Casa dos Contos Eróticos

Entre poesias e ondas

Autor: Hella
Categoria: Heterossexual
Data: 21/12/2009 03:22:08
Nota 9.69
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Amor é fogo que arde sem se ver

É ferida que dói, e não se sente.

Aos meus 13 anos de idade, isso a 6 anos atrás, a poesia e a cultura começavam a me fazer a cabeça. Eu lembro, era uma garota extrovertida, magrela, a mais alta da sala, mais até que os meninos. E era uma romântica. Sonhando e fazendo poesias. Nessa época da infância querida, havia, dissonando dentre tantas coisas de boa lembrança, Léo. Um primo o qual eu não suportava. Um pirralho, um ano mais novo que eu, cabelos castanho-escuros sempre desajeitados, meio sardentinho, agitado que ele só. A única coisa que nele eu gostava de ver eram os olhos, tão azuis que deixavam tonto que os olhasse por muito tempo. Vivia me importunando, fazendo das brincadeiras bestas de meninos. Meus cabelos, sempre longos, sofreram com seus puxões provocativos e inesperados. Eu tinha de aturá-lo naqueles feriados onde a família toda se reunia, na casa de algum tio ou da avó...Eram uma candura, uma doçura aqueles tempos, me faz saltar o coração só com a nostalgia de escrever essas palavras. Exceto pelo Léo. Lembro bem de um certo feriado natalino, esse de seis anos atrás, onde eu, após muito ter me divertido, na expectativa da virada para o dia 25, fui relaxar em um poltrona da grande sala da casa dos avós. Estava com vestidinho branco, lindo, laço no cabelo, toda perfumada, lendo um livro do Camões. No meio do “...esta foi a celeste formosura, Da minha Circe, e o mágico veneno...”, o esquisito e inconveniente do meu primo Léo derramou uma taça de vinho em cima de mim, manchando o vestido branco e o precioso livro de Camões que achei na estante. Nunca eu tinha me exaltado tanto com ele. Em lágrimas, eu disse tudo o que estava guardando, também aos gritos. Só lembro-me dele parado, face lívida e pálida, sem o costumeiro sorriso de moleque.

Depois daquele feriado, a família de Léo haveria de se mudar de estado, em virtude do trabalho de seu pai. Então eles não apareceram mais nas festas e feriados. Eu me senti aliviada, chega de Léo me importunando nesses encontros. Só um pouquinho de peso na consciência por em nosso último encontro eu lhe ter “soltado o verbo”. Afinal, tudo o que começa com raiva, acaba em vergonha, já dizia Benjamim Franklin.

Seis anos depois daquele certo natal se avizinha o ano novo. Os costumeiros encontros haviam perdido força nos últimos anos, mas meu pai, em intenção de reascender as chamas das relações familiares, resolveu chamar a todos para passar a virada em nossa nova casa na praia. Eu já com meus 19 anos, cursando faculdade, me empolguei pouco com a idéia, mas achei que seriam bons uns momentos perto do mar, o Mar que ganhou o abismo e o perigo, mas que espelha o céu. Minha mãe, conversando comigo, me disse a certa altura:

- Ah, seu primo Léo vêm passar conosco, lembra dele? Aquele que você quase ensurdeceu na casa dos avôs, lembra?

- Mal e mal – Respondi, virando os olhos, meio que fazendo pouco caso. Agora adulta, ainda me fazia ferver o sangue aquele nome, mesmo eu o tendo visto pela última vez aos 12 anos dele, o pobre diabo. Lembranças da infância, às vezes, marcam mais que ferro em brasa.

Surpreendi-me, quando, casa cheia, em uma tardezinha de verão, o sol beliscando o horizonte, chega a família do Léo. A sua irmãzinha que eu não conhecia, pai e mãe, e ele, que eu também não conheci de repente. Só vi um rapaz alto, de cabelos desgrenhados, mas não por falta de cuidado, e sim feitos a uma maneira proposital e charmosa. Seus olhos ainda poderosamente azuis. Seu corpo, não mais franzino, e sim bem delineado e trabalhado. E um sorriso na face. Não mais zombeteiro, mas espontâneo, agradável, gostoso. Eu até levei aquele choque costumeiro de quem não vê alguém há muito tempo, e quando esse alguém reaparece, você não mais reconhece, tamanha a mudança, mais forte caso ainda no caso das crianças.

- Nossa, que moça linda você se tornou, Andi (o diminutivo carinhoso de Andressa) – Dizia o meu tio. – E não seguiu carreira de modelo? Você continua mais alta que o Léo.

- São os saltos, pai. Hoje, acho que somos da mesma altura. – Disse o meu mudado primo, enquanto me abraçava, em resposta ao elogio do seu pai a mim. Mas era verdade, eu estava com uns bons saltos.

Durante as conversas, os passeios com outros primos, irmãos, tios, etc; e tantas outras coisas mais naquela cidade litorânea, confesso que não tirava os olhos dele. E desta a vez, ao contrário de tantas outras, ele poucas vezes me dirigia a palavra. Tão pouco conversávamos. Eu esperava ver um jovem inconseqüente, e estava vendo um rapaz muito bem articulado nas palavras, muito educado e culto, conhecedor de livros e vinhos, e filmes do Bergman e do Kurosawa. Passou pela Nova Zelândia e pela Espanha, contava ao meu irmão. Eu escutando de canto.

Durante o jantar, coincidentemente, eu estava de vestido branco. Família toda reunida. Recontando histórias do passado. Alguém falou do dia em que exasperei com o Léo. Ele sorriu.

- E você, com esse vestidinho branco, agora. Mas nem se preocupe, dessa vez eu vou me cuidar. – Ele disse.

Eu fiquei vermelha e respondi um tímido “Tudo bem”, desviando o olhar.

- Aquilo foi no natal – Alguém falou, nem vi direito quem. Agora é véspera de ano novo. Ele tem que derramar champanhe. – Todos riram.

- Jamais haverá ano novo, se continuar a copiar os erros dos anos velhos... – Falou meu primo Léo. Sim, eu pensei...ele estava citando Camões! Uma frase do lusitano. Isso para coroar o quão surpresa eu havia ficado com a mudança dele.

Era um dia antes da virada do ano. Naquela noite após o jantar, pela madrugada, resolvi ir tomar banho de lua no telhado da casa, reto, por onde eu subia com certa habilidade pela janela de um quarto. Os outros, ou dormiam, ou haviam saído para alguma festa, no caso dos mais jovens. Eu quis apreciar o silêncio e o barulho ondino das rebentações marítimas. Estava com um shortinho jeans azul, e biquíni vermelho, cabelos presos em um rabo de cavalo, deitada a uma esteira artesanal, olhando o céu. Quando ouço, então, uma voz.

- Oi prima. E as estrelas? – Era o Léo, subindo ali pela varanda, de calção e camiseta.

- Ainda ali. E você? Pensei que havia saído com os outros. – Falei tentando parecer descompromissada, mas o coração palpitando um tanto mais forte.

- Resolvi descansar um pouco. Não se importa se eu ficar aqui um pouco? Se quiser eu saio...

- Não, tudo bem. Pode até pegar um lado aqui da esteira. – Eu lhe falei, deixando um espaço, ao qual ele chegou.

Conversamos várias coisas. Rimos baixinho. Ele falava bem humorado sobre o quanto era impertinente. E eu comentei o quanto ele havia mudado.

- Gostou do que viu? – Ele perguntou.

- Por quê? – Foi a minha resposta. Irônico que sempre detestei responder perguntas com perguntas.

- Porque você foi o motivo da minha mudança. Sabe, quando éramos pequenos, eu era meio apaixonado por você. Na verdade, você foi minha primeira paixão. Uma menina linda, alta, perfumada...Só que, bem, quando criança, essa paixão eu demonstrava te importunando. Garotos são mesmo uns bestas, né?

Eu estava pasma após a revelação. Então por isso ele não largava do meu pé. Uma paixãozinha infantil.

- Eu...Não sei o que dizer, Léo. Eu também era uma cabeça de vento, e nem percebi nada.

- Que nada, você sempre foi tão inteligente. Aquele dia eu consegui filar uma taça de vinho da mesa e queria te levar, mas me atrapalhei e deu no que deu. Quando você me deu a bronca, eu quis tanto que você gostasse de mim que resolvi mudar. Comecei lendo poesias. A primeira foi daquele livro do Camões. Até hoje têm a mancha de vinho, bem na página da Circe... Posso dizer que esses anos você foi a minha Circe.

Ficamos em absoluto silêncio. Eu prendendo a respiração até o fim. Percebi-o também tenso. Até que ele começou a murmurar:

Os cabelos, castanhos cor de trigo, esvoaçando ao vento amigo

Os olhos esmeralda em cor, doces em sabor.

Os cabelos dela, longos e brilhantes, denunciam batidas dos corações

Amantes.

A pele branca, macia, cheirosa, eu só posso equiparar a pétala mais bela da mais

bela rosa.

Seu corpo, miragem que vêm do canto de uma ninfa, de uma sereia, de

uma fada, de um querubim.

Eu queimando em brasa, desejando, sonhando, apenas querendo sentir

sua pele, seus cabelos, seu perfume, um pouco mais perto de mim.

Ele parou.

- Eu fiz esse poema perto daquela época, em sua homenagem. Eu sei que é bem fraquinho, mas é que eu não sou muito...

Sem o deixar terminar a frase, eu me virei, subindo quase em seu corpo. E o beijei a boca, primeiro os lábios, depois, deixamos nossa língua explorar, uma a boca do outro. Eu lhe segurava o rosto, ele, minha cintura. Eu lhe beijava forte o pescoço, enquanto ele me acariciava a nuca. Sobre o corpo dele, as pernas de cada lado, me levantei. Enquanto Léo me olhava, eu retirava a parte de cima do biquíni, expondo a ele meus seios, os quais ele segurou com delicadeza. Eu fiz meus cabelos, longos e brilhantes, castanhos da cor do trigo, como ele dizia, roçarem em seu peito, enquanto eu lhe beijava o tórax definido.

Em dado momento, Léo sentou e me colocou sobre seu colo, de onde me começou a beijar os seios, e eu coloquei a mão por dentro de seu calção. Lá, eu segurei em seu membro rígido, grosso, e comecei a massagear com entusiasmo, sentido ele se dilatar mais e mais dentro da minha mão, tirando-o para fora da roupa. Quando estávamos suspirando alto, eu fiquei de pé e vagarosamente baixei o shortinho até tirá-lo todo. Léo se encarregou de tirar o restante do biquíni. E da posição onde estava, meio agachado, começou a me fazer o melhor sexo oral que eu já havia experimentado. Massageou meus grandes lábios com beijos, enquanto seus dedos habilidosos me estimulavam o clitóris. Penetrou minha vagina com sua língua, em movimentos rápidos e ritmados, e vez ou outra sorvia, sugava o clitóris, quando dali seus dedos deixavam para explorar melhor meu corpo. Eu me segurava para não gritar.

Quando estava toda lubrificada, ele sentindo meus líquidos em sua boca, eu percebendo seu pênis em total estado de ereção, lhe empurrei os ombros para que ele se deitasse. Quando o fez, comecei a descer meu sexo em direção ao seu membro ingurgitado, usando minha mão para firmá-lo na posição certa, até que fiz com que ele me penetrasse, cada vez mais fundo. Devidamente prontos, eu o cavalgava praticamente, feito amazona, e ele mexia-se como podia para me fazer sentir tudo o que havia lá dentro, me segurando forte pela cintura, me ajudando os movimentos.

Não era dos locais mais apropriados. Era um telhado, afinal. Quando estávamos próximo ao clímax, ele ficou de pé, me elevando com as mãos, eu deitada, meio inclinada, meio suspensa no ar. A penetração atingiu seus níveis mais profundos. Se movimentado e estocando firme, segurando forte minhas coxas. Nos já havíamos deixado a preocupação de lado e gritávamos com as ondas, de prazer. No vai e vêm constante, eu minha vagina ficou tão preenchida e tão sensível que pude sentir cada veia dilatada, cada volta do formato de sua virilidade. Atingimos um clímax sensacional, praticamente juntos. Eu senti ele ejacular dentro de mim, seu sêmen me invadindo todo interior, se misturando aos meus próprios fluídos, os espalhando em volta quando ele retirou sonoramente de dentro de mim. Ele me pousou com delicadeza, e se deitou por cima de mim, me beijando a boca, apaixonadamente.

Quando eu estava ainda voltando a mim, depois do orgasmo, ele começou a explorar de novo meu corpo com a língua, a fim descobrir minhas outras zonas erógenas. Após algum tempo, desta vez deitados, recomeçou o sexo oral em mim, até recuperar as energias para mais um rodada. Foi extasiante. O poema do Camões fala sobre contentamento descontente. E sobre tantas outras coisas contrárias, um exercício de antíteses. Na hora eu formulei algo assim;

Suave firmeza

Robusta delicadeza

De mãos fortes, mas frágeis toques

Calor que desperta em estupor

Corpos que se entrelaçam

E olhos que por cada volta deles, passam.

Era quase manhã quando desci escondida para meu quarto. E Léo correu para o mar, para nadar e dar uma disfarçada. Naquela virada do ano, quando vimos fogos refletirem no mar, multicoloridos, estávamos abraçados, nos aconchegando um no outro, mas de uma forma ingênua, não erotizada, para ninguém notar algo de errado. O que aconteceu depois? Outra história.

E como diria o poeta de além mar:

“Mas como causar pode seu favor

Nos corações humanos amizade;

Se tão contrário a si é o mesmo amor?”

Comentários

06/02/2016 03:58:29
Li uma vez quando nem tinha conta aqui, foi um conto que nunca saiu da minha mente, pois a forma como é escrito, o enredo e acima disso tudo, é excitante sem ser vulgar. Nota 1000 é pouco, é um insulto para essa obra. Se esse site tivesse mais pessoas que soubessem quem foi Bergmann ou Kurosawa, o nível de enredo e escrita seria outro. Parabéns por conseguir excitar e maravilhar ao mesmo tempo.
24/02/2013 12:04:02
Bem escrito, mas o domínio dos sentidos é tão avassalador que desconcerta o comum dos mortais
15/02/2013 17:35:04
Quero saber o que aconteceu depois!! Muito bom...
13/02/2013 11:08:24
um conto escrito assim só pode ter comentários bons. Além de bem escrito é muito excitante. Parabéns e mais um 10 para sua coleção de 10.
11/02/2013 14:42:58
11/02/2013 14:42:56
Lindo e exitante
29/01/2013 22:30:13
Lindo!
29/01/2013 18:04:48
GALERA LEIA E COMENTE AI ? VLW ;D http://www.casadoscontos.com.br/texto/
28/01/2013 11:31:14
bom gostei
24/03/2012 16:16:11
Adorei seu conto! Nota 10! Talvez, o melhor que ja li aqui. Parabens!
14/03/2012 21:37:17
10
14/03/2012 21:34:06
Ahh bateu uma saudade de ler esse conto..mas dessa vez eu vou dar uma nota 10
14/03/2012 16:52:56
GOSTEI MESMO
28/02/2012 21:31:31
UAU! Excelente! Parabéns!
03/11/2011 22:00:38
seu conto estava maravilhoso adorei ler ele...
09/10/2011 20:13:57
Muuito bom... Nota 10!!!
09/10/2011 20:13:33
06/10/2011 23:46:10
Não ha muito o que falar, a não ser: 10
17/08/2011 12:00:19
Adorei seu conto, prendeu minha atenção, estimulou minha imaginação. Eu já tinha lido ele a tempos, mas fiquei com vontade de comentar então cá estou. Escreve muito bem, parabens mesmo, 10!!! =D
01/08/2011 00:09:13
Adoreeeeeiiii!!!!!
18/07/2011 21:03:36
A nossa ´última flor do lácio' agradece o requinte e erotismo... Amei!
18/07/2011 10:16:13
muito bom ver contos eroticos e romanticos sem baixarias ou humilhações embora gostasse de ver um pouco mais de erotismo
15/07/2011 23:27:31
Sua escrita complementou o que faltou para Camões: a erótica.
14/07/2011 00:56:13
10
11/07/2011 14:58:39
Excelente Hella, de uma ternura pueril. Me agradou demais ler teu conto. Visite minha pagina adoraria saber tua opinião dos meus já publicados. maximus0357 nota dez...
09/07/2011 23:36:26
Parabens, parabens!! Nesta data chegastes ao topo do ranking deste site. Não poderia dar em outra coisa, o teu conto é apaixonante. Continuo enamorado pela tua mente. Brinde nos com outras perolas e faça o breve!! Um grande abraço e beijos nos etc.etc.etc., principalmente neste ultimo.
02/07/2011 21:24:36
A-D-O-R-E-I! Parabéns por possuir tão belo dom da escrita! Só não avalio teu conto com nota superior a 10 por não ser essa uma das opções. 10!
02/07/2011 19:09:30
CONTO POÉTICO, DE BOM GOSTO E SEM BAIXARIAS. PARABÉNS!
23/06/2011 14:50:51
Sem palavras..... é mágicoparabéns 10
22/06/2011 20:01:12
parabens. 10
12/04/2011 10:21:33
Mais um 10 para sua coleção rs...
11/04/2011 01:41:07
Lindo, excitante, envolvente... ótimo!
22/04/2010 02:56:01
Havia me perdido do site e ficado fora tanto tempo. Que bom entrar de novo e ver comentários carinhosos. Sintam-se todos abraços com força. Devo dizer, que de meus contos, esse é o que mais têm influências de minha personalidade na personagem. Obrigada a todos, muito mesmo.
06/02/2010 02:33:10
amei!simplesmente amei!
02/02/2010 05:20:41
Muito bom!!! Adorei!!!! De uma olhada no meu conto, garanto que vc não irá se arrepender!
29/01/2010 20:24:01
ADOREI!!! SIMPLISMENTE ARTISTICO E EROTICO, NÃO É VULGAR MAS FAZ O SANGUE FERVER... SÃO QUALIDADES DE UMA GRANDE ESCRITORA!!! PARABÉNS!!! Me add pra trocar-mos contos e poesias: VOOLIVRE86@HOTMAIL.COM
26/01/2010 01:27:01
Criatividade incomum.
19/01/2010 02:41:30
De criatividade incomum!
06/01/2010 16:03:00
Perfeita seu conto poético e erótico. Sem vulgaridade vai logo finalmente. Essa, história primo 3 grau sp dissem tá lindo faz tempo não vejo ele bem safadinho. Em, breve contarei meu conto como vc uii pensar me dá até calor!!!!!!!!!
03/01/2010 15:46:24
Melhor conto que ja li sem muita enrolação, bem escrito sem erros de ortografia -sem apelações e sem muita pornografia,simplesmente erotico maravilhoso minha nota só pode ser 10. Gostei muito meu e-mail: leiuqese2@yahoo.com.br
02/01/2010 13:01:28
NOTA 1000 SENSACIONAL ADOREI MUITO BOA ESCRITORA ME DD PARA ENVIAR UMAS POESIAS POIS EU ADORO POESIAS APESAR DE ESTAR COM 35 ANOS E ESOLTEIRA AINDA TENHO ESPERANÇA DE ENCONTRAR UM GRANDE AMOR ALGUEM QUE GOSTE DE UMA FOFINHA QUE JA SEJA MÃE AMIGA ME ADD patricia_andrea10@hotmail.com parabensssssssss
02/01/2010 12:59:18
maravilhoso nota 1000 me add para me enviar outros contos vc esta de parabens patricia_andrea10@hotmail.com
29/12/2009 14:18:57
muito bom
26/12/2009 16:16:47
Foi ótimo! Voce conseguiu fazer um conto excitante sensual, sem ser apelativo demais ou muito pornográfico! Perfeito!
26/12/2009 00:54:03
Nossa, eu chorei lendo seu comto! Sério! muito bom e com conteúdo, eu particularmente nao gosto dos contos q tentam mostrar uma perfeição nas pessoas e sinceramente acho q nao existe. O seu foi diferente, o melhor q já lí até hoje. Se estiver afim de uma amiga q já te admira me add no msn: enailra@hotmail.com será um prazer. continue escrevendo assim, sou sua fã e sua nota nao poderia ser menor que 10, com louvor.
22/12/2009 01:29:12
Excelente conto, nota 10! É bom ver que algumas pessoas conseguem diferenciar erotismo de pornografia!
22/12/2009 01:26:53
Perfeito o seu conto! 10 com louvor!
22/12/2009 00:35:24
Gata não tem como não te dar 10 de novo beijo linda!
21/12/2009 23:27:56
Bom gostei
21/12/2009 23:11:10
Muito lindo! Parabéns.
21/12/2009 21:41:09
Hella, Hella, Hella!!! Detonastes neste conto. Apesar de não ter tido paciencia para ler Luiz Vaz de Camões pelo seu portugues rebuscado e de palavras dissonantes para o nosso ouvido brasileiro, achastes trechos e externastes poesias maravilhosas. O engraçado é que o oposto ocorreu comigo. Tive uma prima que me maltratava, depreciava, e não perdia a oportunidade para execrar-me e num natal confessou o motivo do assim agir, só não foi poético como no teu conto, na época eu era um desligado e como a prima não era nenhuma sumidade como tu, não houve acordo. Hoje imagino o quanto deve ter custado para ela fazer aquela confissão. Por esse fato e a tua belíssima obra, não poderia deixar de parabenizá-la. Poderia estender por quilometros este me comentário, mas seria egoismo ocupar este espaço, sem dar chance para outros poderem comentar este teu conto. Apaixonado pela tua mente, só não aprecio SM conforme comentei em outro conto teu. Abraços, beijos, etc.etc.etc. principalmente este último etc. Nota MIR!!!
21/12/2009 13:23:50
PERFEITO!!!
21/12/2009 09:24:09
concordo com Joker.
21/12/2009 06:50:49
MUITO BOM...

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