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MENINO PRECOCE

Autor: Flávio675
Categoria: Homossexual
Data: 06/09/2009 23:27:12
Última revisão: 07/11/2010 01:39:22
Nota 9.44
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Oi.

Por esse mundão, eu conheci muitas pessoas. Entre elas, recentemente, um casal aonde o marido, um pouco mais novo que eu, é bissexual, e também gosta de ser passivo para machos. Diferente de mim, que só comecei a levar rola pouco depois dos 43 anos, Jean (nome fictício) começou a dar a bunda pouco depois de ter completado 12 anos, lá pro início dos anos 80. Vou contar como isso aconteceu, porque adoro essa história, e gostaria que isso tivesse acontecido comigo também.

Jean me contou que, desde os 10 anos, vinha sendo assediado por causa de uma particularidade de sua anatomia. Ele tinha um conjunto cintura bunda e coxas muito bonito já naquela idade. Os colegas da escola e de rua, no subúrbio do Rio, logo repararam na plasticidade que o conjunto tinha, e, claro, isso foi alvo de muita sacanagem pra cima dele. Jean me disse que primeiro ficou muito puto, mas que depois se acostumou com a sacanagem, a ponto de passarem a mão na bunda dele, e ele não ligar. Esse assédio foi crescendo paulatinamente, e mudando Jean. Ele, a essa altura, já gostava de roubar calcinhas das irmãs, e vesti-las pra brincar na rua. Na inocência, comum aos 12 anos, ele não percebia que algumas delas marcavam sua bunda, e permitia que os colegas mais atentos percebessem, e ficassem com mais tesão ainda na bunda dele.

Na rua onde ele morava havia uma construção parada, e tinha um vigia, que só ficava durante a semana. Nos finais de semana a garotada entrava lá por uma tábua solta no tapume, para brincar de pique esconde. Um certo dia ele foi se esconder com um garoto de 14 anos, que o chamou pra se esconder em um lugar apertado aonde só cabiam os dois espremidos um no outro. O garoto mais velho, é lógico, se encaixou na bunda do Jean, abraçou ele prensando contra a parede, e começou a roçar seu pau contra a bunda do Jean. Ele ainda tentou botar uma moral, mas acabou deixando, pois ficou com um tesão enorme. O garoto, depois de roçar muito, abaixou o short do Jean, e achou a calçinha. Ele chamou Jean de putinha viadinho, abaixou a calcinha, cuspiu na mão, lubrificou o rabo lisinho do Jean, e apontou o pau na entrada do cú dele. Jean, que a essa altura já queria muito o que estava pra acontecer, deixou a coisa rolar. A cabeça começou a entrar causando dores nele, mas o garoto mais velho era forte e segurou Jean até que, vagarosamente, seu pau entrasse todo no cú dele. Ele deu um tempo pra Jean se acostumar, e começou a falar: -“Já se acostumou com a minha rola no seu cú viadinho? Me fala quando parar de doer, pra eu começar a comer sua bunda”. Jean foi se acostumando aos poucos, e relaxando. O garoto foi soltando Jean, que começou a empinar a bunda pra alcançar a altura do pau do garoto. Percebendo isso, o garoto começou um entra-e-sai muito vagaroso, e foi acelerando aos poucos. Jean excitado com a foda começou a rebolar instintivamente. O garoto, então, começou a socar vigorosamente a rola no cú de Jean, e falava: -“Vai viadinho! Rebola na minha vara! Mostra pra mim a putinha que você é!”. Jean, que estava totalmente compenetrado naquela nova sensação, rebolava cada vez mais forte, acompanhando o vigor de seu macho. Uma certa hora o garoto gruniu e começou a despejar no cú de Jean, uma quantidade enorme de porra. Ele ainda ficou um tempo engatado, tendo espasmos e injetando mais porra naquele rabo tão cobiçado. Quando o pau do garoto amoleceu, ele guardou-o na cueca, vestiu os shorts e saiu batido. Jean me contou que ainda ficou lá uma pouco sentindo a porra sair do seu cú e melar suas coxas. Quando saiu do estado de êxtase em que se encontrava, ele suspendeu a calcinha, vestiu o shorts, e também saiu.

É lógico que o garoto passou a comer Jean regularmente. Umas duas ou três vezes por semana. Como aquilo era grande demais pra uma garoto de 14 anos guardar segredo, ele acabou contando para os mais chegados. Estes, por sua vez, começaram a assediar Jean querendo come-lo também, e, em pouco tempo, Jean já estava dando a bunda pra maioria dos garotos da rua. Ele já não roubava as calcinhas das irmãs porque recebia calcinhas muito safadas de presente dos garotos, que roubavam de suas mães, ou das irmãs. Depois de um tempo já chamavam ele pra dar para dois, pra três ou quatro deles ao mesmo tempo, até que Jean começou a dar pra turma inteira lá na construção, pois todos amigos já haviam passado a rola nele. Eles iam todos pra garagem mais profunda, faziam Jean tirar a roupa tipo streaptise, e faziam fila pra comer o cú dele. Ele era o verdadeiro índio camarada. Dava geral a bunda pra garotada. Ele já tinha até a ajuda de um outro colega, que também passou a levar no rabo como Jean. Fora as fodas de meio de semana, a foda de final de semana, aonde Jean dava a bunda pra todos era sagrada. Já tinham uns 10 a 15 garotos que se reuniam pra comer o cú do Jean, e do outro garoto. Até que...

Jean me contou que um dia, logo depois de ter dado o cú pra todos, estava dando denovo para um coleguinha, quando o vigia apareceu. Todos correram, mas o vigia avisou Jean que, se ele corresse, contaria tudo para os pais dele. Jean parou, e acabou sozinho com o vigia. Só tinha conseguido vestir a calcinha, e estava com o resto das roupas na mão. Tentou se vestir, mas o vigia não permitiu, e começou a falar: -“Sabe viadinho, eu, a semanas tenho visto você levar vara de todos os seus coleguinhas, mas ainda não vi você levar uma rola de respeito. Portanto agora eu vou passar a comer você, e você vai virar a minha mulherzinha, a vai fazer tudo que eu quiser. Caso contrário eu conto tudo pros seus pais. Jean ficou nervoso, não sabia como sair daquela situação. O homem não era nada agradável. Cheirava mal, biótipo nordestino dos bem atarracados. Segundo Jean o cabra era muito feio. Ele pegou Jean e começou a dobra-lo em cima de uma mesa de carpintaria. Abaixou suas calcinhas, e começou a morder sua bunda. Deu uma palmada bem forte em sua bunda, e o barulho o assustou mais que a dor. Jean olhou pro rabo e viu a marca dos dedos na sua bunda. E não viu só isso. Ele reparou que o paraíba estava nú, e que a rola do cara era enorme. Ela era, assim por baixo, pelomenos o dobro do tamanho da maior rola que ele já tinha levado. Com o tapa e a visão daquela monstruosidade, Jean começou a chorar. O paraíba deu outra bifa no rabo do Jean e mandou ele parar de chorar, senão ele ia levar mais palmadas. Jean tentou se controlar enquanto o cara terminava de tirar a calcinha dele. O cara botou uma das pernas de Jean em cima da mesa, e começou a enfiar a língua no cú dele. Nesse ponto Jean começou a gostar. A língua do cara era enorme. O paraíba parou, passou vaselina, apontou e encostou a cabeça no cú do Jean. Quem nunca deu o rabo não sabe a tensão e o tesão que esse momento, que antecede a penetração, provoca. Jean, apesar de esta com uma das pernas pra cima, empinou o máximo o rabo pra facilitar. O cabra pressionou, e a cabeça começou a entrar devagarinho, dilatando a olhota do Jean como ela nunca tinha sido dilatada antes. Segundo Jean, a dor foi maior que a da primeira vez, mas ao final de um tempo lá estava a cabeça inteira no rabo do Jean. O cabra falou: -“Pronto viado! A cabeça já tá lá dentro, e agora eu vou encurtar o seu sofrimento”. E foi pressionando aquele salame cú do Jean adentro, até encostar o corpo no rabo do garoto. Então ele disse: -“Acabou o sofrimento! Eu já estou até as bolas no seu cú”. Jean se acostumou com aquele ferro no rabo e começou a rebolar pra acomodar melhor aquele monte de carne. Então o Paraíba, percebendo o momento, começou a foder Jean, inicialmente devagar, mas, logo em seguida já estava socando a rola no cú dele à todo vapor. Ele comeu o cú do Jean por uns 7 minutos, então acelerou e injetou um rio de porra completamente engatado no rabo dele. Em seguida o cabra mandou Jean pra casa, não sem antes mandar ele voltar durante a semana pra levar mais ferro. Jean me falou que adorou sentir que seu cú foi usado pelo Paraíba, adorou sentir as pregas indo embora, adorou ficar com o cú ardido por causa daquela rola fenomenal. Pra encurtar a história, a partir desse dia Jean se apaixonou por grandes rolas. Ele continuou dando pros coleguinhas dele, mas queria ser comido pelo paraíba quase todo dia. Depois de um tempo a obra recomeçou e durou mais 2 anos. E Jean dando o rabo o tempo todo pro vigia, e, pros vários amigos que o vigia levou pra come-lo. Jean levou tanto mega cacete no rabo, que aos 18 anos seu cú já não fechava direito.

Ele passou pra um faculdade no interior de São Paulo, e não viu mais o tal vigia. Na faculdade ele conheceu sua mulher, e está casado até hoje com ela. Ela sabe de tudo que aconteceu com ele, e é cúmplice dele em todas as vezes que ele acha um cara pra come-los, ou ela mesma acha, afinal ela é linda. Eles fodem à três, e ela tem o maior tesão de vê-lo rebolar com uma rola enterrada até o talo no cú dele, e tem o mesmo fetiche que Jean, quando se trata de dimensões das rolas que eles selecionam, ela também adora rolas enormes.

Bem essa era a história que eu tinha pra contar. Meu Nick é flavio675. Sou Bissexual, másculo, não afeminado, 100% passivo para homens e versátil para mulheres, branco do tipo hispânico, 1.80m de altura, 82Kg, aparentando menos peso, do tipo “Bear”, peludo, cara limpa, e fora do meio GLS, bem nascido e com boa formação. Não fumo, e bebo pouquíssimo, só socialmente. Moro sozinho, sou feliz e totalmente satisfeito “dentro do armário”, inclusive tenho namorada (que desconhece e não participa), e filhos na faculdade.

Meus contatos são:

E-mail: flavio675@gmail.com

MSN: flavio675-rj@hotmail.com

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Procuro homens, dupla, ou grupo de homens, de nível compatível com o meu, bem dotados pra muito bem dotados, 100% ativos másculos, não afeminados, de qualquer estatura peso raça e credo; fora do meio GLS, discretos, que não estampem o rosto em sites na web, ou MSN, passando recibo, mulheres, dupla, ou grupo de mulheres, bem femininas, de nível compatível, com idade de até 50 anos, de qualquer estatura raça e credo, mas de altura e peso proporcional, que se achem e se sintam bonitas, casais ou grupos mistos, também de nível compatível, que curtam homens com o perfil descrito acima, e que se enquadrem dentro do solicitado, para sexo sem qualquer outra espécie de compromisso que não seja sexo, ou sexo e amizade.

Ofereço e exijo higiene, sigilo e discrição total como ponto básico. Não curto sexo virtual, indecisos, drogas, gente alcoolizada em excesso, nojeiras escatológicas (tipo chuva dourada, quibe, espinafre, ostra, e assemelhados), spanking ou qualquer outro tipo de SM que vá além de umas bobagens ditas ao pé da orelha na hora da transa.

Sou bastante fetichista e, opcionalmente, para a hora da transa, gosto de vestir lingeries tipo calcinha fio dental, cinta-liga e meias 7/8, mas isso fica a critério dos parceiros. Com homens, não curto (e não rola) beijos, chamegos e namoricos românticos de qualquer espécie. Com mulheres, dentro das diretrizes citadas acima, gosto de tudo, incluindo inversão de papéis.

Comentários

20/02/2014 07:10:41
concordo com ele que o momento que estamos submissos ao macho de 4 a espera é gostoso demais--tensão/tesao que so acaba quando recebemos o pau que adentra nos dando prazer
14/07/2013 08:41:00
Cada um,cada um. Muito bom,
08/11/2009 19:24:49
!!!
18/09/2009 10:09:57
Muito bom.
12/09/2009 01:41:04
gostei, muito bom.
07/09/2009 00:41:36
bom!!!!!!!!!!!!!!1 nota9

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