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A loira e o chinelo

Autor: Mr. Chinelo
Categoria: Heterossexual
Data: 03/03/2010 19:56:53
Nota 9.50
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Em "Loira da bunda quente" (http://www.casadoscontos.com.br/texto/201002788) eu contei como conheci a Ana e como ela se mostrou adepta do spanking no nosso primeiro encontro, que aconteceu em Janeiro de 2010 em São Paulo.

Ambos moramos fora de São Paulo e viajamos para lá com frequência. Ainda assim não foi fácil coincidir nossas agendas para um segundo encontro, que finalmente aconteceu nessa semana. Passamos várias semanas planejando. Durante esse tempo eu fui mostrando a Ana o mundo do spanking, indicando a ela meus vídeos preferidos nos diversos sites especializados que eu conhecia. Ana dizia que não imaginava que iria sentir tanto tesão vendo aquilo e que estava louca para fazer algumas coisas que ela vira nos vídeos.

Eu disse a ela que seu próximo passo seria apanhar de chinelo. Eu adoro isso e tive pouquíssimas oportunidades de encontrar uma parceira que topasse. Ana topou e combinamos tudo direitinho.

No dia marcado, eu estava no meu hotel e Ana chegou linda e bem vestida - ela é advogada de um grande grupo e sabe se produzir muitíssimo bem. Quando ela entrou no saguão do hotel, todos olharam para ela, que realmente chamou a atenção. Ana veio até onde eu estava e sem dizer nada nos dirigimos aos elevadores. Podia sentir os olhares de inveja atrás de nós.

Ana carregava uma bolsa e dentro dela trazia um chinelo havaianas. Fazê-la trazer o próprio instrumento com o qual seria castigada era uma parte deliciosa do castigo. Ana relatou depois que teve dificuldades em se concentrar nas suas reuniões durante o dia pois a cada segundo se lembrava do chinelo na bolsa e se excitava.

Entramos no quarto, que eu deixara preparado, com iluminação indireta e com uma cadeira estrategicamente posicionada. Ana olhou e soube que seria ali que apanharia. Nos beijamos e eu disse a ela que era a última chance de desistir. Ela disse que esperara muito por isso e que não desistiria.

- Eu posso até chorar, mas desistir eu não vou, disse ela ainda sorrindo. Mal sabia o que a esperava...

Abri um vinho e tomamos uma taça, que só serviu para aumentar a ansiedade de Ana (e a minha também). Sentados no sofá, onde conversávamos e nos beijávamos, Ana olhava nervosa para a cadeira como que imaginando o que aconteceria com ela em alguns minutos. Fiz questão de demorar para beber aquela taça de vinho e observava Ana conversando e manipulando nervosamente a sua taça já vazia.

Quando terminei, retirei a taça dela de suas mãos e coloquei, junto com a minha, sobre a mesinha. Ana já havia tirado os sapatos, assim como eu já havia retirado minha gravata e paletó.

Ana vestia um belíssimo tailleur e estava de meia-calça.

- Você tem se comportado muito mal, Ana, não é verdade?

- Sim, ela respondeu, abaixando os olhos.

- Você sabe que precisa ser castigada por isso, não sabe?

- Si.. sim... ela gaguejava mostrando toda sua excitação.

- Você vai receber 12 chineladas e deverá contar cada uma delas e agradecer. Qualquer deslize e a contagem será reiniciada. Você entendeu?

- Sim, senhor, eu entendi.

- Traga o chinelo.

Ana se levantou, pegou o chinelo novinho na bolsa e me entregou. Ela mantinha os olhos para o chão e isso me deixava muito excitado, afinal ali estava uma advogada muito respeitada na sua profissão totalmente submissa e entregue à mim.

Indiquei a ela que deveria se ajoelhar na cadeira, segurando-se no encosto.

- Arrebite bem a sua bunda e não se mova, ou posso machucar suas costas!

Peguei o chinelo e me posicionei ao lado de Ana. Passei a mão em sua bunda, ainda sob a roupa e a meia-calça. Apliquei a primeira chinelada à meia-força, testando ainda os seus limites. Ana arqueou as costas, gemeu alto, mas não gritou e nem contou. Era o sinal de que ela suportava mais do que aquilo.

Aumentei a força nas duas próximas chineladas e encontrei o ponto certo - ela realmente queria sentir dor!

-Ai!!! Disse ela, após a terceira chinelada. E completou: - Uma, senhor. Obrigada!

Meu pau já se destacava dentro da calça do terno e, mesmo com o ar ligado, eu suava... Apliquei mais duas chineladas e parei para retirar a camisa. Fiz isso sem que Ana pudesse acompanhar, pois ela estava com o rosto para a parede e com ordens expressas de não se virar.

Voltei, alisei novamente e apliquei mais três.

- Seis!!! Obrigada, senhor! Ela gritou, antes de começar a soluçar baixinho...

Disse a ela para se levantar e retirar a meia-calça. Ela fez isso, com um olhar de preocupação...

Quando ela voltou para a posição, eu subi sua saia e pude ver o estrago que o chinelo já havia produzido em sua bunda, que estava muito vermelha.

Ana estava tensa - iria levar as chineladas restantes sem nenhuma proteção sobre a pele.

Apliquei a próxima...

- Ai!!! Ai!! AIII!!! Tá doendo muito... Com o corpo arqueado, segurando muito firme na cadeira, ela soluçou antes de contar e agradecer...

As duas próximas foram aplicadas rapidamente uma após a outra, sem que ela tivesse tempo de se mexer. A bunda dela estava muito vermelha e ela chorava baixinho, soluçando... mas manteve a contagem e os agradecimentos...

Aproveitei para tirar meus sapatos e meias... tirei o cinto que mostrei a ela:

- Olhe aqui o que espera você na próxima viagem. Ana arregalou os olhos...

Retirei minha calça, ficando apenas de cueca. Apliquei as três últimas chineladas em sequência, com um leve espaçamento entre elas, com muita força... a última foi especialmente dolorosa e deixou Ana chorando mais forte, soluçando...

Não me contive e acariciei seu rosto. Sua discreta maquiagem estava borrada com suas lágrimas... Tirei Ana da cadeira e a levei para a cama, onde a deitei de bruços... não pude deixar de admirar a obra de arte que estava sua bunda...

Tirei minha cueca e coloquei a camisinha. Eu não podia esperar por preliminares... passei um pouco de KY e mirei meu pau no cuzinho apertado de Ana, que eu já conhecia.

Entrei devagar e firme, até enterrar todo meu pau em sua bunda. Ana gemia e, como da primeira vez, já havia agarrado o travesseiro e mergulhara sua cabeça nele...

Eu comecei a foder aquela bunda e Ana dava uns gritinhos quando eu encostava mais forte em sua bunda - isso ainda doía...

- AI!!! Cachorro!!! Fode minha bunda, seu puto!!!! Puta que pariu!! Que tesão!!! Enfia!!!!

Não aguentei muito tempo e gozei dentro da bunda de Ana!!

Retirei meu pau, tirei a camisinha e me deitei ao lado de Ana. A primeira parte da transa estava completa...

moreno_mt1@hotmail.com

Mr. Chinelo

Comentários

25/01/2011 05:48:13
hummm, qdo sai o conto sobre a loira enfrentando a cinta? Acho ainda mais excitante que o chinelo... Tenho muuuuita curiosidade sobre o assunto. Vc costuma vir a São Paulo? Em que sites vc encontra videos sobre spanking? Tata
03/03/2010 20:29:20
sensacioan

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