Doce Nanda - Parte II

Um conto erótico de Tom
Categoria: Heterossexual
Contém 7699 palavras
Data: 13/05/2010 10:28:34

No dia seguinte, Tom e Pri foram almoçar juntos. Resolveram comer apenas um sanduiche com refrigerante. Pri falou mais de si. Depois Tom falou um pouco sobre sua mudança para Vale Verde, sua cidade natal, e a conversa foi rolando, bem agradável.

- Tom, que história é essa de Tom Bengala? - perguntou ela curiosa.

- Onde vc ouviu isso? - perguntou Tom, um tanto perturbado.

- Lá no banco... ontem eu ouvi os caixas falando sobre um tal de Tom Bengala... é vc?

"Aqueles babacas me pgam...!" pensou Tom.

- Ah, é um episódio recente... eu levei um tombo, e precisei usar uma espécie de bengala... então, ficou o apelido... sabe como eles são gozadores. - explicou ele.

- ah, bom... - sorriu ela. - machucou-se muito?

- é... torci o joelho... doeu pra caramba...! - mentiu ele. Só falta ele querer se certificar disso, pensou ele.

Na verdade, no clube, o chuveiro é coletivo. Após as partidas de futsal, os rapazes iam tomar banho juntos. E a fama de Tom surgiu dai, ao constatarem que ele tinha um membro pra lá de avantajado.

- e vc... tem namorado? - perguntou ele, de sopetão.

- euu??? hmmm... bem, tive... mas ficou lá.. a gente se fala as vezes..

- o cara deve ser louco pra te deixar vir sozinha...

- se fosse vc, viria junto...

- com certeza...

- rsrsrs... eu acho que vc viria...

- como sabe?

- vc parece decidido... gosto do seu jeito.. - diz ela, chupando o canudo, olhos fixos nos dele.

- gosto do seu...

- tua irmã é legal... gostei dela... - desconversa.

- Ela é sim... ela gostou de vc tb...

Pri sorri. O olhar de Tom é penetrante. Ela sente seu coração bater mais forte.

- e eu também gostei... de vc...

Ela sorri, e seu rosto se enrubesce. Tom alcança sua mão. Ela não a retira.

- quer sair comigo hoje a noite?

Ela olha para ele.

- a que horas?

A mão de Tom acaricia a dela, suavemente.

XXXXXx

Nanda olhou o relógio na parede, e largou o livro que estava lendo, na cama. Abriu a cômoda e escolheu um dos shortinhos. Escolheu o azul. Colocou uma blusinha curta, folgada, que a deixava nem a vontade. Tom devia estar chegando. Trocou-se rapidamente, penteou-se cuidadosamente, e saiu para a sala, justamente na hora que Tom chegava em casa. Este sorriu ao vê-la vir ao seu encontro.

- oi, mana... - ele reparou no shortinho - caramba, vc está cada vez mais linda... - elogiou.

- ah, vc está me acostumando mal...rsrsr. - disse ela, abraçando-se ao irmão, e ficando assim.

- tava cheio de saudades tuas... - diz ele, sendo beijado por ela na face e no queixo. Ele retribuiu carinhosamente.

- eu também... tava te esperando... - diz ela, perto do seu ouvido.

- mana, tem alguém ai fora... querendo falar com vc... disse que ia te chamar...

- O MIguel??? - diz ela, espantada.

- Sim... ele disse que queria falar contigo, rapidinho...

- Mano... eu não vou falar com ele... - diz ela, segura.

- Tem certeza? - pergunta ele, satisfeito com a atitude dela.

- tenho... eu quero ficar com vc... - diz ela, sorrindo encantadoramente.

- sério?

- eu tava te esperando... pra ficar com vc... se vc quiser, claro... - diz ela, suavemente.

- Vou avisar ele... - diz, saindo pela porta.

Tom se aproxima de Miguel, que estava na calçada, esperando.

- Miguel... ela pede desculpas, mas está com uma dor de cabeça horrível... amanhã vcs se falam, ok?

Miguel concorda, contrariado. Tom entra em cas. Miguel fica ali parado, pensando.

"Assustei ela... como sou idiota!! e agora, como recuperar a confiança dela?" - culpou-se. Foi andando pela calçada, pensando em alguma estratégia.

Dentro de casa, na cozinha, Tom e Nanda estavam encostados no balcão, e se beijavam intensamente. Tom trazia o corpo delicioso da irmã para mais junto de si, e esta projetava suavemten seus quadris, encaixando-se nos dele, sentindo aquela saliência enorme se comprimir em suas coxas e virilhas. Ela abria sua boca o mais que podia, e o beijo já era faminto, molhado, mascado. As mãos do rapaz desciam pelas costas, e se fixaram, ambas, nas duas nádegas salientes da moça, o dedo tateando e achando a barra do micro short, puxando para cima, expondo de vez aquelas duas bandas de carnes macias e tentadoras.

Eles dão uma pausa para respirarem. Já fazia 5 minutos de beijo ininterrupto. Nanda mordeu o queixo do irmão e este beijou-a no pescoço. Nanda sentia a mão ansiosa em suas nádegas. Deliciava-se com aquelas caricias do irmão...

- oh, mano... me beija cada vez mais... adoro vc fazendo isso comigo... - sussurrou ela.

- Nanda... vc é toda linda, maninha... sou louco por essa tua boca...

- ela é toda tua... - diz ela, tendo a boca tomada pelo rapaz. Suas linguas se chocam, se entrelaçam, e Nanda sente seu corpo se arrepiar todo. Um calor hiperdelicioso lhe sobe dos pés a cabeça, suas pernas bambeiam... o beijo é avassalador... Tom ousadamente apalpa as nádegas da irmã. O shortinho já estava todo introduzido naquela vão delicioso, e Tom o forçava cada vez mais para cima... parecia mais uma tanguinha.

- Nanda... adoro tua pele... tuas coxas...

- eu percebi... - sorri ela. - vc gosta de tocar nelas... e eu adoro...

- vamos... para o meu quarto...? - pede ele, quase balbuciando, tamanha é a ansiedade.

Ela olha para ele, sente sua mão lhe alisando as nádegas, a enorme protuberância da calça roçando lascivamente sobre sua virilha.

- vamos... - aceita ela.

Se beijam mais uma vez. E ele a leva pelas mãos, ela tentando recompor o shortinho, que estava todo enfiado.

XXXX

Na casa onde estava hospedada, Priscila escolhia a roupa que iria usar para sair com Tom. Despiu-se na frente do espelho, admirando o próprio corpo.

- ah, Tom... - suspira ela. O rosto do rapaz não saia da sua mente. Estava gostando dele. E aquela noite, se ele nao se decidisse a beijá-la, ela o faria. Sorriu ao pensar nisso. Seu corpo de curvas sinuosas era extremamente sedutor. Tivera dois namorados anteriormente. Fizera sexo com o ultimo. Ela se frustrara, pois imaginara ver estrelas, o que não aconteceu. Ficou de costas, sorrindo ao ver o bumbum arrebitado, incrivelmente sexy. Sabia que os homens cobiçavam aquilo. O que será que Tom achou dela? - pensou.

Sorriu maliciosamente. Sabia que, mesmo sem querer, seu corpo enlouquecia os homens de desejo.

Fernanda empurrou a porta do quarto de Tom, que estava atrás dela. Ele a abraça por trás, sentindo as nádegas salientes da irmã. Esta sentiu em cheio a protuberância rigida. Tom alisava a barriguinha da irmã, enquanto entravam. Ela vê a cama de casal, bem arrumada (ela mesmo arrumara para o irmão). Tom senta-se ali, e ela sorri para ele.

- me dá o seu colo? - pergunta.

Ele sorri, como se falasse: precisa perguntar?

Ela, com a graça de sempre, senta-se e se ajeita no colo do irmão. Ela se abraça a ele, e sua boca já busca o dele, sequiosa de beijos.

Não dizem nada, apenas se olham e se beijam... Tom não espera mais, e começa a alisar aquelas coxas brancas grossas, se deliciando ante a maciez daquela pele de seda... Novamente, ele força o shortinho para cima, levando junto a calcinha, ambas as peças ficndo enfiadas naquele rego perfumado. Nanda permite aquela ousadia, permite que o irmão passe a mão a vontade naquelas coxas, nas nádegas. Ela se aperta toda nele, quando suas linguas se tocam novamente. Ela sente deliciosos arrepios nos seus recantos mais intimos. No seu intimo, ela se pergunda o que está fazendo alí, o que a leva a ficar aos beijos com o irmão. A mão do rapaz agora sobe pela cintura, e entra sob a blusinha folgada. A pele de Nanda é tão macia que Tom nem acredita. O polegar resvala na base dos seios da moça. Ela está sem soutien. É o bastante para que ela arqueie o corpo. Tom repete a caricia, e Nanda morde o lábio inferior do irmão, sem feri-lo. Aquele jogo está bom demais, e Tom volta a tocar aquela região, agora demorando-se mais ali, sentindo a rigidez daquele seio... Nanda permite ser tocada ali, e corresponde, movendo o corpo de forma sensual. Ela sente nas nádegas, mais do que nunca, o membro do irmão se mover. Um calor imenso invade seu corpo, e ela sente como se a cabeça girasse, por alguns segundos.

- oh, Tom... loucura... que loucura.. - balbucia.

Ele a beija no pescoço, no lóbulo da orelha.

- caramba, mana... vc tá cada vez.. mas linda...

Nanda geme quando Tom toca em cheio o seu seio direito... ela não o repele, e isso é um convite para ele prosseguir. A blusinha sobe, e ela entende que ele quer livra-la daquele incomodo. Ela permite que ele arranque a blusinha pela cabeça. Ele não ´contém uma exclamação ao ver os dois seios médios, rijos, apontando para ele, bicos eretos... Ela sente no olhar do irmão algo que ela nunca vira... era como se ele estivesse diante da 8ª maravilha do mundo... Ele fixa o olhar naquele torso nu, alvo, com aqueles dois mamões trêmulos de viço...

Enfim, Nanda deita-se na cama., Tom continua olhando os seios da moça, e ela chega a se embevecer ante tanta admiração. Tom deita-se sobre ela, sentindo o cutucar dos seios de Nanda no tórax.

- Nanda... como vc é linda... nunca pensei que fosse tanto...

- vc me deixa sem jeito assim...rsrsrs..

- o Beto... que cara de sorte...

- hmmm... vc também é de sorte... tem a Pri...

- ela não é mais linda que vc...

- vc acha... eu vi ela de biquini... todos vcs babavam...

- se vc ficasse de biquini, babariam por vc...rsrs

- hmmm.. até vc?

- até eu... o que vc acha?

- sei lá... rsrsrsr...

- o dia que vc ficar de biquini, me avisa...

- olha que te aviso... só que não tenho biquini...

- na falta deo que vc quer dizer?

- na falta de biquini, calcinha serve...

- olha só, como vc é sabidinho..rsrsrs.... vc, heim?

- o que é que tem...?

- bem... não sei... vou pensar...

- então.. da proxima vez que vc ficar só de calcinha.... sozinha no seu quarto... me chama...

- rsrsrs... danado, vc...rsrsrs...

- vai me chamar?

- acho que... sim... não sei... se der vontade, te chamo...

- eu quero que vc com muita vontade.... muita...

- muita vontade eu tenho .. agora... é dos teus beijos, das tuas caricias....

Tom não deu tempo, e beija a irmã com paixão. Rolam pela cama, e ela fica sobre ele. Ela levanta o rosto e o fita.

- já pensou se a Pri nos vê assim? rsrsrssr...

- eo Beto? rsrsrs..

- nem quero imaginar...

Tom vê os seios bem perto da sua boca. O biquinho pede pra ser mordido. E ele morde, suave, arrncando um gemido de Nanda. Sua pele fica toda arrepiada.

- ooh... não faaz assim...! - suplica ela.

Ele faz, e num mamilo de cada vez, que ficam mais tesos e rijos. Chegam a ficar trêmulos. Nanda fecha os olhos, e se deixa aquela boca faminta explorar seus dois seios. A mão de Tom se enfia parcialmente sob o shortinho, por trás, o dedo tateia, e ele sente os pêlos da moça que se projetam daquele vão perfumado e cobiçado. Nanda se move suavemente sobre o membro duro do irmão, resvalando seu púbis ousadamente. Ao longe, ela parece ouvir uma campainha. Duas, três vezes. Ela tem um sobressalto.

- Mano... tem alguém tocando a campainha...

Ele se recobra, chateado.

- quem será?

- vc vai ter que ir ver...pode ser importante...

Tom se levanta, olhando a irmã seminua na cama. Ela, rapidamente, veste a blusinha. Ele sai pela porta.

Tom vai ver quem é. Ao abrir a porta, tem uma surpresa. Era Giovana.

- olá, diz ela, sorridente. - vc sumiu.

- eu? não.. entre... - pediu ele. Ela estava sozinha.

- vim ver como vc está... não me ligou mais....

- eu tava dando um tempo... vc sabe, é arriscado.

Nisso, Nanda aparece na sala. Havia trocado o short por uma calça jeans.

- olá .. - diz ela. - vc deve ser a...

- Dra. Giovana - diz a ondontóloga. - e vc deve ser a Fernanda, não?

- sim... prazer...

- prazer... vc é muito bonita...

- vc também... rsrsr... bem, vou deixar vcs a sós. E Nanda olhou para o irmão, e foi até o seu quarto.

Tom levou Giovana para um motel, e transou com ela durante 3 horas ininterruptas. A dentista teve orgasmos múltiplos, e Tom se acabou naquele corpo apetitoso.

Voltou tarde para casa. Não viu Nanda. Devia ter saido. Realmente, viu o bilhete dela, avisando que saira com André e a esposa. Logo, o celular de Tom tocou. Era Priscila, que o esperava. Tom correu pra lá, após um banho.

Priscila o esperava em frente de casa, linda. Tom a levou a um barzinho, onde ficaram por horas. Depois deram uma esticada numa boate. Logo ele a tirou pra dançar uma musica lenta. Tom ficou inebriado pelo perfume da moça, e pelo contato daquele corpo delicioso.

- vc dança bem.. - disse ela.

- musica lenta.. só..rsrsrs

- e ai... o que tem feito?

Tom lebrou-se dos momentos com Nanda, os dois se beijando na cama, e depois com Giovana, transando num motel.

- tenho lido bastante... e pensado bastante...

- pensado em que? - quiz saber ela.

- em vc... - diz ele.

Pri sorri.

- tb tenho pensado em vc...

- coisa boa?

- só coisa boa...rsrsrs...

- eu tb.. tenho pensado... quer saber o que..?

- quero..

- tenho pensando em como deve ser...

Ela ficou na expectativa.

- em como deve ser... beijar vc....

Ela sentiu o coração acelerar, e Tom não perdeu tempo. Se beijaram. E foi assim durante a musica toda.

Depois, ele a convidou para darem uma volta. Ela topou. Sairam de carro, e tomaram a estrada. Pararam num local ermo. E Tom tomou a garota nos braços, no banco de trás do veículo. Suas bocas não se desgrudavam. Logo Pri estava sem a blusa, e seus seis já espetavam o peito de Tom.

Momentos depois, Tom fazia o que já tinha em mente desde que vira Priscila de biquini. Pediu que ela ficasse de quatro para ele. Ela fez o que ele queria. Ela ainda estava de calcinha. O vestido já jazia no asoalho do carro. Lentamente, Tom abaixa a calcinha da bela loira, e vê as nádegas e o delicioso rego aparecerem. Tom não cr~e naquela maravilha alí, a sua frente. Ele então desce a calça, e Pri se assusta.

- Tomm..!! exclama ela...

- fique calma.. - pede ele.

- Vai devagar... por favor... - Pri sabia o que ele queria.

E logo Tom está penetrando profundamente Pri, que geme alto.

- ooh.. Tom... ooooh, Tom.....aaai...

Tom mete devagar, apreciando cada centimetro daquele orificio apertado que o seu membro devassa.

- ah, Pri... vc é gostosa demais...

- ooh, Tom.... vem... ooh... te amoooo....Tom...!

- tesuda... bunda tesuda... aaaahh...

Tom enfia tudo. São 28 cm de carne e musculos rijos que arregaçam a moça. Pri sente o seu reto arder em brasas. Tom é implacável.

- Pri... eu precisava te comer ai...aaah... vc é boa demais...aaah...

- ooh, Tom... come... come....me come...aaah...

Tom não se contém, e extrapola ao gozar. Goza freneticamente, e o impeto é tão grande que jorra sêmen para fora daquele buraco devassado pelo seu potente membro.

- ooohh... - Priscila quase grita.

- ooh, tesuda...osh, gostosa... parece a bunda da minha ir... - quase que ele se entra.

- ooh.. o que vc disse... ? -- oooh

- nada... disse que vc é ... tesuda demais... boazuda demais....aah..

Pri quase desfalece, pois apesar da dor, goza demais. Ela desaba no banco do carrro, e Tom sobre suas costas, e ficam assim, durante minutos, até se recomporem.

Mais tarde, Tom a deixa em frente a casa.

- Quer entrar? - quase suplica ela.

- quero...

- vamos entrar em silêncio, pois tem outros hóspedes...

- Vamos...

E logo os dois estão alojados no quarto. Ambos já nus, Tom enlouque Pri beijando seu corpo todo, detendo-se uma eternidade entre as coxas da bela loira, para depois penetra-la profundamente. Pri sente-se totalmente preenchida... Tom, incansável, transa com ela até amanhecer.

Como era sábado, os dois dormem até perto do meio dia do dia seguinte. Tom toma um banho, e Pri o aconpanha no chuveiro, onde transam mais de uma vez. Tom não se sacia. Priscila é deliciosa demais.

Em casa, Nanda estava preocupada, pois Tom não aparecera naquela manha. Havia dormido fora. Com quem? perguntava-se. A tal dentista? A Priscila? Ela pensou no encontro com ele no dia anterior, e seu corpo se arrepiou ao se lembrar dos beijos. E da vontade dele de vê-la de biquini... ou melhor, de calcinha. Ela dissera que o chamaria quando tivesse muita vontade. Bem, pensa ela, "se ele estivesse aqui, agora, eu o chamaria..rsrsr".

Ela almoça sozinha. Tom chega em casa as duas da tarde. Nanda estava no seu quarto. Tom liga para o celular dela.

- Oi, Mana... como foi a noite ontem?

- oi, sumido... foi otima... o André e sua esposa são do outro mundo..rsrs...

- que bom..

- e a sua?

- ah, fomos com uma turma num show fora da cidade... acabamos a noite num bar... mas eu só bebi refrigerante...

- tudo bem... acredito em vc...

- bem.. vou tomar um banho agora... e depois, vou descansar um pouco... a gente se fala mais tarde..

- ok... descanse..rsrsrs...

- vc também.. beijos...

- beijos, meu amor... - diz Nanda, sussurrando.

Tom desliga. Ela o chamara de meu amor. Ele sorri. Parecia que algo de muito bom iria acontecer.

xxxxxxxx

Lá pelas 5 horas, Tom acorda. Toma um banho, e veste um calção. Nisso, seu celular toca. É nanda.

- oi, mano.. acordou?

- faz tempo...

- bem... eu estava pensando naquele nosso papo..

- sim.. da calcinha...rsrsrs.

- vc não esquece, heim?

- como poderia...? só penso nisso o dia inteiro...

- nossa! é tanto assim vontade de me ver?

- sim...

- então... que bom pra vc ... pois agora eu estou só de...

- calcinha.. - completa ele.

- é...

- e está com muita vontade de mostrar pra mim...

- sim - responde ela. - muita...

- e eu... estou louco pra te ver .. só de calcinha, mana...

- e eu... louca de vontade... de mostrar pra vc...

- eu vou até ai...

- vem...

Tom quase corre pela casa. Chega até a porta do quarto de Nanda, e empurra a porta. Ela está de costas, encostada na comoda.

Tom fica parado, como que petrificado diante de tanta formosura.

Nanda ouviu a porta se abrir e sorriu. Voltou-se lentamente. Ela usava uma batinha transparente, e na parte inferior, só uma calcinha... branca, minúscula, de rendinhas... Tom, estático, apenas olha, embriagado de admiração. Nanda está ali a sua frente.

- oi.. - diz ela, sorridente. - dá pra vc babar? rsrsrsrs...

Ele mal consegue articular as palavras. Nanda ri do seu embaraço.

- d..á..sim... - gagueja.

Tom a olha dos pés a cabeça. A bata meio que cobre a calcinha. Ela percebe e diz.

- bem... vc diz que gostaria de me ver só de calcinha...rsrrs... - e ela ergue a bata, revelando totalmente a calcinha minúscula.

Tom engole em seco. Seus olhos se fizam na pequena peça, que mal esconde a parte mais íntima e cobiçada da bela moça. Nanda se mostra a ele, e Tom percebe os muitos fios de negros pêlos, sedosos e rebeldes, que saem debaixo da calcinha, enchendo os olhos do rapaz. As coxas alvas e grossas estão juntas, sedutoramente juntas, que oferece a ele uma das cenas mais eróticas que ele tem presenciado.

- E ai...? - volta a perguntar ela. - tá dando pra babar..? rsrsrs

- e como...!! - consegue balbuciar o felizardo rapaz. Quantos não pagariam para ter aquela deusa ali, na sua frente, em trajes sumaríssimos?

Ela dá dois passos graciosos em sua direção. Tom não tira os olhos dela...

- mano, eu tinha combinado com vc, lembra? eu te chamaria quando tivesse vontade de mostrar pra vc...

- sim..

- é que agorinha... me deu uma vontade enorme de mostrar... vc queria tanto, não?

- muito..,

- então.. o que achou?

- mil vezes melhor que a Pri...rsrsrs...

- fala isso só pra me agradar...rsrsrs.

- falo sério... caramba.... vc é linda demais...

- hmmm... obrigada...rsrrs..

- nunca vi mulher mais linda que vc... juro..

- será que não? gato do jeito que vc é...

- juro que não...

- aquela dentista mesmo... ela é bem bonita...

- perde pra vc... de longe...

- vc tá quase me convencendo...

- o que quer que eu faça pra te convencer?

- não sei... quem sabe... - ela coloca um dedo na boca... - quem sabe... me beijando...

Aquilo é demais pra ele. Ele se aproxima dela, e ela obraça. Encosta seu corpo todo nele. Sedutora demais, provocante demais. Tom já estava em ereção desde que saira do seu quarto. O calção estava com um volume anormal. Nanda sente encostar na altura da sua calcinha. Ela parece não se importar. Oferece sua boca, sem pudor, sem receio. E tom a traz mais para, quando seus lábios se unem, um beijo já intenso e ardente. O tecido da bata é finissimo, e os bicos dos seios de Nanda se comprimem no peito do irmão. Aquilo parece ser extremamente prazeroso para ambos, para ela em especial, pois ela se aperta toda nele.

Tom enfia suas mãos sob a bata, e percorre suavemente as costas da irmã, descendo depois pela curvatura das nádegas... alí ele permanece, percorrendo com o dedo a linha superior da calcinha, brincando com as rendinhas... sente a pele da irmã se arrepiar toda, pois suas linguas se enroscavam naquele momento, num beijo hipersensual, molhado, mordido... A Tom enchia de prazer a forma com que sua mana se entregava nos beijos... era uma entrega sem reservas, sem fronteiras... e ela se deixava acariciar a vontade... se Tom ousasse um pouco mais, o que aconteceria?

- Mano... dá vontade de ficar assim com vc... o tempo todo...

- então fica...

- vc trabalha...rsrsr... e tem as gatas...rsrs.

- por vc, eu fico direto aqui....

- jura?

- juro... fico com vc o tempo todo...

- de dia e de noite? rsrsrs...

- de dia... e de noite.... sem dormir...rsrsrs

- nossa...! olha que acredito...rsrsrs

- não dá pra perceber?

Ela para um pouco, e sorri, ao mesmo tempo em que sente a ereção dele na altura da sua calcinha.

- dá... dá sim... rssr... e como!!!

- o que vc acha?

Ela não sabia o que responder. Colou sua boca na dele. Sabia que ele tinha fome de seus beijos, como ela tinha dos dele.

- me dá o teu colo? - pede ela, com docura.

Ele senta-se na cama. Ela se posta diante dele, exibindo seu apetitoso corpo.... Ela senta-se, devagar, e Tom sente nas coxas o contato da pele suave das coxas da sua irmã. A calcinha está a mostra. Nanda se move sobre o volume do calção do irmão. Tom coloca suas mãos naquelas carnes deliciosas... ela se arrepia ante aquele toque.

- ah, adoro te colo.... - diz ela, procurando a boca do rapaz. Se beijam sofregamente. Ela se aperta ainda mais a ele. Parece querer senti-lo por completo. Ela ergue uam das coxas, permitindo que a mão de Tom entre por baixo. Tom sente os pêlos que escapam da sua calcinha... sente sua maciez nos dedos, chega até a dar puxadinhas de leve... Nanda sai dele, e sorri.

- hmmm... como vc é danado... o que está fazendo? rsrsrs

- não tá sentindo? - diz ele, continuando a tocar os pelos...

- hmmm.... claro qu estou...

- fico com vergonha de vc.... deve pensar que não me depilo..rsrsr...

- eu acho maravilhoso...

- vc viu, é?

- só um pouco...

- ainda bem ...rsrs...

- que inveja do Beto... ele vai ver tudo...

- bobo...rsrsr...

- o Beto vai babar pra valer... quando ele ver... rsrs

- rsrsr... e vc... babaria?

- demais....

- será? não sei não...rsrsrs..

- quer provar?

- acho que vc babaria pela Pri... não por mim...

- não mesmo...

Ele continuava brincando com os fios de pêlos...

- não sei, não... sei lá..rsrsrs... vc tem cada uma...rsrsrs

- faz o seguinte: quando vc .... ficar... sem calcinha, me chama...

- Tom!!! que abusado!! rsrsrs...

- pra ver se eu babo....rsrsrs

- não sei... rsrsrs... vou pensar...

- pensa agora...

- deixa eu ver... bem... vai ser como da outra vez...

- sim...

- eu te chamo... só quando eu estiver sem... sem ...ah, credo..rsrs... sem calcinha...

- e...

- ai.. eu te chamo... tá bem?

- vc acha que vai sentir vontade?

- não sei... depende...rsrsrs.... acho que .... sim...

- caramba...

- não se anime muito...rsrsrs...

- como não...?

- cala essa boca.... e me beija...

Tom a deitou na cama e fez a vontade dela... e dele.

- ah - diz ela. - tomara que essa campainha não toque...

- não vai tocar... não é possível...

A mão de Tom entrou sob a bata, e tocou-a nos seios. Ela chega a gemer.

Tom levanta de vez a bata. Logo acaba retirando, deixando Nanda só com aquela minúscula calcinha. Tom ergue o torso e olha a irmã, dos pés a cabeça. Nanda obsersa, lânguida, o desejo no olhar dele. O olhar percorre as coxas grossas e sedosas, e se fixam na calcinha inchada e transparente. Tom vê o vulto negro sob o fino tecido da peça, e os pêlos que sobram na parte de cima. Sedução a toda prova. Como alguém resistiria a Nanda? pensou. Nem ele. Ela acaricia a mão do irmão, suavemente.

- o que vc olha tanto... ? - pergunta ela.

- você...

- gota de me olhar?

- demais.... queria ficar te olhando... o tempo todo... assim..

- oh, mano.. vc é tão.. carinhoso...

A mão sobe pelas coxas. Nanda cerra os olhos, e se deleita com aquela caricia. Sente a mão do irmão subir, se detendo perto da calcinha. Ele volta a se mover, desta vez percorrendo o elástico da peça, detendo-se agora no tufo de pêlos que fica de fora... ele a acaricia ali, ela se arrepia ante aquela ousadia...

- Tom...rsrs... vc é ... ousado...

- vc acha?

- acho....

Ele encosta a boca no seu ouvido.

- vc .. é gostosa demais...

Ela ri.

- Oh, Tom... respeite tua irmã...rsrsrsr...

- eu te acho...

A mão puxa de leve os pêlos. Ela puxa a cabeça do irmão e cola sua boca na dele, mais uma vez. Rolam na cama, e ela fica sobre ele.

Ela olha o rapaz, lânguida. Seu corpo está encaixado no dele. Côncavo e convexo. Excitação a flor da pele.

- to adorando ficar com vc... assim...

- carmba.. que coxas macias vc tem...

Ela, como para certifica-lo ainda mais disso, começa a esfregar suas coxas nas dele. Sua mão desce pela lateral do corpo do rapaz, e, como da outra vez, resvala no membro atravessado, que parecia louco para saltar daquele calção. Ela sorri para ele. E o beija.

Agora Tom desce suas mãos até as nádegas da irmã. E começa a puxar a calcinha para cima, enfiando tudo naquele vão delicioso. Nanda sente arrepios incríveis no corpo todo.

- oh, Tom.. - suspira ela.

Tom puxa a calcinha, com suavidade, esfregando a pela por toda a extensão da intimidade daquela formosa garota. Ele sente na virilha os fartos pêlos que agora saiam de vez da calcinha...

- Nanda... linda... - diz. Se beijam sofregamente. As mãos do rapaz apalpam aquela bunda saliente, de carnes firmes e macias. Tom puxa de leve os pêlos que saem por trás... ela volta a gemer. Tom a cala com um beijo que faz Nanda amolecer toda.

- Fica... fica de bruços pra mim... - pede ele.

- de.. bruços..?

- sim..

Ela atende seu pedido. Sai de cima dele, e fica de bruços. Tom solta uma exclamação. A bunda de Nanda se projera pa cima, num espetáculo sensual. Parecia uma potranca. Uma potranca no cio, deliciosamente no cio. Tom, então, abaixa seu calção, ficando de cuecas. Nanda olha para ele, e emite uma exclamação. Vê o volume anormal da cueca do irmão. Ela não acredita no que vê... A cueca mal retém aquela enormidade dentro dela. Nanda chega parte da cabeça vermelha saindo pela parte de cima da cueca. Tom se deita sobre ela. Nanda arqueia o corpo. Tom se acomoda, e sente o delicioso contado daquele bumbum maravilhoso sobre o seu membro durissimo.

- oh, Tom... meu amor... - sussurra Nanda.

- repete... - pede ele.

- meu amor... meu irmão querido...oh..

- gosta... diz...

- gosto... demais...oh...

- Nanda... vc... me deixa louco...

- oh, Tom... Oh, meu irmão...oh

- Nanda... minhairmã... tesuda...

- diz.. diz de novo....ooh

- minha irmã... tesuda... tesuda e gostosa...

- oH, Tom... meu amor... ooh..

Tom pressiona seu membro (ainda sob a cueca) naquela bunda.

- Mana... arrebita teu bumbum...

Ela obedece. E ergue a bundinha um pouco mais...

Tom se abraça a ela, e fica naquele esfrega esfrega... Nanda morde o lençol da cama.

Mas.. como por desgraça, a bendita campainha se pôe a tocar...

- ah... não! - diz ele.

- não atende... - pede ela.

- ah, naõ... m...! - exclama ele.

- Mano... é melhor ver quem é...

Ele sai de cima dela. Nanda senta-se na cama. Olha a cueca do irmão. E parece não crer no que vê. Algo anormal é o tamanho daquele volume. Nanda disfarça o espanto, procurando sua bata.

Tom anda até aporta, incoformado. Veste, então, o calção, e sai pela porta.

Tom abriu a porta e deu de cara com Miguel. Disfarçou o quanto pode a irritação.

- O que foi? - perguntou.

- Oi, Tom, tua irmã está...? - perguntou o rapaz, na maior cara de pau.

- A Nanda está.... - quando ia dizer que não, Nanda aparece por trás de Tom.

- Pode deixar, mano, eu falo com ele... Oi, Miguel... - diz Nanda, passando pelo irmão.

Tom ficou frustrado, e entrou para dentro da casa. Nanda foi até o portão com Miguel.

Tom arrumou-se e saiu, passando pelos dois, que conversavam no portão.

-Vai sair, mano? - pergunta Nanda.

- Sim... não sei se volto cedo... - entrou no carro e saiu cantando pneu.

- ihh.. - diz Miguel - ele parece irritado... será comigo? rsrsrs

Nanda olhou o rapaz com raiva.

Tom foi até a casa de Pri. Bateu a porte. Pri solta uma exclamação de felicidade ao abrir a porta de dar de cara com Tom.

- oii...eu estava pensando em vc... não acredito!!

-oi, gata... tava louco pra te ver...

Ela mandou entrar, e se atracaram num ardente beijo ali mesmo.

Pouco depois, Tom estava sentado na cama, e olhava Pri. Ela estava de quadro, no centro da cama, o rosto afundado nos lençois... Tom pedia algo pra ela.

- abaixa... devagar... - dizia ele. Pri abaixava sua calcinha, Tom se deliciando com as nádegas brancas da bela moça irem surgindo... os pêlos loiros... fartos.

- caramba... vc é tudo de bom...

- assim? - diz a garota, toda sumissa.

- descea calcinha... assim... - ele vê a calcinha deslizar até dobra dos joelhos. Tom se aproxima, e encosta seu rosto naquela formosa e apetitosa bunda. Pri começa a rir diante do que ele faz.

- está me fazendo cócegas...rsrsrs...

Tom a beija por ali, e então, pede pra ela:

- abra pra mim... bra gostoso... - seu membro salta dentro da cueca inchada.

- Oh, Tom.. - suspira ela. Ela sabe o que ele quer. E ela mostra, abrindo suas nádegas... Tom aspira o aroma que vem de lá, e sua lingua percorre aquela valetinha, detendo-se no orificio que pisca.

- oooh, Tom... - geme Priscila, excitadissima, sabendo o que logo viria. Tom ficara louco pelo seu bumbum, e a possuira muito ali, no seu primeiro encontro.

Tom enlouqueceu a menina com seus beijos.

- Ooh, Tom, meu amor...

Pouco depois, Pri emitia um quase grito. Tom entrou nela com vontade, dilacelarando seu reto, penetrando fundo.

- ooooh... - ele gemeu, dando vazão a um desejo quase animal.

= aaaaaah... Toooom...!! - gemia Priscila.

- tesuda.... oh, que rabo tesudo vc tem.....oooh...

- teu ... todo teu... - dizia ela, tendo o corpo sacudido pelo vai e vem vigoroso de Tom, que entrava todo dentro dela.

Tom mal conteve, e logo se derramou dentro daquele buraco apertadissimo e quente.

Minutos depois, Pri recostou seu explendido corpo nu no rapaz.

= Amor, vc é o primeiro que faz comigo assim...

- Eu senti... - disse ele, beijando os lábios da loira.

- Vc me mata assim...rsrs... estou toda ardida.

- Nem começamos ainda...

- Eu sei... vc é um tarado...rsrsrssr...

- Por vc... vc é tesuda demais...

- hmmm... me deixa louca de tesão quando fala assim... !

- e essa tua bundinha... me deixa doido de vontade...

- ela é tua.... toda tua...

Nanda quase grita quando Tom a agarra e a coloca de bruços. Ela já conhecia seu jeito.

- empina esse rabo tesudo...vai... - diz ele, suavemente.

Ela obedece. O sexo entre eles estava apenas começando.

Nanda estava em casa naquele momento. Sabia que Tom estava furioso com Miguel. Ela ri do azar dos dois, que sempre aparecia alguém para atrapalhar a brincadeira deles. Pensou nos beijos de Miguel, no olhar do irmão ao vê-la com aquela calcinha, do brilho dos olhos dele ao ver os seus pêlos pubianos, mesmo que parcialmente...

- e ele nem viu tudo..rsrsrs.... - diz ela, reprovando-se. De onde vinha aquela malicia? pensou. Ela jamais fora assim.

Pensou do jeito que ficaram antes de serem interrompidos pela campainha. Ela de bruços, e ele em cima dela, apertando-se a ela. Ela sente o corpo se arrepiar ao pensar naquele momento. As mãos dele nos seus seios.... Fez um esforço e tentou afastar aqueles pensamentos pecaminosos.

- hmm.. tenho que parar de pensar nisso...rsrsr... é pecado pensar em irmão dessa forma...

Tom chegou tarde em casa, e Nanda já dormia.

No dia seguinte, Tom foi trabalhar cedo. Horas depois, Pri entrou na sala dele, sorridente.

- oi, meu amor, como está hoje?

- bem... e vc?

Ela se aproxima, e sussurra no ouvido dele.

= ardidinha....rsrsrsrs..

Nisso a porta se abre e André aparece.

- Oi, pombinhos... Tom, tem visita pra vc.... uma bela moça... cara de sorte, heim?

Tom se surpreendeu ao ver Nanda aparecer atrás do amigo. Pri suspirou aliviada, pois pensava tratar=se de outra mulher.

- Oi - disse Nanda, beijando Pri na face, e em seguida, a Tom.

- Bem, vou deixar os maninhos a vontade... tchau, Pri. ´- e ela saiu junto com Andre.

Tom olhou para a irmã, que vestia um vestido preto, umpouco acima dos joelhos. Linda.

- Mano... passei só pra te dar um ôi... vou fazer umas compras...

- bom te ver, Mana... vc está linda...

- pelo que vi, vc estava em boa companhia...rsrsr

- trabalhando.... - mentiu ele, olhando para ela profundamente.

- Bem.. eu vou indo, então... ah, ontem eu mandei o Miguel embora cedo...rsrsrs

Ele se levanta.

- que bom... eu tava morrendo de ciumes... - disse ele, se aproximando dela, bem de perto.

- não precisava...rsrs.. - disse ela.

- mas eu fiquei...

- eu vi... rsrsrs.... bobo...

Ela fica de costas, e ele a abraça por trás.

- Mano... alguém pode entrar...! Doido! rsrsrs

- deixp vc ir... se me der um beijo... - diz ele, já em plena ereção.Nanda sente sobre ela todo o impeto do irmão.

- isso é chantagem...rsrsrs... é covardia.... sabe que sou louca pra te beijar...rsrs

Ela vira o rosto como pode. Naquela posição mesmo, seus lábios se juntam... Ela de costas, ele bem junto a ela, e um beijo ardente e mascado acontecendo...

- Ah, Nanda... sou louco por vc....!

- Tom... a porta.... alguem pode entrar.... que vergonha.. - diz ela.

Ela se vira e se atraca a ele num pra lá de intenso. A sensação de perigo parecia um ingrediente poderoso naquele momento. A mão dele sobe a abarra do vestido, e ela geme quando ele desluza a mão gostosamente pela sua grossa coxa, indo até a calcinha. Alguém bate a porta. Ela sai dele.

- parece nosso destino... - diz ele, ela se recompondo.

Ele abre a porta, e diz algo ao funcionário que batera.

- Mano... vou indo... - diz ela, pegando a bolsa.

- o que vai comprar...?

- algumas peças intimas...rsrsr... segredos de mulher...rsrs

- hmmm.... calcinha?

- hmmm.... não sei ... pode ser...

- Vou contigo...

- vc é louco... rsrs... - mas ela vibra ao ouvir aquilo.

Tom foi com ela até uma loja. Naquela hora, estava quase vazia. Ela buscou o que queria, mas não achou. Ela escolheu uma calça jeans pra ela e outra pra ela.

- tem provador aqui? -,perguntou ela pra atendente. Tinha. E ficava nos fundos da loja.

- Vou com vc... preciso experimentar o meu tb.. - disse ele.

Eram várias cabines. Nanda entrou em um, e Tom olhou para os lados, e como não havia ninguém, entrou atrás de Nanda.

- ToM....!! vc só pode estar ficando doido!!!!

Nanda não teve tempo de falar mais nada.Logo osdois se beijavam ardentemente.

- Mano... vc precisa experimentar tua calça.. e eu a minha...

- Tudo bem...

Tom ficou olhando ela tirar o vestido a sua frente. Um espetáculo maravilhoso.

Ela ficou de calcinha e soutien. Era um calca creme, não pequena como a outra... mas Tom a peça inchada, e imaginou o quanto de PÊLO ela teria sob aquela peça...

Tom também tirou a calça, e Nanda virou o rosto, cheia de pudor.

Tom vestiu a calça jeans, olhando as nádegas da irmã. A calcinha dela era do tipo que ia até a cintura, diferente daquela que ela vestira naquele dia para mostrar a ele. Mesmo assim, ela estava sexy demais.

- Mana, vê se ficou bom. - A cabine era apertada, e eles estavam muito próximos.

Ela se vira, e olha.

- Ficou bem em vc...

- Acha mesmo? - disse ele, olhando sua boca, seus seios sob o soutien, a calcinha, as coxas.... Nanda nota o imenso desejo que ele sente. E seu coração bate mais forte.

- Acho... ficou mesmo...rsrsrs

- Acho que ficou um pouco apertado aqui... - disse ele, colocando a mão sobre o volume enorme naquele "lugar". Tom foi cruel, queria ver a reação da irmã.

- olha - diz ela, olhando de relance o local - é so mandar ajustar depois...

Nanda vira o volume enorme formado sob a cueca. Seu coração batia forte. Sentiu a mão do irmão no seu queixo, suavemente levantando seu rosto até ficar olhos nos olhos.

- gosto de ficar sozinho com vc ... assim... - diz ele.

- eu tb.. - diz ela. - mas pode aparecer alguém... vc é muito doido... rsrsrs

- to louco pra te beijar essa boca gostosa que vc tem....

Seus rostos estão quase colados. Seus lábios se roçam. Suas mãos lá embaixo estão juntas, dedos entrelaçados. Suas coxas igualmente se roçam, provocando arrepios em ambos. O que era aquilo que estava acontecendo? poderia ser a pergunta que vagava pela cabeça de ambos. Tom sente o respirar da irmã, sente seu coração bater. Ela abre sua boca tentadora... ele olha a lingua cheia de saliva, e é ali que ele se perde em um delirio na forma de um beijo avassalador. Suas bocas se fundem, se afundam, se comprimem.... as mãos se apertam até doer. Ela liberta suas mãos e o abraça como se quisesse fundir seu corpo no dele. O beijo é pura paixão, puro desejo, puro tesão... beijo de novela do horário nobre, beijo proboido para menores... Nanda se entrega naquele beijo, como se fosse o ultimo... Sente o irmao puxas seus quadris para encontro dos deles, e ela ajuda, projetando-se o mais que pode... fica na ponta dos pés, e encaixa sua vulva inchada na saliência da cueca do irmão... permanece "engatada" minutos, para depois soltar seu corpo, e emitir um gemido gutural quando aquele membro duro resvala forte na sua calcinha... Arrepios tomam conta de todo o seu corpo, e o calor invade seu recanto mais intimo...

- ooh, Tom... ooh, meu irmão... - diz ela.

- Nanda... vc me deixa louco... de tesão...

- não... não fale desse jeito... louco...!

Voltam a se beijar ardentemente. Suas linguas se digladiam, se enroscam, e seus corpos se movem como se para sentirem o máximo de contato físico.

- Mano... - diz ela, enfim, peito arfante. - vc tem que voltar ao trabalho... e eu pra casa...

Ele quer insistir, mas vê que ela está decidida. Ela sai dele, delicamente, e então, experimenta sua calça. Tom volta a vestir a antiga calça.

Saem da Loja, e Nanda o acompanha até o banco. De lá se despedem com um beijo (na face), e ela vai-se pela calçada, arrancando suspiros e assivios por onde passa.

Tom aceita almoçar na casa de André. Pri vai junto. Após o almoço, os dois saem juntos e resolvem dar uma volta. Tom leva a moça para um lugar afastado da cidade. Entra com o caro num matagal, onde ficam escondido.

- Credo, Tom... onde viemos parar? rsrsrs - divertia-se ela.

- Longe dos olhares indiscretos...

- Hmmm... eu tava louca pra ficar sozinha com vc...

Ele fica olhando a garota, que se encosta perto do capô, e começa a arrancar a camisa branca (uniforme do banco), o soutien... os seios saltam para fora. Em seguida, ela fica de costas, e começa a provocação a Tom, cujo membro salta dentro da cueca, louco para sair. Ela ameaça descer a calça, sorri para ele, e a suspende novamente. Ele fica doido. El enfim arranca a calça, ficando apenas de calcinha. Uma calcinha azul, média... Ela fica de costas novamente... e puxa um pouco a calcinha para baixo...mostrando parte da espetacular bunda. Ele chega a gemer, mas fica parado ali, esfregando o membro sobre a calça.

- hmmm. aposto que nunca viu uma bunda assim...rsrsrs... - provoca ela.

- hmnn... gostosa assim.... bem...

- já viu? de quem..rsrsr... - ela desce mais um pouco, até a metade...

- bem... meio parecida com a sua... a da Nanda....

- o que??? sua irmã? ouvi direito?? - ela parou, ficando de frente pra ele.

- É... vi ela uma vez de biquini...rsrsr.. só isso...

- mas ficou olhando a bunda da tua irmã? rsrsr.... esquisito isso...

- vai... continua ...

Ela voltou a ficar de costas, meio cismada. Ele então se livou das calças, e abraçou por trás.

- Gostosa como a tua... não existe... - ela geme quando ele a pega, pelas costas, nos dois seios.

- Oh, Tom... quero vc.... demais...

- e eum vc... to louco pra... te comer.... muito..

- me come... - suplica ela.

Tom abre suas coxas, e ajeita o membro assombrosamente grande, pincelando os grandes lábios daquela grutinha em fogo. Pri está ensopada de tesão.

- Enfia... enfia tudo...oooh...

Tom atende aquele pedido. E entra, deslizando deliciosamente seu membro para dentro daquela gruta quente e apertada. Pri geme alto, pois sabe que ninguém está por perto.

Na volta, dentro do carro, Pri fica olhando Tom.

- O que foi? - pergunta ele.

- To apaixonada... por vc.. - diz ela.

- E eu... por vc... - diz ele. Ela sorri.

- mas essa história de vc elogiar o bumbum da tua irmã.... não sei, não...

= Ei..rsrsr.. vc tá pensando o que?

- nada... A Nanda é muito linda, tem um corpo de parar o trânsito..

- e é minha irmã, e vai se casar... e ela é legal pra caramba... e vc tá imaginando bobagem...

- td bem... desculpe.... desculpe...

Tom trabalhou aquela tarde, e depois foi com amigos a um bar, jogar sinuca. Foi para casa a tardinha. O sol ainda brilhava, e ele foi direto pro seu quarto. Não viu Nanda. Será que saiu com o Miguel de novo?

Em seu quarto, Nanda ouviu quando Tom chegou, mas ficou no seu quarto. As lembranças daquela manhã ainda vinham a sua mente. Ela ainda ria da ousadia deles no provador da loja, mas seu corpo arrepiou-se quando lembrou-se do amasso dos dois dentro do apertado provador, do calor dos seus corpos, e das palavras de Tom sussurrando para ela coisas que ela jamais imaginara ouvir do seu irmão. Ela rola na cama. Fica de pé. Volta a deitar-se. Está inquieta. Lembra-se dos encontros anteriores, dos beijos, das caricias ousadas, da mão boba do irmão... os bicos dos seus seios estão rijos, tesos... e ela lembra-se que eles já estiveram na boca de Tom... ela deita-se, fica de bruços... está usando um shortinho azul, que Tom gostara tanto. Fica de pé, e vai até o espelho. Lá ela se olha, e retira a blusinha. Está sem soutien. Admira os próprios seios. Depois, desce o shortinho, e em seguida a calcinha. Nanda está nua e olha-se sob todos os angulos. Ela jamais fizera isso em sua cidade. Agora, via uma necessidade estranha de se olhar, de se admirar... algo como reconhecer o seu próprio potencial... Ela olha o celular, pega-o nas mãos, e em seguida, envia um torpedo. Ela termina de fazer aquilo e se deita, nua, na cama. Seus olhos olham o teto.. vira-se, de bruços, e seus olhos continuam inquietos. Seu coração bate forte, e um calor vai tomando conta do seu delicioso e formoso corpo.

Tom está no chuveiro. Pensa na deliciosa tarde com Priscila. Seu membro teso, se move para cima ante a mais insignificante lembrança da moça.

- Calma, amigo... - diz ele. Mas momentos daquela tarde lhe vem a mente. Pri cavalgava Tom, deitado sobre um colchonete fino que sempre carregava para as emergências.

- Oh, Tom... delicia...

- Pri... tesuda...

- te amo... te amo, cara....aaah...

- PRI... quero te comer... de quatro... vai...

- sim... sim... eu fico....

Pri ergue-se lentamente, saindo aos poucos daquel tronco na qual sentara. Ela geme quando sente o membro latejante deslizar fora do seu apertado ânus.

- ooooh....!

Ela fica de quatro, e Tom fica por trás, olhando o rombo no traseiro da bela moça.

- vou comer... teu rabo... até cansar....aah...

- come... come, meu amor....ooh..

Ela empina o mais que pode.

E Tom enfia tudo, num movimento só.

- ooooh... - grita Pri.

- ooh... que cú delicioso...ooh....

Tom se pega masturbando-se, sem perceber. As lembranças daquelas cenas fortes era impressionante.

Nanda levantou-se da cama de um sobressalto. "O que foi que eu fiz?" - disse ela. Vestiu-se rapidamente, recolocando o short e a blusinha. Abriu a porta e correu em direção ao quarto de Tom.

"Tomara que ele ainda não tenha visto..." torceu. Abriu a porta, no instante em que Tom saia do banheiro.

- ooh.. - exclamou ela.

Tom estava nú, e Nanda viu o enorme membro do irmão entre as pernas. Ela vira o rosto.

- Oi, mana.... desculpe... pronto, já me cobri.

- eu.. volto outra hora... - diz ela.

- não... já coloquei a toalha... pronto... pode ficar... - riu ele.

Ela voltou-se e procurou em algum celular o celular do irmão.

- vc queria alguma coisa? - perguntou ele. O celular estava na mesa, ao lado dele.

- não... nada... só queria... dizer oi...rsrs. - ela estava vermelhinha.

- então...rsrsr... oi... rsrsrs

- Oi... - ela sorriu sem jeito. "Credo" pensou ela, ao se lembrar da cena do irmão nú.

Tom, então, olhou para o celular e viu a luz acesa.

- parece que tem recado pra mim... - diz ele, pegando o aparelho na mão.

Nanda não sabia o que fazer... suas pernas falsearam. Ela queria sumir dali. Seu coração parecia querer sair do peito.

- Deixa eu ver... - dizia ele, verificando a caixa postal. - é um recado teu... - ele olhou apra ela, sorridente. - vou ler..

- não...! - quase grita a moça.

- Ei... vc está bem? - disse ele, e continuou o que estava fazendo.

Ele leu o recado, devagar. Nanda estava olhando para o outro lado. Não viu a toalha mover-se de forma brusca, como se uma alavanca tivesse sido desarmada lá dentro.

- Nanda... - disse Tom, suavemente.

Ela virou-se para ele. Parecia mais calma.

- é verdade isto..?

- bem... eu queria apagar antes que vc lesse...rsrsrs

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Dez e meio, ou mais. Você escreve muito bem, cria expectativas, adia resultados, aumentando o interesse. Parabéns, continue nos brindando com sua habilidade de criação.

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