Memórias: Ines

Um conto erótico de Walleta69
Categoria: Heterossexual
Contém 1997 palavras
Data: 16/12/2009 12:49:08

Continuando minha série de memórias, onde resolvi homenagear as mulheres que fizeram parte da minha ascensão sexual, vou narrar agora uma dos grandes momentos de prazer com Inês . Quando a conheci , estava começando a me separar de Nely (ver conto Memórias:Nely). Últimos anos de faculdade acabei conhecendo num bar de um amigo (faculdade nos torna muito amigo de donos de bares, botecos e afins...).Inês tinha cabelos castanhos claros, quase ruivos, em torno de 1,70, corpo grande, daqueles que sempre se usa roupas largas para esconder o corpo. Era muito briguenta... discutia demais e, as vezes, por coisas de pouco valor. Tinha o rosto muito bonito e uma boca divina. Sua boca, mais o rosto, mais a idade (13 anos mais velha que eu), formaram um tempero que me chamou a atenção. Mesmo com o rancor típico de mulher mal-amada, via algo de bom no fundo de seus olhinhos (ficavam sempre brilhando e pequenos quando a beijava). Nosso relacionamento foi marcado por idas e vindas, separações e reencontros. Num desses reencontros, numa quinta feira de Fevereiro , próximo ao aniversário dela, ficamos nos justificando do porque havíamos nos separado da última vez, evidentemente, regado por uma cerveja bem gelada pois ninguém é de ferro...

Altas horas da noite, o dono do estabelecimento gentilmente nos solicitou a retirada do local (gentilmente=jogar água nos nossos pés, dizendo que podíamos ficar a vontade...) . Sugeri tomarmos a saideira num outro local. Pegamos o carro e rodamos os botecos conhecidos da cidade, porém somente os ‘sujinhos’ estavam aberto (nesse momento, uma tremenda vantagem de uma cidade pequena...). Resultado: descobrimos que o melhor local seria num motel, pois ficaríamos mais a vontade sem ninguém para fircar jogando água nos pés…

Ao entrarmos ela se despiu e foi ao banheiro tomar um banho, para tirar o cheiro do cigarro, e me avisou que aquilo não era uma reconciliação... apenas tomaríamos uma cerveja , poderíamos até dormir, mas seria SÓ dormir... E eu, claro, acreditei em cada palavra...

Passados um tempão desde que ela ligou o chuveiro, tipo uns 35 segundos, já estava nú e entrei no chuveiro com ela... Ao me ver, me empurrou. Segurei-lhe a mão e olhei-a de tal forma nos olhos que ela não teve a reação de xingar , o que para ela é um momento raro... Coloquei a mão dela em meu rosto de forma a me acariciar passei o braço em volta de sua cintura e a puxei de encontro a mim. Nossos lábios se juntaram num beijo muito ardente. A água percorria nossos corpos. A maior prova da aceitação dela, foi sentir as mãos delas passando pela minha cintura, forçando meu corpo de encontro ao dela. Minha língua mergulhava dentro da boca dela, como se estivesse transando com sua boca... Nossas línguas se entrelaçavam, reconhecendo uma na outra, o desejo que nos unia. Nossa animosidade desaparecia e a respiração dela aumentava consideravelmente, abafando o som da água que testemunhava aquele momento só nosso... Permanecemos muito tempo nesse balé, nessa interação de nossos desejos, que eram exalados por nossos corpos. Meu menino, enrijecido, tocava-lhe a parte inferior da barriga (lembrando que tenho 1,87 contra os 1,70 dela). Ela gemia e me apertava. Aos poucos foi virando o corpo, me oferecendo seu pescoço, até que finalmente estava de costas para mim. O ponto fraco da Inês eram seus seios. Bastava tocá-los para que ela curiosamente se incendiasse , porém ficando totalmente imóvel. Abracei-a por trás, beijando lhe a nuca e massageando-lhe os seios, enquanto meu menino acomodava-se entre suas nádegas. Ela apertou minhas mãos, forçou seu corpo para trás fazendo com que suas nádegas acomodassem meu membro sem penetrá-la. Confesso que doía um pouco, pois tinha que força-lo para baixo, mas a dor era compensada pelos gemidos e sua pele arrepiada . Lentamente baixei minha mão em direção ao triangulo das bermudas, e, acreditem... estava totalmente molhado... Mas não era somente água do chuveiro... A do chuveiro não era viscosa... Nem tão quente... Massageei os grandes lábios enquanto minha boca permanecia mordiscando, lambendo e beijando-lhe a nuca. Esse balé inicial, durou o tempo necessário para que eu a sentisse gozando pela primeira vez naquela noite.

Refeita parcialmente desse primeiro momento de satisfação mútua (já havia comentado que o prazer de alguns homens, incluindo eu, é o de fazer a fêmea que o acompanha , atingir o orgasmo – se possível, orgasmos), encaminhamo-nos para a cama. Ela enrolada na toalha que mal cobria o seu corpão, sentou-se à beira da cama e começou a enxugar os longos cabelos arruivados. Liguei o rádio em uma daquelas rádios melosas de final de noite, e deixei o quarto a meia luz. Sentia que ela se envergonhava de seu corpo um pouco avantajado, pois apesar da intimidade que tínhamos, sempre procurava se cobrir, usar toalhas ao sair do banho, roupas largas e, luzes apagadas naquelas horas. Acredito que os encantos de uma mulher estão na sua feminilidade e não na espessura de sua cintura, coxa ou busto. De qualquer forma respeitava essa posição dela e sempre colocava a meia luz para deixá-la mais a vontade. Aproximei dela por trás sobre a cama, tomei a toalha que usava para enxugar os cabelos e comecei a massagear-lhe a cabeça, enxugando seus cabelos. Ela ficou sentada de costas para mim, entre minhas pernas. Posicionava seus cabelos para um lado, enquanto minha boca começava a beijar-lhe o pescoço. Massageava seus ombros, costas, puxava-a pela cintura de forma carinhosa ... Em pouco tempo ela já se derretia como manteiga em chapa quente e buscava meu membro, acariciando-o. Puxei-a para mim de forma a ter seu corpo me usando como apoio. Lentamente busquei sua boca que era uma delícia. A medida que nos beijávamos, sua respiração aumentava. Confesso que por algumas vezes achei que ela estava passando mal, tamanho era a intensidade de sua respiração. Deite-a na cama, meio de lado, meio de costas e intensifiquei os carinhos em seu pescoço e nuca. Sua mão quente e trêmula, nesse momento apertava o menino num movimento de masturbação meio descompassado, do tipo que deseja dar prazer, mas não sabe bem como fazer sem perder o foco do próprio prazer. Intensifiquei minhas caricias, pois naquele momento, ela era o elo mais importante. Adorava ver os olhinhos dela brilhando enquanto gozava e se requebrava sob a cama. Num dado momento ela me puxou para cima dela e me disse gemendo: “Vem...” . Com o menino em posição de combate, acariciei seus grandes lábios com ele e podia sentir uma força me puxando para dentro dela. Fiquei brincando com ela, esfregando meu membro endurecido sobre a menina já enxarcada. Ela me puxava e sua paciência , que já não era muita, dava sinais de esgotamento. Ela me queria dentro dela e essa idéia mexia com o meu controle. Desci meu corpo lentamente, beijando seu pescoço e me aproximando de seus seios. Ela tentou me impedir, mas já era tarde. Em contato com eles, ela mudou o comportamento. Passou a gemer mais, mas sem se mexer. Não tive piedade. Beijei, suguei, lambi, acariciei como pude. Sentia que seu sexo estava muito molhado. Beijei-lhe a barriga e a virei , deixando-a deitada de lado na cama. Posicionei-me de joelhos por trás dela, fazendo com que meu membro ficasse entre suas nadegas, buscando a área úmida e quente, como um missel teleguiado pelo líquido viscoso que começava a escorrer da menina… Aproximei o membro de sua menina e comecei a penetrá-la lentamente. Seu desejo por ser penetrado era grande o suficiente para que sua perna se elevasse, me dando a visão de sua racha engolindo lentamente o meu menino. Tive que fazer um certo esforço, pois ela sempre teve como característica ter os grandes lábios inchados nos momentos de carícias, e mesmo com muito liquido sendo exalado, a penetração não era tão fácil, mas muito prazeirosa… Ao penetrá-la totalmente, sentia o membro sendo comprimido e até expelido dela. Meu trabalho era de mantê-lo dentro… Seu sexo o colocava para fora e eu o empurrava para dentro. Ao pensar em aumentar o ritmo, senti que os músculos de sua perna se enrigessia, sua respiração tornava-se mais ofegante e seus gemidos mais altos, dando o sinal de que o orgasmo se aproximava. Intensifiquei os movimentos, segurando-a pela coxa (e que coxona) , mas desta vez, penetrando-a com força, usando até uma certa violência, mais rápido, mais rápido, sentindo cada vez mais o meu membro sendo cozido por ela, até que ela num movimento rápido, virou-se de costas na cama gemendo e ofegando muito alto… Para não perder o memento de seu orgasmo, joguei-me sobre ela, segurando-a pelos ombros e forçando o membro dentro dela com força enquanto ela se requebrava mais e mais… me fazendo explodir dentro junto com ela… Uma explosão orgasmática intensa… cheia…. volumosa… gostosa… Nossos corpos ficaram colados, com uma liga de suor… seus cabelos ruivos estavam todos espalhados e seus olhinhos pequeninos estavam cerrados, fechados, viajando no vazio… porém, felizes. Podia sentir isso mesmo se uma bomba atômica tivesse caído lá fora. Ela adormeceu… e eu com ela, cansados, felizes, extasiados…

Pela manha, acordei com aquela mulher deitada sob o meu braço de costas para mim. Acariciei seus cabelos, puxando-os de lado e expondo seu pescoço e sua orelha. Abracei-a mais forte, puxando-a mais para perto de mim. Ela começara a despertar. Disse-lhe bom dia e ela segurou a minha mão me desejando bom dia. Beijei-lhe o pescoço e mordi a parte inferior de sua orelha bem de leve. Ela murmurou alguma coisa, passou a mão no meu rosto e perguntou como eu estava. Encoxei-a com mais forte, ela gemeu e murmurou… "Nossa… acesinho já?!".

Beijei-lhe o pescoço e sugeri para que ela acordasse pra gozar. Acariciei seus seios e ela gemeu que era covardia… virei-a de frente para mim e comecei a beijá-la… Ela então deitou-se de bruços na cama. Posicionei-me à sua frente, abrindo suas pernas e ficando de joelhos a sua frente. posicionei meu menino sobre a meninona enquanto ela começava a se requebrar na cama. Levantei uma de suas pernas, colocando sua perna esquerda sobre o meu ombro direita. Dei-lhe um beijo no pé e curvei-me sobre ela, forçando o menino para dentro dela, que, desta vez não enfrentou tanta resistência. Deslizei para dentro dela e quando as bolinhas bateram em seu corpo, ela fechou os olhos e me pediu para não parar… Fiquei brincando, alternando a velocidade de penetração nela, fazendo ela gemer lentamente, mordendo os lábios… Senti os grandes lábios começassem a fechar e seus músculos vaginais se contraiam… Bombei com força dentro dela, cada vez mais rápido, mas rápido… Não ví mais nada… Senti meu corpo se contraindo, os músculos pareciam ter vida própria e gozei mais forte do que o orgasmo da noite. Minha barriga doía, mas minha alma parecia estar se concentrando nas regiões baixas… Jorrei nela o esperma que parecia estar acumulado a muito tempo. Ela puxava o lençol da cama, me abraçou forte, me segurando dentro dela…. Gozava uma vez mais…

Ficamos deitados juntinhos por alguns minutos. Senti o menino voltar a ficar aceso, quando ela deitada em meu peito, confessou-me que naquela noite eu a fizera gozar por 5 vezes, porém o rádio que ficou a madrugada inteira ligado, informou-nos que eram 7h:00. Tínhamos nossos compromissos profissionais. Levantamo-nos , banho rápido e saímos apressados para nosso dia-a-dia. As taças com Champagne que havia pedido à noite e que permanecia quase que intacta, foram dois troféus que levei para casa, em memória àquele encontro. Mas as taças foram as ferramentas utilizadas para nos avisar que aquele seria o nosso último encontro íntimo. Uma das taças quebrou-se com o cinto do carro. A outra, ao sair do carro, quebrou-se ao chocar com o meu celular.

Inês foi uma mulher incrível, porém mal-amada pela vida. Tentei, mas sem muita insistência dar algo de bom para ela, mas falhei… Ao menos para mim, ficou as lembranças de bons momentos que passamos, especialmente o "dia do carro"… mas essa história vai ficar para outra oportunidade….

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Adoooooooooooooooooooorrrrrrrrrrrrrrrrrrrreeeeeeeeeeeeiiiiiiiiiiiiiiiiiii, rico em detalhes simplemente maravilhoso, exitante d++++++++++ nota 10000

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