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Pagando a divida do bar

Autor: rio40graus
Categoria: Heterossexual
Data: 29/12/2009 14:48:54
Nota 8.00
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Me chamo Manoel sou da cidade do Porto de Portugal, hoje moro em Sp na zona sul onde tenho uma pequena mercearia onde eu vendo de tudo um pouco. Para as pessoas mais conhecidas da rua onde moro faço ate abertura de contas no meu estabelecimento para pagamento na data dos seus salários.

Nesta mesmo rua, uma das ultimas casa morava um casal sem filhos, Carlos e a Janete uma mulatona muito apetitosa que não dava cartaz para ninguém. O seu Carlos bebia demais e por varias vezes a sua conta ficava um ou dois meses no Maximo sem pagar e já estávamos entrando no terceiro mês de uma divida sua sem pagamento. Em um Domingo a tarde de muita chuva aqui em Sp fui na casa do casal cobrar o meu dinheiro, fui recebido pela Janete que pediu que eu entrasse ela estava chorando e me pediu mil desculpas por não ter pago ainda a conta e me pegando pela mão me levou até o seu quarto e mostrou o Carlos jogado na cama de sapato e tudo totalmente embriagado e logo ela começou a chorar.

Aninhei ela no meu ombro e logo abracei o seu corpo que estava todo cheiroso denunciando que ela havia saído do banho e estava toda cheirosa esperando o inútil que chegou bêbado e se jogou logo na cama. Ela me confidenciou que estavam com o aluguel também atrasado a dois meses e abraçado ao meu corpo fui fazendo carinho nas suas costas e falando que entendia o seu problema mas que precisa cobrar a divida da mercearia que já estava em 250 reais e não tinha recebido nada ate o momento.

Voltamos para a sala e ficamos conversando no sofá e ela toda sem graça não sabia o que dizer e nem falar, enquanto isso eu acariciava o seus braços de pelos aloirados e já repousava uma de minhas mãos na sua coxa sobre a saia longa de um tecido fino.

- Janete quero te ajudar, mas preciso que vc me ajude também.

- Sr Manoel o que o senhor esta querendo dizer com isso?

Fui passando mais e mais a mão na sua coxa e apertando levemente elas e logo em seguida com mais força.

- Sr Manoel não sou disso, o meu marido vai pagar

- Bem Janete já que vc não quer entrar em um acordo comigo, vou conversar com um policial amigo meu e mandar ele vir cobrar a divida aqui com vcs.

E pegando no meu braço com força, logo ela me pediu para sentar de novo no sofá, dizendo que podíamos conversar e chegar a um acordo. Sentei mais próximo dela e já fui agarrando a sua cintura e beijando o seu pescoço deixando ela toda arrepiada e confusa.

- Sr Manoel não faz assim, vamos conversar, o Carlos esta aqui. Hummmmmmm

Ela gemia baixinho a cada beijo meu no seu pescoço, tranqüilizei ela e falei que seria muito carinhoso com ela, e logo vi os seus braços me envolverem em um abraço apertado enquanto eu pegava nos seus peitões fazendo ela sentir todo o tesão guardado que tinha por ela. Beijei a sua boca carnuda de mulata fazendo ela sentir todo o meu calor e o quanto eu a queria, e a tranqüilizava que do jeito que o seu marido estava nem se tivesse um terremoto ele acordaria. Puxei uma de suas coxas grossas para o meu colo enquanto metia a mão pode debaixo da sua saia e encontrava aquela bunda dura carnuda que tanto desejava a minha disposição. Mordi a sua orelha e falei no seu ouvido o quanto eu a desejava e como estava louco por ela.

- Sr Manoel paraaaaaaaa, não faz assimmmmmmmmm, não paraaaaaaaaaaa

Senti aquela rainha negra toda carente nos meus braços e não perdi tempo e levantando a sua saia e deitando ela no sofá, percebi que estava sem calcinha e que estava esperando aquele corno chegar para come-la e ele estava ali do lado bêbado feito um gambá deixando aquela mulata chupando o dedo. Mas quem iria chupar ela seria eu, e logo estava com as suas coxas no meu ombro e ajoelhado no chão cai de boca naquela xoxota negra totalmente depilada que babava de tanto tesão, nunca tinha visto uma mulher ficar tão molhada quanto ela. Bati na sua bucetinha deixando o grelo bem pontudo para fora, e abrindo o lábios da sua bucetona, meti a língua no seu grelo fazendo ela tremer as coxas e me segurar pelos cabelos tentando fazer eu chupar mais e mais a sua bucetona, e com ela toda arreganhada e com o seu liquido escorrendo pelo seu cuzinho fiz um dedo desaparecer naquele buraquinho deixando ela mais louco ainda.

- Sr Manoelllllllllllllllll, chupa o meu greloooooooo, não paraaaaaaaaaaa, soca o dedinho no meu cuzinhooooooooooooo

Meti muito o dedo no cuzinho dela enquanto chupava e lambia o seu grelão sem parar fazendo ela delirar com a minha boca, fiquei de pé abri a minha calça e mandei que sentasse na ponta do sofá e fiquei batendo com o meu pau duraço na sua cara, dizendo que ela iria pagar a divida do seu marido com a xoxota, com a boca e principalmente com o cuzinho. Ela balançava a cabeça dizendo que sim e caiu de boca no meu caralhão mamando ele feito uma cabritinha, eu puxava os seus cabelos alisados e fazia ela olhar para mim enquanto passava a língua na cabeça do meu pau e mandando ela abrir a boca o mais que podia eu enfiava tudo na sua boca ate ela se engasgar e babar o meu caralho todo com a sua saliva. Joguei ela de costas de novo no sofá e meti a língua com força na sua buceta fazendo ela delirar, a negrona tremia todo o corpo, os seus pelinhos do corpo todo estavam ouriçados ela arqueava o seu corpo para cima me oferecendo mais a xoxota e anunciava que estava gozando apertando a minha cabeça com aquelas coxonas me sufocando com aquele bucetão divino. Logo que parou de gozar sem fôlego nenhum, respirando com dificuldade, meti o meu caralhão com tudo na sua xoxota arrancando um gritinho dela manhoso, e toda dengosa me pedia:

- Sr Manoel mete tudoooooooooooo, mete gostosoooooooooo meu português tesudooooooooooooo, soca esta piroca branca na sua negrinha meteeeee meu gostosinhooooooooooo

E vendo aquela boca fazendo biquinho não agüentei e mandei a piroca para dentro daquele xoxota com gosto, sentia os meus culhões batendo na bunda dela, tirei toda a sua roupa e cai de boca nos seus melões que estava pontudos e durinhos fazendo ela gemer com gosto. Sentei no sofá e mandei que ela sentasse na minha piroca enquanto eu chupava os seus peitões e socava um dedo no seu cuzinho. Ela foi a loucura, segurava nas costas do sofá e metia a bucetona com tudo no meu pau gozando mais uma vez e agora na ponta do meu caralho. Peguei ela de novo pelos cabelos e beijei muito a sua boca enquanto metia sem parar na sua buceta e enterrava dois dedos no seu cuzinho, pensei que a mulata iria desmaiar nos meus braços e ficou toda mole e gozou dando espasmos com o seu corpo sobre o meu caralhão, joguei ela de ladinho coloquei uma perna dela no braço do sofá e de ladinho fui pincelando o seu cuzinho com a ponta do meu caralho e ela pedia baixinho:

- Sr Manoel mete devagar eu não tenho o costume de dar o meu rabinho.

E vendo ela fazer um novo biquinho coloquei a pirocona na portinha do seu cuzinho e fui empurrando enquanto ela jogava o rabo para trás e sentia a minha pirocona rasgando o seu cuzinho todo, mandei que tocasse uma siririca para mim e meti com tudo no seu rabico fazendo ela gemer de dor e de prazer fiquei metendo, metendo ate ela não agüentar mais e mais uma vez vi o seu corpo tremendo e sem conseguir mais segurar o meu gozo enchi o seu cuzinho de porra quente fazendo ela desmaiar com a respiração toda descompassada. Fomos tomar banho juntos e ela ainda pagou um boquete para mim gostoso no chuveiro, me levou ate a porta e ainda me perguntou pela divida. Disse para ela que tinha pago parte da divida e que ainda iria mandar um presente para ela amanha quando o seu esposo saísse.

No dia seguinte ao ver o seu esposo passar, liguei para ela e mandei que fosse as 14 horas na mercearia, ofereci um emprego para ela, arrumei um dinheiro para pagar o seu aluguel e ainda dei uma cesta de mantimentos para ela. Hoje ela com o consentimento do bêbado do seu marido trabalho comigo na mercearia e muitas das vezes as tardes quando esta passando vale a pena ver de novo na televisão ela esta encostada no balcão enquanto eu fico embaixo chupando a sua buceta sem parar e logo depois que ela goza e fico no balcão para algum atendimento enquanto ela pega o meu caralho com gosto e faz eu gozar dentro da sua boca quente, muitas vezes quando não entra nenhum cliente estamos os dois no balcão da mercearia, eu com o dedo atochado direto no cuzão dela e ela tocando uma no meu pau. Sempre o Carlos passa por la para tomar umas e outras, eu não bebo, gosto mais de comer carnersrsrsrsrsr

Comentários

30/12/2009 15:24:57
Este conto é completamente irreal.
29/12/2009 15:48:19
Duvido que seja verídico mas foi legal.

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