Mundo pequeno

Um conto erótico de Leandro
Categoria: Heterossexual
Contém 1748 palavras
Data: 28/10/2009 11:32:19

Meu nome é Leandro, sou casado há 10 anos com Patrícia uma morena gostosa e quente que sempre satisfaz minhas vontades, mas como todo homem safado sempre estou de olho nas outras mulheres e não perco a oportunidade de dar uma pulada fora do casamento.

Trabalho como comprador de uma indústria química em São Paulo, como é de costume recebo muitos representantes comerciais apresentando seus produtos há um ano atrás conheci Karina uma linda vendedora de uns de nossos fornecedores, havíamos agendado uma reunião na sexta feira as 11h00minhs e quando ele entrou em minha sala fiquei sem fala. Karina é uma loira de 1,70 de altura seios grandes (48) e de pernas grossas e de um quadril maravilhoso com uma bundinha redondinha e empinada, no dia que ela entrou em minha sala usava um vestidinho preto básico um pouco acima do joelho e uma blusinha branca de botões e um blazer sinhô também preto. A convidei para senta-se para podermos conversar, ele sempre muito profissional apresentou seus produtos e negociamos algumas entregas para aquele mês, eu não conseguia tirar os olhos daquelas pernas e seios maravilhosos, imaginando como seria vela nua.

Após a reunião perguntei se gostaria de me acompanhar ao almoço ela me respondeu que adoraria para comemorar o negocio. A levei a um restaurante Japonês próximo do escritório e começamos a conversar assuntos não relacionados ao trabalho como comida, baladas, etc. No meio da conversa descobri que ela era da mesma cidade que eu e tínhamos freqüentado o mesmo colégio, e demos muita risada relembrando os professores e as pessoas que haviam estudado com a gente. Apesar de ser uns 5 anos mais velho que Karina tivemos muitas coisas e recordações em comum.

Como era sexta feira e nem eu nem Karina tínhamos compromissos após o almoço resolvemos prolongar nossa conversa e relembrar os velhos tempos. Ofereci a Karina uma batida de saque de morango e ela adorou disse que amava comida japonesa e que seu antigo namorado sempre a levava a esse tipo de restaurante quando queria seduzi-la.

Demos muitas risadas e disse que comida japonesa tinha fama de ser afrodisíaca, aumentando o libido e o prazer, ela disse que não sabia se isso era verdade mas ela ficava doidinha com o namorado e ele fazia o que queria com ele nesse dia. Karina estava descontraída e me contava detalhes de sua vida como se fossemos velhos conhecidos. Me confessou que na época da escola era doida pelos alunos do colegial e que certa vez em uma festa de 15 anos de uma amiga dela as duas saíram com quatro garotos da minha classe e que foi uma loucura ela disse que ela e a amiga acordaram no dia seguinte completamente nuas abrasadas e lambusadas e doloridas. Ela disse que não se lembrava bem mais tem certeza que não foram apenas os quatro que entraram naquele quarto naquele dia.

Eu já não me agüentava de tesão foi quando Karina disse que estava morrendo de calor e tirando o blazer ariu um pouco os botões da camisa e pude ver pela camisa entre aberta o quanto eram grandes e gostosos os seus seios, ela usava um sutien meia taça e seus bicos marcavam o fino tesido da blusa. Karina percebeu minha admiração e se aproximando de mim disse baixinho.

- Leandro, você está bem?

Respondi que sim e pedi desculpas. Ela disse que era para eu não me desculpar que essa tarde estava ótima e ela queria comemorar a grande venda que havia feito, e que infelizmente seu namorado a tinha largado a duas semanas ela não tinha com quem compartilhar sua alegria. Dizendo isso ela se aproximou ainda mais de mim e como se fosse pegar algo no chão ela me apalpou entre as pernas e sentindo o volume do meu membro já estourando de tesão perguntou se isso era um sim.

Sorri para ela e pedi a conta, ela disse que iria até o banheiro e já voltava para irmos. Meio cambaleante ela foi até o banheiro eu paguei a conta e e liguei para minha esposa e disse que teria de ir até um fornecedor resolver um probleminha e que iria demorar para voltar pois era em outra cidade, liguei também para o escritório e disse que iria verificar a qualidade de um produto da empresa de Karina e que não voltava mais naquele dia. Quando ela voltou fomos para o meu carro e ela disse para ir para sua casa, ele pegou minha mão e colocou sobre suas coxas e comessou a esfrega-la em seu corpo dizendo que já estava sentindo falta do toque de mãos grandes como a minha em seu corpo, rapidamente abriu as pernas e esfregou meu dedos no meio de suas pernas e persebi que estava sem calcinha e ela empurrava meus dedos para dentro de sua buceta ela me falou o endereço e em seguida abriu minhas calças e abocanhou meu caralho e chupava com força e apertava meu saco, tinha de concentrar para não perder a atenção do volante.

Karina não se importava com os outros motorista ela chupava e lambia me caralho com muita fome e me recomendava para não gozar pois tinha planos para meu cacete e minha porra. Quando chegamos a sua casa ela acionou o controle do portão e entramos na garagem após a garagem se fechar ela literalmente me atacou arrancando minha camisa e minhas calças e me lambia de ponta a ponta. Saimos do carro e ela já com os seios de fora e com a saia lenvantada até a cintura me puchava pela mão e eu completamente nu a seguia pela casa fomos até seu quarto e ela me empurrou em direção a cama e ajoelhada a beira da cama comessou novamente a me chupar, ele colocava ele todo na boca e depois ia soltando aos poços fazendo uma força incrível.

Meu cacete não e iorme mas tem uns 20cm de comprimeto e é grosso ela o colocava todo na boca, eu sentia a cabeça entrando na sua garganta e as bolas encostarem em seu queicho. Ela continuou por uns 20 minutos, eu não agüentava mais foi quando ela parou e subindo sobre a cama me deitou e setou sobre meu rosto esfregando a boceta e minha cara e ordenando que eu a lambesse, enquanto a chupava ele gritava e gemia e pedia para eu enfiar a língua nela na buceta e no cuzinho, pegando minhas mãos ela enfiava meus dedos em seu rabo e mandava eu fode-la no cu com os dedos quando já tinha dois dedos de cada mão enfiados em seu rabo ele pedia para eu puchalos para os lado pois queria alarga-lo ao Maximo fiquei louco e entri na sacanagem enfiava e puchava com força e ela sentada sobre meu rosto gritava e gemia.

Ela então se levantou e foi ate a escrivaninha de seu quarto e puchou um consolo e sentando no meu cacete de costa para mim mandou eu enfiasse o caralho de cilicone no seu cu ele era enorme 23X5 no mínimo e cavalgando em meu caralho ela foi recebendo o brinquedinho todinho em seu rabo, ela chorava, ria, gritava e xingava, mas pedia mais e mais força na foda. Quando disse que iria gosar ela pulo de cima de mim e e ainda com o caralho enfiado no rabo abocalhou meu cacete e movimentando o cacete de borracha no cu ela recebeu toda porra na boca enchendo e engasgando a garganta da tamanha quantidade de porra que saia, nunca tinha gosado desse jeito ela então com a porra na boca tirou o consolo do cu e guspiu toda porra encima dele e depois enfiou novamente no rabo e mandou eu meter na sua buceta.

Ela deitou de costas e recebeu meu caralho melado na chana até ele gosar novamente nela. Ela também gosou depois com o consolo e meu caralho enfiado na bucete em uma dupla penetração incrível onde eu fique maravilhado e surpreso.

Já eram umas 18:00hs quando tomamos um banho e nos vestimos, começamos a conversar e ela disse que tinha adorado ter me conhecido e se eu me importava de nos ver outro dia para repetirmos a dose, logicamente que disse que adoraria. Nos beijamos ardentemente e nos meses seguintes encontravamos pelo menos uma vez por mês para fechar uma compra e matar a saldade ela passou a ser minha principal fornecedora e alem disso muita cois que aprendia e fazia com ele trazia para casa para fazer com minha esposa Patrícia que também adorava uma sacanagem. Depois de uns nove meses perdemos contato Karina foi para o Paraná em uma filial da empresa e não nos vimos mais. Só nos falávamos por telefone. No dia 25 de maio ela me ligou disendo que estaria vindo para São Paulo em 28 de maio para uma reunião na empresa e queria me ver, disse que seria ótimo e que nos podíamos nos ver no final da tarde da sexta dia 29 para matar as saudades, passei a semana toda animado e até comprei uns brinquedinhos novos para usarmos, logicamente que experimentei antes com Patrícia.

No dia 28 ela me ligou na hora do almoço e disse que no final do dia ia visitar uma amiga que ela tinha reencontrado pelo MSN e que nos veríamos no dia seguinte em sua casa. Quando cheguei a noite em casa quase tive um infarto minha esposa estava conversando alegremente com quem ? Nada menos que Karina. Fiquei branco, azul cor de rosa, vermelho. Minha esposa perguntou se eu estava bem tamanho o meu mal estar, foi quando persebi que Karina também estava surpresa e que não sabia que Patrícia era minha esposa. Patrícia me apresentou Karina e nos fingimos que não nos conhecíamos e Patrícia me falou que as duas tinhão estudado juntas no colégio onde nós havíamos estudado e que a anos não se viam. Deixei as duas conversando e fui me deitar.

No dia seguinte Karina me ligou logo sedo e me pediu desculpas mas não podia imaginar tal coincidência e nos encontramos no final do dia para conversar. Na sua casa Karina me falou que Patrícia era a menina que tinha ficado com ela junto com os meninos do colegial e que elas eram namoradas na adolecencia. Fiquei surpreso em saber que minha Patrícia já tinha feito parte de uma orgia e que gostava de mulher, oque mais ela teria feito?

Mais isso e material para outra história.

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Comentários

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POW...____achando q a maior coincidência era ela ter__estudado na mesma escola q vc

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