Casa dos Contos Eróticos

Feed

Corno quis ver a mulher ser estuprada

Categoria: Heterossexual
Data: 19/01/2010 10:21:35
Nota 10.00
Ler comentários | Adicionar aos favoritos | Fazer denúncia

Fiz contato na sala de bate papo com um homem que gostaria de ver sua mulher sendo estuprada. Do primeiro contato até acontecer o fato demorou quase dois meses. Moramos em uma cidade relativamente pequena e a confiança e o desejo foi vencendo o receio de ambas as partes. O plano dele era de um assalto à casa, mas tudo isto sem ela jamais saber de nada. Ele bolou tudo, desde as roupas pretas, gorro, mochila, arma de brinquedo, administrou horários e tudo mais. Ate o dinheiro que eu iria roubar e depois devolver(é claro), ele bolou. Já trocávamos telefonemas, e-mails, fotos e tudo mais, mas qdo ele tirou a foto do pezinho dela(à meu pedido), eu passei a insistir em mais rapidez, pois me deixou com muito tesão.

Para encurtar, vou ser mais objetivo.

Ela com 30 anos, morena clara, cabelos lisos castanhos escuros, com corpo todo proporcional, mas nada de peitão nem bundão. Uma beleza simples, mas tocante.

Ele sempre contou que ela chega do serviço e eles ficam conversando enquanto fazem um lanche e depois ela toma seu banho e fica quase meia hora depois penteando os cabelos na frente do espelho antes de deitar.

Qdo pedi rapidez o plano foi mudado afim de usar o pretexto de um entregador de pizza bater a campainha para que eu entrasse na casa no momento em que ela ainda estivesse no banho. Não podia despertar suspeitas nos vizinhos, e combinamos que eu entraria segundos depois da saída do entregador de pizza. Uma luz acessa na casa, foi o sinal que tudo estava correndo bem, e dentro do plano combinado.

Enquanto ela ainda estava no banho, eu com fita adesiva bem forte e com ajuda do corno, que sentado num banquinho, foi amordaçado e imobilizado pelos braços e pernas. Assim sendo, ela teria melhor noção do andamento do assalto, afim de não reagir.

Assim foi feito, e ele ainda bolou colocar som alto para hipótese dela gritar ao ser abordada por mim. Meu coração estava na boca, eu tinha muito medo de algo dar errado. Escutava barulho dela dentro do banheiro e tinha vontade de desistir. Afim de não dar tempo dela me ver, assim que ela mexeu na porta eu anunciei assalto calando um suspiro de pavor ao tampar a boca e colocar o revolver de perfil à sua cabeça. Ela dava passos para trás, e eu nunca tinha feito isto, mas lhe puxei com violência e disse em tom bem ameaçador e autoritário: DAQUI A UNS DIAS SE VC QUISER SENTAR NUMA MESA PARA CONTAR COMO FOI ASSALTADA, VC FAÇA SOMENTE O QUE EU MANDAR. MAS SE NÃO FIZER, EU TE APAGO DEPOIS APAGO AQUELE BACANA ALI, VIU???

Ela começou a chorar de imediato. Vale lembrar que o roupão estava aberto e ela usava somente uma calcinha da cor da pele. Eu nada de ser sacana com relação aos seus seios ou coisa assim, pois procurava representar bem o papel de ladrão. Andar ao lado daquela mulher após o banho toda cheirosa já me deixava com tesão. Ela me viu jogar o corno no chão com uma pesada e ameaçando matá-los se ele tentasse alguma fuga ou esconder o dinheiro de mim.

Eu usava um gorro preto, que quase tampava os olhos, falava sempre rápido mostrando desequilíbrio pessoal e sempre com a falsa arma na mão. Já tinha recolhido aparelhos eletrônicos e dinheiro combinados, qdo a levei para a cozinha abri a geladeira tirei uma latinha de cerveja e tomei olhando para ela que muito tremia e chorava. Comi também uma fatia da pizza.

O telefone fixo começou a tocar e ameacei matá-los se algo desse errado. Sem ela ver, ele me tranqüilizou com o olhar demonstrando que a ligação era sem valor. Foi neste silencio após esta ligação que comecei com olhar mais sacanas para ela. Ainda tinha muita cerveja, bebi quase toda naquele silencio. Informado por ele, sabia que ela tem muito tesão nos seios. O roupão estava quase desfazendo o laço na cintura. Olhei para seus seios com grande sacanagem nos olhos e ela sentada no banco que o corno tinha sido jogado no chão, chorava. O corno encolhido no chão com mãos amarradas para trás, quieto. Em tom bem picante, anunciei que agora seria o melhor da festa, e que tinha muito tempo que eu não comia uma mulher tão gostosa assim. E com ela sentada no banco de frente para o espelho que ela gosta de pentear seus cabelos eu comecei a tocar seus seios dizendo: Q delicia, q delicia. Ela balançava a cabeça em tom negativo e aumentava o choro. O corno fingia bem não estar gostando. Levei e a deitei na cama, e seus pulsos foram encaixados e colados num acessório à cabeceira. Ela deitada chorava muito com a boca amordaçada e eu chupava seus seios sem parar mostrando tara e desequilíbrio. Seu choro me incomodou e eu fui ate o som e tirei o fio da tomada e disse que queria ouvir seu gemido gostoso e que ela tinha que parar de chorar, pois se não o corno iria morrer se ela não me desse gostoso. E perguntava pro corno: E AI BACANA, QUER VER SUA MULHER DANDO PRA OUTRO OU QUER MORRER??? QUER MORRER??? Ele respondia negativamente.

Ela parou de chorar para eu chupar seus seios. Já sentia que ela não esboçava reação contraria. O roupão já estava aberto e eu passava as mãos por suas pernas e seios num ritmo alucinado de doido. Ela começou a ficar quietinha. Para tirar seu roupão eu tinha que tirar a atadura adesiva das mãos, e isto eu não fiz. Demorei chegar naquela xota cheirosa pós banho, e em descompasso enfiava meu nariz com força sobre a calcinha fazendo ela ter as primeiras contrações de quem esta gostando. Mas ao tirar sua calcinha vi que aquela xotinha ainda não estava molhada. Dei um pulo no seu pescoço e disse ameaçando: VOU TIRAR O LACRE DA SUA BOCA E VOU TE BEIJAR MUITO. SE DEPOIS EU VER QUE SUA XOTA NÃO ESTA MOLHADA, O BACANA VAI GANHAR UM CHUTE NO SACO QUE NUNCA MAIS VAI CONSEGUIR TE METER. Ordenei: - OLHA PRO CORNO, ELE QUER QUE VC ME BEIJA. Os dois olhando um para o outro fizeram sinal positivo.

Seu beijo no inicio foi nojento, mas logo mudou pra melhor. Senti que ela começou a mexer com as pernas para me facilitar. Mas minha situação era desconfortável pois a todo tempo tinha que segurar a falsa arma afim de não mostrar descuido. Dava cada sacudida nela afim de mostrar comportamento tarado e perguntava se já podia chupar a xota molhadinha dela. Ela insistia no beijo demorado afim de prolongar o tempo para sua xota molhar. Ela não agüentou quando sentiu meu dedo dar uma apertada bem sacana na sua xota e deu aquela suspirada de prazer bem gostosa.

Ao ouvir isto, eu disse: OLHA AI CORNINHO, SUA PUTINHA VAI SALVAR SUA VIDA, POIS VAI ME DAR GOSTOSO. E comecei a tirar minha roupa. Qdo ela olhou para meu cassete, fechou os olhos em tom serio. Sentei com meu cassete perto de seu rosto, e disse: CHUPA MEU CASSETE AGORA SEM ESBARRAR OS DENTES, SE NÃO VAI SER A ULTIMA LINGÜIÇA QUE SEUS DENTES TOCAM. E mostrei o revolver a ela. Sua posição era desconfortável para me chupar de barriga pra cima e mãos amarradas, mas vi pelo olhar que o corno estava gostando. Minha mão puxava sua nuca para poder enfiar mais meu cassete em sua boca. Depois ela começou a tomar mais gosto no boquete, e já abria as pernas para eu enfiar meus dedos naquela xota que já estava começando a ficar molhada.

Soltei a parte debaixo do adesivo que prendia suas mãos à cabeceira, mas ela ainda continuava de mãos atadas e puxei o roupão por cima de sua cabeça, indo parar nos braços, sem poder tirar. Qdo a coloquei de 4, ela disse ao marido: - Meu bem, te amo, te amo. Eu vi que naquele momento poderia mostrar pra ele que ela estava gostando, assim, coloquei ela com rosto de frente para ele, e comecei a enfiar os dedos na sua xota fazendo sacanagens. Falava que era para ela olhar pro corninho e mostrar pra ele que estava gostando de levar um cassete de um macho na xota. Ela de olhos fechados baixava o olhar. Ganhou uns puxões de cabelo por causa disto. Eram puxões de cabelos seguidos de beijos com meu cassete grudado na sua bunda. Enfiei a língua na sua xota e ela de 4 fez movimento para ajudar. Levantei da cama segurando seus cabelos e dei dois chutes nas pernas do corno dizendo que ele tinha uma puta dentro de casa. Ela pedia para não bater nele que ela fazia tudo que eu quisesse. E era tudo que eu queria ouvir. hahahaha...

Mandei ela descer as calças do corno(que tinha adesivo prendendo uma perna na outra), e que se ele estivesse de pau duro, eu iria meter nela agora, mas se ele não estivesse de pau duro eu iria embora. Claro que eu já sabia que ele iria estar com ereção ao ver a mulher dele dando pra outro, né? Ela começou a demorar e tomou uma sacudida para agilizar. Foi qdo vimos que ele estava de pau duro. Ela assustou pois esperava o contrario.

Tomou outro puxão de cabelo para voltar pra cama. Custei a achar em qual bolso da blusa estavam as camisinhas. A fiz colocar a camisinha no meu pau, para o corno ver. Ela foi falar que não sabia e ganhou o revolver na testa e ordem para aprender. Suas mãos, mesmo de pulso atado, deram conta do serviço direitinho.

Sem soltar seus pulsos, comecei a fuder de quatro aquela xota toda molhada. Fui logo enfiando tudo de uma vez, sem demonstrar carinho ou coisa assim. Fazendo pegada forte na cintura, controlei o vai vem afim de não gozar e ela de frente pro corno gemeu no meu cassete. Puxava forte seus ombros, puxava seus cabelos. Não sei gozou, mas afundou a cabeça no roupão que estava em seus braços e ficou mole, parando de empinar a bunda.

Os olhos do corno brilhavam de alegria.

Mandei ela virar de lado na cama, e eu ajoelhado comecei e enfiar meu cassete na sua xota. Ela voltou a rebolar e comentei com o corno que a mulher dele é putinha e que fica rebitando a bunda para outro macho na frente do corno.

Ele um pouco sentado e um pouco deitado no canto e de calças abaixadas mostrava pelo olhar que estava gostando do que estava vendo. Ela viu esta expressão de alegria nos olhos dele. E assim ficou mais calma, e deu mais gostoso.

Não sei se foi a cerveja ou se era o revolver na mão, mas não consegui gozar.

A única idéia que tive para poder largar o revolver um pouco, foi faze-la enfiar as pernas atadas do corno entre seus braços atados no pulso (e ainda tinha o roupão pra atrapalhar), e chupar o cassete do corno enquanto eu ia metendo nela.

Tive vontade de meter no cuzinho, mas a ultima mulher que meti no cuzinho de uma outra mulher, tinha me sujado todo, e resolvi não enfiar meu cassete ali.

Bati demais na bunda dela enquanto fudia sua xota de 4. Ao sentir que o gozo estava chegando mandei ela parar de chupar o corno para eu gozar na boca dela. A falta de jeito estava tanto que o corno esbarrou o joelho no queixo dela, que cortou um pouco os lábios. Mas foi muito erótico ver aquela boca sangrando um pouco e meu cassete entrando. Já tinha tirado a camisinha e as vezes tirava o cassete da boca dela e dava lambadas no seu rosto. Ela começou a gostar de apanhar do cassete. E com as mãos no seu rosto, meti na sua boca como se fosse na sua xota. Segurei seu rosto na hora do gozo. Urreiiiiiiiiiiiiiiiiiii ficando nas pontas dos pés. Foi a primeira mulher que gostei de ficar com meu cassete na boca dela depois que gozei.

Depois de um tempinho eu retirei o adesivo que atava seus pulsos, e mandei deitar de bunda pra cima na cama. Assim eu tinha o controle sobre cada movimento dela. Mandava perguntar se o corno estava gostando do que estava vendo, e ela perguntava com voz bem sacana, e ele respondia que sim. Assim fui transando e tomando confiança. Mandei ela virar de frente pra mim, e de frango assado, com os joelhos encostados em seus seios, comecei a fuder com força aquela buceta ate deixar toda arreganhada. Ela gozou dizendo o tal do: Te amo. Aquilo me fudeu. Claro que estava dizendo “Te amo” para o corno, mas a vontade de dar um tiro na cabeça dela foi imediata.

rsrsrsrs

Coloquei ela de 4 de novo, fiquei olhando seu pezinho lindo. Falando sacanagens tipo: Toma gostosa, toma um pau grosso na xota, grita e chora no pau de um macho que esta arreganhando sua buceta. Grita putinha. Toma sua gostosa, geme alto para o corninho ver sua xota toda arrebentada. Ela de olhos fechados ja não escondia o prazer. Se deixava levar a qualquer ordem que eu dava. Gemia alto me obedecendo. E depois de fazer uma pegada forte por bom tempo gozamos juntos fazendo urros e gemidos bem eróticos

Seu rosto era o retrato da mulher saciada.

Pensei ate em tomar um banho com ela, mas já era bem tarde.

Voltei a atar seus pulsos com adesivo, e também suas pernas explicando-lhes que poderiam depois levantar, pegar telefone e ligar para a policia, mas que daria tempo suficiente para eu sumir dali.

Atar as pernas, vendo aquele pezinho lindo e ela ainda nua, me deu ereção novamente, mas deixei pra lá.

Antes de sair, dei mais um safanão no corno e dei aviso que era pra ele não abrir mais a porta pra estranhos, e que eu já não era mais estranho e gostaria de voltar para comer a mulherzinha dele de novo.

Eles não esboçaram reação.

O corno me contou depois que transaram após conseguirem se soltar. Contou também que logo que ela começou a chupa-lo enquanto eu fodia a xota dela, ele gozou de imediato. Entraram em acordo de não registrar ocorrência policial. Contou que conversaram muito depois disto, onde ela desconversava dizendo não sabia onde estava com a cabeça naquele dia, e que tinha feito aquilo tudo por medo e tal ...

Vai saber, né???

Comentários

02/02/2010 08:33:48
delicioso!!!
19/01/2010 19:11:49
Muito bom! Leia o nosso e dê sua opinião. É do mesmo estilo. Ela me traiu e salvou nosso casamento
19/01/2010 12:38:00
HUM ADOREI MUITO BOM MESMO PARABENS NOTA 10 .Tambem escrevi um gostaria que dese sua opinao o nome do conto SEU NOME E ALINE http://www.casadoscontos.com.br/texto/201001600
19/01/2010 10:39:11
ótimo conto

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.