Uma fondue diferente (2ª parte)

Um conto erótico de Cneves
Categoria: Grupal
Contém 912 palavras
Data: 15/10/2009 08:50:42

Ficamos ali por algum tempo, nos recuperando, colocando as ideias no lugar, após a quebra do tabu. Paula levantou-se primeiro, chamando Selma para tomarem um banho. Eu, como anfitrião, levantei-me também, servi duas taças de vinho, para mim e Samuel.

Era estranha a nova sensação de estar ali, em minha sala, tomando uma taça de vinho com meu cunhado, os dois inteiramente nus. Confesso que estava um pouco constrangido, e comentei o fato com ele. Samuel é mais "machão" que eu, e disse que estava mais envergonhado ainda. Começamos a conversar sobre amenidades, até que nossas esposas voltaram e disseram que o chuveiro estava liberado. Queríamos também nos lavar, estávamos suados e havíamos gozado bastante. Convidei Samuel para continuarmos o papo no banheiro.

Tomei banho primeiro e depois fiquei sentado, aguardando ele acabar, enquanto terminava meu vinho. Nisso ouvi ruídos estranhos vindos da sala. Pareciam gemidos baixinhos, entremeados de risadinhas abafadas. Abri a porta devagar e não acreditei no que vi: Selma deitada no tapete, com as pernas abertas, enquanto Paula chupava sua buceta. Selma se contorcia, excitada, gemendo. Retornei ao banheiro enquanto Samuel saía do chuveiro, e disse a ele:

- Cara, você não vai acreditar no que tá rolando lá na sala!

Fomos em silêncio, observar a cena. As duas pareciam alheias a tudo. Selma ia se entregando cada vez mais às carícias da irmã, que parecia estar gostando muito daquilo tudo. Começamos a ficar excitados, e automaticamente começamos a nos masturbar. Era lindo de se ver! As contorções de Selma aumentaram, até que ela gozou, soltando um grito. Caindo em si, abriu os olhos, assustada, e nos viu ali na soleira, de pau na mão. Vermelha, cobriu-se com a manta do sofá, e começou a chorar. Fui até ela, abracei-a carinhosamente e disse que não precisava se envergonhar de nada. Eu não estava chateado, havia adorado a cena! Servi a todos outra taça de vinho e aos poucos ela foi relaxando e pudemos comentar o ocorrido.

Paula, sempre mais desinibida que a irmã, e acredito que já um pouco alterada pelo vinho, comentou que as duas já haviam feito isso algumas vezes na adolescência. Ela tivera outras experiências com mulheres, mas Paula, não. Selma então nos perguntou se já havíamos experimentado transar com outro homem. Samuel também respondeu negativamente. Eu já havia comido um colega no Exército, mas calei-me. Mas Selma perguntou-me:

- E você, amor, já fez sexo com outro homem?

Prevendo o que poderia rolar dali e excitado com a possibilidade, acabei contando a história da minha única experiência homo.

Paula provocou:

- E você se incomodaria de fazer novamente?

Resolvi dar corda, e respondi que sim, se a situação fosse excitante o suficiente, poderia rolar. Ela, então, soltou, apontando para mim e Samuel:

- Então por que vocês não nos mostram como é?

Silêncio. Samuel não sabia onde esconder o rosto, mas não conseguiu disfarçar um princípio de ereção. Eu fiquei sem resposta, olhando encabulado para minha esposa. Selma, surpreendentemente, disse:

- Adoraria ver essa cena...

Nisso Samuel explodiu, dizendo que aquilo era um absurdo, que jamais faria isso, que éramos todos uns pervertidos. Paula, experiente em acalmar o marido, explicou que se tratava apenas de uma fantsia delas, que da mesma forma que gostáramos de ver as duas transando, elas também tinham essa curiosidade. E que nem por isso elas seriam amantes, deixariam de nos amar e se consideravam lésbicas. Ele foi se acalmando, e Paula começou a beijá-lo. Samuel foi se entregando, deitando no tapete, enquanto ela começava a acariciá-lo e ia descendo, beijando todo seu corpo, até chegar ao pênis.

Pediu ao marido que relaxasse e curtisse o momento. Começou a chupá-lo, carinhosamente. Depois de algum tempo, sem parar o que estava fazendo, fez sinal para que eu me aproximasse e deitasse ao lado de Samuel. Paula concordou, com o olhar.

Deitei-me ao lado de Samuel e Paula começou a me chupar também, enquanto masturbava o marido. Quando já estava bastante excitado, pegou minha mão e colocou no pau de Samuel. Eu já estava louco de tesão, e não me fiz de rogado: comecei a punhetá-lo. Ele percebeu a diferença e abriu os olhos. Ao ver a esposa me chupando e que a mão no seu pau era a minha, esboçou uma reação, mas - para minha extrema surpresa - minha esposa pôs o dedo nos lábios:

- Shhh!

Foi até ele, ajeitou-se e sentou em sua cara, encaixando a buceta em sua boca. Ele ficou entregue, e começou a curtir a sacanagem.

Paula levantou-se e me pediu para ficar de quatro, chupando seu marido, enquanto ela me chupava por trás. Posicionei-me, e comecei a lamber o pau de Samuel, sem jeito, pois nunca havia feito aquilo antes. Paula, atrás de mim, chupava meu saco e me masturbava, até que, aos pouquinhos, começou a alisar meu cu. Eu já estava totalmente entregue à orgia, e a sensação era bastante agradável. Fui relaxando o esfíncter, até que ela conseguiu enfiar um dedo. Senti uma pontada de dor, mas relaxei e comecei a curtir. Estava me sentindo uma puta, com um pau na boca e um dedo no cu, mas estava adorando!

Minha esposa, por sua vez, parecia também estar altamente excitada com a cena. Sentada na cara de Samuel, alisava os peitos e contorcia-se feito louca. Senti que o gozo de Samuel se aproximava, tirei a boca e continuei a masturbá-lo, até que ele gozou, soltando um grito, abafado pela buceta de Selma. Ela levantou-se e ele ficou lá, caído, exausto.

(continua)

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Comentários

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Bela narrativa, cumplicidade total entre os casais, sabem desfrutar o prazer sem falsos tabus. (prazercomamizade@hotmail.com) Rui Recife.

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Que tesão...fico imaginando se fosse comigo..Iria fazer um trenzinho de chupação

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