Contos Apaixonados de Um Galanteador - Tudo Por Uma Amizade

Um conto erótico de O Galanteador Apaixonado
Categoria: Heterossexual
Contém 5302 palavras
Data: 25/05/2010 17:35:10
Última revisão: 11/04/2012 18:02:57

Apresentação

Olá, leitores, já me apresentei em meu outro conto "Contos Apaixonados de Um Galanteador - A Primeira Vez", então não acho necessário fazê-lo novamente. O que vale lembrar é que os nomes utilizados são fictícios para o caso de proteção. Este conto acontece logo após o primeiro, então pode-se considerar, esse, uma continuação, ainda mais porque há fatos que lhes conto aqui que foram explicados anteriormente e que não serão explicados novamente por motivos de fadiga. Ao conto...

Quatro meses se passaram. Era outubro. E eu estava brigado com Bia, na verdade, ELA estava brigada comigo. Não conversávamos, não nos falávamos e ela nem mesmo me olhava nos olhos. Ao passar por mim no corredor, ela desviava o olhar ou, simplesmente, fingia não me ver.

Eu pedia a Linda para interceder por mim, mas parecia que Bia estava tão furiosa que só de ouvir meu nome já lhe causava náuseas e ira. Eu não conseguia entender o que causara tal fenômeno, mas queria consertar meu ERRO o quanto antes, mas sem ela dirigir a palavra a mim ficava impossível. Várias vezes tentei abordá-la para conversar, mas parecia que ela sempre estava com alguém que me impedia de fazê-lo, ora seu namorado, ora seus amigos de classe.

Episódio 1: Acidente

Era final de outubro e eu estava em casa estudando. É quando meu celular toca e eu vejo um número desconhecido. Atendo-o e era uma voz femenina mais madura. "Alô? Quem tá falando é o Galanteador?", perguntaram, "Sim, sou eu. Quem tá falando?", indaguei, "Aqui é a Joelma, mãe da Bia. Tudo bem?", "Ah, oi... tudo sim... desculpe minha aspereza, mas por que essa ligação?", "Ah, sim... eu to ligando para os amigos mais chegados dela e que eu sei que se preocupam com ela... Bia foi atropelada e está internada.", "O quê? E como ela está?", perguntei preocupado, "Nada bem... ela está em coma.", "O QUÊ!?!?", berrei icrédulo e totalmente preocupado me lançando a uma rajada de perguntas, "Onde ela está? Há quanto tempo foi isso? Como foi isso?", mas eu fora interrompido, "Calma, calma... ela está na Clínica Cercada [CC]...", não a deixei terminar e desliguei dizendo "To indo pra lá. Tchau."

Não me dei um momento para pensar no assunto e já me lancei quarto afora para pegar uma camisa, minha carteira e as chaves de casa. Girei a fechadura, saí e a girei de volta. Gritei para um vizinho amigo que ia sair, lhe joguei a chave nas mãos e disse que se precisasse de algo era só pegar e me avisar depois. Ele gritou de volta em afirmativo e me lancei rua afora. Atravessei os dois quarteirões até o ponto mais próximo peguei um que eu sabia que passava em frente ao hospital.

Eu estava tão preocupado que nem senti o tempo da viagem, só me dei conta de que havia chegado quando quase perdi o pondo para saltar e tive que gritar para o motorista que eu desceria naquele ponto. Desci do ônibus e voei para o hospital. Chegando lá, vi que havia uma fila gigantesca. Sem paciência para esperar dei um jeito de puxar assunto com primeiro da fila e a fazê-lo se entreter tanto no assunto que pude dar-lhe a ilusão de que eu sempre estivera ali em sua frente, desde sua chegada à fila e fui atendido antes dele, sem que o mesmo reclamasse, eu podia ouvir murmúrios de reprovação na parte de trás da fila, mas ignorei.

Disse à recepcionista que queria ver Beatriz Medeiros, ela me informou o quarto, me deu um ticket de reconhecimento e me lancei até o quinto andar pelas escadas. Cheguei ao quarto pré-dito, arfei um pouco, por causa da corrida, ao chegar à porta e ao me recuperar um pouco, dei duas batidas na porta. Eu pude ouvir passos do lado de dentro, então sabia que Bia tinha companhia.

Quem me abriu a porta foi um mulher morena, magra, cabelos escaracolados e negros presos em um rabo de cavalo e não muito alta, concluí rapidamente ser a mãe Bia. Quando me viu, me reconheceu rapidamente, embora jamais tenhamos nos visto pessoalmente e me olhou feliz e surpresa ao mesmo tempo. "Galanteador, certo?", perguntou ela estendendo-me a mão. Assenti com um sorri e apertei sua mão, enquanto ela me puxava para dentro do quarto e fechava a porta. Olhei o quarto e logo achei o que eu procurava, mas não me senti à vontade com a cena. Minha morena estava deitava em uma cama hospitalar grande demais para sua pequena extensão, enrolada em vários lençois e coberta por tubos intra-venosos.

Me aproximei da cama e a olhei de cima a baixo, me angustiando ainda mais. Ela estava abatida, os olhos com grandes e fundas olheiras, um grande corte na testa, embora já cicatrizado e vários roxos na parte à mostra de seu corpo. Eu sempre me senti mal em hospitais, mas vê-la ali naquele estado me fez querer vomitar. Olhei um pouco para a janela e engoli o vômito afim de me mostrar forte pra ela, embora não pudesse me ver.

A mãe de Bia parou ao meu lado, olhou carinhosamente para a filha e me fitou por fim, dizendo "Obrigada por vir. - ela deu um meio sorriso, desviou os olhos para Bia e continuou - Você foi o último a eu comunicar e o primeiro a chegar.". Também olhei Bia, coloquei coragem em meu braço e segurei a mão de minha morena, olhei para a mãe da mesma e perguntei "O que aconteceu com ela?", "Pelo que os médicos disseram, ela estava atravessando a rua com o fone no ouvido, não viu que o sinal abrira e não ouviu o caminhão chegando.". Tive a impressão de meus olhos saltarem das órbitas quando ouvi a palavra caminhão, então senti que eu deveria ser bem mais forte do que eu estava sendo para me mostrar digno de estar ali ao lado daquela guerreira.

Ouviram-se, duas batidas na porta e ela se abriu. Eu não estava interssado em saber quem era. A Sra. Medeiros foi ao encontro da pessoa que entrara e disse algo parecido com "Volto logo." Olhei e reolhei minha pequena. O tempo foi passando, não sei o quanto fiquei ali, mirando-a, mas percebera que já gravara todas as feições daquela linda garota e que, mesmo em tempos escuros poderia reconhcê-la. Me perdi em meus pensamentos relembrando nossos momentos mais "gloriosos", por assim dizer. Até tomei um susto quando fora tocado pela mão da Sra. Medeiros me dizendo "Galanteador? Será que você poderia descer um pouco e deixar que os outros subam e a vejam. Sacudi a cabeça e voltei à realidade. Assenti, saí do quarto e desci as escadas.

Chegando lá embaixo eu reconheci a maioria dos rostos, Filipo, Diego e Rico (seus amigos de classe), Mika (sua amiga inseparável, embora estivessem "brigadas"), Omar (seu namorado) e o Sr. Medeiros. As outras cinco figuras eu desconhecia. Troquei apertos de mãos com uns, acenos de cabeça com outros e olhares com uma pessoa em especial. Me sentei no sofá de espera e subiram os dois primeiros, Mika e Filipo. Eu parecia ser um penetra ali, ninguém além da Sra. e do Sr. Medeiros me diria a palavra, como se eu fosse o causador do acidente. Procurei ignorar e me entreti com meus pensamentos e lembraças.

Mais uma vez eu fora pego de surpresa e tomara um susto ao sentir o toque de uma pele que não a minha. Mika voltara e viera me cumprimentar.

Episódio 2: A Causa

Mika abaixou-se para me dar um beijo na bochecha, mas dirigiu-se ao meu ouvido e disse: "Vem comigo, quero falar com você.", ela terminou com um beijo no meu rosto para despistar olhares curiosos e me puxou pela mão para o lado de fora da sala de espera. A acompanhei até um canteiro no jardim do hospital e nos sentamos em uma mureta. Ela deu um leve beijo nos meus lábios e sorriu, retribuí o sorriso ainda um pouco ansioso pela conversa. Ela começou dizendo que tinha muito para me dizer sobre o que acontecera entre nós, mas que esse não era o momento e que trataria de um assunto mais conveniente para o momento, Bia.

Ela me contou que ela e Bia tiveram uma discussão:

"- O que vocês fizeram? - perguntara Bia.

- O que uma garota e um garoto fazem quando se veem desejados. - respondera Mika.

- Vocês dois transaram?

- Eu não queria te contar assim, numa discussão. Queria que você soubesse o quanto foi especial pra mim e como eu me senti feliz com o que aconteceu.

- Ah, então você pretendia me contar essa safadeza de vocês.

- Safadeza? Eu achei que você ia ficar feliz por mim e ainda me dar o maior apoio.

- Não, mesmo, sua vadia.

- O que? Por que está dizendo isso?

- Você levou mais um garoto inocente para o mau caminho, sua oferecida.

- Ahn? Do que você tá falando. Galanteador não é nenhum menininho inocente de 10 anos, não... muito pelo contrário, ele é um homem de verdade e fez eu me sentir uma mulher de verdade.

- Isso não muda o fato de você tê-lo levado para um caminho sem volta.

- Não consigo entender. Por que está fazendo isso, Bia? O que tem demais em nós dois estarmos juntos? Por que isso te incomoda tanto e...

- E o que? - indagara Bia.

- Já entendi. - dissera Mika.

- Entendeu o que?! - exclamara Bia, furiosa.

- Você gosta dele.

- O que? Você pirou de vez?

- Eu sei que gosta... Você sempre fala nele com uma admiração exuberante, seus olhos brilham quando o veem, seu rosto fica cauteloso quando escuta o nome dele.

"Tap".Bia lhe dera um tapa na cara.

- Poderia ter me contado de outra maneira, eu iria entender. - dissera Mika - Mas já que não quis assim...

Bia suspirara e não respondera.

- Bom eu já vou indo, meu pai vai chegar daqui a pouco."

Mika teminou contando-me que se apaixonara por mim, mas que esse não era o momento para resolvermos a situação e que Bia precisava de todo o nosso apoio. Concordei, ela me deu um novo e leve beijo nos lábios e me puxou de volta para a sala de espera do hospital.

Ficamos sentados um do lado do outro, de mãos dadas e em silêncio para evitar comentários dos demais ali presentes.

Episódio 3: A Reconquista de Uma Amizade

Uma semana já se passara e minha Bia ainda não abrira os olhos. Eu ficava todo o tempo naquele quarto ao lado dela, exceto quando estava na escola. Passava a noite ali, a observava com todo o carinho e observava cada passo dos médicos e enfermeiras, acho que pelo fato de acontecimentos desastrosos do passado. Eu não dormia já havia muito tempo. Embora não estivesse com sono, podia sentir o cansasso de meu corpo. Bia recebia visita todos os dias e eu já me sentia como o anfitrião daquele local. Mika vinha todos os dias para visitar nós dois. Nos contínhamos ali naquele local e só nos dávamos rápidos beijos de cumprimento e de despedida. Na oitava noite não consegui controlar o sono e adormeci.

Acordei na manhã do dia seguinte com o sol em meu rosto. Sacudi a cabeça e, assim que me lembrei de onde estava, olhei para a cama de Bia e me deparei com algo que há muito não via. Vi os belos olhos cor de mel de Bia me fitando. Levantei num pulo e corri para o seu lado. Ela me estendeu a mão e eu a agarrei prontamente. Tinha tanto o que dizer, mas não sabia por onde começar, então parecia que eu havia me engasgado com algo pelas torções que meu rosto tomava. Ela pareceu se divertir com a situação e eu sorri. Ouvi um barulho à direita e vi dois novos rostos tão sorridentes quanto o meu, o Sr. e a Sra. Medeiros estavam ali e correram ao encontro de sua filha. Ficaram tal como eu sem saber o que dizer e uma gargalhada esganiçada saiu da garganta da minha morena.

O dia se passou e eu tive que deixar os médicos fazerem seus procedimentos à sós. Não me senti nada à vontade com isso, mas não podia fazer nada. Mika me ligara e eu contara a novidade, ela ficara eufórica, mas dissera que não poderia ir hoje por causa de um prova que ela teria que fazer, mas que iria na manhã seguinte.

No final da tarde, a Sra. Medeiros veio me chamar dizendo que Bia queria falar comigo antes de ir dormir. Nem sei se deixei a Sra. Medeiros terminar de falar, pois só voltei a minha consciência quando já estava ao lado de Bia que sorria para mim.

- Oi, minha linda, como você está? Estava tão preocupado... com medo de te perder... - eu começara, mas fora interrompido pelo dedo de bia perpendicular aos meus lábios.

- É bom... te ver... - dizia ela arrastadamente.

- Você já está boa pra falar? Não quer conversar quando estiver mais fort... - mas eu fora interrompido denovo.

- Cala... a boca... Galanteador... - disse ela e sorriu - você... sempre foi... um cara tão calmo... por que se exaltar, agora...?

Me calei e esperei.

- Estou feliz por você estar aqui... mas ainda... estou MUITO - ela destacou essa palavra - chateada com você...

- Eu sei... - bufei - Temos muito o que conversar.

- É... temos... mas, primeiramente.... eu quero que você saiba de uma coisa...

- Pode falar.

- Eu te amo... e não quero te perder...

- Você não vai. Eu te prometo.

Os dias foram passando, conversamos muito e ela me contou toda a verdade, Mika vira várias vezes conversar com Bia e, ao que parece já eram inseparáveis novamente. Estava para chegar novembro quando o médico liberou Bia para ir para casa. Eu, Mika e Omar a levamos até sua casa e a ajudamos a se instalar novamente em casa. Linda chegara de viagem, pois tinha ido fazer um mês de intercâmbio em Paris, e fora direto para a casa de Bia, ao saber do acontecido.

Ficamos todo o dia a conversar, no qual, o assunto principal era a viagem de Linda a "la belle ville lumiére". Na verdade, a conversa estava mais concentrada entre eu e Linda, pois Mika estava muito ocupada com o pai no celular e Omar mantinha uma conversa à dois com Bia, pois como a mesma tinha me dito no hospital, que eles haviam brigado.

A Sra. Medeiros pediu para que nos revezássemos em ficar com Bia à noite em casa, pois ela sentia mais segurança com uma pessoa além dela em casa para cuidar de Bia, já que o Sr. Medeiros tinha que trabalhar a essa hora. Concordamos. Linda foi a primeira, pois queria se redimir pelos dias de sua ausência, além de ter muito o que contar. Omar o segundo, o que tenho que admitir ter me deixado muito inquieto e com ciúmes. Mika a terceira e eu o quarto.

Episódio 4: Negar ou não negar? Eis a questão

Arrumei algumas roupas para levar, material de higiene pessoal e parti para a casa de Bia. Cheguei lá às 19h como combinado. Ajudei Bia a estudar as matérias perdidas, pelo tempo no hospital, e a fazer suas lições de casa. Por volta das 20h30min terminamos e ficamos vendo televisão enquanto conversávamos. Ela me contava o que Omar lha tinha dito. Me disse que ele havia se declarado dizendo que a amava e que não podia viver sem ela, além de fazer o que fosse necessário para eles ficarem juntos. Ela me admitiu que também o amava e que estava muito confusa com toda a situação, colocando no entendimento entrelinhas que eu era a maior causa da confusão. Lá pelas 22h ela me disse estar cansada e que queria dormir. Tomamos banho, um de cada vez, e ela foi se deitar em sua grande cama, na qual caberia facilmente nós dois, mas a pedido da Sra. Medeiros me deitei num colchão menor ao chão, ao lado da cama de Bia.

Estava uma noite fria, então fui obrigado a me cobrir. Alguns minutos se passaram e ouvi a voz de Bia "Galanteador, você tá com frio?", "Não - respondi - mas hoje está um pouco fresco mesmo.", "Eu estou morrendo de frio." disse-me ela, "Quer o meu cobertor?" perguntei, "Não acho que vá ser o suficiente." respondeu ela, "Como assim? perguntei, "Precido de algo que esquente mais.", disse ela e riu enquanto eu não entendia. "Tipo o que?", "Tipo calor humano.". Ah, agora eu entendera.

Me sentei e olhei-a, inconformado, nos olhos. Ela sorriu, eu revirei os olhos e voltei a me deitar. Durante um tempo o silêncio tomou conta do quarto. Mas comecei a ouvir estalos e me levantei preocupado achando que algo estava errado. Olhei para a cama de Bia e vi que os estalos vinham de seus dentes batendo por causa do frio. Observei, ainda, que seu corpo todo tremia. Eu estava preocupado, mas ainda achava que aquilo poderia ser alguma "armadilha" dela para me colocar em sua cama. Algumas vezes sua respiração ficava difícil ou até falhava por causa do frio. E agora? Negar ou não negar o seu pedido? Saí de minhas reflexões com um arfar alto, isso a fez olhar para o meu rosto com uma expressão suplicante. Ela me pegara de guarda baixa com aquele rostinho belo e angelical. Suspirei alto e me deitei ao seu lado, virando-me para a mesma.

Episódio 5: Calor Acima de Frio

Ela mordeu o lábio inferior, olhou rapidamente para baixo e voltou seu olhar para o meu. Revirei os olhos mais uma vez e disse "Vai... me dá esse travesseiro logo.", ela tirou-o de baixo de sua cabeça e jogou-o na minha cara. Olhei-a com infâmia e ela se divertiu com a situação me dando um belo sorriso. Decidi manter o joguinho, coloquei o travesseiro debaixo de minha cabeça e fiquei onde estava, com a expressão séria. Ela levantou sua colcha e veio se achegando a mim. Assim que encaixou seu corpo no meu, pude perceber que sua pele realmente estava fria e coloquei uma expressão safada e maliciosa em meu rosto, mesmo assim deixei-a fazer tudo, não me movi nem um centímetro. Ela terminou por recostar sua cabeça em meu peito e ficamos na seguinte posição: eu estava de barriga pra cima, mas com o corpo meio inclinado na sua direção, sua cabeça em meu peito, sua cintura na minha e suas pernas entrelaçadas às minhas.

Acariciei-lhe o cabelo com a mão enquanto ela, de olhos fechados e um sorriso de criança estampado no rosto, se aquecia com o meu corpo. Depois de um tempo, sua respiração ainda era falha, no entanto seu corpo já não tremia mais, e ela se aconchegava cada vez mais ao meu.

Dei-lhe um beijo no topo da cabeça. Ela virou sua cabeça pra cima e olhou diretamente em meus olhos, retribuí o olhar com sorriso de canto de boca. Ela riu levantou a o corpo da cintura pra cima se colocando quase que de "4" e mirou seus olhos e rosto bem próximos os aos meus. Com uma das mãos ela desenhava as feições do meu rosto, eu cerrei os olhos e respirei fundo. Suas mãos eram leves e macias contra meu rosto tenso e pesado. Eu me sentia um mero mortal no paraíso, acariciado por uma anja doce e serena. Nesse momento, todas as minhas dúvidas se foram e eu sabia o que queria. Eu a desejava, queria sentir seu belo e apaixonante corpo no meu. Não importava o que aconteceria depois. Minha razão se fora e eu agora era instinto.

Abri os olhos e lá estava ela, sorrindo para mim. Levantei um pouco o corpo e me apoiei no cotovelo. Seu movimento acompanhou perfeitamente o meu parou assim que eu parei. Com a mão livre , passei por baixo de seus longos cabelos cacheados e segurei firme, porém carinhosamente, sua nuca. Olhei-a nos olhos uma última vez e me deixei levar. Puxei seu rosto para o meu e nossos lábios se encontraram. Ela ajeitou o corpo e se pôs sentada, inclinou o corpo para frente, segurou meu rosto com as duas mãos e a pressão entre nossos rostoS aumentou. Invadi sua boca com minha lingua e procurei a dela. A encontrei. A paixão, há muito guardada, exalava como o perfume de uma flor enquanto nossas línguas se enrolavam como dois amantes. Nossos lábios se contorciam uns nos dos outros e o calor se tornava cada vez maior.

Ela retirou o cobertor de sobre os nossos corpos e separou nossos rostos pra dizer "Eu te amo..." ela não me deixou responder me deu um breve beijo. Depois desceu para meu peito e começou a acariciar-me os músculos. "Você não sabe a quanto tempo eu queria fazer isso. - disse-me ela enquanto passava um dedo entre os quadradinhos do meu abdômen - Eu morri de ciúmes quando aquela outrazinha o fez antes mim.". Eu sabia que ela falava de Mika no dia da roda de amigos que tínhamos feito há um tempo no intervalo das aulas. Soltei um riso por entre os lábios cerrados e ela pareceu não se importar. Começou, então, a tirar minha camisa. Eu me sentei e levantei os braços para facilitá-la. Assim que terminou, voltou para meu peito e abdômen e começou a beijar-me ali. Tudo estava bom, mas não era a temperatura que eu procurava. Puxei seu rosto pelo queixo e dei-lhe um breve beijo. Coloquei minhas duas mãos em sua cintura e puxei-a para mim. Encaixei-a sentada em meu colo e minha intimidade grudou na dela. Ela suspirou e levou a cabeça para trás ao sentir o toque do meu dote em seu corpo, mesmo que por baixo da roupa. Aproveitei a deixa e levei meu rosto ao seu pescoço. Beijei-o e ela se arrepiou com o toque inesperado. Com a língua segui seu pescoço vagarosa e carinhosamente até a parte de trás de sua orelha. Minha morena gemia baixo, então voltei pelo seu pescoço e parei a poucos centímetros do rego de seus seios pequenos. Ela sabia o que eu pretendia e, rapidamente, tirou a parte de cima do pijama deixando seus peitinhos à mostra. Prossegui com meu plano e desci até o rego de seus pequenos peitos. Passei a língua ali e, por todas as vezes ela se arrepiava e os bicos de seus peitos ficavam durinhos. Passei para um de seus seios e o mordisquei levemente até chegar a um de seus biquinhos. Me contive ali por um momento e me diverti com seus gemidinhos e arrepios intercalados.

A temperatura aumentara, mas ainda não era o que eu procurava. Segurei suas costas com uma de minhas mãos e ia deitando seu corpo, o meu sobre o seu, enquando beijava seu pescoço. Assim que terminei o movimento me reergui e tirei meu short. Ela se apressou para tirar a parte de baixo de seu pijama e ficamos os dois como Deus nos enviara ao mundo.

Segurei suas pernas torneadas, levantei-as e as coloquei em meus ombros enquanto olhava para o seu rostinho safado sorrindo pra mim. Sem desviar meus olhos de seu rostinho safado, segurei meu membro e o bati carinhosamente em sua pubis. Ela olhou pra baixo e sorriu como uma criança. Depois voltou-se para mim ainda sorrindo e pude ver que seus olhos brilhavam. Ela estava feliz e eu me sentia feliz com isso, mas ao mesmo tempo queria mais.

Encaixei, então, vagarosamente a penetrá-la. Ela fechou os olhos e pude ver em seus rosto que entregara-se ao desejo. Enfiei somente a cabeça e a tirei. Novamente a enfiei e tornei a tirá-la. Fiz esse movimento para provocá-la e esperei para que ela abrisse os olhos, louca, e exigisse o fim da provocação. Não demorou muito, ela abriu os olhos tingidos de desejo e ódio e exigiu ofegando "Vai logo! Quero te ter dentro mim... quero te sentir parte de mim... me completa... enche a sua morena - eu eu continuava a provocá-la só metendo a cabeça de meu mastro - mete, seu filho da puta!". Ao ouvir essas últimas palavras não me contive e empurrei todo o meu quadril contra seu corpo. Meu pênis entrou rasgando-a e pude sentir que ela me avia engolido por completo. Ela soltou um grito de prazer e dor e contorceu-se. Fiz o máximo de pressão possível do meu pau sobre sua bucetinha, deitei meu corpo sobre o dela apertanto meu peito contra seus seios e coloquei meus lábios em seus ouvidos. Ela cerrava firmemente as pálpebras e mordia o lábio inferior com muita força quando eu lhe disse no ouvido "Ahh... é o que você queria? - ela gemeu - Toma, então, minha vadia. - ela gemeu denovo - Toma porque você merece tudo isso.". Comecei, então a mexer meu quadril pra frente e pra trás e a meter e tirar furiosamente meu pau de sua buceta molhada e apertada. A cada estocada sua bucetinha gemia e pra mim e ela suspirava em meu ouvido. Suas mãos agarraram se agarraram em minhas costas com muita força. Comecei e ofegar e levei minha boca ao seu pescoço. Enquando metia fundo e ferozmente naquela vadia gostosa, mordisquei e chupei seu pescoço. Ela estava possessa e começou a gemer alto como uma louca. Suas mãos viraram garras e rasgavam minhas costas tal era o desejo dela.

Estava quente, não! estava fervendo! Eu podia sentir o sangue de todo o meu corpo fluir tão rápido dentro de mim que eu queimava. Seu corpo era ainda mais intenso que o meu, como um vulcão que acabara de entrar em atividade pela primeira vez e se mostrava furioso.

Passei minhas mãos por baixo de suas costas e levei-as até sua bunda perfeitamente desenhava. Tapeei-as furiosamente fazendo-a gemer e dizer "Ahhhh... isso... vai... mais forte - e eu atendia - uhhhh... isso... marca a minha bundinha... deixa roxo... vai!!!" fiz o que ela mandou por um tempo e, subitamente, segurei sua bunda com as mãos e elevei eu quadril um pouco a fim de deixar meus movimentos mais ágeis e furiosos. Suas mãos em forma de garras já estavam em meus braços e pude sentí-las cravarem ali. Eu já sabia o que viria e corpo se comportava igualmente disposto a tal. Sua fenda apertada e fervilhante latejava firmemente e apertava ainda mais meu pau dentro dela. Pude sentir meu vulcão interno se preparando para mostrar a majestade de sua força. Meu sangue corria ainda mais rápido e a noite fria dera lugar a uma fogueira em brasa incessante.

Suas mãos foram para minha lombar e se agarraram ali enquanto ela gemia incessantemente com os lábios e olhos cerrados. Senti, então, que ela me mostrara sua satisfação e gozara deixando escapar um pouco de ar pela boca. Meus movimentos agora era mais ágei que nunca e, com uma última impulção, prendi meu corpo ao dela e liberei minha gala dentro daquela vadiazinha, em jatos fortes e intensos. Ela liberou todo o resto de seu ar preso e deu um último e intenso gemido, o qual foi acompanhado pelo meu.

Episódio 6: Declarações

Ela ainda se retorcia de prazer, mas foi aquietando-se, aos poucos. Eu estava exausto, mais nem um pouco arrependido. Larguei, então, meu corpo sobre o dela e deitei minha cabeça em eu peito. Ela não gemeu nem mesmo reclamou. Logo ela começou a acariciar-me os cabelos e. ainda ofegante começou:

- Eu te amo, Galanteador... eu te amo muito... e te quero pra sempre comigo...

- Você sempre vai me ter. - respondi sincera e carinhosamente.

- Hoje, você me fez a mulher mais feliz do mundo. - disse-me ela.

- Fiz, né? - provoquei-a.

Ela me deu um carinhoso tapa na cabeça e continuou.

- Palhaço. Mesmo que seu sentimento não tenha sido o mesmo, nada vai mudar... mas eu gostaria muito de saber o que você sentiu e está sentindo.

Virei meu rosto para cima de modo que eu pudesse ver seus olhos. Encontrei seu olhar e levantei-me sério. Ela se levantou junto comigo e pôs-se apoiada nos cotovelos de barriga pra cima. Mexi-me para que meu corpo ficasse sobre o dela e ela abriu as pernas para que eu pudesse me encaixar mais perfeitamente a ela.

Ainda sério, coloquei nossos rostos a centímetros um do outro e ela me olhava confusa e desejosa.

- Você que, realmente saber o que eu senti? - perguntei.

Ela ofegou e respondeu.

- sim...

- Então, quer saber a mais pura verdade? -indaguei.

- Sim, eu quero.

- Então eu vou te dizer. - e tornei minha expressão serena e sincera - Eu senti uma paixão intensa e um desejo que não pude controlar. Você me fez ir às nuvens e voltar. Meu corpo fervia em contato com o seu e me senti o mais poderoso dos imperadores. Você, uma garota linda, rosto pintado por Deus e corpo de linhas perfeitamente desenhadas, era minha e SÓ minha. Eu te amo e me sinto o cara mais feliz do mundo nesse momento.

Seus olhos brilharam com minhas palavras e ela me deu um agradecido e apaixonado beijo. Ela deixou-se deitar e me puxou para deitar-me com ela. Nos beijamos por um tempo longo demais e a senti adormecer em meus braços.

Episódio 7: O Final Feliz

Acordei no dia seguinte, olhei para meu lado e, ao ver minha morena, me lembrei da noite passada como um sonho perfeito e mágico. Ao olhar ao redor e ver os móveis e material escolar de Bia, me lembrei de onde estava e que não estava sozinho com ela.

Levantei-me rápida, porém silenciosamente, coloquei um travesseiro sob a cabeça de Bia para não deixá-la perceber a ausência de meu braço pela diferença de nível, vesti-me, escrevi um recado para minha morena, o deixei em uma de suas mãos e saí de seu quarto com minhas coisas já dentro da mochila.

Do lado de fora, vi a Sra. Medeiros me olhando fixamente. Mal abri a boca para me explicar, a Sra. Medeiros me interrompeu dizendo "Não precisa dizer nada. Eu ouvi tudo durante a noite e, acho, que a maioria da vizinhança também.". Minha cara despencou e eu já não sabia o que dizer, só me restava abaixar a cabeça, o que também não deu tempo de fazer, pois a Sra. Medeiros voltara a falar "Galanteador... eu confiei em você e..." "Eu sei, me desculpe...", cortei rapidamente, "Fique quieto e escute! - irrompeu a Sra. Medeiros sem me deixar terminar de lamentar - Galanteador... - recomeçou ela - eu confiei em você e na sua promessa que cuidaria e zelaria por ela, jamais fazendo o que ela não quisesse." ela fez uma breve pausa e continuou "E agora vejo que você é um homem de palavra e merece minha total confiança.". Abri meus lábios para protestar, mas não deu tempo denovo, ela continuou "Eu ouvi tudo, desde o início, e vi que você se negou ao máximo, mas, ao perceber o que ela queria, você se deixou levar e a fez uma MULHER, uma MULHER feliz.".

Eu entendera e, agora me sentia correto e feliz denovo. Simplesmente assenti para a Sra. Medeiros, ela me retribuiu com um sorriso. Abri a porta de entrada e saí ao rumo de casa.

Na semana seguinte, encontrei-me com Bia, ela me pediu para que, nada do que se passou, chegasse aos ouvidos de Omar e me comprometi a guardar esse segredo. Nos juntamos com o resto da galera como os amigos que sempre fomos. Passamos, todos, o dia inteiro juntos e animados.

No final do dia, vi Bia e Omar juntos, como o casal perfeito que sempre foram e fiquei feliz pela situação ter se terminado assim. Assim que todos se foram e só sobrou Mika, eu sabia que era o momento de conversar.

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Comentários

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Detalhista e sensível à conquista... é difícil imaginar um momento de tesão e cumplicidade entre um homem e uma mulher como suas palavras interpretadas neste conto... está tudo tão raro, tão moderninho... Parabéns.

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