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Comendo a gostosa do ônibus

Autor: bill_ex
Categoria: Heterossexual
Data: 20/06/2010 00:38:28
Nota 7.00
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Era tarde da noite, e estava voltando da faculdade, o ponto de ônibus fica a uns cem metros de casa e preciso passar por uma rua escura e pouco movimentada. As vezes por coincidência, desce uma garota comigo, e ela segue o caminho até a minha rua, logo em seguida ela dobra a esquina e a perco de vista.

Um belo dia no ônibus, ela estava usando um vestidinho curto e uma jaqueta curta de jeans preto, estava com os cabelos amarrados na nuca fazendo um coque, deixando seu pescoço a mostra, a jaqueta estava entreaberta me permitindo ver parte de seus seios. Ela parecia ter perto dos vinte anos de idade, tinha os cabelos castanhos escuros, levemente encaracolados, tinha o rosto fino, e olhos escuros, amendoados. Naquele dia, me senti tentado a ficar observando suas pernas, bem depiladas e torneadas.

Numa fração de segundo, ela cruza as pernas e consigo ver de relance sua calcinha, era cor creme, e dava para perceber a cor escura de sua pelugem, senti um arrepio percorrer meu corpo e meu pau deu um pulo dentro da calça, fiquei vermelho e dei uma coçada para ajeitar a posição de meu pênis.

Logo era meu ponto, e esperei ela sair primeiro, soltei um olhar malicioso quando ela descia as escadas do ônibus, conseguia ver perfeitamente a marca de sua calcinha no vestidinho curto cor bege. Deixo-a tomar um pouco de distancia, e a sigo lentamente. Percorrido pouco mais de vinte metros, ela percebeu que eu estava atras, e passa a andar mais lentamente, pode ter sido impressão minha, mas notei que ela rebolava um pouco mais.

- E aê garotão, sempre passa por aqui apressado, o que faz na rua tão tarde. Pergunta ela puxando papo.

- Faço faculdade a noite, e estudo um pouco longe. Respondo timidamente.

-Ah, que legal, gosto de meninos estudiosos. Qual é seu nome. Pergunta ela.

- Carlos, respondi prontamente. E o seu?

-Lucia. Você tem quantos anos? Tem namorada?

-Tenho 21, respondi. Não, terminei a pouco tempo.

-Eu tenho 19. Ainda não tive namorados, só alguns rolos.

-Interessante. Podemos marcar de sair um dia desses, o que acha? Perguntei um pouco tímido.

-Seria ótimo. Quer tomar um sorvete amanha de noitinha?

-Seria perfeito.

-Posso anotar seu celular e seu e-mail. Perguntou ela toda animada.

-Claro, meu número é 88...

-Certo... você pode anotar seu e-mail no meu celular? Perguntou ela.

-Claro, só dar o celular aqui...

-Ta aqui, ela entregou o celular em minhas mãos.

Quando pego o celular, é uma foto dela com as pernas arreganhadas e tinha algo escrito em cor de rosa. 'Venha para a minha casa me foder agora seu puto'.

Olho para o rosto dela um pouco vermelho e meu pau endurece de vez.

-Vamos. Respondo um pouco tenso.

Ela tira a jaqueta e ajusta o decote no peito. -Segura para mim? E joga a jaqueta nas minhas mãos.

Descemos mais duas ruas e logo estávamos na frente da casa dela, nada muito suntuoso, mas uma boa moradia.

-Evite fazer barulho.

-Ok.

Logo, seguimos pelo corredor até uma edícula nos fundos, ela acende uma vela e tinha um sofazinho, uma televisão velha e uma pilha de roupas ao lado de uma tábua de passar roupas.

Ela chega próximo a mim, pega no meu saco e aperta o meu pênis já duro, desabotoa o botão da calça e começa a abrir o zipper, abaixa lentamente a minha calça jeans me deixando apenas de cuecas.

- Você não vai fazer nada não? Pergunta ela cheia de malicia.

Começo a passar a mão em seus seios, e solto as alças de seu vestido, deixando ela apenas de sutiã.

Ela tira meu pau para fora e começa a me masturbar, e eu ao mesmo tempo beliscava os seios seios.

Ela de sopetão enfia a boca no meu pau e começa a chupar, uma chupada maravilhosa e aqueles lábios carnudos, tiro fora seu sutiã e passo a massagear o bico de seu seio.

Ela em seguida senta no sofá, abre as pernas e tira a calcinha, arreganha os lábios de sua vagina, e sussurra baixinho, da uma lambida aqui.

Eu prontamente obedeço, me encaixo entre as pernas dela e passo a roçar a minha língua na vagina nela, ao mesmo tempo em que ela segurava em minha cabeça e pressionava contra o seu corpo.

Depois de uns quinze minutos, estávamos fazendo um meia-nove naquele sofá,eu chupava a vagina dela e dedilhava aquele cuzinho sem pelos, e avermelhados com a luz da vela.

- Fode a minha buceta. Ela sussurrou baixinho.

Me deitei no sofá e ela cavalgou em cima de mim, ficamos nessa posição por alguns minutos, e logo em seguida fiz um cachorrinho com ela no sofá.

- Bota no cu agora. Ela sussurrava novamente.

Encaixei meu pau no cuzinho dela e enfiei lentamente, ela impetuosa, agarrou na minha cintura e deu um impulso para traz.

- É assim que se come um cu.

E começou um movimento de vai e vem, ficamos assim por mais alguns minutos até eu anunciar que iria gozar.

Ela se virou para mim, encaixou meu pau em seus peitos e fez uma espanhola.

Gozei entre seus peitos.

Nos limpamos rapidamente, nos despedimos.

E tive uma ótima noite de sono em casa.

Tivemos outros encontros posteriormente, mas é uma outra história.

[]s.

Comentários

20/06/2010 11:29:37
É a minha primeira estória, e você entendeu o núcleo central do conto, está de ótimo tamanho. Estou usando uma estética diferente, achei as outras um tanto sem conexão lógica, particularmente, não gosto de narrações absurdas. Gosto de replicar algo que é possível de ocorrer. []s
20/06/2010 06:14:18
sem muitos detalhes e vc pelo jeito devia ser virgem.. nota 7.. leiam meus contos...

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