Marta 2

Um conto erótico de Pandora (v)
Categoria:
Contém 1159 palavras
Data: 17/01/2011 14:02:48

Estava na hora do café da tarde, ele estava sentado confortável em uma cadeira alta com uma mesa bem arrumada em sua frente, não havia outra cadeira ao redor da mesa. Ela parou e aguardou a seu lado, ainda estava tremula e com raiva demais para ser responsável pela próxima fala.

- Seu pote esta ali cadela.

- O que?

- E se você faltar com o respeito, uma vez que seja não vai comer nada.

- Pote, cadela, eu não sou sua mãe, me devolve minhas roupas seu nojento – Após ouvir atentamente ao que ela dizia, Daniel levantou-se com a maior calma. Pegou seu braço de uma forma dolorosa e sussurrou em seus ouvidos:

- Você vai pagar por sua insolência. Acho bom calar a boca e me obedecer ou eu garanto que será cada vez pior para você.

-Socorro... – Ela tentava gritar

- Grita martinha, grita, isso é musica pros meus ouvidos. Hahahaha

Ela se calou, ele não era idiota, provável que estivessem a quilômetros de onde qualquer um poderia ouvir seus gritos e suplicas. Anestesiada pelo espanto se deixou amarrar. Havia cordas em seus braços e em suas pernas, o som tocava num volume razoável, seu corpo nu estava arrepiado com o vento que entrava pela janela. Estava começando a anoitecer, estava distraída em seus devaneios quando sentiu a corda sendo esticada e seu corpo sendo suspenso quase meio centímetro do chão. Algo estalou quando atingiu suas costas ela soltou um gritinho pela surpresa, ele riu e com sua voz rouca exigiu:

- Dance, da forma como você dança todas as noites no bar.

- Mas... – O chicote foi mais rápido do que a frase.

- Dance sua piranha.

Aquela dor realmente a incomodava, ela decidiu dançar, do jeito que dava afinal ela estava amarrada e suspensa. Após uma hora ela não aguentava mais dançar aquela musica, ele parecia um louco da forma como olhava para ela, rodeava seu corpo, às vezes tocava com o chicote em seu corpo, às vezes usava as próprias mãos. Ela suava, mas tentava continuar, pois realmente odiava a dor. Seu corpo estava exausto e ela faminta.

- por favor, Daniel, me deixa parar.

- Vai parar quando eu disser, continua dançando cadelinha.

Os fios longos de couro do chicote novamente encontrou a carne de suas costas, deixando belas marcas, dessa vez ele continuou chicoteando enquanto ela dançava, gostava de ver o corpo dela reagindo àquela dor. Mais uma hora se passou até que a exaustão fosse completa. Ela desmaiou suspensa pelas cordas. Ele registrou o momento, colocou a na mesa novamente, deixou seus tornozelos presos a corda que poderia ser suspensa. Passou o vidro de álcool perto de seu nariz, ela acordou olhando para ele, não pretendia dizer nada, ele trouxe seu pote e jogou alguns pedaços de carne e legumes.

-Agora coma, seja uma boa cadelinha e talvez eu leve você para passear mais tarde, pras suas amiguinhas não ficarem preocupadas.

Ela desceu da mesa, percebendo agora as cordas que ainda prendiam seus tornozelos, eles estavam doloridos e um pouco dormentes, mas ela não disse nada. Apenas ajoelhou e olhou para ele aguardando as instruções.

- Coma, sem usar as mãos, como uma boa cadelinha, aqui tem agua para você, sem usar as mãos, entendeu?

Ela balançou a cabeça, ele puxou seus cabelos e fez com que o rosto apavorado estivesse voltado para ele.

- Você deve responder quando eu perguntar, me chame de dono, me chame de senhor, me chame de mestre, sua escolha, mas enquanto estivermos aqui, esses são os nomes pelos quais você pode me chamar, entendeu?

- Sim senhor...

Ainda segurando os cabelos dela com força, ele riu, adorava ver aquela humilhação, principalmente por ser aquela a garota por quem ele havia treinado tanto. Ele queria ser um dono perfeito, aquela era sua segunda cadela, Daniel havia treinado muito com a anterior e ela havia lhe ensinado muito, ele havia sido dominado antes de dominar, para sentir tudo o que queria que sua cadela sentisse. – Você deve agradecer minha generosidade sua putinha.

- Obrigada meu senhor... Meu dono... M...

- Shh chega... Agora coma... E não demore.

Era uma tarefa complicada comer sem as mãos, mas a fome fazia milagres. Ele havia cortado tudo no tamanho de uma mordida, assim ela não necessitaria nada além da própria boca para comer. Tomou a agua usando a língua após ser advertida com uma chicotada quando tentou sugar fazendo biquinho.

- Agora venha ate aqui, vou escovar seus dentes.

Havia um balde com agua limpa, e uma escova com pasta em suas mãos. Ela ia levantar, mas desistiu quando ouviu o chicote arrastando no chão... Marta deveria ir até ele na posição em que estava. Seus joelhos doíam, mas ela seguiu ate onde seu dono estava. Ele escovou seus dentes e disse que ela usasse o balde para enxaguar sua boca. A garota agradeceu, ele sabia que agora ela realmente estava se tornando mais quem ele queria que ela fosse, sua cadelinha.

Daniel pegou um vibrador estranho, que tinha umas fitas ligadas a ele, pediu que ela deitasse e abrisse as pernas. Ela obedeceu, ele colocou o vibrador dentro dela e testou. Ela gemeu e em poucos minutos estava se contorcendo e gozando.

- Você sentiu isso?

- Sim senhor.

- Este controle vai estar comigo a noite toda, caso você faça algo, vou fazer você gozar na frente de suas amigas.

Eles saíram e foram ao mesmo bar da noite anterior, ele estava a seu lado o tempo todo. Ela pediu para ficar a sós com as amigas. Ele pediu uma cerveja e sentou numa mesa próxima não ligando muito aos assuntos conversados. Após dez minutos de conversa ela sentou ao lado dele e pediu para beber alguma coisa. Ele sorriu e sussurrou

- Claro Marta, quando estivermos em publico você pode agir como humana, mas não quero que você fique bêbada ou conte muito sobre nós a ninguém, entendeu? Sem danças no balcão, certo?

- Sim senhor, obrigada meu dono. – após dizer isso ela deu um selinho em Daniel e voltou para perto das amigas.

Elas estavam dançando e jogando sinuca, havia um homem olhando para Marta, Daniel não gostava da forma como ela olhava para ele, com um toque no controle, a garota correu para o banheiro, ele ria. Depois de dez minutos ele desligou o brinquedinho. Ela demorou para sair do banheiro. Uma das meninas veio ate ele e disse que ela havia urinado em sua saia e que estava pedindo para ele encontra-la na porta do banheiro.

- Já quer ir embora meu amor?

- Sim... Por favor, meu amo...

-Esta certo então, vamos.

Ela chorava, eles estavam no estacionamento na caminhonete dele, enquanto ela tirava as roupas, não dizia uma palavra. Ele pediu para que ela o chupasse ali, enquanto iam de volta pra o galpão. Ela não conseguia mais retrucar ou negar seus pedidos, estava completamente submissa àquele homem.

No próximo conto:

Ela tinha medo do que estava por vir, mas ele já havia tirado sua virgindade, seu anus só o que faltava ser desvirginado.

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Comentários

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Que delícia de leitura!!! Ansioso pela próxima parte! Parabéns!!!

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Ficou perfeito, sua narrativa tem uma fluência quase poética, encantam quem as lê e percebe a beleza dessa história.

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