IZABEL 2

Um conto erótico de valeriobh
Categoria: Heterossexual
Contém 624 palavras
Data: 23/09/2009 19:22:00
Assuntos: Heterossexual

Como narrei no conto anterior, após ter seduzido e transado com Izabel, minha prima, uma mulher que apesar de ser casada e mãe de dois filhos, ainda apresentava um bonito rosto e delicioso corpo (pouco importando se foi ajudado por cirurgia plástica), iniciou-se nela uma nova fase de sua vida como mulher e fêmea, até então desconhecida. Antes de mim, somente havia se relacionado sexualmente com seu marido, e após anos de casada, seu relacionamento sexual havia caído na rotina, levando-os a transarem pouco e sem entusiasmo, e segundo ela, até por obrigação. Ela tinha convicção que seu marido a traía, porque viajava freqüentemente e nem assim a procurava quando retornava. Ela relatou que após nossa transa, acendeu dentro dela um sentimento de prazer até então desconhecido, e impossível de ser admitido. Em nossos papos pelo msn, eu somente a chamava de putinha, e ela de meu macho, e seu marido de corninho. Atendendo a meu pedido, ela mandou o corninho comprar um laptop com cam, e instalar banda larga sem fio, para podermos conversar sem perigo de ser flagrada pelos filhos.

Depilou completamente a xota (com cera, como havia pedido), e tinha prazer em se exibir para mim totalmente nua, dentro do banheiro da casa, escondida dos filhos. Sentava no vaso, abria as pernas, acariciava a buceta, tocava siririca e depois de gozar, chupava os dedos, tudo isso olhando para a cam, sabendo que do outro lado estaria eu, batendo punheta vendo a putinha se exibir pro seu macho. Izabel comprou lingeries sexy e provocante, que embora tivesse por obrigação usar com o marido, era eu seu destinatário, prometendo-me, entretanto, que o espartilho seria primeiramente usado comigo. Nunca havia saído de casa sem calcinha, e no nosso encontro real seguinte, ela atendeu meu pedido e foi de táxi se encontrar comigo num hipermercado, usando uma minissaia e sem calcinha. A fiz desfilar pelo estabelecimento comercial, subindo e descendo escada rolante, para que ela ficasse na aflição se alguém teria visto que ela não usava calcinha. Izabel disse que chegou a melar a xota de prazer quando viu de relance dois adolescentes abaixarem ligeiramente as cabeças, acompanhando ela subir a escada rolante. Dentro do estacionamento, havia estacionado minha pick-up um pouco mais afastado, e assim que abri a porta para ela entrar, a segurei, abaixei seu tronco por cima do banco, levantei a saia e mesmo tempo em que abria minha calça e colocava o pau pra fora, enfiando dentro da xota dela sem muito trabalho, face ao estado de excitação que ela se encontrava. Estávamos ali, duas pessoas casadas, responsáveis, metendo num local público, podendo a qualquer momento ser flagrado por alguma pessoa. Quando senti que iria gozar, a mandei abaixar e abrir a boca, segurando sua cabeça e enfiando o pau dentro, gozando logo em seguida uma grande quantidade de porra. Ela engoliu um pouco e tossiu o restante, porque meu pau encostou na sua glote. Dentro do carro, conduzi o veículo até o motel, mantendo-a deitada, com as pernas abertas e chupando meu pau. Mesmo com insufilme, era possível que motoristas de caminhões ou ônibus vissem a putinha sendo bolinada na xota e chupando pau. Na portaria do motel, ela nem recompôs a saia, dando para ver sua buceta lisinha. Dentro do quarto, vendei os olhos de Izabel, amarrei suas mãos e pés, imobilizando-a na cama. Sem avisar, comecei a chupar seios, buceta, passar gelo e derramar espumante no seu corpo, enfiar chocolate na sua xota, enfim, fiz um banquete completo no corpo de Izabel. De tanto gozar, ela chegou a chorar de tesão. No auge do êxtase, disse que ela era minha e poderia fazer tudo o que eu quisesse. Falei então que promessa é divida e iria cobrar. Valeriobh

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