Sem querer, querendo comi a bundinha dela. (da série No divã com papabrioco)

Um conto erótico de Papabrioco
Categoria: Heterossexual
Contém 2452 palavras
Data: 23/08/2009 20:27:27
Última revisão: 08/11/2009 19:06:20

O nome dela é Karol, é mais uma amiga que conheci por meio de meus contos. Quando nos conhecemos, via internet, ela morava numa cidade do interior de São Paulo, mas agora ela vive no Rio de Janeiro, pois o marido foi transferido para cá.

Acontece que pouco antes da mudança de cidade, ela tinha começado um relacionamento extramatrimonial, quase como uma vingança, pois achava que o marido andava pulando a cerca e que a sogra sabe disso. Ela ainda acha isso. Ela conheceu o amante no consultório onde trabalhava. Tinham acontecido umas duas saídas, com muito sexo e pouca conversa...

Porém, esse amante por uma coincidência incrível trabalha na mesma empresa do marido e pior, no mesmo setor. Como o marido e esse colega não tinham uma relação extratrabalho, ela não tinha conhecimento desse fato. Para completar essa peça do destino, no dia do embarque para o Rio, os três se encontraram no aeroporto. O colega do marido e amante dela também estava sendo transferido para Rio. Imaginem a saia justa...

Pintora talentosa, Karol é um doce de pessoa. Ela tem 23 anos, longos cabelos castanhos escuros, quase negros, olhos castanhos meio puxadinhos, lábios carnudos e um sorriso cativante. Não é alta, mas suas medidas são perfeitas, que lhe dão um corpo maravilhoso. E a pele... é suave ao toque, parece veludo. Não, melhor dizendo... é uma seda que faz a nossa mão deslizar suave por suas curvas e reentrâncias...

Nossas conversas são intermináveis, fruto de uma empatia muito grande que sinto por ela, e acho que isso é recíproco, mas nunca foram direcionadas para sacanagem. Quando a vi pela primeira vez pessoalmente, após sua mudança para o Rio, percebi que ela me atraia como mulher.

Apesar disso, nossas conversas não descambaram para o lado sexual. Não queria confundir as coisa e perder essa amizade. Até porque não tinha a intenção de pular a cerca e não via nenhuma chance de ter algo com uma quase menina, pois é grande diferença que temos de idade. Estou com 56. Então me mantive apenas como um amigo, tornando-me seu confidente e fiel escudeiro.

Na sexta-feira passada, pouco antes da meia noite, eu navegava na internet quando meu celular vibrou. Era Karol. Sua voz estava estranha, meio arrastada e pedia para encontra-la num bar situado na Barra. Como minha mulher toma remédio para dormir, já dormia a sono solto, eu resolvi atender ao pedido, pois não corria o risco dela perceber minha ausência antes das sete de manhã. Ela não entenderia que eu estava apenas indo prestar um auxílio a uma amiga.

Quando cheguei ao bar, Karol estava praticamente embriagada. Motivo... Mais cedo, Renato, o amante, terminou com ela e agora parecia que ela estava tentando beber até apaga-lo de sua memória.

"Acho que esse deve ser o seu último", disse a ela.

"Não, Carlos, eu vou terminar quando eu terminar", afirmou.

"Não, esta é a última dose, e então eu vou levar você para casa".

"Mas eu não quero ir”.

"Eu não me importo com o que você quer, isso já passou dos limites”.

"Tudo bem", disse decepcionada, em seguida, ela terminou sua bebida.

"Ok, agora vamos”.

Eu a levei para o meu carro. Eu tive que segurá-la para mantê-la em pé. Abri a porta e a coloquei em meu carro. Fechei a porta, depois fui para o meu lado e liguei o carro. Eu sabia o caminho para a casa dela e por isso volta e meia olhava para ela, principalmente para certificar-me que estava tudo bem.

Ela mora com o marido numa confortável casa no Recreio. Ao chegarmos vi que a casa estava às escuras e perguntei:

"E o seu marido?”.

"Ele viajou a trabalho, eu estou sozinha neste fim de semana”.

Eu desliguei o carro, soltei os cintos de segurança. Quando eu ia abrir minha porta, a cabeça dela levemente caiu no meu ombro. Eu pensei que ela tinha desmaiado, quando de repente senti a mão em torno de minha virilha.

Ela encontrou o meu pênis e começou a esfrega-lo através das minhas calças.

"O que você está fazendo?" Eu perguntei.

"Dando o troco por você ser sempre um bom amigo", respondeu ela, continuando a esfregar meu pau já endurecido.

"Você tem certeza que quer fazer isto? Você bebeu demais”.

"Sim, eu tenho certeza e sei o que estou fazendo. Não estou bêbada".

Então ela desabotoou minha calça, afastou minha cueca e tirou meu pênis ereto. Ela começou a beijar a cabeça e lamber o mastro. Ela suavemente colocou a cabeça do meu pênis em sua boca

Bem como eu disse não tinha a intenção de pular a cerca. Não tinha, mas...diante das circunstâncias... quem poderia resistir????? Além disso, boquete não é traição, se usarmos a lógica distorcida do ex-presidente americano, rsrsrsr.

Então, lentamente, ela começou a coloca-lo mais e mais em sua boca. A cabeça de meu pau bater no fundo de sua boca e ela parou. Ela respirou fundo, abriu a garganta, e então ela tomou conta do resto do meu pau.

Ela começou a mover a cabeça para cima e para baixo, enquanto ela continuava a fazer desaparecer meu pau dentro de sua garganta profunda. Ela me fez sentir tão bem que pensei que ia morrer. Sua língua provocava tanto quanto do meu pau podia agüentar, enquanto seus lábios formaram um vácuo apertado em torno da base do meu pênis.

Ela continuou a “trabalhar” o meu pau até que eu não agüentar mais. Eu atirei os primeiros jatos por sua garganta abaixo e o resto em sua boca. Ela engoliu até a última gota.

"Você quer entrar?", Perguntou ela, lambendo os lábios com um sorriso maroto.

"Você ainda pergunta...Eu já estou entrando", eu respondi.

Eu fechei minha calça e levou-a nos braços até a porta da casa dela. Ela abriu a porta, ainda nos meus braços. Eu fecho a porta atrás de nós. Levei-a para o sofá, e nós beijamos profunda e apaixonadamente.

Com minha mão percorri o seu corpo maravilhoso. Comecei a desabotoar-lhe a blusa, lentamente, um botão de cada vez, até o último. Gentilmente tirou-lhe a blusa e o sutiã, e me afasto para ver o tesouro encontrado... os seios durinhos, com a marquinha do biquíni. Lindos...como eu nunca vi.

Aproximei-me novamente e comecei a beijar seu pescoço. Eu, gentilmente, beijei cada centímetro de seu pescoço. Em seguida, sigo com os beijos do pescoço para a parte superior dos seios.

Comecei a beijar os seios, mas não beijei os mamilos. Eu beijei em círculos fora de seus mamilos. Então eu comecei de vez em quando a esbarrar com minha língua em seu mamilo. Toda vez que eu cutucava o mamilo com a minha língua, ela soltava um gemido leve.

Após vários minutos de provocação, eu finalmente lambi seu mamilo. Então, eu beijei-a suavemente, e comecei a sugar o seio, lambendo seu mamilo enquanto ele estava na minha boca. Eu continuei a chupar seu seio, enquanto com minhas mãos desabotoei-lhe a calça e a tirei. Com uma das minhas mãos passei a massagear-lhe o peito ainda não chupado e a outra mão a acariciar-lhe a bunda.

Mudei a mão que estava massageando o peito para as costas dela. A mão que lhe acariciava a bunda foi transferida para massagear a coxa. Eu parei de sugar o peito para olhar o seu corpo lindo. Então voltei a beijá-la.

A minha mão colocada na parte interna de sua coxa vai gentilmente acariciando-a. Eu esfregava a vagina através da sua tanga. Ela que já estava úmida ficou encharcada com o que eu estava fazendo. Eu parei de beijá-la a fim de retirar sua calcinha preta.

Comecei a beijá-la novamente. Eu levei a minha mão e brinquei com o tufo de pêlos pubianos aparados que ela tem. Então com meus dedos indicador e médio comecei a esfregar os lábios vaginais. Eu esfregava lentamente para cima e para baixo sobre sua régua. A seguir, eu coloquei o meu dedo indicador dentro dela e percorro até o clitóris.

Então eu comecei a provocá-la no clitóris, ela soltou um gemido na minha boca enquanto nos beijamos mais apaixonadamente. Girei o meu dedo em círculos em torno de seu clitóris. Ela parou o nosso beijo, para ficar livre e gemer. Com a minha boca livre, eu fui sugar seus seios enquanto eu continuava a provocar o clitóris.

Esfregava toda sua vagina encharcada e ao mesmo tempo lambia e mordiscava os mamilos suavemente. Ela gemeu mais alto quando eu afundei mais do meu dedo dentro dela. Ela começou a se contorcer e empurrar sua virilha na minha mão. Eu aumentei a velocidade e a força do meu dedo.

De repente, ela gozou na minha mão. Eu continuei a movimentar meu dedo até seu orgasmo acabar. Eu, então, levei minha mão molhada e esfreguei tudo sobre os seios. Lambi os seios até deixa-los limpos. Ela estava respirando pesadamente, em seguida, mudou de posição para beijar-me e os nossos lábios se encontraram.

Eu levantei-a e a levei para o quarto. Deitei-a e coloquei-me ao lado dela. Começamos a nos beijar novamente. Deitou-a de costas e começo a beijá-la no corpo dando atenção especial aos seus seios e umbigo, enquanto sigo meu caminho para baixo.

Alcanço a sua virilha. Eu beijei toda a sua parte interna das coxas, deixando um chupão em cada lado, depois fui beijar sua vagina. Coloquei a minha língua dentro da fenda dela. Ela gemeu alto, quando minha língua passou sobre o seu clitóris. Estendi minhas mãos para cima dela e comecei a massagear seus seios.

Enfiei a língua profundamente dentro de sua vagina e ela gemeu. Comecei a lamber em um movimento circular, lambendo tudo o que eu podia. Continuei a massagear e acariciar seus seios enquanto eu a comia com a língua, explorando cada centímetro de sua vagina gotejante.

Ela começou a se contorcer e gemer mais alto. Eu continuei com a língua dentro dela mais profundo possível. Ela começou a gritar quando começou o seu orgasmo. Meu rosto estava encharcado por seus sucos. Ela tinha acabado de gozar e eu ainda a lambia tanto quanto eu podia.

Então fiquei ao lado dela. Comecei a beijar-lhe o rosto e pescoço, enquanto eu esfregava seus seios e barriga. A respiração dela voltou ao normal e ela começou a me beijar de volta, quando ela parou.

Você poderia me fazer um favor Carlos?", Perguntou ela.

Eu respondi, "qualquer coisa".

"Quero ter teu pau em mim... AGORA!!!”.

Eu não disse nada, em vez disso, posicionei-me em cima dela, abri-lhe as pernas e delicadamente deslizei meu pênis vagina adentro até estar totalmente dentro dela. Comecei a bombear, aumentando lentamente a força e a velocidade. Ela geme.

Eu estava bombeando cada vez mais forte. Ela gemia alto e murmurava palavras incoerentes. Ela começou a gritar e eu sabia que nós dois estávamos perto de gozar. Tirei o pênis de dentro dela, pois não queria gozar, ainda... Masturbei-a e ela gozou novamente na minha mão.

"Por que você tirou a pau?" Ela questionou.

"Eu prefiro em outra posição", eu respondi.

Então a virei para a beira da cama. Eu, então, abri-lhe as pernas e entrei em sua buceta, por trás. Ela suspirou quando entrei nela. Coloquei uma mão em torno dela para esfregar sua região pélvica, estimulando-a por ambos os lados. Com a outra mão agarro seu quadril, para que eu pudesse puxá-la para mim, ajudando a empurrar minha pica para dentro dela.

Eu continuei a bombear com mais força. Ela estava gritando e agarrando os lençóis da cama. Ela pegou um travesseiro e gritou nele de forma a não acordar os vizinhos. Eu explodi dentro dela e ela teve o gozo mais forte de toda à noite.

Estávamos ambos com a respiração como se tivéssemos corrido 10 quilômetros. Quando meu pênis amoleceu e nossa respiração voltou ao normal, deitamos e adormecemos agarradinhos.

Acordei uns 20 minutos depois para vê-la ainda levemente adormecida. Ela despertou.

Beijei-a e então, ela se levantou e se dirigiu para o chuveiro. Eu me levantei e a segui. A água estava quente o bastante e nós fomos nos esfregando e beijando apaixonadamente. Prestei atenção especial aos seios, buceta, bunda enquanto eu esfregava o corpo dela. Nós dois estávamos cheios de paixão e desejo.

Então, ela segurou meus ombros e levantei-a apoiando sua bunda com minhas mãos, sendo envolvido com as pernas em volta da minha cintura. A mão dela guiou meu pênis até sua vagina. Começamos a foder em pé. Comecei a sugar seus seios. Sua respiração tornou-se pesada, ela gemia mais e mais alto. Ela começou a gritar, se aproximava de um orgasmo.

Pare”, ela gemeu “, pára, pára”.

"O que foi? Te machuquei?" Eu questionei.

"Nada há de errado, confiem em mim. Eu só quero tentar algo que nunca fiz antes”.

"Ok, tudo que eu faço, eu faço por você”.

Ela fechou o chuveiro e olhou para mim,

"Bem, você sabe que já lhe contei que tentei uma vez e não gostei, mas eu queria experimentar sexo anal com você”.

"Eu ficaria honrado de tentar isso com você".

Com isso, ela soltou as pernas e ficou de pé. Então ela se virou e inclinou o tronco. Eu lubrifiquei meu pênis com condicionador, abri-lhe as nádegas e fui introduzindo, lentamente a cabeça do meu pênis no buraquinho dela.

Ela engasgou com dor quando entrei pela primeira vez nela.

“Quer que eu pare? Perguntei”.

“Não! Termine o que começou. Vou ficar bem”.

Então eu continuei a introduzir, lentamente, o meu pênis em sua bunda dando tempo para ela se adaptar ao visitante. Sinto meu pau ser apertado. Eu finalmente estava todo dentro dela. Então ela começou a recuar e a pressionar seu corpo contra o meu, sinalizando para mim que seus anéis já estavam ajustados.

Comecei então a movimentar meu pênis dentro daqueles anéis até então quase que inexplorados. Ela começou a gemer alto, enquanto eu continuava a bombear-lhe a bunda. Ela estava segurando o registro do chuveiro e minhas mãos estavam na cintura dela.

Eu levei uma das minhas mãos para sua vagina e comecei a tocar o seu clitóris. Ela soltou um grito de êxtase, enquanto eu continuava a foder seu anus com os dedos na vagina, provocando o clitóris.

Gozamos quase ao mesmo tempo.

Segurei-a contra mim para ela não cair. Seu corpo todo tremia.

“Adorei o seu rabinho. Espero que você também tenha gostado“.

“Foi um gozo diferente, pois você me fez sentir dois prazeres diferentes ao mesmo tempo. Assim dar o cu é fácil, rsrsrsrs”.

Recuperados, então finalizamos nosso banho. Eu me vesti e beijei-a profundamente antes de eu ir para casa. Foram 4 horas de loucura...

Agora vamos ver o que acontece daqui para frente...

Se vc gostou, leia meus outros contos.

briocopapa@yahoo.com

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Comentários

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ADOREI VC REALMENTE SOUBE FAZER ELA MUITO FELIZ, ESPERO Q O MARIDO DELA NUNCA ENCONTRE ESSE SITE...RS VCS SAO LOUCOS..BJO NOTA 10000

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Caramba! Muito bom! Excitante ao extremo. Tu escreve muito bem cara. Depois passo aquí pra ler seus outros contos. Até.

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Oiii, lembra de mim???

Sou celine q escreveu o conto do padre Otávio. Adorei este aki também...muito bem escrito e bemn exitante...do tipo q nos envolve com o desenrrolar da história...parece até q eu estava assistindo à um filme!!

Nota 10 é pouco...nota 1000!!! Lembra da minha proposta de vc comer o meu cuzinho também...agora já era...alguém chegou na sua frente e reinalgurou meu rabinho, e muito bem reinaugurado diga-se de passagem rsrs!! Se kiser saber os detalhes dessa minha transa e pulada de cerca, dê uma lida no meu novo conto: "Como Ir à Lua e Voltar Sem Sair da Cama (partres 1, 2 e 3)...ok!!! Espero q goste, e por favor ñ deixe de comentar e de dar nota!

BJSSSSSSS!!!!!!!!!!

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é um mestre. nota dez. vou ter que trocar o teclado

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Como díto abaixo, EXCELENTE! Você escreve muito bem e dá pra imaginar tudo claramente da forma que escreve. 10 sem dúvidas.

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