CAINDO EM PECADO - 1ª PARTE

Um conto erótico de DONGWAS
Categoria: Homossexual
Contém 1043 palavras
Data: 24/01/2011 22:58:05
Última revisão: 25/01/2011 02:31:01

A história que vou contar realmente aconteceu comigo. Passei a frequentar uma igreja evangélica, e lá me converti. E desde o dia do meu batismo em diante, travei uma constante luta para não sucumbir novamente aos desejos pelos quais sucumbi antes de ser evangélico: ter relações sexuais com outro homem. Apesar de não sentir atração alguma por mulher, eu insistia em não aceitar voltar a manter relações homossexuais. Aos trancos e barrancos, consegui me manter sem nenhum amante, apesar de que afogava meus desejos em masturbação, a qual eu só consegui deixar durante um mês.

Pois bem. Eu estava cursando o último ano do segundo grau e, devido ao fato de trabalhar durante o dia, eu estudava a noite. E todas as noites, ao voltar da escola, era a mesma coisa: eu voltava para a casa louco pra transar. Olhava todos os rapazes na rua, e todos me chamavam a atenção, eu me excitava por todos. Muitas vezes os desejos sexuais eram tão fortes que eu parava na rodoviária, que era a caminho de minha casa, e me trancava nas cabines individuais dos banheiros, para me masturbar vendo o pênis dos rapazes que ali entravam. Cheguei a ser pego uma vez por um policial, mas ele teve pena de mim, por causa da aflição que fiquei por ser pego, e me deixou ir embora em paz.

Mas os meus desejos cada vez mais e mais aumentando.

Um dia, passando próximo a minha casa, notei que um rapaz me olhava muito. Ele era um moreno alto, fortinho, troncudinho. Era um rapaz bem rústico, desses trabalhadores braçais, da cerâmica, que aqui em minha cidade tem muito. Corpo malhado na lida do dia. Ele estava com uma regata preta, e uma bermuda, e parecia que estava sem cueca, porque quando o vi, ele deu uma "pegadinha" no pênis, e deu para notar um volumão enorme. No primeiro dia, passei direto, e nem dei confiança. Mas quando cheguei em casa, toquei várias punhetas, fantasiando com aquele rapaz. A idéia de novamente ter um homem dentro de mim me deixava alucinado, mas eu me sentia acusado constantemente por ter aqueles desejos. Notei a presença dele durante vários outros dias. Até que um dia, ele assovio para mim, me chamando. Cumprimentou-me, muito educado, e perguntou se eu não queria comprar um teclado, pois ele tinha um para vender, e sabia que eu tocava na igreja. E então me convidou para entrar, e ver o seu teclado. A casa estava deserta, só ele lá. E ele me levou para um quartinho nos fundos, onde ele dormia. Chegando lá, realmente tinha um teclado, mas o que ele queria me mostrar era outra coisa. Lá chegando ele ficou se tocando o tempo todo, praticamente puxando o pênis por fora da calça, para que eu notasse o volume, enquanto conversava sobre onde arrumou esse teclado, quanto custava, e um monte de outras coisas que eu nem estava escutando, por causa do estado de tesão em que eu estava. E como eu não conseguia tirar os olhos daquele mastro que parecia enorme e bem grosso, ele, com a cara mais sacana do mundo, disse-me :"quer ver"? Eu levantei para ir embora, ele pegou no meu braço e falou: "eu sei que você está curioso pra isso...eu sei que você curte". Não tinha como negar, eu curtia mesmo. Minha cueca já estava toda babada, e se eu ficasse mais uns minutos ali com certeza gozaria nela sem necessitar de masturbação. Eu fiquei imóvel, não conseguia fugir, e nem conseguia me entregar de vez. Ele então apagou a luz, e começou a me abraçar, e a me beijar. Beijava muito gostoso, beijava de uma forma afoita, que me tirava o fôlego. O roçar daquela barba por fazer no meu rosto, no meu pescoço, me tirava do juízo normal. Eu já não experimentava aquilo fazia uns 3 anos. Ele tirou minha camiseta, e a dele, e começou a esfregar aquele peito peludo em mim. E ele todo suado, porém cheiroso, e aquele perfume dele, aqueles pêlos, aquilo tudo me levava pra outra dimensão. Aquelas veias enormes e estufadas nos braços fortes. Ele beijava meu pescoço, e passava a lingua no meu ouvido, e eu gemia inconscientemente. Ele foi descendo aquela sua mão àspera por minhas costas, eu me arrepiava todo. E, ainda me beijando, começou a fazer movimentos circulares no meu cuzinho, com aquele dedo grosso e enorme, que mais parecia outro pênis. Eu não aguentava mais, estava "pingando de tesão". Ele molhava de saliva seu dedo e voltava a enfiar devagarinho no meu anel. E assim foi até que de repente, ele forçou a minha cabeça para baixo, e me tirou sua ferramenta para fora. Gente, eu fiquei pasmo!!! Eu nunca tinha estado frente a frente com algo tão grande e grosso. Imediatamente, comecei a chupá-lo, mas a minha boca mal conseguia abocanhar a glade. Mas aquilo estava gostoso demais, e eu fui deixando tudo entrar boca adentro... sentir aquela pele lisinha do pênis deslizando no ceu da minha boca, aquele cheiro de saco, aquele cheio de homem, me enebriava. Eu olhando aquelas coxas grossonas e torneadas, enquanto mamava igual um louco. Eu mamei muito, igual uma bezerra que dormiu na estaca. Eu estava tirando o atraso de três anos sem sexo. Eu me sentia cheio de culpa, e cheio de vontade ao mesmo tempo. Aquilo tudo era muito louco para mim. Ele avisou que ia gozar, pediu para que eu parasse, mas foi ai que continuei mesmo, até que ele jogou toda sua gala deliciosa na minha boca. E acho que ele também não gozava faz tempo, porque saiu muito, muito lente quente. Gozei no mesmo momento em que ele gozava na minha boca, e entao o juízo me foi voltando à mente. Ele quis que eu continuasse ali, pois queria me penetrar. E até tentou me penetrar...só tentou, mas não conseguiu, pois doia demais, e eu não deixei. A lucidez havia voltado e eu me sentia muito mal pelo que tinha feito. Peguei minha bicicleta e sai correndo dali. Mas essa história não termina aqui... em outra ocasião contarei o que aconteceu posteriormente.

Porém, se alguém quiser repetir comigo experiências como essas, ou até melhores, adicionem-me no meu msn: gomesaguiar@hotmail.com

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