Casa dos Contos Eróticos

Metí na puta japonesa até ela gozar!

Autor: Coroa casado
Categoria: Heterossexual
Data: 27/02/2011 22:38:41
Última revisão: 12/12/2014 23:33:22
Nota 9.64
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Não gosto de pagar para meter. Contudo, a sabedoria popular diz que, quando se está sem cachorro no mato, o jeito é caçar com gato.

Morei no Japão vinte anos. Sendo casado, as chances de dar uma ¨escapada¨ eram raras. Pela escassez de tempo ¨justificável¨, tive que apelar para o sexo pago.

Fui conhecer um puteiro de lá. Na capital Tóquio existem casas refinadas, porém, onde eu estava era uma cidade interiorana.

Neófito no esquema, tinha que tomar cuidado, porque a prostituição e jogo, é controlado pela máfia, a temida Yakuza.

Na entrada da casa havia um recepcionista, tipo leão-de-chácara. Ele cobrou dez mil ienes (uns cem dólares). Paguei e ele me levou para um quartinho. Avisou que o tempo de transa seria quarenta minutos.

Mandou aguardar e em seguida me serviu um copo de chá gelado. Reparei que lá, você não tem opção de escolha. As meninas atendem numa espécie de rodízio.

Me sentí como quando fui num restaurante em Buenos Aires. Lá não existe cardápio e o ¨chief¨ é quem decide o que voce vai comer. Minutos depois, entrou uma garota de vinte e poucos anos.

Magra, cabelos tingidos de loiros (japa loira?), lisos e bem cuidados, 1,60m. aproximadamente, pele alva como de um bebê, rostinho até bonito, vestida apenas com uma camisola curta e semi-transparente, de onde se podia ver os seios pequenos e pentelhos negros. A menina era apetitosa e o pau já endureceu na hora.

Se apresentou como Sayaka. Sentou num colchonete que estava no chão, pediu para mim tirar as roupas e deitar. Pegou uma toalhinha úmida e limpou meu pau, naquela altura já em ereção total.

E iniciou um boquete, sem muito entusiasmo. Ao mesmo tempo que chupava, ela pegou uma camisinha, esticou e cobriu a cabeçorra. Com os lábios e ponta dos dentes, desenrolou com maestria, até a base.

A seguir, sem falar nada, Sayaka deitou de costas, abriu as pernas e esperou. Apesar da xoxota dela estava untada com gel lubrificante, a penetração foi dificil. A putinha tinha a boceta bem apertada.

O contato daquela pele lisinha e macia era agradável. Me lembrei que o tempo estava correndo. Bombei com vontade.

A japinha alí, deitada, inerte, de olhinhos fechados, recebendo minhas estocadas. Parecia uma boneca inflável de carne e osso. O tempo passando e eu sem conseguir ejacular. Olhei para aquele rostinho, ar de indiferente, só comprimindo as pálpebras quando metia mais fundo.

Tive de imaginar uma situação sádica: Que estava estuprando uma japinha e ela estava parada porque estava dando na marra. E assim, de forma xoxa e sem graça, conseguí gozar. O pior foi olhar para aquela carinha linda e inexpressiva, como se nada tivesse acontecido.

Sayaka levantou, tirou a camisinha cheia de porra e jogou num recipiente de lixo. Pegou outra toalhinha úmida, limpou novamente meu cacete e saiu do quarto.

Nossa, eu tinha acabado de realizar a pior transa da minha vida! Fiquei com saudade das putas do Brasil. Dizem que são as únicas do mundo que gozam com seus clientes (ou que sabem fingir melhor).

Saí de lá decidido nunca mais voltar. Achei que tinha sido discriminado, por ser estrangeiro. Na firma onde eu trabalhava, comentei a foda com os japoneses e eles disseram que era assim mesmo. E me explicaram que eu poderia ter feito ¨shimêe¨, ou seja, escolher a garota pela foto num book, mediante uma taxa extra. Mas que a transa seria igual.

Fiquei o mês inteiro encucado, com aquela sensação horrível de coisa irrealizada. Acabei voltando naquela casa. E falei para o recepcionista que queria fazer ¨shimêe¨.

Ele me trouxe um album todo surrado, com fotos de várias meninas em trajes sumários. Eu pedí a Sayaka. Tive de pagar dois mil ienes (quase vinte dólares) de extra.

E novamente entra Sayaka no quartinho. Ela com a toalhinha na mão, pedindo para mim tirar as roupas. Falei que desta vez não queria transar e sim, só conversar com ela.

A japinha ficou com os olhinhos arregalados, como se não acreditasse no que estava ouvindo. ¨Conversar o que ?¨, perguntou ela.

Eu disse que poderiamos fingir que ela era minha ¨kanujou¨ (namorada). E apesar de eu ter cara de japonês e falar a língua corretamente, em algum lugar, o sotaque acaba me denunciando como estrangeiro. Ela ficou admirada ao saber que eu era brasileiro.

Santa ignorância! Por ser brasileiro eu não poderia ter cara de japonês? Pacientemente, disse para ela que se ela e um marido japonês, viessem morar no Brasil e aquí tivessem filhos, eles teriam a cara do que?

No meio da conversa, aproveitei para tirar uma ¨casquinha¨. Afinal eu estava pagando e ela alí, semi-nua. Nós dois sentados no colchonete, eu a acariciando de leve, explorando suas partes sensíveis. As minhas já estavam em ponto bala há muito tempo.

Sayaka tinha uma história triste. Seu marido era viciado em ¨pachinko¨, uma espécie de máquinas eletronicas de jogos que naquele país é legal. E desapareceu deixando um monte de dívidas. Os yakuzas foram cobrar dela e a obrigaram a pagar, vendendo o corpo.

Ao final dos quarenta minutos, já estávamos como dois namorados. Ela aninhada nos meus braços e eu dando beijinhos no pescoço, orelhas e sentindo ela estremecer a cada carinho. Parece que eu tinha conseguindo ligar o botão ¨on¨ naquela gatinha. Ela acariciava meu pau, punhetando de leve e falava ¨-Futôi nê... sugoi futôi...¨ (grosso, bem grossão).

Na hora de sair do quarto, ela me deu um beijo desajeitado, com a boca fechada. Fui embora de pau duro, porém, me sentindo bem melhor do que na outra vez. Quem pagou o pato foi minha mulher. Rsss.

Duas semanas depois, voltei e novamente pedí a Sayaka. Quando ela entrou no quartinho e viu que o cliente era eu, seu rostinho se iluminou. Um sorriso safado valeu mais que mil cumprimentos. Apesar do aspecto frágil, transmitia vida, calor e tesão.

Eu já estava só de cueca. Dei um beijo molhado e dessa vez, quem comandou fui eu. Usei todo meu repertório de carícias e sentí que era plenamente retribuido. Que diferença com a primeira vez! Passei a lingua circularmente na aureola dos peitinhos e chupei com delicadeza os biquinhos endurecidos, variando mordidinhas leves. Ela passou a soltar uns gemidinhos de aprovação.

Passou apressadamente a toalhinha no meu pau e caiu de boca nele, fazendo uma gulosa magistral. Que entusiasmo! Parecia outra pessoa, comparado com a primeira vez. Encapou meu ¨amiguinho¨ e pediu para penetrá-la, dizendo ¨hayákú, hayákú¨ (depressa, depressa).

Com ela facilitando, o cacete foi engolido por aquela xoxota estreita. Nem parecia que eu estava de camisinha, de tão apertada. Eu estocando e ela embaixo rebolando, suspirando e arfando.

Se na outra vez tive de imaginar situação para ejacular, desta vez tive de segurar o gozo. Estava gostoso demais! A japinha toda entregue, dando e dando com vontade, com tesão.

Começei a beijá-la e acho que ela aprendeu a beijar de verdade. Nossas línguas se penetravam alternadamente. Como ela gemia com a boca tampada pelos meus lábios, deixei-os livres e metendo, me contorcí para chupar os peitinhos redondos. Sayaka passou a chorar gemendo, o que me excitou mais.

Enquanto mamava, abrí as pernas e enlacei as coxas dela. Me apoiei no braço direito e com a mão esquerda, bolinei o grelhinho. No dedo sentí o clítoris pequeno, inchado e durinho, denunciando o quanto ela estava excitada. Os grunhidos chorosos ficaram altos. Um desavisado pensaria que eu estava matando a japinha. Pelo modo que ela requebrava o quadril, estava prestes a ter um orgasmo.

E de repente, fechou as pernas, apertando com força meu quadril, trançando os pés nas minhas costas. Ela estava tendo orgasmos, chorando de tesão, a boceta piscando. Aquilo me deixou louco de tesão. Peguei nas pernas dela e coloquei sobre meus ombros. E na posição de franguinho assado, metí tudo, até o talo.

Acelerando em estocadas profundas, gozei adoidado. Ao cair exaurido sobre o corpinho dela, ela libertou as pernas e me prendeu pela cintura, apertando os calcanhares nas minhas costas, puxando-me todo para dentro dela.

Antes de ir, Sayaka disse para mim: ¨-Burajirujin wá yásáshíi náa!¨ (brasileiro é carinhoso, né!).

Fui embora bem feliz, sem nem mesmo saber o porque. Acho que meu ego exigia dar e receber prazer daquela japa. Afinal posso ser japa por fora, mas por dentro sou bem brasileiro, sacana e gostoso. Rsss.

Comentários

17/10/2017 09:12:27
O maior troféu de um bom comedor, é levar uma profissional do sexo ao orgasmo. Parabéns.
16/10/2017 16:09:55
Que belo conto... Aliás, todos de sua autoria que li. Além das safadezas gostosas, excitantes, sempre escrito com primor. Neste gostei da tua persistência em levar essa profissional do sexo ao orgasmo. Bjs.
02/09/2017 21:32:01
Gostei deste conto, porque mata um pouco da minha curiosidade sobre o Japão. Parabéns pelo esforço em levar a garota ao orgasmo. E também mostrar que não existe lugar no mundo onde não haja prostituição, seja ela escondida ou escancarada. Beijos da Vanessa.
Ly@
16/08/2017 19:27:35
Querido, que conto delicioso, você me levou para o Japão, me fez sentir como se estivesse acompanhando todo o seu cuidado e excitação, deliciosamente te dou nota 10! Parabéns!
04/07/2017 07:42:39
Conto maravilhoso, excitante ao extremo. Adorei a forma que vc se esforçou em levar a parceira ao orgasmo. Parabéns. Fiquei honrada com sua leitura e comentário no meu. Sou sua fã incondicional. Bjus.
30/06/2017 08:44:05
Gostei do seu conto Coroa e também do seu comentário no meu conto. Só há uma coisa que eu queria perguntar: como você não aguentaria foder com 3 mulheres, sem viagra, se é mais velho e experiente do que eu? Experimenta e depois publica ou comenta no meu conto o que aconteceu. Até logo Coroa e fode gostoso a sua mulher à noite por mim. Nota 10.
23/05/2017 23:00:45
os misterios do oriente sao so para quem vivenciou de perto .os famosos quartinhos em tokio controlados pela yakusa com um vasto harem de filipinas bom demais meu amigo vc esta por ai curta muito pois apesar do ardua trabalho eu curti muito tudo isto seu conto e muito bom louve-se por ter encontrado uma japinha no puteiro pois nos seis anos que passei ai so comi filipina abraços dez para sua narrativa
16/03/2017 09:47:31
Cara... Putz!... Vc é mesmo insistente, hein? RsrSrs... É por essas e outras que eu gosto de maduros. Sendo casado, melhor ainda. Dez pra você... bye-bye...
17/02/2017 21:16:07
excelente conto.
26/12/2016 10:50:23
Mto excitante! Meu sonho é um dia foder uma japonesinha.
16/06/2016 03:23:01
adorei !! bjs
07/11/2015 10:58:56
Tesão de conto, me deixou de pau duro. Eu pagaria o dobro várias vezes pra fazer uma japinha puta dessas gozar.
08/10/2015 15:33:45
Em todo o universo a profissão mais antiga do mundo é exercida, seja na surdina ou escancarada. E em cada país, o ritual do sexo pago tem suas peculiaridades. Por isso achei interessante em saber como é no Japão. Ótima narrativa nessa insistência em fazer a puta gozar, o que é um troféu.
16/09/2015 09:53:33
Muito massa este conto. Tenho maior tesão por japinhas e um dia ainda eu pego uma. Valeu!
15/08/2015 06:59:04
Hmmmm, excelente! Adoro japonesas. Abs e leia o meu tb.
20/07/2015 15:33:56
Baita conto este, amigo. Muito bem escrito e que me fez ficar de pau duro. Vou ter que ir até o Japão pra pegar uma china gostosa dessas. Hasta.
16/07/2015 21:37:02
Excelente conto, me fez viajar em meus pensamentos. Fez lembrar um livro sobre a cultura Oriental, a onde as mulheres são todas submissas aos desejos de seu esposo... Me corrija se eu estiver errada. Contudo obra prima se conto.
19/06/2015 14:34:47
Adorei seu relato, muito bom, do jeito que gosto. Pela riqueza de detalhes e costumes, nos permitindo viajar através dos fatos. Bem excitante essa persistência em fazer a lindinha ter um orgasmo. Parabéns e nota máxima...
18/06/2015 16:49:10
Uou!!!! Conto delícia, e estou contigo, fazer alguém gozar é TUDO de BOM. Bjokas.
06/06/2015 02:11:44
Putas são todas assim. Tem que insistir, uma hora goza. Kkkkk.
01/04/2015 20:07:42
notamil vezes 10..adoraria ser fudida por vc gostoso!!bjss
09/03/2015 02:24:47
Fantastico, bem narrado q deixa qualquer com vontade. Tenho te seguido e adorando todo teu trabalho.Parabens... sou negro de Angola (negro.afro@hotmail.com)
28/01/2015 16:19:24
Adorei seu conto!! Achei muito fofo vc importar-se com as sensações da japonesinha gostosa... Vc escreve muito bem... Deliciosa leitura... Tesudaa ::-*
28/01/2015 16:18:14
Muito show esse conto! Excitante e divertido. Merece nota 10.
09/12/2014 09:35:26
BEM EXCITANTE!
04/06/2014 17:37:19
Japa Coroa Casado (também sou), já está de volta ao Brasil?aigha@bol.com.br
28/03/2014 16:35:45
Daê cara, nota 10 seu conto! Eu adoro chupar xoxota! Leia meu conto e comente please: Em busca da GP perfeita... será que existe??? Achei!!" http://www.casadoscontos.com.br/texto/
23/01/2014 12:17:01
Um brasileiro no atraso, vai num puteiro japonês e pega uma legítima. O conto expõe diferenças culturais e em boa narrativa, faz do sexo pago um conto excitante. Causou inveja no pederasta porcalhão ¨realista1¨, que vem dando notas zeros em vários contos excelentes.
12/12/2013 12:01:25
Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. Pois é, essa insistência te fez colher os frutos. Bem narrado como sempre, e nos faz aprender mais um pouco sobre essa cultura tão diferente da nossa. Beijos, meu lindo
07/12/2013 05:16:21
Show de conto, coroa. O que eu gosto em seus contos são as peculiaridades de outro país, tão bem narradas. E além de tudo, muito excitantes, com nessas transas insistentes com a gueixa Sayaka, até levá-la ao orgasmo.
26/11/2013 15:45:56
Mandou bem, brother! Tbem sou lelé pra comer uma japinha. Lendo vc, sinto como se estivesse no Japão. O sexo é legal, mas, tuas narrativas são mesmo da hora. Nota mir!
03/08/2013 09:29:58
Querido, ótimo conto! Realmente somos em partes iguais (falo das Prostitutas) aqui e em todo lugar, mas pelo menos eu tratava bem melhor meus clientes. Como sempre uma aula, para nós que não conhecemos o Japão. Mas, posso te perguntar algo? É só com as orientais? Brasileirinhas, morenas, gostosas não servem não? Visite-me quando puder.
03/04/2013 15:22:56
delicia de conto... queria ter um dia de gueixa...
12/01/2013 17:04:21
Eu ja escrevi em outro conto seu. Eu adoro japonesa bonita e gostosa, mas nunca trepei com uma. Será que você amigo tem algumas fotos grandes de japonesas gostosas e linda, pra que eu possa tocar uma punhetas. Conto gostoso. Vale 10 --juanpablo776@gmail.com--
23/09/2012 10:35:23
Alinejp
15/09/2012 16:46:31
Gostei mt. Meu marido trabalha por uma temporada no Japão. Espero a ele nao gaste nosso dinheiro nesses puteiros, como vc fez. Qd estive lá percebi mt gentileza nas pessoas, mas percebe - se que na intimidade elas sao bem mais frias q nós brasileiros. E qt ao pachincko, eh realmente um vícios dos nipônicos.
15/09/2012 09:21:21
o desenrolar da história é muito bom,muito bem escrito e muito excitante.tenho uma puta tara por orientais;parabens
07/09/2012 19:37:09
Excitante!!
31/08/2012 19:51:06
Hummmm>>>> Tá muito LEGAL essa escapada na terra do SUSHI... Adoro contos que falam de coisas e lugares ESTRANHOS... O duro é que se nem reais eu tenho, quanto mais yenes prá pegar uma GOSTOSA como a Sayuri!!!... Como sempre acabo na MÃO mesmo... Notas? Ah, é, pelos GRUNHIDOS CHOROSOS da japinha - Nota: DEZ (me fez DELIRAR de tesão)... Pro mafioso recepcionista e prá você - Nota: ZERO, ZERINHO (Num gostei de um e fiquei com uma puta inveja do outro)... Para a história que é uma verdadeira POMPA - Nota: MÁXIMA (Só faltou comer o cuzinho dela... e haja yenes)... Mando um TAPA na tua bunda... Valeu!!!... e XAU!!!
30/07/2012 07:00:18
Muito bom!
28/07/2012 02:13:58
O pior é q eu sempre desejei e nunca transei com uma japonesinha, ou descendente, ou coreana ou chinesa.... E sempre quis! Mas aqui no Sul so tem loiras ou brancas de cabelos castanho....
28/07/2012 02:11:33
Pior eu, que morro de tesão pois nunca transei com nenhuma mulher oriental! E adoraria ter essa experiência, pelos seus olhos puxadinhos e escuros. Aqui no Sul só tem loiras!
25/07/2012 17:49:15
A segunda sempre é melhor que a primeira vez. Tenho fascínio pelas coisas orientais, inclusive adoro sushí. Achei o conto super interessante por descrever as peculiaridades de lá, além de é claro, ter sido bem excitante.
31/01/2012 15:15:49
Delicia
31/01/2012 14:08:42
Muito bom.
04/12/2011 21:51:44
Hehe pois é,kando tem k se trepar,tem k ser legal,se ñ,ñ vale a pena
19/09/2011 19:40:18
Obrigada pelos comentários, e temos algo em comum, concordar que é melhor compartilhar experiencias entre o casal. bjks
11/09/2011 17:36:05
MUITO GOSTOSOS LER SEUS CONTOS, SÃO DELICIOSOS. MAIS JÁ HAVIA PERCEBIDO QUE NÃO ACEITA NÃO, E QUE INSISTE QUANDO QUER ALGO, RS
30/05/2011 19:01:54
A mais antiga das profissões, parece ser meio igual, seja aquí ou do outro lado do planeta. Mas foi interessante. Você escreve muito bem.
09/04/2011 09:09:58
Concordo com a colega japonesinha, que o homem brasileiro é carinhoso. Só não sei se, só as putas brasileiras é que gozam com seus clientes.Rss. Escreví um novo relato e se puderes, dê uma olhada nele. Bjs.
26/03/2011 17:04:35
Um conto diferente. Digamos ótimo! Dez em cada dez putas, tem um drama na vida. E dez querem largar aquela vida. E dez em cada dez não putas, fantasiam em ser puta, mesmo que por uma noite. Vai entender!
22/03/2011 11:54:03
Veja que surpresa agradável, fui ao seu primeiro conto, para agradecer seus comentários deixados nos meus relatos, me surpreendi pelo que li, e acabei por ler todos até agora escrito por você, gostei de ter lhe conhecido, te admirei por sua inteligência e cultura, no que me mostrou ser muito diferente que outros autores, fico torcendo pelo seu sucesso aqui na casa, continue a escrever esses adoráveis relatos, estou aguardando ansiosamente pelos demais..Beijinhos da sua nova fã, Malluquinha
08/03/2011 20:03:39
Eu morro de inveja, caro amigo! Só transei com nisseis e sanseis, mas não foram transas tão boas qanto as suas (quero dizer que foram transas normais, sem requintes originais, entende, né?). Aliás, você é um especialista em "japas" pelo que tenho visto aqui na Casa dos Contos. Parabéns e continue sempre a nos relatar suas aventuras. Elas são ótimas, todos os que gostamos de sexo as apreciamos muito. Abraços. Nota Dez. (Homem Feliz)
05/03/2011 08:01:00
EXCELENTE.

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