A pastora que de santa não tinha nada
A vida proporciona cada fato que me deixa intrigado. Não tenho religião, se fosse para ter uma seria baconiana ou dionisiana. Afinal, amo vinho, amo sexo e amo as mulheres... se existir céu e inferno, com certeza o céu não será o meu destino.
Sou ligado as mulheres de uma maneira sobrenatural. Como gosto de sentir um gozo delicioso em minha boca... como gosto de dar prazer a uma mulher.
Amo viver a vida intensamente e com as mulheres que, tornam-se minhas amigas, fica o laço da amizade recheada de sexo, mesmo que seja apenas virtual.
E, você minha leitora (mulheres de todas as raças e crenças, seja casada, solteira, liberada e/ou casais), se quiser me conhecer mais, quem sabe algo mais, me add no MSN: sxcassjc@gmail.com
Ao som de Scorpions e voltando ao relato, tenho uma amiga com quem fiquei na juventude e tivemos algumas transas. Porém, ela se afastou desse lado sexual, pois estava se apaixonando e não queria quebrar a nossa amizade, uma vez que eu era muito safado.
Ela se casou, converteu a outra religião. Ela era católica. E, depois dessa “conversão”, ela também tentava de converter. E ficou me tentando, no bom sentido, a conhecer a sua Igreja.
Como amigo, aceitei ir a um dos cultos. Quem sabe assim, ela deixaria essa vontade de me converter.
Ao chegar à Igreja, a primeira coisa que reparei foi na pastora. Uma senhora de pastora. Na hora disse a Michelle: “Adorei sua Igreja, que pastora gostosa... olha que bundinha”... Ela me deu um tapa e disse: “Respeito”.
Ela foi me apresentar à pastora. Ao me cumprimentar, senti que ela estava nervosa. Ela gaguejou ao falar comigo e perguntei se estava bem. Ela disse sim e que me conhecia de algum lugar.
Fui sincero e disse que estava vendo-a pela primeira vez. Minha amiga foi cumprimentar outras pessoas e fiquei sozinho com Rafaela. Num rompante, ela disse: “Acho que foi o diabo que trouxe você aqui”. Perguntei qual motivo dessa enervação. Ela me disse, que como pastora, ela desviava de sua fé e cometia alguns pecados capitais. Sem entender nada, disse a ela: “Olha, estou mais por fora do que um peixe da água”.
Ela disse: “Nas minhas volúpias, nós já transamos e você me fez gozar muito. Porém, com medo de se tornar real, te bloqueei no MSN”.
Ainda sem entender, disse: “Lembraria do seu rosto se isso tivesse acontecido”.
Ela respondeu: “Não poderia lembrar, afinal, você nunca viu fotos reais minha”.
E acrescentou: “Se não foi o diabo que te trouxe é deus querendo mudar sua vida e eu seria a sua mão condutora”.
Disse a ela: “Sem ofensas, mas não vou mudar a minha vida, sou feliz assim... e se você quiser, me desbloqueia do MSN e vamos voltar a conversar... quem sabe não sou eu seu agente conversor”.
Ela disse: “Jamais... você me fez pecar demais e trair meu marido”.
Acabei ignorando dizendo: “Tudo bem, faça seu culto, use sua retórica. Quem sabe você consegue algo com maluquices metafísicas” e fui para o banco, sentar ao lado da minha amiga e o marido.
Quando cheguei até minha amiga, ela disse: “Nossa, você estava cantando a pastora?”.
Disse: “Não, apenas estávamos conversando a respeito de filosofia x teologia”.
Alguns dias depois, Rafaela aparece no meu MSN. Chamou-me, mas estava escrevendo tudo errado. Depois percebi que ela tinha bebido e estava meio alta.
Naquele dia, não dei muita abertura, afinal, vi que ela vivia um drama pessoal entre ser uma pastora, dama da sociedade ou uma puta na cama.
Acabei bloqueando-a do MSN e no outro dia, desbloqueei. Dessa vez ela estava sóbria. E passei a ter com ela um papo mais sisudo. Deixei que ela se abrisse comigo.
Então, ela me disse que havia se casado cedo, não tinha aproveitado a vida e que somente havia tido seu marido na cama. E ele, desde pequeno muito religioso (também pastor), sexo era para procriação e não prazer.
Tudo estava a mil maravilhas, até uma fiel de sua Igreja mostrar um conto erótico de uma traição do seu marido. Uma amiga dela havia add no MSN depois de ler o conto e viu que era o marido dessa fiel. Então, ela contou para amiga, mostrando o conto. Ela foi procurar conselhos e acabou mexendo com suas convicções.
À noite, seu marido estava em um congresso e ela entrou no site. Leu um conto, ai caiu nos meus e viu que era do Vale Paraíba. Foi lendo um a um, se tocando e gozando feito uma vadia no cio. Me add no MSN e nos dias que o marido não estava em casa, ela fez muito sexo virtual comigo até me bloquear.
Perguntei: “Vamos fazer de novo? Mas vamos fazer por telefone? Assim, libero a cam e você me vê batendo uma punheta e me escuta”.
Ela me passou seu telefone. Preparei a cam e liguei. Fiquei falando palavras gostosas, de tesão no telefone e me tocando. Ela gemia gostoso... e quando meu gozo explodiu em minhas mãos, ela gozou do outro lado. Ai ela sumiu do MSN, voltando apenas no outro dia.
Foi quando ela disse: “Sei que é errado o que estou fazendo, mas quero transar com você uma vez para apagar esses meus pensamentos ou me libertar de vez”.
Antes de prosseguir, Rafaela tem 33 anos, 1,61 m, 51 kg aproximando, manequim, acho eu que 36. Têm olhos castanhos, vibrantes, boca caliente, com lábios mais grossos do que o normal. Seus cabelos são negros, lisos até metade das costas. Seus seios são médios para grandes, bem gostosos. Sua pele é clarinha e sua bucetinha, não é depilada, um pouco aparada apenas, devido a restrições do marido e da religião.
Marcamos em um domingo, quando o marido estaria fora e ela poderia sair. Teria de ser cedo, ficando comigo no máximo até às 15h.
Então, marcamos o dia, peguei-a no centro da cidade por volta das 7h e rumamos para uma cidade vizinha. Chegamos ao motel, pedi uma suíte com hidro e entramos.
Ao entrarmos, senti que ela estava travada. Então, fiz com que ela sentasse na cama e disse: “Chegamos até aqui, mas necessariamente não precisa rolar sexo. Respeito à mulher, antes de tudo amizade. Se quiser apenas conversar, faremos”.
Pelo seu olhar, entendi que seria a melhor coisa a fazer. Aos poucos, fui chegando perto... ela começou a chorar. Ofereci meu ombro amigo e fiquei fazendo cafuné. Ela dizia: “Sou louca, meu marido me ama tanto e eu aqui, com outro homem”. Porém, aos poucos ela foi se soltando e um beijo logo se deu.
No começo era um beijo parado, sem sabor. Percebi que teria de ensinar algumas coisas... então, fui conduzindo seu beijo... sua língua... aos poucos ela foi melhorando e seu beijo começava a tomar forma.
Logo já beijava com volúpia e aquele beijo sem sabor se transformou em beijo molhado e ardente. Nossas mãos passaram a tocar nossos corpos... ela deitou e fui por cima... nos esfregávamos um ao outro... abri sua calça e enfiei minha mão entre sua calcinha... senti o volume dos seus pelos e fui descendo com o dedo até entrar naquela bucetinha que estava bem molhada.
Ela começou a morder meus lábios... então ela se levantou e tirou toda a roupa... ficou nua. Parecia que a leoa havia despertado.
Depois de nua, arrancou minha calça e cueca, me deixando apenas de meia e camiseta. Meu pau, em riste apontava para o céu.
Ela se ajoelhou entre minhas pernas e ficou acariciando... pegando nas bolas, como se fosse um brinquedo novo. Olhou-me fixamente e disse: “Posso? Nunca chupei um pênis”.
Disse a ela para perder o pudor e libertar a mulher que existia dentro dela. “Não diga pênis, diga pau, caralho, seja uma puta... aqui vale tudo”, disse a ela. E acrescentei: “Se vai pecar, peca por inteiro, não pela metade”.
Ela levou aquilo ao pé da letra e caiu de boca no meu pau. Ela chegava a me machucar ao morder meu pau. Então, tive de mostrar a ela como era chupar um pau. Aos poucos ela foi pegando o jeito e passou a me chupar bem gostoso.
Satisfeito com a sua chupada, foi a minha vez de chupar aquele corpo clarinho, gostoso. Comecei beijando-a, mordendo seus lábios, passando a língua na sua orelha e dizendo: “Que pastora mais deliciosa... quero te sentir intensamente... bem gostoso”.
Ela deu um gemido gostoso... então fui descendo com minha língua pelo seu pescoço até chegar em seus seios. Neles, pude acariciar, chupar os biquinhos, passar a língua neles... ela gemia... nunca tinha sido chupada, como me confidenciou depois.
Fui descendo, passei naquela barriguinha, brinquei com o seu umbigo... e cheguei até a matinha que existia na sua buceta. Apesar dos pelos, era bem limpinha e cheirosa. Então, pela primeira vez ela sentiu uma língua na sua buceta. Ela gemeu, perdeu até o fôlego.
Com as mãos, abri caminho para minha língua. Cai em seu grelo, passei a língua... ela puxou meus cabelos... gemeu e começou a chorar... mas não era choro pela traição, mas choro de prazer... passei a chupar com volúpia aquela buceta. Ela gemia, soluçava... logo ela puxou mês cabelos com muita força, alguns fios até saíram em suas mãos... ela tinha gozado pela primeira vez com o oral.
Ela chorava... então fui até ela e passei a beijar... foi quando ela me confidenciou: “Me arrependo até hoje de não ter sido sua puta antes. Me ensina o que é fuder de verdade... me faz sua cadela, meu “diabo””.
Peguei na minha bolsa alguns artifícios que havia trazido de casa. Um par de algemas e um pequeno vibrador que não deixei ela ver.
Prendi Rafaela na cama... e voltei a beijar seu corpo... quando cheguei a sua buceta, liguei o vibrador... e na hora ela perguntou: “Que barulho é esse?”
Respondi: “Fica quieta e sente o que está por vir...”.
Peguei o vibrador e passei por cima do seu grelo... ela se arrepiou... então fui passando ele com mais freqüência, em volta da sua buceta... alternava o vibrador e a língua... enfiei o vibrador na sua buceta e chupava seu grelo, mordia... sugava... logo ela gritou... era seu segundo gozo em minha boca.
Deixei ela se recompor... então tirei as algemas... coloquei uma camisinha com textura e passei a penetrá-la no papai-e-mamãe... Ela me disse: “Nossa, sensação estranha... é bom, mas nada melhor que sem camisinha”... Continuei a meter nela... entrava e saia... primeiro, ia devagar... ai fui aumentando o ritmo até socar sem só, com força e ágil... ela gemia, chorava, soluçava com minha pica entrando e saindo. Não demorou e ela gozou de novo...
Disse a ela: “agora é sua vez de ser comida de 4 como uma cadela... fica e arreganha sua buceta para tomar vara, sua pastora vadia e safada...”. Ela ficou de 4, abriu bem sua bunda e disse: “Come a buceta da pastora vadia... faz aquilo que o meu marido não faz, meu “diabo””.
Fui até ela... fui enfiando meu pau bem lentamente... ai passei a meter com força... velocidade... ela gemia... dava gritos de tesão... sei que se o quarto não tiver isolação, as paredes estariam ouvindo seus gemidos e gritos... pois era bem alto.
Pegava ela de pé... ela de 4 na cama... ao olhar do lado, visualizei o vibrador... me veio uma idéia quente...
Peguei o vibrador, parei de meter... enfiei na sua buceta... deixei ele bem besuntado... ai coloquei meu pau de volta... e com o vibrador fiquei fazendo carinho no seu cuzinho... ela começou a gostar... então fui colocando ele bem devagar dentro dela... quando entrou quase todo deixei ele vibrando e me concentrei em socar com força... a pastora gritava e dizia: “Nossa, como meu “diabo” fode gostoso... me faz pecar... me faz sua vaca... sua puta...”. Então, passei a socar com muita força... ela gritava... gemia... e logo seu gozo veio na minha vara... ela caiu desfalecida na cama.
Fui encher a hidro e ao voltar, ela continuava com o vibrador no seu cú.
Após ela se recompor, tirou o vibrador do cú e me disse: “Agora sei o que é ser mulher... quero ser sua por muito tempo... quero que me foda e me mostre como é viver a vida”...
Pelo vidro percebi que a hidro estava cheia... então fui lá, verifiquei se a água estava boa... deixei cair um pouco de água fria e ai coloquei os sais de banho e uma bolinha que faz a água borbulhar... Entrei e chamei Rafaela...
Ela veio... entrou e ficamos nos tocando... logo ela se reacendeu... passou a me beijar... ficou por cima de mim, sentindo a cabeça do meu pau, sem camisinha na sua buceta...
Ela me beijava ferozmente e esfregava sua buceta no meu pau... do nada ela sentou no meu pau, pele com pele e passou a meter...
Disse a ela: “Estou sem camisinha, esqueceu?”.
Respondeu no meu ouvido: “Se é para pecar, que seja por inteiro... me enche de porra, me sente intensamente”.
Então, segurei forte em sua cintura e fiz com que ela subisse e descesse... como estava com muito tesão não tardou para a pastora sentir minha porra dentro dela... gozei bem gostoso naquela bucetinha...
Sei que depois disso, ainda gozei na sua boca... no primeiro momento ela sentiu ânsia de vomito... mas quando percebeu o gosto... ai, a pastora toda santa, virou uma puta safada... a qual meto uma vez por mês com ela...
Pastora Rafaela, vem me converter... vem ser minha... aliás, logo contarei quando comi seu cú pela primera vez e você adorou... afinal, dama na sociedade, mulher fiel na cama com o marido e puta no meu pau.
Ah, depois ainda vou relatar uma transa que tive com uma noviça quando estudou comigo no Colegial. Safada, acabou desvirtuando um padre e se casando com ele... Mônica, saudade da sua buceta, da sua boca...
Para saber mais a meu respeito, dos meus contos e transas, acesse o meu perfil ou home:
www.casadoscontos.com.br/perfil/7225
Meu MSN: sxcassjc@gmail.com
Não add homens bem como menores... Obrigado pela compreensão.
Beijos molhados, ardentes e intensos.
Direitos autorais reservados. Proibidas sua reprodução, total ou parcial, bem como sua cessão a terceiros, exceto com autorização formal do autor.
Lei 5988 de 1973



