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Garotas da república - Gozada final

Autor: Jean1979
Categoria: Heterossexual
Data: 18/08/2009 23:22:10
Última revisão: 19/08/2009 00:08:18
Nota 10.00
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Este é décimo episódio de uma novela erótica que estou escrevendo, para que possam aproveitá-lo melhor sugiro que leiam antes os episódios anteriores:

- Como a garrafa de champagne

- No escritório do chefe

- Loucamente apaixonada

- Trocando favores

- Dois mais dois!?

- O castigo da patroa

- Lutando por Helena

- Amante do chefe

- Garotas da república – Gozada inicial

Quando Viviane se ajoelhou diante de mim meu pau começou a ficar ereto. Aquela posição submissa e sensual me deu o maior tesão.

- O que você quer? – perguntei meio rude.

- Pedir desculpas... – Viviane não conseguia desviar os olhos de meu pau que ia se enrijecendo cada vez mais e mais a poucos centímetros de sua boquinha.

- Você poderia terá agüentado mais. Se dependesse de você eu não teria a gozada gostosa que eu tive, ainda bem que a Débora usou a boquinha dela para substituir o teu cuzinho apertado...

- Me perdoa. Você sabe que era virgem lá... Além do mais a Débora me fez sentar com tudo no teu pau, quase me rasgou inteira!

- Senti o maior tesão...

- Percebi. Bem que eu queria ser como a Débora, fiquei molhadinha quando você enrabou ela até ela gozar! – agora meu pau já estava completamente duro e Viviane hipnotizada por ele...

- Posso fazer o mesmo com você...

- Não sei se agüentaria ser enrabada de quatro por você, mas posso fazer outra coisa para te compensar...

- O quê!? – perguntei já sabendo o que seria.

- Isso. – disse ela cheia de desejo segurando com as duas mão a base da meu pau enquanto ao mesmo tempo abocanhava gulosamente a cabeçona com sua boquinha delicada.

Estava curtindo o boquete deilicioso de Viviane em meu pau já a alguns minutos quando percebi que Carla, sozinha me observava excitada. Chamei-a e ela veio até mim, estava linda vestida apenas com o shortinho apertado e com os seios lindos voluptuosos a mostra.

- Tire o shortinho, quero te ver só de calcinha. – ordenei-lhe.

Carla estava novamente tímida e por isso não atendeu-me prontamente, e eu, por estar recebendo de Viviane uma chupada deliciosa no pau não conseguia ser argumentativo o suficiente devido ao prazer que a morena me proporcionava, mas foi ela que fez com que a ruivinha realizasse meu desejo:

- Vai Carla! – disse ela tirando a boquinha do meu pau mas mantendo uma punheta lenta e deliciosa com as mãos nele – Tire o shorts e mostre este teu bumbum gostoso para o Jean. Vamos deixar ele louco de tesão, eu aqui chupando o pau dele bem gostoso e você aí só de calcinha rebolando bem sensual para ele.

A proposta de Viviane fez com que a excitação de Carla suplantasse sua timidez, lentamente a ruivinha virou-se de costas para mim e foi tirando o shorts devagar mexendo os quadris. Quando o shorts da garota caiu no chão fiquei extasiado de prazer, seu bumbum era muito lindo, empinado e perfeito vestido apenas com a calcinha fio dental branca e minúscula. Estendi a mão e acariciei uma nádega depois a outra, ficou toda superrexcitada empinando o bumbum crispado para mim. Acariciei sua xotinha sob a calcinha, senti o quanto estava encharcada, fiquei louco de tesão ouvindo Carla suspirar de prazer enquanto eu tocava sua xotinha virgem. Viviane imediatamente procurou retomar minha atenção chupando gulosamente meu pau, engolindo-o o máximo possível me enlouquecendo de prazer.

Neste momento Débora apareceu na porta do quarto meio que desesperada, de seus loiros cabelos molhados caíam brilhantes gotas de água sobre a pele fresca e macia da seu corpo semi-encoberto por uma minúscula toalha.

- A dona da casa está aí!

- O que ela quer!? – perguntou Viviane.

- Você sabe como ela é. Vive implicando para nossos namorados não aparecerem aqui, quer respeito...

- Será que ela está desconfiada que o Jean esteja aqui!?

- No mínimo ouviu os gemidos de prazer que ele provocou na gente! – disse Débora se divertindo.

- De prazer eu não sei, mas com certeza deve ter ouvido meus gritos de dor quando o Jean desvirginou o meu cuzinho... – dessa vez as três riram e eu também.

- Bom, então faremos o seguinte, eu vou atender ela lá na porta, com certeza a chata vai querer entrar aqui no quarto para ver o que estava acontecendo, vocês dêem um jeito para esconder o Jean aí. – Débora acabou de dizer isso, ia saindo, mas voltou: - Ah! E se vistam aí senão ela vai pensar que somos lésbicas. Eu vou inventar para ela uma estória de que estávamos cantando para justificar os gritos que ela ouviu.

Quando Débora saiu Viviane recolocou rapidamente o vestidinho que estava usando e veio até mim.

- Jean me desculpe a situação mas você vai ter que se esconder dentro do armário! – rimos juntos.

- E eu Viviane, não tenho nada para vestir, minhas roupas já estão todas dentro da mala no outro quarto, não dá tempo de pegar, e minha blusinha você e a Débora rasgaram... – a ruivinha gostosa estava aflita.

- É mesmo... se ela te ver só de calcinha aqui achará muito estranha– no corredor já ouvíamos a voz da dona da casa vindo junto com Débora.

Fui eu que tomei uma decisão rápida, entrei no do guarda-roupas e tomei Carla pela cinturinha trazendo-a junto comigo.

- Se a mulher perguntar diga que ela saiu. – disse eu com a voz baixa, Viviane concordou com um gesto e fechou a porta do armário sobre mim e Carla.

Depois de alguns instantes ouvi as vozes das três conversando no quarto. Dentro do armário apertado, a ruivinha, de costas para mim, comprimia seu bumbum empinado contra o meu pau, que após um delicioso rebolado de Carla se aconchegou prazerosamente entre suas nádegas crispadas de desejo.

- Nossa!... – murmurou para mim.

- O que foi?

- Tenho que te confessar uma coisa Jean...

- Diga

- Quando eu estava com o teu pau na boca, chupando ele eu senti o quanto era grande, mas agora no meu bumbum estou sentindo que ele é enorme!

- Ah, é!? – minhas mãos que estavam sobre o seu quadril desde o início puxaram-na para mim.

- Enorme e gostoso... – a ruivinha disse isso e rebolou seu bumbum no meu pau me enlouquecendo de prazer.

- Também tenho que te confessar uma coisa Carla...

- O quê!? – perguntou surpresa.

- Quando você estava punhetando meu pau com teus seios quase gozei em cima deles... – disse isso deslizando minhas mãos de seus quadris até seus voluptuosos seios, acariciando-os com desejo, fazendo-a gemer de prazer

- Se você tivesse gozado eu ia adorar, aposto que eu sentiria o maior prazer tendo meus seios lambuzados com teu gozo quente...

- Por quê!? – agora era eu que estava surpreso.

- Descobri que tenho os seios supersensíveis, no banho eu chego a gozar quando uso o chuveirinho para esguichar água quente sobre eles.

- Quem te ensinou isso?

- Foi a Viviane, ela tem os seios sensíveis como os meus, acho que meus seios e os da Viviane são nossas zonas erógenas mais excitantes...

- Hum... – meu pau colado no bumbum de Carla latejava de tesão deixando-a cada vez mais excitada

- Se água quente nos faz gozar imagine o que o teu gozo quente grosso e melado não faria em nossos seios...

- Quando sairmos daqui vocês podem voltar a pagar aquele boquete gostoso no meu pau até eu dar uma esporrada neles, aí você vê o que acontece...

- Tudo bem, mas a Viviane também vai querer, nós conversamos sobre isso e combinamos enquanto você estava enrabando a Débora, posso dividir tua porra com ela?

- Pode, afinal algumas garotas já me disseram que eu gozo como uma cavalo...

- É verdade, eu vi mesmo a quantidade de gozo você esporrou no rosto da Débora... mas será que sobrou alguma coisa para nós duas?

- Do jeito que você está me deixando excitado com este teu bumbum gostoso no meu pau acho que vou acabar gozando muito mais que da na primeira vez. Vou deixar esses peitinhos gostosos completamente lambuzados com minha porra quente...

- Hum... vai ser delícia! – murmurou Carla entre gemidos de prazer enquanto rebolava seu bumbum gostoso no meu pau me excitando ainda mais.

Enquanto isso fui descendo minha mão em direção a xotinha de Carla, enfiei ela sob sua calcinha e encontrei-a completamente molhada de desejo e, comecei a acariciar o grelinho inchado de prazer. Eu percebera que a dona da casa e as garotas já não estavam no quarto, mas isso não importava pois aquele momento com o bumbum de Carla apertadinho contra o meu pau merecia continuar de tão prazeroso que era.

- Oh! Jean... – Carla suspirava de prazer – Se minha xotinha não fosse virgem eu ia querer que você fodesse ela com este teu pauzão gostoso...

- Nada disso gatinha, tua xotinha ser virgem é perfeito para mim, vou adorar rasgar seu cabacinho com a cabeça do meu pau...

- Ai, não posso dar ela para você, disse para meu noivo que queria casar virgem e ele aceitou. – fiquei em silêncio deixando-a continuar - ...eu sempre tive medo, mas sempre fui louca para ser penetrada por um pau gostoso como o teu Jean... – continuei acariciando seu grelinho deixando-a cada vez mais louca de prazer - ...minha xotinha eu não posso te dar, mas se você quiser...

- Hã!? – indaguei exultante de prazer e desejo já sabendo o que aquilo significava.

- ...pode fazer comigo o que fez com a Débora e a Viviane.

Achei melhor não dizer nada, a ruivinha já me prometera o que eu mais queria dela, preferi continuar acariciando seu grelinho melado de desejo arrancando dela gemidos e mais gemidos de prazer.

- Jean prometa para mim que vai fazer devagar e com cuidado... – a ruivinha se esforçou para dizer esta frase sôfrega de prazer.

Não respondi. Continuei apenas torturando-a de prazer, minhas mãos percorrendo seu corpo sensual, acariciando seu grelinho e seus seios intumescidos de desejo. Ela não resistiu:

- Oh! Jean, vem! – disse isso abrindo a porta do armário freneticamente sem se importar se a dona da casa ainda estivesse ali – Vem depressa! Não agüento mais!... – rapidamente se colocou de quatro sobre a cama com o bumbum lindo e perfeito completamente empinado para mim. Eu, louco de desejo, me coloquei rapidamente atrás dela, a cabeça de meu pau que vibrava de tesão roçando em suas nádegas deliciosas. Toda empinadinha e submissa, pronta para me enlouquecer de prazer a ruivinha virou o rosto para trás e olhou para mim:

- Ah! Desculpe, esqueci de tirar minha calcin... – antes que ela terminasse a frase rasguei em pedaços com virilidade sua minúscula calcinha fio dental branca que emoldurava deliciosamente seu bumbum perfeito. Este meu ato impetuoso arrancou da ruivinha um gritinho de susto e desejo no exato momento em que Débora e Viviane voltavam para o quarto.

- Não acredito no que estou vendo! Jean você vai tirar o cabacinho da virgenzinha da casa!? – disparou a loira vendo a amiga de quatro para mim que estava com o pau completamente ereto, pronto para penetrá-la.

- O cabacinho não, prometi ele ao meu noivo para a noite de núpcias... - Carla não precisou dar mais explicações.

- Então... – Viviane não conseguiu completar a frase pois, assim como Débora, acabara de ficar completamente tomada de curiosidade e excitação.

- Então... – Débora se recuperou primeiro - ...então vai deixar o Jean te enrabar gostoso como ele fez comigo e com a Viviane!?

- Sim, mas eu pedi para ele ir mais devagar comigo...

- Duvido que ele vá atender seu pedido. – disse Débora rindo – Não viu o jeito que ele rasgou tua calcinha!? Está louco para foder e deflorar gostoso este teu cuzinho virgem do mesmo jeito selvagem que fodeu o meu! Ouvindo isso Carla ficou apreensiva, ainda de quatro na minha frente com o bumbum empinado para mim olhou-me e viu que o desejo em meus olhos confirmava o que Débora dissera.

- Olhe só! – Débora sentou-se na beira da cama, perto de mim – Olhe como o pau do Jean está vibrando de tesão para te enrabar... – segurou meu pau latejante e mostrou-o para a ruivinha.

- Mesmo assim eu quero ele no meu cuzinho! Sempre fui louca para ser penentrada, e agora que vi vocês duas sendo enrabadas não vou mais conseguir resistir de tanto tesão, a minha xotinha pode esperar até a lua de mel, mas meu cuzinho virgem quero dar para o Jean agora! – implorou a ruivinha apesar dos conselhos da loira.

- Tudo bem então Carla, mas eu acho melhor eu ficar com vocês aqui, para controlar um pouco a situação assim como eu fiz com a Viviane. – sem largar o meu pau Débora se desenrolou da toalha ficando novamente nua, e se ajoelhou sobre a cama, atrás de mim.

- Pode ser, acho que será melhor mesmo.

Viviane também sentou-se na borda da cama, tomada de curiosidade e excitação queria ver de perto a cena da amiga dando o cuzinho virgem para mim.

- Preparada!? – perguntou Débora a Carla enquanto punhetava lentamente meu pau e esfregava sua cabeça inchada e vermelha nas nádegas da ruivinha que estremecia de tanto desejo.

- Estou! – podia-se sentir no som da voz de Carla o desejo intenso que ela sentia.

- Então empine mais este teu bumbum de putinha safada... – Débora dizia isso e batia com meu pau nas nádegas de Carla enlouquecendo-a de prazer e desejo - ...se prepare que eu vou fazer o Jean te enrabar bem gostoso! – A ruivinha obedeceu imediatamente a amiga, empinando completamente para mim seu bumbum lindo que se avermelhava devido as lambadas que Débora dava nele com meu pau latejante de desejo – Agora Jean... – Débora murmurava em meu ouvido enquanto encostava a cabeçona do meu pau na entrada apertadinha de Carla - ... agora puxe para você o quadril dessa safadinha, deixe teu pau comigo que eu faço ele entrar gostoso nesse cuzinho virgem!

Louco de desejo obedeci Débora, puxei Carla para mim sentindo o maior prazer quando a cabeça de meu pau começou a forçar a entrada apertada do cuzinho de Carla, ouvi neste momento Viviane dar um sonoro suspiro, olhei-a e vi que mordia o lábio cheia de tesão. Carla estava em silêncio, submissa, tentando se preparar para receber a grossura de minha presença fálica em seu apertado interior anal.

- Vai Jean, puxe o bumbum dela para você... – os incentivos de Débora murmurados em meu ouvido eram irresistíveis. Mais uma vez obedeci a loira, segurando o quadril de Carla um pouco para trás de sua cinturinha delicada puxei-o virilmente para mim. Dessa vez a cabeçona de meu pau entrou completamente, sentindo um prazer intenso ouvi a ruivinha gemer de dor. Viviane e Débora vibraram de prazer comigo, mas logo se frustraram pois Carla não resistiu e fugindo com seu bumbum gostoso de mim e pôs fim naquela apenas iniciada mas já deliciosa penetração anal.

- Acho que não vou conseguir Débora!

- Nada disso Carla, não pode deixar eu, a Débora e Jean assim cheios de desejo e desistir na última hora! – ficamos surpresos com a reclamação de Viviane, mas eu estava de acordo com ela, que continuou – Você não pode se colocar aí de quatro para ele com o teu bumbum gostoso empinadinho para quando ele, cheio de tesão, estiver com a cabeçona do pau na entradinha do teu cuzinho virgem você fugir. Isso eu não aceito! Você vai ter que deixar o Jean te enrabar gostoso do mesmo jeito que enrabou a Débora e eu! – O tom de voz de Viviane denotava um certo sadismo que eu adorava. Eu via em sua boca, em seus olhos, em seu rosto que ela deseja o meu prazer de deflorar o cuzinho virgem da amiga, parecia que ela queria assim se vingar da dor que sentira quando Débora a obrigara a sentar com força no meu pau.

- Vem carla! – ordenei – Eu sei que você quer!

- Tudo bem... – convencida, me obedecendo, Carla voltou a posição anterior, de quatro, submissa, com o bumbum gostoso empinado, pronta para ter o cuzinho virgem deflorado por mim. Débora que permanecera punhetando meu pau devagar começou a direcioná-lo para a entradinha da ruivinha que piscava de medo e curiosidade. Nesse momento um celular tocou.

Era o meu.

Ninguém se mexeu, ficamos em uma expectativa enquanto o celular continuava a chamar.

- Pegue ele para mim. – disse a Viviane por fim.

- É a Helena... – disse a morena aumentando a tensão entre nós. Fiquei contrariado por minha namorada ter me ligado justo naquele momento crucial em que eu estava prestes a enrabar um cuzinho virgem, mas apesar disso, Helena era muito importante para mim, e mesmo eu estando cercado por três garotas nuas lindas, naquele momento triunfal para mim eu precisava atendê-la.

- Eu vou atender. – disse surpreendendo as garotas – como eu estava com as mãos ocupadas mantendo o quadril gostoso de Carla naquela posição deliciosa Viviane teve que segurar o telefone no meu ouvido. – Pronto!

- Oi Jean! – a voz doce de Helena ressoou em meu ouvido.

- Oi! – as três garotas ficaram em silêncio, apesar de estarem comigo não queriam que amiga desconfiasse de nada, afinal elas sabiam da paixão que exisitia entre nós. Além disso sabiam muito bem que aquela noite era apenas um momento de prazer para nós quatro, elas haviam me atraído para aquele quarto apenas para eu saciar o desejo anal que sentiam por mim, era o que eu lhes estava dando, era só isso que elas queriam. Mas apesar de tudo, enquanto eu falava com Helena ao telefone, Débora continuou a punhetar meu pau lentamente, talvez quisesse me desconcentrar ou talvez o prazer que ela sentia ao ter meu falo ereto e latejante em sua mãozinha fosse demais para que ela o largasse.

- Aconteceu uma coisa que me fez lembrar de você...

- O quê? – ao fundo eu podia ouvir o motor o ônibus acelerando sozinho pela estrada.

- No corredor do ônibus um homem tentou roçar em mim. – fiquei em silêncio, ela continuou – mas eu não deixei! – riu gostoso – Jean, por que será que todos os homens são loucos por um bumbum?...

- Não sei se todos são, só sei que apenas eu tenho o bumbum mais gostoso do mundo...

- Tem!?... – perguntou ela esperando que eu completasse.

- O teu! – as três garotas que estava comigo sorriram, apesar de o celular não estar no viva-voz podiam ouvir baixinho o que Helena dizia.

- Queria que você estivesse aqui Jean, para eu roçar o meu bumbum no teu pauzão gostoso... – suspirou – só de falar isso fico cheia de tesão e com ele todinho arrepiado... – suspirou novamente.

- Está assim é!? – provoquei-a.

- Estou! Meu bumbum está todo arrepiadinho de tesão por você Jean! – instintivamente, como se as doces e provocantes palavras de Helena me fizessem delirar num sonho de prazer, levando me em pensamento e desejo até ela, acariciei o lindo bumbum de Carla como se fosse o seu, que para completar a minha fantasia também estava deliciosamente arrepiadinho. – Jean... – Helena continuou - ... prometa que vai fazer uma coisa comigo quando eu voltar?...

- O quê!?

- Vai me enrabar bem gostoso como você sempre faz quando está com saudades!

- Como quiser minha Helen...

- Hum... – Helena suspirava ao meu ouvido no telefone - ...vai ser uma delícia!...

- E como você vai querer?...

- Do jeito de sempre, o mais gostoso... – Helena murmurava, mas o som de prazer de suas palavras ressoavam em mim me enlouquecendo de desejo - ...vou ficar de quatro para você na cama enquanto você segura meu quadril com toda tua virilidade, mantendo meu bumbum empinadinho... – tomado de desejo eu repetia em Carla os atos ditos por Helena - ...então eu vou segurar o teu pauzão gostoso e guiá-lo para a entradinha do meu cuzinho... – nesse momento era a mão de Débora, que também ouvia, que reproduzia as instruções de Helena como se fosse ela - ...você vai puxa meu quadril para você... – obedeci - ...no começo vou gemer e gritar um pouco... – preocupei-me, mas fugindo um pouco do sonho percebi que Viviane já dera a Carla um ursinho de pelúcia para que a ruivinha mordesse quando sentisse vontade de gritar. Esse ato de Viviane, junto com os de Débora e a submissão de Carla demonstrava que as três estavam envolvidas no mesmo desejo que me tomava ao falar com Helena, isso fazia meu prazer aumentar mais e mais - ...mas você vai continuar porque eu sei que meus gemidos de dor aumentam ainda mais teu prazer... – fui puxando aquele quadril gostoso com aquele bumbum perfeito para mim, enlouquecendo de prazer sentindo meu pau penetrar cada vez mais fundo naquele cuzinho virgem. - ...então eu vou me abandonar aos teus desejos Jean, ora deslizando num vai-e-vem frenético com meu cuzinho ao longo do teu pau, ora rebolando gostoso, lentamente nele, do jeito que você adora. – tudo que Helena dizia docemente em meu ouvido eu repetia, pensando nela, em Carla que, estremecia de dor em nome do meu prazer. – Está sentindo Jean? – perguntou Helena percebendo que eu ofegava de desejo a cada palavra sua.

- Estou!... – balbuciei entre interjeições surdas de prazer.

- Que bom, estou louca para voltar logo e ser enrabada bem gostoso por você... – disse também cheia de desejo - Agora preciso desligar, tem gente tentando ouvir aqui... te amo!

- Espere! – o desejo por ela havia me tomando completamente.

- Desligou. – disse Viviane tirando o telefone do meu ouvido.

Imediatamente Carla arrancou o ursinho de pelúcia da sua boquinha gritando e gemendo de dor, havia resistido demais. Só então percebi que puxava seu quadril com virilidade para mim, concretizando o vai-e-vem prazeroso ao qual acostumada, Helena sempre se submetia para o meu prazer. Parei. Deixei que Carla fugisse com seu bumbum de mim, libertando meu pau triunfante de seu cuzinho antes virgem, mas que acabara de ser deliciosamente deflorado por mim. Porém permaneci com minhas mãos virilmente em seus quadris, mantendo seu bumbum perfeito ao alcance do meu prazer. Aos poucos a ruivinha foi se restabelecendo, respirando fundo e relaxando.

- Uau! – era Débora – O que foi isso!? Que tesão! Você e a Helena são demais Jean! – segurou meu pau cheia de desejo - ...teu pau está latejando de desejo, quente, ardendo como uma enorme tocha de prazer! – continuou punhetando meu pau, querendo que a chama de meu desejo aumentasse ainda mais. Hipnotizada pelo desejo que sentia e a visão de meu pau latejante cuja cabeça estava cada vez mais e mais inchada e vermelha Viviane tirou freneticamente o vestidinho que usava. Nua rastejou de quatro sobre a cama até mim.

- Também quero esse fogo rasgando o meu cuzinho! – disse isso agarrando meu pau com desejo da mão de Débora, punhetou-o com frenesi e se posicionou de quatro ao lado de Carla – Vem Jean me enrabe de quatro também, a Débora tem razão, acho que assim será mais gostoso, se a Carla agüentou eu também agüento! – Carla e Débora ficaram admiradas da atitude louca de desejo da amiga, e eu mesmo superrexcitado com sua submissão hesitei. Ainda segurava o quadril de Carla, queria voltar a penetrar o seu cuzinho, pois quando o fizera falando com Helena ao celular era como se enrabasse a minha namorada e não a ruivinha. Contudo Viviane insistia:

- Vem Jean! – implorava mantendo aquela pose excitante com o bumbum lindo empinado para mim.

- Quer ela agora? – perguntou-me Débora excitada ao ouvido. A loira ainda estava atrás de mim dando-me apoio naquela decisão deliciosamente difícil... Viviane continuou a suplicar olhando-me nos olhos com desejo, eu queria ela, mas queria Carla novamente, temia que soltando a ruivinha ela fugisse de mim eu não pudesse desfrutar realmente daquele cuzinho recém-deflorado. Débora se divertia olhando o meu pau, agora solto, fazendo movimentos involuntários tamanho era o tesão e desejo que eu sentia naquele momento. Foi ela quem tomou a decisão.

- Quero ver esta putinha morena gemer de quatro no teu pau Jean! – disse isso decidida me posicionando convenientemente atrás dela. Viviane suspirou aliviada, ia ter o que queria. Segurei o quadril da morena com a mão esquerda, mas permaneci com a direita no quadril de Carla, mas olhando eu seu rosto percebi que ela dizia-me com o olhar submisso de desejo e excitação: “fique a vontade, pode ir fazer o que quiser com ela, eu vou ficar aqui quietinha te esperando, quero ter você dentro de mim outra vez”. Soltei-a e ela permaneceu na mesma posição, Débora achou estranho mas nada comentou, estava tão excitada como eu com a próxima etapa da orgia anal. Com a segurança que a ruivinha me dava não tive dúvida, segurei virilmente o quadril de sua amiga me preparando para curtir o prazer de enrabá-la gostoso de quatro. A loira, como sempre, me ajudou na etapa inicial, segurando meu pau com a cabeça na entrada anal de Viviane que piscava sem parar de tanto desejo. Agora era só puxar aquele quadril gostoso para e curtir o prazer de mais uma deliciosa enrabada. Foi o que fiz.

- Calma seu tarado! – disse Débora erguendo meu pau no último instante, fazendo com que o bumbum de Viviane batesse direto nas minhas bolas causando-me uma dor excitante – Deixa eu provocar ela um pouco... – começou a bater com meu pau nas nádegas de Viviane como fizera como fizera com Carla. – Quer este pauzão gostoso enfiado no teu cuzinho putinha safada?

- Quero! – respondeu a morena suplicante empinando cada vez mais o bumbum para mim.

- Então empina este bumbum gostoso sua putinha! – dizia e batia sem parar com meu pau latejante nas nádegas dela.

- Faça o Jean me enrabar logo Débora! – suplicava Viviane empinando o bumbum ao máximo, me enlouquecendo de prazer.

- Se quiser este pauzão gostoso no teu cuzinho vai ter que implorar mais sua putinha! – A loira dizia isso punhetando meu pau devagar, exibindo-o para a amiga, que mantendo o bumbum devidamente empinado olhava para trás, para meu pau e delirava de desejo.

- Por favor coloque este pauzão gostoso no meu cuzinho logo, quero sentir ele me enrabando com força! – suplicou ainda mais.

Percebendo em sua mão que o desejo que eu sentia no meu pau latejante era insuportável Débora resolveu ceder ao desejo da amiga. Mas o desejo anal de Viviane era tanto que mal ela colocara a cabeça do meu pau na entrada do seu cuzinho rapidamente ela recuou seu bumbum empinado sobre ele, fazendo a cabeçona inchada e vermelha sumir esfíncter adentro. Recuou ainda mais, com medo que Débora o tirasse dela, agasalhando metade do meu pau no seu cuzinho apertado. Este movimento custou-lhe um lancinante grito de dor e me arrancou uma interjeição surda de prazer tamanho foi o tesão que me fez sentir no pau. Respiramos fundo para nos recuperar enquanto Débora sorria se divertindo com a cena.

Sequer precisei puxar o quadril de Viviane para iniciar os movimentos de vai e vem, ela o fazia por mim e eu só precisava segurá-lo e sentir o prazer gostoso de ter aquele quadril perfeito em minha mãos, indo e vindo freneticamente, concretizando uma enrabada prazerosa e selvagem. Por sorte Débora, chupando deliciosamente meu pau, já me fizera esporrar em seu rosto uma vez naquela noite. Dessa forma eu não precisava controlar minha ejaculação e podia curtir com meu pau de forma completa aquela enrabada deliciosa. Viviane ia e vinha no meu pau, para frente e para trás, para frente e para trás, às vezes rebolava gostoso gemendo e gritando de dor e prazer, e eu sem me preocupar com meu gozo que tardaria muito a vir regozijava-me de tanto tesão no pau latejando apertado dentro do cuzinho de veludo da morena sabendo que tinha nele potência de sobra para aplacar a fúria do desejo anal que Viviane sentia. Depois de alguns minutos nessa enrabada louca Débora murmurou em meu ouvido:

- Quer o cuzinho da Carla agora Jean?... – tamanho era o tesão que sentia que fui incapaz de responder, mas a loira intuiu que eu queria variar novamente já que tinhas as duas ao meu dispor, porém ao tirar meu pau do cuzinho apertado de guloso da morena ouviu seus protestos:

- Não, não tira não! Eu quero ele ainda!

- Já, já trago ele de volta amiga! – divertiu-se Débora.

- Então não demore, vou ficar aqui esperando! – e ficou como Carla ficara, submissa de quatro com o lindo bumbum empinado.

Olhei para Carla, notei que mordia o lábio, ansiosa, percebendo que era novamente a sua vez de ser enrabada por mim – E então Carla, quer o pau do Jean fodendo teu cuzinho de novo? – Débora disse isso quando já se posicionara comigo atrás da ruivinha.

- Quero! – foi só o que ela louca de tesão soube responder, para quem já tinha certeza disso foi o bastante.

- Tenho certeza que quer mesmo, porque ficou esperando aí como uma cadelinha submissa e obediente. Está afim mesmo de levar este pauzão no teu cuzinho? Gemeu tanto, parece que doeu muito! – disse a loira.

- É que o Jean não estava pensando em mim da primeira vez e sim na namorada dele. Quero sentir ele me possuindo e me enrabando de verdade, por inteiro. Não quis cortar o prazer dele naquela hora, mas agora quero que ele veja e sinta que sou eu que ele está enrabando de verdade. – Carla surpreendeu a todos mas tinha razão, na verdade eu pensara em Helena, mas agora que ela me dava esta oportunidade não a perderia, iria realmente curtir consciente o prazer de a enrabar gostoso.

- Já que quer isso se prepare! - como sempre Débora, que não largava meu pau, colocou sua cabeça na entrada anal da ruivinha – puxei seu quadril, que já estava sob o domínio viril de minhas mãos, mas a penetração não se concretizou. – Nossa! Ainda está apertadinho. – notou Débora impressionada, era verdade me surpreendi também. – Vamos tentar de novo! – disse a loira animada, posicinando a cabeça de desejo de meu pau novamente no local exato e segurando firme a base – Carla fichara os olhinhos na expectativa, puxei novamente seu lindo bumbum para mim, mas a cabeça resvalou de novo, a entradinha anal da ruivinha parecia estar lacrada. – Relaxe Carla! – aconselhou Débora, e ao meu ouvido murmurou: - como conseguiu antes, foi por causa da Helena!? – riu baixinho, eu louco de tesão não era capaz de responder nada – Espere, vou ajudar... – passou os dedos da outra mão na língua molhando-os com sua saliva quente e em seguida passou-os na cabeça inchada e vermelha do meu pau deixando-a úmida e brilhante - ...agora vai entrar! Posicionou-o novamente no lugar que eu tanto desejava segurando a base firme para sustentá-lo, não pude esperar mais, puxei com desejo o bumbum de Carla para mim soltando uma interjeição surda de prazer sentindo que meu pau invadira triunfante o cuzinho apertado da ruivinha que gemeu e gritou de prazer. – Parabéns! – murmurou Débora ao meu ao ouvido comemorando comigo a concretização perfeita daquela deliciosa penetração anal.

Comecei a mexer os quadris de Carla devagar, mas provocando amplos movimentos de vai e vem. Os gritos da ruivinha iam diminuindo, dando lugar apenas a gemidos de prazer. Eu sentia um tesão imenso no pau, percebendo com prazer quão apertado era o interior anal de Carla, sentia que agora estava realmente deflorando aquele cuzinho gostoso. Notando o meu prazer Débora aumentava-o mais ainda murmurando em meu ouvido:

- Isso garanhão, assim... – arranhava de leve com as unhas de sua mão delicada os músculos de meu abdômen e peitoral - ...assim, aproveite, foda gostoso esse cuzinho virgem... – isso me levava a loucura, elevando a mil o meu tesão, fazendo-me enrabar com mais e mais desejo a ruivinha que, submissa, suspirava de prazer indo e vindo com seu cuzinho ao longo de meu pau latejante. Depois de alguns minutos de tesão no pau por essa enraba deliciosa, incentivada por suas palavras em meus ouvidos e suas carícias em meus músculos Débora disse-me: - Que tal voltar para a Viviane agora? – fiz que sim – Quanto formos voltar para a Carla sei de uma coisa que vai fazer teu pau entrar fácil, fácil no cuzinho dela... – não perguntei o que era, sabia que estava bem aos cuidados de Débora, tanto que tive que agradecê-la quando tirando de Carla, segurou delicadamente meu pau em sua mãozinha:

- Obrigado por tratar o meu pau tão bem!

- Não precisa agradecer – exclamou a loira lisonjeada, punhetando-o devagar e com desejo. – Um pauzão gostoso como o teu merece o melhor tratamento.

Quando nos posicionamos atrás de Viviane Débora observou o cuzinho da amiga:

- Nossa, está todo esfolado! –

Era verdade, as marcas vermelhas nas bordas eram testemunhas. Em seguida disse baizinho ao meu ouvido em tom de confissão:

- Mas o meu está bem pior!

- Está!? – espantei-me, a sua desenvoltura quando eu a enrabava demonstrara muita experiência e resistência.

- Você tem uma pegada muito forte Jean e acho que te provoquei demais dizendo para as garotas que ia dar a elas uma aula de sexo anal com você. No banheiro, depois que me lavei do rosto teu esperma quente e gostoso tive que passar uma pomadinha, estava ardendo demais!

- Desculpe.

- Não precisa desculpar-se, porque eu vou querer mais!

- Louca!

- Acertou! Fico louca para levar vara no rabo quando vejo um pauzão gostoso como o teu Jean! – esta conversa foi apenas entre eu e Débora rimos juntos de desejo, mas as outras duas queriam atenção:

- Vem logo Jean! – implorou Viviane

- Volta para mim Jean, volta! – suplicou Carla

As duas mantinham-se sempre submissas de quatro com os lindos bumbuns empinados para me atrair. Pisquei o olho para a ruivinha, mas era a vez da morena.

O início da penetração se repetiu, mal Débora colocara a cabeça do meu pau no cuzinho de Viviane a morena recuou com seu bumbum gostoso e empinado sobre ele. Cheia de desejo ele iniciou um vai e vem anal frenético intercalado por reboladas fantásticas no meu pau que latejava de prazer. A visão de Viviane submissa, rebolando de quatro no meu pau com seu cuzinho que parecia pegar fogo de desejo me deu tanto tesão que tive uma reação selvagem: Com a mão direita dei um sonoro tapa na nádega de Viviane, fazendo-a gritar. Como seu grito me deu ainda mais tesão bati de novo, duas três vezes. Débora adorava isso, ria e se comprazia com meu tesão acariciando os músculos de meu peito e abdômen. E eu apreciava Viviane sua performance fazendo anal era perfeita ninguém acreditaria que a uns quarenta minutos atrás eu deflorara aquele cuzinho que agora me dava tão avidamente. Eu estava orgulhoso de tê-la transformado naquela deusa do anal. Voltei a bater em seu bumbum era meu sinal de reverência a deusa, os tapas estalavam e ela gritava, corri a mão esquerda de seu quadril sobre sua coluna até enroscar meus dedos em seu cabelos, assim puxei sua cabeça para trás, para que sentisse a minha respiração em sua nuca, com a mão direita dei-lhe outro tapa na nádega.

- Está gostando!? – bati.

- Estou! – respondeu a morena ofegante de desejo e prazer após gritar em virtude do tapa.

- Está gostoso é!? – bati outra vez.

- Está doendo, mas está gostoso... – respondeu após gritar novamente.

- Sabia que o teu cuzinho é o mais gostoso que eu já comi!? – murmurei em seu ouvido.

- É!? – respondeu ela incrédula mas lisonjeada.

- É verdade, e eu vou querer comer sempre agora que eu desvirginei ele...

- Eu vou te dar ele, sempre! – respondeu ela entre suspiros e gemidos.

- Mas tem que prometer que não vai dar para mais ninguém, só para mim.

- Só para você, não vou dar ele nem para o corno do meu namorado! – respondeu ela louca de tesão.

- Isso, assim é que eu gosto! – dei-lhe outro tapa como prêmio pela obediência, soltei-lhe os cabelos e ela foi novamente cair de quatro com meu pau socado em seu cuzinho.

- Mete na xotinha dela agora. – era Débora ao meu ouvido.

- Hã!?...

- Depois te explico... – rapidamente a loira tirou meu pau do cuzinho da morena e o socou em sua xotinha completamente melada. Viviane suspirou e gemeu alto demostrando todo o tesão que sentia, rapidamente começou a rebolar mo meu pau em busca do prazer que agora não vinha acompanhado de dor.

- Estou lambuzando teu pau no melzinho dela... – era Débora ao meu ouvido - ...assim vai ser mais fácil penetrar o cuzinho da Carla.

A esperteza e devoção de Débora me surpreendiam, mas só fui capaz de responder com uma interjeição surda de prazer, pois o rebolado constante e frenético de Viviane em meu pau me enlouqueciam de prazer. Quando Débora foi sacar meu pau, besuntado por seu prazer, da xotinha de Viviane ela suplicou enlouquecida de prazer:

- Por favor, não tira, não tira não!... – forçou o bumbum empinado em minha direção, colando as nádegas em mim. Eu podia sentir em meu pau os espasmo do prazer orgásmico que a consumia, seu corpo de contraia com força, sua respiração era sôfrega, podia sentir seu gozo escorrer e lambuzar meu pau ainda mais. Alguns segundos depois não pôde se sustentar mais e, libertando meu pau de seu aconchegante calor vaginal, caiu de bruços sobre a cama, suspirando de prazer saciado. Deixamos ela, fomos para trás de Carla que sempre de bumbum empinado me aguardava de quatro.

- Olhe! – Débora mostrou meu pau deliciosamente lubrificado pelo gozo da morena, a cabeça vermelha brilhava. Ela o posicionou no cuzinho de ruivinha e eu puxei seu quadril gostoso para mim, meu pau deslizou suavemente para seu apertadinho interior anal. Carla gemeu de dor, era a primeira vez que meu penetrava tão fundo em seu cuzinho, tanto que seu bumbum gostoso e empinado colou em minhas virilhas, pude sentir em minha bolas o quanto sua xotinha, apesar da dor, estava melada. Segurei com as mãos seu quadril nesta posição o máximo possível para que se acostumasse novamente com mina presença fálica em seu interior anal. Em seguida comecei a acariciar a sua xotinha melada, dedilhando com desejo o se grelinho, diminui a pressão sobre seus quadris para que ela fugisse da sodomia que eu lhe impunha, mas a ruivinha não fugiu completamente, manteve-se ao alcance do meu prazer com metade de meu pau enrabando-a enquanto deliciava-se com minhas carícias em sua xotinha melada, em seu grelinho inchado de tesão.

Deslizei minha outra mão pela nuca de Carla, até enroscar os dedos em seus cabelos, puxei-a para mim como fizera com Viviane

- Sabia que o teu cuzinho é o mais gostoso que já comi Carla!? – a ruivinha não pôde responder tamanho era o prazer que sentia– apertadinho, delicioso... – Vai querer dar ele para mim outra vez?

- Sempre que você quiser vou dexar você comer ele Jean! – se apressou em responder desta vez entre gemidos de prazer.

- E o teu noivo?

- Ele vai ter que se contentar com a minha xotinha, o meu cuzinho eu vou guardar só para você Jean, prometo!

Essa promessa me encheu de prazer e eu achei que a ruivinha merecia um orgasmo por ela. Soltei seus cabelos e ela voltou a posição de quatro, completamente submissa. Comecei a movimentar seus quadris mais lentamente, para que ela sentisse como meu pau latejava de prazer em seu cuzinho, ao mesmo tempo intensifiquei as caricías em seu grelinho. Aos poucos sua respiração foi ficando cada vez mais entrecortada, seu corpo estremeceu-se completamente, enquanto ela dava um enorme grito de prazer senti seu gozo escorrer e melar minha bolas que estavam coladas em sua xotinha. A ruivinha se esparramou pela cama, saciada de prazer. Vendo a cena Débora aranhou levemente meu peito e abdômen dizendo:

- Parabéns garanhão! – rimos eu e ela, depois Carla e Viviane já refeitas de seus orgasmos se olharam e sorriram uma para outra como se se reconhecessem na mesma situação: ambas perderam, na mesma noite, na mesma cama, suas virgindades anais comigo.

As mãos carinhosas de Débora voltaram a encontrar meu pau, punhetou-o de leve, com satisfação.

- Ainda duro?... – murmurou Débora em meu ouvido, não precisei responder, ela podia senti-lo em suas mãos, completamente ereto e com as veias latejando de desejo – Agora é a minha vez de senti-lo no meu cuzinho outra vez, já estava com saudades e ciúmes de ver você usando ele para enrabar essas duas aí...- sorri para ela – Mas eu vou querer uma coisa a mais Jean...

- O quê!?

- Quero que você foda gostoso meu cuzinho até o fim, até gozar! Estou louca para sentir tua porra quentinha inundar ele completamente... – fiquei mudo por um instante, Carla e Viviane entreolharam-se apreensivas. – O que foi!? – perguntou Débora percebendo a situação.

- Sabe o que é Débora... – Viviane tomou a iniciativa.

- O que é o quê!? – Débora estava ansiosa.

- O Jean prometeu para a Carla que iria gozar... – a vergonha tomou conta da morena.

- Hã!?

- ...nos nossos seios. – completou de uma vez a ruivinha não menos envergonhada.

- Ah, entendi... – disse Débora com um tom de quem se descobre alheia a uma pequena conspiração – E o Jean deve estar louco para isso. Afinal vocês duas têm esses peitões enormes, nos meus que são pequenos é que ele não iria querer esporrar... – o ressentimento fingido de Débora quase me fez rir. Viviane levou a sério e tentou defender seu interesse:

- Mas ele já gozou no teu rosto da primeira vez...

- E foi uma delícia!... – disse Débora entre suspiros.

- Então agora é a nossa vez! – ajuntou Carla

- Mas fui eu quem planejou tudo, se não fosse por mim o Jean não estaria aqui, então eu tenho a preferência...

- Mas Débora! – protestaram, a ruivinha e a morena.

- Bom... – Débora pensou um pouco – para vocês não dizerem que sou ruim proponho um desafio... – o que acha Jean?

- Que desafio?

- Vai ser assim: você vai foder meu cuzinho mais uma vez, se eu não conseguir te fazer gozar enquanto me enraba deixo você esporrar nos seios delas. – pensei por um instante, não queria contrariar a vontade de Débora, afinal fora ela quem me planejara aquela deliciosa orgia anal, mas por outro lado estava louco para ejacular sobre os lindos seios de Viviane e Carla, por fim achei que poderia me controlar – Se eu não conseguir te fazer gozar com meu cuzinho punheto teu pau bem gostoso para você gozar nos seios delas Jean... – essa promessa me deixou superrexcitado, não resisti.

- Aceito.

- Que ótimo! – exultou Débora com um olhar vitorioso para as duas amigas que ficaram ainda mais apreensivas.

- Então venha aqui. – disse-lhe cheio de tesão para que se colocasse de quatro para mim.

- Dessa vez não vou ficar de quatro totalmente submissa para você, não te quero no controle da situação, quero outra posição...

- Qual!?

- Eu por cima.

- Aceito. – concordei por acreditar que a posição me ajudaria a segurar o gozo.

- Mas vamos fazer ali no sofá, a Carla e a Viviane ficam aqui na cama nos olhando... – Débora provocava, estava cheia de confiança de que drenaria minha essência masculina com sua habilidade no sexo anal, me puxou pela mão até o sofá onde sentei-me com o pau cheio de tesão, rijo apontando para o alto...

- Hum... que delícia Jean! – disse Débora antes de abaixar e abocanhar meu pau, gulosamente, louca de desejo. Usou sua boquinha para babar nele inteiro, preparando-o para a deliciosa penetração anal, deixando-o completamente melado com sua saliva, saliva que formou um grosso fio de ligação desde seu lábio inferior e queixo até a cabeça do meu pau enquanto ela o tirava de sua boca. Sem largar meu pau ela virou-se de costas para mim, o sofá era amplo, o que lhe permitiu, ao invés de simplesmente sentar no meu pau ajoelhar-se sobre mim, como se estivéssemos em uma cama, quando meu pau estava a alguns centímetros de seu bumbum a loira o punhetou com desejo, fazendo a cabeça inchar ainda mais de tanto tesão. Foi sentando-se devagar, no último instante com a outra mão arreganhou as nádegas, a cabeça vermelha de meu pau forçou a entrada anal apertadinha da loira, penetrando-a por fim com alguma dificuldade que serviu para arrancar de Débora um grito de dor e de mim uma interjeição surda de prazer. Vendo o tesão que Débora provocava em mim as duas garotas temeram que eu não resistiria, deram as mãos mordendo os lábios. Apesar do prazer e do tesão que sentia tentei me controlar, mas Débora estava mesmo disposta a me fazer inundar seu cuzinho com minha porra quente, começou a movimentar-se, para cima e para baixo com seu bumbum, agora gemendo de prazer, para cima e para baixo, mas não descia até embaixo, dando ênfase apenas na região da cabeça do meu pau, Mesmo assim me enlouquecia de prazer, senti um impulso de segurar com as mãos aquele quadril lindo que rebolava gostoso na cabeça do meu pau, mas resisti, certamente este ato serviria de incentivo para a loira. Tentei me concentrar em outra coisa, olhei novamente para Carla e Viviane e vi que elas, mordendo os lábios, torciam para que eu resistisse e guardasse para seus seios a minha ejaculação eminente. O tesão que sentia me obrigou a olhar o bumbum de Débora subindo e descendo na cabeça do meu pau, percebi que quando subia o cuzinho da loira ficava completamente deflorado e a pele colada no meu pau se apresentava completamente avermelhada revelando que seu interior anal já estava em carne viva. Por isso a loira dedicava-se apenas a parte mais sensível do meu pau, a cabeça, certamente se descesse até embaixo não resistiria a penetração total, pois entre os gemidos de prazer intercalavam-se sonoros gritos de dor. Débora tentou ainda mais uma coisa para precipitar minha ejaculação em seu interior anal, passou a massagear carinhosamente com as mãos as minhas bolas assim como fizera para conseguir a primeira esporada em seu rostinho. Percebi que não resistiria muito tempo, percebi que a loira iria arrancar o meu gozo para inundar com meu prazer o seu cuzinho apertado. Só tinha uma coisa urgente a fazer, poderia precipitar minha ejaculação, mas se não fizesse seria Débora que, do seu jeito gostoso, me faria lançar a sua desejada esporada anal. Segurei com virilidade seu quadril, este movimento a fez olhar para trás satisfeita, crendo que eu cedia a sua vontade de me dar prazer, mas eu frustrei a sua expectativa, puxei-a de forma selvagem fazendo seu bumbum delicioso descer e colar em mim, soltei uma interjeição surda de prazer, o tesão no meu pau foi ao limite máximo sentindo enterrado quase inteiro dentro do cuzinho apertado e esfolado da loira, que por sua vez deu um grito lancinante de dor. Soltei seu quadril e ela levantou-se frenética fugindo daquela enrabada dolorosa que eu lhe impusera.

- Ai Jean!... – disse após recuperar-se da dor - ...você venceu!

- Nós vencemos! - disseram a ruivinha e a morena em coro.

- Vocês estava torcendo contra mim não é!?

- Claro! Estávamos loucas para sentir a porra dele nos nossos seios...

- Tudo bem, vocês venceram... – dizendo isto a loira sentou-se comigo no sofá, atrás de mim e segurou meu pau com as mãos punhetando-o devagar – se é porra que querem é isso que terão!

Os olhos de Viviane e Carla brilharam de desejo, levantaram-se da cama e vieram em minha direção.

- Assim não! – interrompeu Débora. – Quero que vocês venham como putinhas de verdade, rastejando de quatro, para deixar o Jean ainda mais louco de tesão!

A morena e a ruivinha obedeceram prontamente a amiga, ficaram as duas de quatro no chão e rastejaram pelo quarto em minha direção, olhos colados no meu pau que latejava na mão de Débora, sorriam adorando aquela brincadeira, afinal fariam de tudo para aumentar a minha excitação na ânsia de arrancar o máximo de gozo do meu pau. Chegaram as duas e ficaram ajoelhadas diante de mim, Débora continuava punhetando meu pau devagar, provocando ainda mais as amigas, a cabeça completamente vermelha e inchada brilhava deixando Viviane Carla hipnotizadas de desejo por ele, e eu por minha vez, louco de tesão, olhava os seios da morena e da ruivinha, túrgidos, com os biquinhos durinhos, ávidos para serem lambuzados pelo meu esperma. Carla foi a primeira que se rendeu ao tesão, tentou logo cair com a boquinha linda no meu pau, mas Débora o tirou de seu alcance oral e ainda por cima bateu com ele no rostinho da ruivinha excitando-a ainda mais, mas ela não desistiu, esforçou-se para abocanhar meu pau fazendo com que por fim Débora permitisse que ela realizasse seu desejo, entregando meu pau cheio de tesão à chupada gulosa da ruivinha. Viviane encostou seu rostinho no de Viviane, com a língua lambia a metade de meu pau que Carla não conseguia engolir, olhava meus olhos e os de Débora, mostrando com os seus o quanto desejava participar daquele boquete guloso que me enlouquecia. Vendo a situação da amiga Débora tirou meu pau da boca da ruivinha e o ofereceu para a morena que tentou abocanha-lo imediatamente, mas ela não teve seu desejo saciado, como fizera com Carla, Débora bateu com meu pau em seu rostinho e tornou a colocá-lo na boca deliciosamente gulosa da ruivinha. Essas manobras de Débora faziam as amigas sorrirem cada vez mais ávidas e excitadas. Depois de negar mais uma vez meu pau a morena Débora surrou com ele o rostinho da ruivinha para em seguida entregá-lo finalmente às chupadas deliciosamente gulosas de Viviane, agora era Carla que lambia a porção que Viviane não conseguia abocanhar, olhando cheia de desejo para mim e para Débora, mas a única coisa que a ruiva conseguiu da amiga com seu olhar suplicante de desejo foi uma surra com meu pau latejante em seu rostinho lindo.

Depois de muito se divertir, surrando com meu pau ereto os rostinhos das amigas, cujo desejo frenético as obrigava a sempre pedir mais, Carla abandonou meu pau ao prazer oral de Carla e Viviane. A morena e a ruivinha, tendo meu pau ao seu total dispor e prazer, submeteram-no completamente ao seu furor oral enlouquecendo-me de tesão e prazer, mas apesar da gula as duas dividiam meu pau com prazer, após chupadas profundas uma direcionava-o para a boquinha da outra que o recebia sempre com um desejo intenso de enchê-lo de tesão. Em seguida, juntas começaram a lamber meu pau desde a base até a cabeça inchada e vermelha, enquanto isso, Débora acariciava delicadamente meu tronco, cravando, às vezes, com muito desejo as unhas nos músculos de meu abdômen e de meu peito.

- Quer gozar agora garanhão?... – perguntou-me docemente Débora ao ouvido sem cessar os carinhos e aranhões em meu abdômen e peitoral. O tesão que sentia naquele momento impediu-me de responder, pois Viviane e Carla, cada uma com uma mão punhetavam lentamente meu pau enquanto seus lábios carnudos, quase se unindo em um beijo, chupavam juntos a cabeça inchada de meu pau. Tentei dar uma resposta afirmativa a Débora, mas a única coisa que puder fazer foi soltar uma interjeição surda de prazer que a loira interpretou de forma correta com um sim, afinal eu não resistiria muito tempo àquela deliciosa tortura oral que a morena e a ruivinha impunham ao meu pau. Débora tomou meu pau latejante das amigas, puxou para trás e ordenou:

- Chupem as bolas dele! – as duas obedeceram rapidamente lambendo e chupando freneticamente as minhas bolas, enlouqueci de prazer, Débora demonstrava o quanto aprendera rápido a satisfazer meu prazer, como minha excitação estava no limite máximo bastaria alguns segundos de carinhos orais em minhas bolas para precipitar o meu gozo. Cheia da expectativa e tensão, Débora punhetava com as duas mão o meu pau de forma descompassada enquanto Carla e Viviane chupavam com desejo cada uma de minhas bolas. Era o suficiente. Meu pau latejante estremeceu nas mãos delicadas de Débora.

- Agora! - ordenou a loira às duas amigas, que imediatamente, loucas de desejo, empinaram para mim seus voluptuosos e intumescidos seios, as mãozinhas em concha sob eles na ânsia de não perderem uma única gota de meu esperma. Empinavam seus lindos seios na direção da cabeça vermelha do meu pau que Débora agora punhetava com um frenesi intenso, dizendo-me docemente ao ouvido: - Goze garanhão, goze gostoso, goze! Lambuze com tua porra os seios dessas duas putinhas! - Soltei uma nova interjeição surda de prazer, agora muito mais forte, pois o prazer que sentia naquele momento era enorme, os jatos de porra esguichavam intensos da cabeça do meu pau, fazendo Viviane e Carla gemer de prazer a cada repetição deles, que deixavam seus seios túrgidos completamente lambuzados com meu esperma quente e grosso. Débora continuava punhetanto meu pau, louca de desejo, me fazendo ejacular sem parar nos seios, nos mamilos da ruivinha e da morena com uma profusão incrível. Viviane e Carla gemiam de tanto prazer nos seios sensíveis, completamente cobertos com minha porra quente. Por fim Débora permitiu que as duas saciassem o desejo de meu prazer, chupando as últimas gotas de esperma que ainda brotavam da cabeça do meu pau, deixando-o completamente limpo. Fiquei curtindo aquele resto de prazer que as duas me proporcionavam ouvindo Débora dizer ao meu ouvido excitada: - Nossa Jean! Foi a maior esporrada que já vi em toda minha vida!

Antes de irem para o banho se lavar a morena e a ruivinha se esbaldaram esfregando meu gozo ainda quente em seus seios intumescidos de tanto prazer, brincavam, ora uma dando os dedos melados para a outra chupar, ora esfregando-os nos rostinhos com ar safado de desejo saciado.

Eu, completamente esgotado deitei-me na cama, Débora acompanhou-me com a cabeça descansando sobre meu peito, suas mão acariciando meu corpo, prolongando meu prazer de uma forma deliciosamente carinhosa. Depois Carla e Viviane, cheirosinhas, de banho tomado, juntaram-se a nós. Adormeci como um sultão, com as três aconchegadas ao meu corpo.

Continua no próximo episódio: AS FANTASIAS DE ANA

Deixo aqui meu e-mail, jeanodietamo@hotmail.com, para as MULHERES que quiserem comentar, dar opiniões sobre meus contos ou me conhecer melhor.

Comentários

10/05/2012 15:09:41
Nossa puro tesão, mas sinceramente acho que ele não ama a Helena.

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