça vocês como infantilistas.

Todos se levantam e aplaudem as palavras de Jéferson que ali em cima da mesa, tira um isqueiro que havia pegado minutos antes daquela reunião e com a outra mão pega seu caderninho de notas, acende o isqueiro e taca fogo no caderno queimando ali todas as historias que havia ouvido, elas ficariam guardadas apenas para ele.

__ E tem mais uma coisa.__ Diz ele cessando as palmas.__ Eu gostaria de dizer pra uma pessoa, que...eu gostei muito dela...e ...se ela quiser, eu quero tentar um relacionamento com ela__ Diz envergonhado olhando para Bete.

Bete sorri.

__Quero ficar com você, com suas fraldas e todos os seus gostos, e tudo que vier junto. Você quer ficar comigo? Pergunta ele a moça.

Bete pega na mão de Jéferson e sobe na mesa, não conseguia conter seu sorriso de alegria.

__ Sim. __ Diz ela para ele lascando-lhe um demorado beijo.

Agora sim as palmas são mais fortes e acompanhadas de assovios.

Enquanto isso Dinna e Neuza trocam algumas palavras.

__ Foi um tiro no escuro em dona Dinna.__ Diz Neuza.

__Eu sabia que ele acabaria ouvindo sua consciência__ Responde Dinna __ Isso quer dizer que eu ganhei o jogo.

Jéferson resolve ficar ali até a manhã de segunda feira, uma festa começa entrando a noite e todos brincam e se divertem.

UTIMO CAPITULO-VIVENDO COM A DECISÃO.

Já se passavam duas semanas desde que Jéferson visitou o refugio infantilista, a terceira semana começou sem muito tumulto como sempre, exceto pelo fato de Jéferson ter batido de frente com o chefe e perdido o emprego, mas naquele momento ele não se importava, depois de resolver todas as questões burocráticas referentes ao seu desligamento do Jornal, Jéferson pega seu carro e se dirige para um lugar, era um prédio enorme com várias janelas, pertencentes a várias salas, em sua entrada uma grande escadaria e centenas de jovens entravam naquela tarde de segunda feira para iniciar seu turno numa das faculdades de medicina mais conhecida do pais, Jéferson para seu carro na calçada em frente à faculdade e espera, até que avista a pessoa que procurava, ele pega uma pequena caixa no banco de trás, sai do carro e corre em direção a ela.

__Bete__ Grita ele chamando a atenção da moça.

Bete olha para trás e vê Jéferson se aproximando dela, ela estava com uma calça branca, uma camisetinha comum também branca, cabelos amarrados para trás e alguns livros nos braços, não estava de fraldas, claro, aquilo era uma coisa que ela fazia só no refugio ou quando estava sozinha em seu apartamento.

__Nossa__ Exclama ela__ Que surpresa__ Diz ela dando-lhe um selinho.

Ele pega em sua mão e a conduz para longe da multidão.

__ Vem cá__ Diz ele levando-a para perto do carro.

__ E ai, seu chefe te demitiu?__ Pergunta ela.

__ Com certeza__ Responde ele.__ Eu não tinha nenhuma matéria para mostrar como ele queria, mas eu não to nem ai, vou me levantar de novo.

__ Claro que vai, você é lindo e é um ótimo repórter.__ Diz ela passando seus braços pelo pescoço dele.

__É, mas não to aqui pra falar disso__ Afirma ele. __ Te explico tudo com detalhes mais tarde, vim aqui pra te trazer um presente.

__Nossa!!__ Exclama ela__ Nosso namoro ta evoluindo__ Brinca.

__Sabe o que eu gosto no nosso namoro? __ Pergunta ele.

__Ham ham__ Responde ela sorrindo e balançando a cabeça.

__ É que nosso namoro não é igual aos outros, sei que você gosta de algumas coisas tipo sair, cinema, restaurante, uma boa pizza com um filme num sábado de vez em quando, mas muita gente sabe disso, porem..___Continua criando um suspense.___ Ninguém sabe o que eu sei, que você gosta disso.__ Diz ele lhe dando a pequena caixa que estava em suas mãos.

__O que é isso? __ Pergunta ela tentando abrir a caixinha.

__ Não abre aqui não___ Avisa ele.___ Não vai querer que suas colegas vejam o que tem ai.

Quando ela olha para trás algumas de suas amigas estavam olhando e cochichando dando risadas do fato de Bete estar de namorado novo.

__Então o que é? To ficando curiosa__ Diz ela.

Ele se aproxima do ouvido dela e lhe diz baixinho.

__Uma calça plástica do seu tamanho.__ Responde ele.

__ Onde você conseguiu?__ Pergunta ela com um sorriso de orelha a orelha.

__ Uma loja de instrumentos cirúrgicos__ Responde. __ Não é como aquelas da internet com desenhos mas já é um começo, a gente usa nesse sábado. Topa?__ Pergunta ele.

__ Claro.__ diz ela sorrindo e abraçando-o. __ Agora guarda isso pra mim, eu tenho que ir, espero agüentar até sábado.

__ Eu também tenho que ir__ Diz ele.__ te vejo no sábado?

__Com certeza__ Sorri mordendo os lábios.

__E para o próximo final de semana, vou marcar três dias no Refugio da Dinna ta legal?___Pergunta ele.

__Claro__ Responde ela.

Os dois se beijam longamente pela ultima vez, Jéferson entra no carro e sai enquanto Bete se junta as suas amigas e vai para sua aula na faculdade.

Jéferson agora convivia com a decisão que tomou, mas na verdade, no momento ele nem estava se importando com as conseqüências. Para ele o desemprego era passageiro e com certeza ele se viraria muito bem.

Fim.

Comentários

03/08/2011 21:35:34
k.
01/02/2011 22:32:20
muito interessante. bastante atípico ainda esse fetiche. sugiro que você escreva mais, principalmente falando de infantilismo com sexo.
01/02/2011 22:24:23
pow muito grand kra esse texto,leia o meu q é menor rs e comente bjus
01/02/2011 18:36:15
Nunca ouvi falar em INFANTILISTA. Eh meio ridiculo no começo, + tem horas qe eh bem interessante e ate excitante. Eh meio loko + achei show de bola. NOTA DEEEEZ.

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.