Meu 1º Cabaço...

Um conto erótico de Desvirginador
Categoria: Heterossexual
Contém 1687 palavras
Data: 25/06/2009 15:37:01

Olá leitores amigos de contos eróticos. Depois de tanto ler contos nesses anos todos de internet resolvi compartilhar com vocês algumas de minhas experiências. Hoje estou com 39 anos, tive uma iniciação sexual considerada tardia por mim, já que minha primeira mulher foi aos 17 anos, e geralmente os guris começam bem mais cedo a ter suas relações. Tudo bem, cada coisa tem seu tempo, e felizmente após essa primeira experiência (Valdete, amiga de 19 anos de uma de minhas tias), com a porteira aberta não parei mais até os dias de hoje.

Sou um cara bem experiente, já experimentei o sexo com suas diversas variantes, inclusive com algumas relações homossexuais com uma pequena traveca que conheci em Porto Alegre, porém resolvi iniciar minhas experiências relatando aquilo que considero mais importante: as virgens que comi até hoje!

Enquanto há homens que passam uma vida sem tirar um cabaço, felizmente eu tenho 14 na minha listinha, e hoje vou contar como foi a primeira vez que peguei uma virgenzinha.

Durante o carnaval de 1991, então com 22 anos, conheci uma guria chamada Juliana na Avenida Perimetral. Estava com um primo meu e ela acompanhada de várias amigas, chamou-nos a atenção por estar num grupo de umas 6 gurias e NENHUM guri acompanhando aquela tropinha de ninfetas. Juliana era uma mulatinha de 18 anos, vestia uma bermudinha hiper justa que marcava seu lindo rabinho e seios empinadinhos sem sutiã que apontavam para cima desafiando a gravidade e todos os homens que olhavam para eles, com um olhar pidão e guloso para cair de boca naquelas delícias.

Comecei com olhares e quando recebi um sorriso em retribuição parti para o bote. Após as apresentações estávamos enturmados com as gurias e depois do desfile na avenida acompanhamos o grupo até sua casa. Todas eram primas, moravam juntas num apartamento no centro de Porto Alegre pois vieram de uma cidadezinha do interior para trabalhar e estudar na capital gaúcha. Tinham um pacto de não levarem homens ao apê, para manter o respeito e não ficarem faladas entre os vizinhos de condomínio. Por isso, ficamos ali mesmo na rua conversando, e na hora da despedida ganhei o primeiro beijo.

Juliana não trabalhava, apenas estudava, seus pais é quem enviavam dinheiro para sustentá-la e auxiliá-la a dividir as despesas com as primas, por isso, tinha o dia livre. Eu trabalhava numa loja no centro, oque facilitava nossos encontros na hora do almoço e após o expediente. Começamos a namorar!

Umas duas semanas depois estávamos no final da tarde na Usina do Gasômetro admirando o por do sol do Guaíba, fomos para um lugar mais reservado de olhares curiosos e começamos um amasso daqueles... até então, sempre que eu tentava tocar seus seios e outras partes íntimas ela me censurava e firmemente afastava minhas mãos ousadas... mas nesse dia não... após algumas insistidas consegui apertar um de seus seios e aquela guriazinha me deu um abraço fortíssimo... senti o calor que emanava daquele corpinho... e ao tocar seu seio pela primeira vez por baixo de sua camiseta, Juliana me aplicou um forte arranhão nas costas e desmanchou-se num beijo ardente e fogoso...ali percebi que tinha ganho de vez aquele corpinho para me deleitar!

Ficamos num arreto só... minhas mãos foram explorando cada poro daquela pela macia, cheirosa e que fervilhava sensualidade e tesão.

Quando tentei enfiar a mão por dentro de sua calça ela apenas balbuciou:

- Por favor aí não...

Mantive a calma e recuei... porém mais adiante tentei de novo, e mais uma vez fui alertado...

- Não... tira a mão daí...

Dei uma risadinha maliciosa e tasquei a pergunta:

- Bah Jú, até parece que você é virgem, o que tem de mais eu fazer um carinho "nela"? - ela olhou-me fixamente e respondeu:

- Eu sou virgem!!!!!! E quero me manter assim.

Aquilo acendeu a luz amarela para mim... nunca tinha experimentado uma virgem na minha vida, e a possibilidade de estourar um cabacinho me deixou num furor nunca antes sentido!

Parei com as investidas e saí com ela daquele lugar. Caminhamos pelo centro e entrei com ela num motelzinho discretíssimo que tem perto do QG Militar, não tem placa e quem passa pela rua pensa que é uma casa normal.

Ao perceber onde estávamos ela me olhou e disse que não iria fazer nada e que eu podia ir "tirando o cavalinho da chuva"... respondi que tudo bem, que eu iria apenas fazer muito carinho nela, e que era muito melhor ficarmos ali do que continarmos na beira do rio.

Ela concordou e entramos num quarto.

Pulei em cima daquela ninfetinha cheia de tesão, chupei seus seios e apertei-os com vontade e ansiedade da pouca experiência que tinha na época... Juliana me arranhava com tanta vontade que minhas costas sangravam, fui tirando sua calça sem que ela oferecesse resistência e caí com toda vontade naquela bucetinha virgem com a boca, dando linguadas no grelinho, nos lábios e sugando sua buceta com uma fome de leão...

Juliana soluçava tanto que chegava a correr lágrimas dos olhos enquanto eu invadia sua grutinha com minha língua até sentir o cabacinho... que loucura!!!!!]

Abria sua xotinha e admirava pela primeira vez um selinho, ela só me dizia e pedia...

- Por favor amor, não me come... faz o que você quiser, mas não tira a minha virgindade...

- Pode deixar Jú, vou manter minha palavra e só vou te dar muito prazer, mas sem tirar teu cabacinho.

E assim ficamos por umas duas horas no motel, ensinei ela a chupar um cacete, gozei naqueles peitinhos enfiei o dedo na xotinha e no rabinho dela, mas não tentei comer nem a buceta e nem o cuzinho dela. Queria ganhar sua confiança. E consegui!

Depois desse dia ficamos uns dois meses saindo assim, indo a motéis e ficando nessa chupação e enfiada de dedos (hehehe coisa da idade, hoje em dia eu não perdoo), até que um dia resolvi que era chegada a hora.

Recebi meu salário do mês e a convidei para irmos a um barzinho. Bebemos muitas caipirinhas, cerveja... e lá pelas 23h a convidei para irmos a um motel. Tranquilo! Só que desta vez eu caprichei, fomos num motel caro, foi metade do meu salário para pagar uma suíte com direito a banheira e três ambientes, paguei pelo pernoite até o meio-dia do dia seguinte.

Ao entrarmos no quarto ela ficou deslumbrada, e eu também, nunca tinha feito tamanha loucura.

Iniciamos nossa sessão de lambidas e chupadas... pedi para ela deixar eu gozar em sua boquinha e ela aceitou... caprichou no boquete, lambia todo o meu pênis, chupava meu saco e berrava cada vez que eu dava linguadas na sua bucetinha... estava ensopada... pela primeira vez enfiei dois dedos na sua bucetinha até sentir o selinho trancando-os.... mas iniciei movimentos de vai e vem com os dedos, Juliana caiu desfalecida e parou de me chupar... apenas enlouqueceu com meus dedos atolados e gritava como uma louca, instintivamente começou a mexer os quadris e explodiu num gozo aos prantos... soluçava de uma forma como nunca antes tinha feito e isso me fez ter a certeza de que não passaríamos daquela noite.

Fiquei assim até ela gozar umas três vezes com minha boca e dedos naquela masturbação frenética, e quando percebi que ela estava literalmente subindo as paredes montei sobre minha amazona...

Esfreguei meu caralho na portinha de sua gruta, com força, forçando o grelinho dela, Juliana não abria os olhos, permanecia com eles fechados, mas a boca aberta de tanto gemer, encaixei meu bruto e fui abrindo aquelas carnes nunca antes tocadas por um pênis e fui adentrando vagarosamente...

Ela mantinha os olhos cerrados... quando toquei seu hímem uma corrente de energia percorreu todo o seu corpo e ela me abraçou forte com seu corpinho todo tremendo de excitação e desejo, nossa, a guria tremia como se estive tendo convulsões, estava tendo um gozo maravilhoso e quando senti que suas pernas fraquejaram e seus braços afrouxaram o seu abraço dei uma estocada firme e forte rompendo a última barreira que nos impedia de sentirmos o prazer total que o sexo pode proporcionar a um casal apaixonado!

Foi lindo ela deu um gemido longo, alto e feliz! O sorriso estampado no rosto indicava que eu tinha feito a coisa certa, no momento certo e da maneira certa... as lágrimas verteram de seus olhos que continuavam fechados e lentamente iniciei os movimentos de entra e sai naquela antes grutinha inexplorada!

Ela me abraçou com braços e pernas a ponto de ficar eguida do colchão e eu fui estocando cada vez mais forte e profundamente, sentia o calor intenso do interior de sua vagina e cada centímetro que meu caralho explorava nela, até atingir o ápice de meus 21,5cm estarem totalmente encravados naquela bucetinha que preparei por meses...

Subitamente virei de costas e a penetrei por trás... ela berrava como se estivesse sendo transpassada por uma espada... soquei com força, e vislumbrei o lençol banhado de seu sangue virginal... babei em seu reguinho e colhi com os dedos a saliva para lubrificar seu cuzinho e ali penetrei com dois dedos ao mesmo tempo que me deliciava em sua xotinha... ela mordia o travesseiro, urrava, chegou a rasgar um pedaço do lençol... e eu insandecido com tudo aquilo inundei sua bucetinha com minha porra, lavando pela primeira vez seu útero com leite de cabra macho...

Permanecemos deitados lado a lado, e vi os chupões pelo seu corpinho... seios, pescoço, barriga, coxas, virilha.... deixei minha marca por todo seu corpo, para que todos ao olharem para ela quando chegasse em casa, soubessem que ela deixara de ser uma menina e tornara-se uma MULHER!

No dia seguinte suas primas ao me verem apenas sorriam e me chamavam de felizardo!

Namoramos por dois anos e não a ensinei, aprendemos juntos tudo que podíamos sobre sexo com amor, carinho e respeito!

Depois que terminamos o namoro aí sim, tornei-me um devasso sexual.

No próximo conto, irei narrar o segundo cabaço que comi!

Abraço a todos.

*comentem e se quiserem podem entrar em contato, sou hetero, curto menage e swing, 1,87m, mulato, 95kg, - jb_sleo@hotmail.com - Até +!

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Comentários

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hehehehe... esse eu só fui ganhar depois de 1 ano de namoro. valeu pelo comentário.

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Tarado! Ela não queria... É aí que vale o ditado: Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura! E que furo, meu filho! Faltou só o rabinho, né?

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