A sogra infernizava; um dia descobri que queria dar o cú
Quem dos leitores já não teve problemas com a sogra? Alguns anos atrás, namorava uma garota do meu ex-bairro e sua mãe, ao ficar sabendo, começou a infernizar as nossas vidas. Até que namoramos bastante, quase dois anos. Acabei eu terminando, evitando todo aquele desgaste.
Acho que isso foi o inicio da minha busca por sexo sem compromisso, de amizades coloridas. Adoro a mulher, admiro e venero o corpo e em cada toque, gesto, procuro dar o máximo de prazer que consigo. Meu gozo está condicionado a isso... acho que sou um “eterno escravo” das mulheres.
E, você minha leitora (mulheres de todas as raças e crenças, seja casada, solteira, liberada e/ou casais), se quiser me conhecer mais, quem sabe algo mais, me add no MSN: sxcassjc@gmail.com
Fico no MSN, mais no período noturno, das 21h às 0h. Se você mulher quiser, me add... teremos bons papos, sérios ou quentes e picantes. Seja bem-vinda!
Voltando ao relato, ao som de Pink Floyd, sua mãe, descendente de italianos assim como eu, chama de Caorle. O nome é estranho, mas é de uma cidade ao norte da Itália, perto de Veneza. Ela é banhada por 18 km, sendo uma cidade costeira que vive da pesca e do turismo. Quando morei em Roma, pude conhecer essa cidade com pouco mais de 10.000 moradores.
Assim como a cidade, a Caorle é muito bonita. Hoje ela está com 45 anos. Ela é uma beata de Igreja, mas descobri que ela adora era tomar “vela” na buceta e no cú. Dava para ter uma impressão de que seu corpo era gostoso, pois como vegetariana, cuida bem da saúde e consequentemente do corpo. Ela tem 1,55, 56 kg aproximado, olhos castanhos, fortes. Seu rosto tem traços bem próximos ao da Daniela Escobar.
Passados alguns anos, especificamente este ano, fui pedalando até a minha mãe e na volta, a encontrei na rua. Nem me importei, mas ela me chamou. Educado, fui até ela, apesar da raiva que sentia e a cumprimentei. Ela, do nada, me deu um tapa na cara e disse: “Seu cafajeste, pela Amanda descobri que você que tirou a virgindade dela, fazendo gostar de tudo entre 4 paredes”.
Respondi: “Amava sua filha e tudo que fizemos foi fruto desse amor”.
E por que só agora você me vem falar a esse respeito, perguntei.
Ela disse: “Conversando com a Amanda, já que sempre tive muita afinidade e liberdade, ela me contou que você na cama é um furação”.
Indaguei: “E o que isso tem a ver? Será que é você que não está sendo tratada como deve pelo seu marido e ficou com vontade?”
Ela ficou ruborizada e disse: “Vou te contar porque infernizei a vida de vocês. Quando ela namorava o Alan, eu transava com ele e como você entrou no caminho, perdi meu genro gostoso e fiquei sem sexo gostoso, pois meu marido, entra, faz o que tem de fazer, goza e dorme”.
Mas isso não é problema Dona Caorle, respondi.
Como não, indagou ela?
Respondi: “Se você quiser, podemos marcar uma visita sua em meu apartamento e mostro um pouco do que fazia e ainda faço de vez em quando com a Amanda, mesmo ela sendo casada”.
Ela me deu outro tapa e disse: “Cafajeste, ainda transando com a minha filha?”
Respondi: “Felizmente sim e vou te contar, ela só transa comigo sem camisinha, o que não faz nem com o marido”.
Seus olhos marejaram, então, abracei-a e disse em seu ouvido: “Dona Caorle, fica triste não. Sempre tive um tesão delicioso por você e se não contar nada a Amanda, vamos fazer um sexo bem gostoso, te fazer gozar como você merece e apagarmos as rusgas do passado”.
Ela consentiu com a cabeça, dei meu telefone e disse: “Quando estiver decidida, você me liga, dou endereço do meu apartamento e você vai lá ser um pouco feliz”.
Ela riu e disse: “Que dia é melhor para você?”
Respondi: “Geralmente aos sábados de manhã. Aliás, a minha disposição para sexo de manhã é muito grande”.
Despedimos e voltei para casa. Passado dois dias, ela me liga e pergunta: “Posso ir sábado, às 8h na sua casa? Posso ficar até 13h, assim não dou bandeira em casa”.
Claro, pode vir sim, estarei esperando-a. Dei meu endereço e fiquei aguardando o sábado.
Geralmente, aos sábados eu levanto cedo, dou uma arrumada no apartamento. Acendi incenso, coloquei um jazz bem relaxante, arrumei a cama, trocando os lençóis, pois transpiro muito à noite, apesar do ar-condicionado. Tomei meu café, escovei os dentes, me perfumei e fiquei esperando a Dona Caorle.
Por volta das 8h10, o porteiro me avisa de sua chegada. Pedi que ela subisse e a aguardei no halls do elevador. Ela chegou, dei um beijo em sua testa e disse: “Entra, vamos fazer um pouco de amor como você merece”.
Ela estava toda acanhada. Ao entrar, sentou-se no sofá e ficamos conversando um pouco. Ela me contou dos problemas do seu casamento e que o marido não a procurava com freqüência, às vezes, passava o mês e ela acha que ele transava fora.
Sentei ao seu lado, passei a falar palavras gentis e fazer cafuné. Ela se aconchegou no meu peito. Então, dei um selinho em sua boca. Ela me olhou com cara de quem dizia: “me beija logo”.
Então, comecei a beijá-la bem devagar, com carinho, passando a minha língua em sua boca. Ela aumentou a intensidade do beijo. Levantou-se e passou a me dar beijos molhados, ardentes, a morder meus lábios. Com as mãos, abriu minha bermuda e tirou meu pau. Ficou massageando ele bem gostoso e me beijando.
Minhas mãos percorriam seu corpo. Arranquei sua blusa, tirei seu sutiã e pude perceber de quem a Amanda tinha herdado os seios. Apesar da idade, eles não eram muito caído, estavam na medida para uma mulher de 45 anos, sem plástica.
Fiquei de pé, com o pau em riste. Terminei de tirar sua roupa, deixando-a nuazinha. Sua bucetinha, com pelos pretinhos e bem aparadinhos. Levei-a para o meu quarto onde fui tirando minha roupa pelo caminho.
Ao chegar, ela sentou-se na cama e me chamou. Coloquei meu pau na sua cara e bati com ele no seu rosto. Ela deu um riso bem safado, onde começou a cair a minha ficha que a minha ex-sogra era uma puta bem safada.
Ela abocanhou meu pau, fazendo um entra e sai delicioso. Alternava entre mordidas e chupadas. Começou a passar a língua desde as bolas até a cabeça do meu pau e depois engolia o máximo que podia. Olha, para uma beata, seu boquete é muito melhor do que muita profissional.
Pressentindo meu gozo se aproximando, pedi que ela deitasse e fui até a cozinha. Peguei pedras de gelo, halls preto e sorvete.
Voltei ao quarto, coloquei a beira da cama as coisas e segurei uma pedra de gelo em cada uma das mãos e a chamei. Ela de frente, passamos a nos beijar... meu pau ficou esfregando em sua barriga, pois ela era mais baixa do que eu e não encaixava na bucetinha. Uma mão, passava o gelo na sua nuca e a outra bem perto do seu reguinho.
Ela se arrepiou toda e enfiou a língua em minha boca. Então, sentei-me a beira da cama e pedi que ela sentasse no meu colo, de costas para mim.
Então, com uma mão, acariciava seus seios e passava o gelo. Com a outra, passava em sua buceta já toda melada. Ela dava gemidos baixos, sua respiração estava bem ofegante.
Pedi que ela deitasse na cama. Fui por cima, beijando com pedaço de gelo na minha boca. Fui descendo com o gelo na minha boca... mamei naqueles seios bem gostoso e continuei a descer... chegando perto da virilha, comecei a passar o gelo em seu grelinho. Ela suspirava. Com um dedo, enfiei em sua buceta, dando giros dentro.
Ela gemia, agora um pouco mais alto. Sua buceta se contraia no meu dedo... deixei sua buceta bem gelada e sem ela perceber, peguei o halls preto e comecei a passar na sua buceta... passei no meu dedo, enfiei ele dentro, ela grunhia de tesão.
Como gemia gostoso a minha ex-sogra... passava a língua em toda sua buceta e ao tirar o dedo, a penetrei com a língua, fazendo ela gozar gostoso em minha boca... seu gozo foi bem gostoso que ela pediu um tempo para voltar a fazermos algo.
Levantei, peguei o gelo e fiquei passando no meu pau, para deixá-lo bem geladinho. Sentindo ele geladinho, peguei o halls preto e passei nele todo, deixando meu pau bem sensível.
Então, fui por cima e enfiei numa estocada só. Ela gemeu e perguntou: “Cadê a camisinha? Se você gozar dentro, ainda posso engravidar”.
Respondi: “Fica tranqüila, não vou gozar dentro, apenas te proporcionar um pouco do que faço com a Amanda quando fazemos amor gostoso”.
Com o entra e sai do meu pau, seus olhos reviravam. Passei a dar estocadas fortes e firmes, ela gemia, enfiava as unhas em minhas costas. Logo seu gozo veio novamente, intenso, forte e gostoso... sua buceta travou meu pau dentro, como se quisesse que ele ficasse dentro.
Ela estava toda mole. Fui até o banheiro, tomei um banho rápido e voltei. Meu pau permaneceu duro, pois minha ex-sogra é tão gostosa como a filha.
Peguei na cômoda uma camisinha que esquenta, sem ela saber e pedi que ficasse de 4. Ela ficou de 4, mostrando aquela bunda gostosa... e me disse: “Vem, me fode gostoso. Faz tempo que estou precisando levar vara assim”.
Encaixei meu pau, ao sentir algo diferente, ela gemeu e passou a rebolar. Então, com um dedo, comecei a enfiar em seu cuzinho. Ela não reclamou, então já sabia que o cuzinho também iria entrar na dança.
Passei a estocar forte, gostoso... meu dedo no seu rabinho e com a outra mão, dava tapas na sua bunda... e dizia: “Dona Caorle, porque você não me disse antes, poderia estar com a sua filha e te comendo bem gostoso... adoro sogra vadia como você”.
Ela disse: “Fode, fode, fode, arregaça minha buceta com o seu pau”.
Meu pau entrava e saia freneticamente... então ela aumentou o gemido: “ah, ahhhh, gostoso... que vara deliciosa... ai fode sua sogrinha piranha...”
Respondi: “Sogrinha?”
Ela me disse: “Não faz pergunta agora, só me fode... afinal, sogra ainda porque você trepa gostoso com a minha filha”.
Aumentei o ritmo, socando com força... então ela mais uma vez gozou em meu pau e deitou-se sobre a cama, nitidamente cansada e com uma cara de puta feliz.
Deitei-me junto dela, fiquei fazendo carinho. Ela recomposta, tirou minha camisinha e passou a chupar o meu pau. Para esquentar ainda mais o clima, pequei o sorvete, melhor a calda, pois ele já tinha quase todo se derretido e despejei no meu pau e na base.
Ela sorvia meu pau com gosto. Lambia a calda do sorvete e abocanhava meu pau com sede, com vontade.
Como é gostosa essa minha ex-sogra... ou melhor, sogrinha rsrs... Então, disse: “Agora quero fuder sua bundinha bem gostoso como faço com a Amanda”.
Ela me disse: “Fode com carinho, pois ele é pouco usado... tem pouca km na minha vida”.
Fui até a cômoda, peguei outra camisinha, um frasco de KY. Pedi que ela ficasse novamente de quatro. Ajoelhei e dei uma chupada gostosa em sua buceta. Então, levantei-me e esparramei o KY em seu cuzinho. Com um dedo fui enfiando bem gostoso, depois dois... quando senti que ela se acostumou, peguei a camisinha e coloquei no meu pau.
Besuntei meu pau com KY e encaixei a cabeça. Ao entrar ela gemeu e pediu para ir devagar.
Ele foi entrando bem lentamente e pude sentir que seu cuzinho era apertado, sinal de pouco uso. Depois descobri que o Alan, ex-namorado de Amanda tinha descabaçado seu cú.
Com ela acostumada com o meu pau em seu cú, passei do vai-vem fraco para o mais intenso. Ela gemia e dizia: “Fode esse cú... estava com saudade de pica nele... vai, fode meu genrinho...”.
Passei a socar com força, ela gemia... meu gozo se aproximava e avisei que iria gozar... ela pediu: “não goza no meu cú, goza nos meus seios”.
Então, ela ficou de joelho, arrancou a camisinha e passou a me chupar intensamente e punhetar meu pau. Logo meu gozo veio em sua boca... um pouco ficou na boca e o restante ela deixou cair sobre os seios. O que estava na boca, ela me olhou com a boca aberta, ficou brincando e depois engoliu. O que caiu sobre os seios, ela passou em sua pele como se minha porra fosse um dos melhores hidratantes existentes.
Depois, tomamos um banho, ficamos conversando e voltamos a trepar gostoso... sei que agora nossas transas são quinzenais. Com a filha, é quando queremos e marcamos... pelo menos 1 vez por semana. No caso dela, de 15 em 15 dias trepamos gostoso e estou fazendo Dona Caorle ser mais puta do que já era... afinal, se a filha é, tem aquém puxar.
Conclusão: “Sogra pegando no pé, pode ser ciúmes e vontade de levar pica”.
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Não add homens bem como menores... Obrigado pela compreensão.
Beijos molhados, ardentes e intensos.
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Lei 5988 de 1973



