Estupro no vestiário
Havia ido a um clube perto de casa, pra jogar basquete. Como não achei companhia pra ir, acabei indo sozinho mesmo.
Cheguei até a quadra e fiquei por ali, esperando pra ver se alguém me chamava pro time. Pouco tempo depois, um cara mulato, alto, forte me convidou pra jogar no time dele.
Começamos a jogar e até que eu fui bem. Consegui marcar vários pontos e ganhamos a partida. Passamos a tarde toda jogando.
No final da tarde, fomos todos ao vestiário tomar banho pra irmos embora. Algumas pessoas do outro time, que também haviam sido escolhidos na hora, foram embora sem tomar banho, alegando que moravam perto. Eu também morava perto, mas não iria perder a oportunidade de ver todos aqueles negões pelados.
Eu era o único branco que havia "sobrado" ali. Os outros já tinham ido embora. Entramos no vestiário, conversando, falando besteira e zuando um com o outro. Eu, como não conhecia ninguém, segurei um pouco as piadas.
Os caras foram logo pro chuveiro e, como precisava dar uma mijada, acabei indo por último. Os chuveiros eram abertos, ou seja, não haviam boxes e ficava um ao lado do outro.
Apesar de ser um pouco gordinho, tenho as pernas de uma mulher e uma bunda muito gostosa, que chamou a atenção de todos quando fui pra área dos chuveiros. Assim que entrei no chuveiro, um dos caras acabou soltando:
- Hmm... Olha só a bundinha dele?! - todos olharam e riram. Eu fiquei envergonhado e, ao mesmo tempo, tão excitado com aquilo, que não consegui disfarçar.
- Aí, pessoal... acho que nosso cestinha quer ser encestado! - os caras começaram a rir.
Eu fiquei morrendo de vergonha. Não sabia se saía correndo ou se entrava no jogo. Resolvi ficar na minha. Dei um sorriso meio sem-graça e continuei tomando meu banho. Então, sem que eu percebesse, o cara que havia me chamado pra jogar se aproximou e falou:
- Você tem uma bundinha muito gostosa!
- Qual é, cara?! Deixa disso... aqui não é lugar pra isso. Ainda mais com todo mundo olhando.
- Você não entendeu! A gente vai foder você aqui e agora, você querendo ou não! - ele terminou de falar e, em poucos segundos, haviam 9 negros ao meu redor. Todos de rola dura, se masturbando e prontos pra me estuprar. Fiquei apavorado, mas, antes que pudesse fazer qualquer coisa, dois caras se aproximaram, seguraram meus braços, me forçando ficar com a cara colada na parede, enquanto o capitão do time, Carlos, enchia as duas mãos na minha bunda, afastando minhas nádegas:
- Nossa! Que delícia! Adoro foder um cuzinho rosa! - ele disse, forçando seu pau na entrada do meu cú. Como todo bom negro, esse não era diferente e era bem dotado! Sua rola devia ter uns 17 ou 18cm e era bem grossa! Ele foi forçando aquele mastro no meu cuzinho até que conseguiu colocar a cabecinha. Que dor! Assim que a cabecinha entrou, ele tratou logo de enfiar tudo no meu rabo e, quando percebeu que eu havia acomodado aquele mastro todo no meu cuzinho, começou a fazer os movimentos de vai vem, rápidos e com força!
Aquela situação, apesar de assustadora e humilhante, era, ao mesmo tempo, excitante. Aos poucos, fui sendo dominado por um tesão incontrolável, de modo que, conforme fui me acostumando com aquele mastro, arrisquei umas reboladinhas.
- Tá gostando, né, viadinho?! A gente vai te arrombar hoje! Rebola na minha pica, rebola! Isso... assim! Rebola! Rebola mais que eu sei que tu gosta! Agora vira que eu vou gozar na sua boca! - eu obedeci e, assim que virei, outra rola preencheu meu cuzinho, enquanto o Carlos enchia minha boca de porra! Ele puxou minha com força, fazendo aquele mastro enorme encostar na minha garganta só pra me fazer engolir toda sua porra! Os outros começaram a se revezar, metendo no meu cu e na minha boca e, diferente do Carlos, nenhum deles havia gozado. Pelo menos, não ainda.
Eu já estava com o cuzinho ardendo, quando eles decidiram que era hora de me arrombar de verdade. Então, um deles pegou vários cintos e amarrou meus braços e minhas pernas, deixando meu cuzinho bem exposto.
- Vamos lá, pessoal! Dois por vez, agora! Vamos quanto de rola esse viadinho aguenta! - e eles começaram a fazer uma DP no meu cuzinho. Eu chorava de dor, pedia pra eles pararem, pois não estava aguentando mais, mas logo vinha um e enfiava a rola inteira na minha boca, me mandando calar a boca!
Ficamos ali por vários minutos, até que eles decidiram que era de gozar. Então, eles me colocaram sentado, apontaram todas aquelas rolas na minha boca e o Carlos falou:
- Agora, viadinho, nós vamos encher sua boca de porra e você vai beber tudo, entendeu?! Se derramar uma só gota, vai levar tapa na cara! - e ele me deu um tapão com força na cara, pra me mostrar o que iria acontecer.
Então, ele veio por trás de mim, puxou minha cabeça pra trás, enquanto todos os outros gozavam na minha boca.
- Não engole ainda! Quero ver sua boca cheia de porra antes!
Minha boca ficou cheia de porra logo depois que o terceiro cara gozou!
- Engole! Isso... engole tudo que ainda tem mais pra vc beber!
Eles encheram minha boca de porra mais duas vezes e me fizeram beber tudo! Na terceira vez, eu estava com o estômago embrulhado e derramei um pouco pelo canto da boca!
- O que eu falei? - e levei uma bofetada do Carlos. Não contente, os caras que haviam gozado na minha boca por último também me bateram!
Eles me deixaram amarrado e foram terminar de tomar banho. Assim que terminaram, Carlos virou pra mim e, antes de me desamarrar, tirou uma foto minha e disse:
- Agora, gordinho, vem a melhor parte! Nós fotografamos e filmamos tudo! De hoje em diante, você será a nossa putinha e vai dar pra gente sempre que a gente quiser. Do contrário, vamos colocar tudo na internet! - e todos riram.
Agora sim entrei em pânico! Ninguém do meu círculo de amizades, ou da minha família sabe desse meu "outro lado". Se isso viesse à tona, acabaria com a minha reputação.
Eles me soltaram, anotaram o meu celular e foram embora. No dia seguinte, o Carlos me ligou pra marcar "outro jogo", só que na casa dele dessa vez.
Eu fui... apavorado, pois meu cuzinho ainda ardia da última vez. Mas outra eu conto o que fizeram comigo.



