Casa dos Contos Eróticos

Minhas confissões mais íntimas

Categoria: Grupal
Data: 10/02/2009 04:36:25
Nota 8.50
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Apresento-me: meu nome é Beatriz, mas geralmente as pessoas me chamam de Bia (que Beatriz nunca foi chamada de Bia?). Essa daqui é a primeira página do meu diário. É verdade que eu já sou uma mocinha (tenho quase 19 aninhos) e mocinhas não escrevem diários, porque parece coisa de criança. Eu deveria ter começado esse projeto “literário” alguns anos atrás, mas só agora tive essa ideia.

Vamos começar pelas últimas semanas de 2008, naqueles dias que antecedem o natal. Excepcionalmente neste ano, não vou celebrar o nascimento de Cristo junto da minha família. Nós brigamos e eu fui morar sozinha. Como não falo mais com meus pais, minha namorada me convidou para a ceia de natal com a família dela. Eu namoro uma amiga de infância da minha idade. É um namoro às escondidas, descompromissado, afetuoso, mas principalmente… sem sexo! Mas com muitos abraços e beijinhos! Por que dessa forma? Isso é outro assunto e não quero me perder.

Então vou passar o natal com uma família que acha que sou uma jovem rebelde por ter brigado com meus pais. Pelo menos, estarei ao lado do meu amor! Por mais que tenha me agradado o convite da minha namorada, ele acabou me trazendo um grande problema: como vou pagar os presentes de natal? Cabe nesse momento fazer alguns esclarecimentos: desde o começo do ano, quando eu deixei a casa dos meus pais, consegui me sustentar gastando apenas o dinheiro que tinha na minha poupança. Agora no final do ano, o meu saldo estava praticamente zerado.

Precisava ser um presente especial, não só para a namorada que amo mas também para os pais dela que me odeiam. Foi basicamente por isso que tomei a decisão de me prostituir. Esclarecimento n° 2: Não é a primeira vez que recebo dindim para fazer sexo, a diferença essencial é que antes não tinha tanta necessidade do dinheiro, fazia essencialmente por prazer. Ou seja, nesses dias eu cobrei mais caro pelo serviço e trabalhei por muito mais tempo.

Atendia os meus clientes ou em motel ou no meu quarto mesmo. A única forma de me contatarem era por meio de três vizinhos meus, que já mantinham relações sexuais e financeiras comigo. Por mais que desempenhasse esse serviço sexual remunerado, conhecido como prostituição, jamais me considerei como uma verdadeira prostituta. Nem como uma acompanhante, meretriz ou profissional do sexo. Ocorre que tenho um caráter profundamente submisso. Não sou como as putas que se agarram em seus clientes, tomam alguma iniciativa, tornando-se agentes ativos na hora do sexo. Sou mais como um objeto, uma máquina que necessita ser operada. Mas isso não significa que eu não tenha vontades. Tenho sim, e muitas! Só que elas só são satisfeitas se forem as mesmas daqueles que me utilizam.

Agora vou contar como foram os meus dias de trabalho duro e forçado (sem trocadilhos, por favor).

Dia 20 de dezembro de 2008.

Coisas interessantes aconteceram nesse dia, mas convém detalhar apenas o serviço prestado por mim durante a noite. Era mais um dia em que eu fazia programas. Combinei com meu vizinho, que também participaria, para ele convidar pelo menos dois amigos para fazer sexo comigo aqui no meu quarto. Sob a perspectiva capitalista, muito melhor dar para mais de um, já que ganho mais e trabalho proporcionalmente menos.

Antes de os moços chegarem, estava deitada no chão com uma almofada sob o pescoço, usando a mesma camisola verde que vesti para ir dormir na noite passada e lendo uma daquelas revistas que tratam de atualidades que são cobradas nos vestibulares. Não me preparei para recebê-los. Sabia que qualquer coisa que eu vestisse, logo seria retirada, qualquer perfume se tornaria fétido, qualquer maquiagem seria borrada.

E eles chegaram pouco antes do horário marcado. Escrever detalhes sobre os meus clientes não seria lá muito interessante, até porque todos são muito parecidos. São homens com idade entre 25 e 40 anos. Trabalham o dia todo em empregos pouco especializados e mal remunerados. Depois do serviço, eles se reúnem – na rua mesmo ou num barzinho – para relaxarem. Pessoas que, até o passado, eu os identificaria como pobres, mas hoje prefiro vê-los como representantes das classes C e D. Este é o tipo de gente que mora no meu bairro, os clientes aos quais tenho acesso seguro.

Abri a porta com desgosto e dei de costas para eles, indo em direção ao centro do quarto e pedindo que o último, por favor, fechasse e trancasse a porta. Nem bem me virei e um deles agarrou o meu bumbum por baixo da minha camisola e pronunciou alguns desses jargões populares para uma mulher objeto. O forte tapa que se seguiu na mesma nádega me convenceu que teria apenas que aceitar a vontade íntima dos três. Claro que eu tinha restrições e, antes de qualquer um me agarrar, disse que não podiam tentar fazer nada contra o meu ânus. Muito provavelmente eles já sabiam disso, mas fiz questão de reforçar. Como sempre acontece, quando eu ficar nua, o olhar pervertido e consumista desses animais vai se desviar para o meu bumbum e eles vão se perguntar: “Por que ela está com aquela coisa enfiada na bunda?”. Então, bonitinhos, aquela coisa é um plug e está lá porque é lá onde deve ficar. E essa é apenas uma das vinte respostas diferentes que eu já dei para essa recorrente pergunta.

Ok! Após dizer algumas poucas considerações, eles não queriam mais saber de diálogos. Um deles me levou para cama como se estivesse carregando um tapete enrolado, apoiado em seu ombro. E de lá de cima, ao invés de simplesmente me soltar ou então me colocar na cama, fui jogada sobre o meu velho colchão. Devo ter ficado poucos segundos desacordada, porque nem percebi que já tiravam a minha calcinha. Esfregou várias e várias vezes a mão na minha xana, puxava os lábios e tocava e beliscava meu clit.

Fez eu ficar com as pernas bem abertas e para cima, sem apoiá-las em nada. Deitou em cima de mim e começou a esfregar: o pênis no meu sexo, a língua no meu rosto. Quis me beijar, mas aquele hálito bêbado me dava ânsia. Sempre tive nojo da boca, da língua e da saliva dos meus clientes. Fui beijada à força por alguns, mas nunca retribuí, tentava – sem sucesso – manter minha língua longe da deles. Não podia evitar, contudo, que eles lambessem o meu corpo e, às vezes, era o corpo todo. Sem dúvidas, ser lambida por homens desprezíveis é menos pior do que lambê-los. No começo eu achava que homens gostavam apenas de sentir a minha língua em seus pênis. Só que alguns gostam de senti-la em outras partes do corpo. Mas esse não foi o caso desses três, que queriam mesmo era a saliva deles no meu corpo.

Um deles cuspiu na minha boca. Ele pretendia que fosse dentro dela, mas eu não deixei. Então ele esfregou o cuspe no meu rosto e me deu muitos tapas até deixar minha bochecha vermelha. Os homens perdem muito facilmente o controle na hora do sexo. Fiquei assustada por não esperar que fosse me bater tanto. Abri a boca, cuspiu lá dentro, engoli, coloquei a língua para fora, bateu uma vez no meu rosto. “Vagabunda!”, foi assim que me chamou. E não foi só saliva que tive que por para dentro. Logo veio o primeiro pênis na minha boca. Estava tão flácido que tive vontade de mordê-lo. Mas não o fiz: eles não gostam de sentir os dentes roçando-lhes o membro. Apenas chupei, com uma vontade demente de engolir logo tudo que fosse para minha boca. Como não poderia ser diferente, sinto-me cada vez mais preenchida pelo crescimento do volume do pênis na minha boca.

Enquanto isso, delicadamente, faço aquela massagem nas bolas do meu outro acompanhante, com minhas mãos tão pequenas que algumas vezes deixava uma das bolas escapar. Daquele saco peludo, meus dedinhos vão caminhando sobre o falo até agarrarem-no com força… e aperta… e solta… e inicia a estimulação com movimentos ritmados, para acordá-lo com ânimo para trabalhar nas entradas do corpo dessa putinha. Já outro pênis se enrijece apenas atritando com a minha vagina. A cabeça dele fica tocando o meu clit e, algumas vezes, fazia o membro todo bater com força na minha xana para fazê-la pulsar. Seu membro penetrou todinho dentro de mim com apenas uma estocada. Eu poderia difamar meu cliente, escrevendo aqui que o pênis dele não era lá muito grande e por isso entrou bem facilmente. Mas seria ingenuidade minha achar que lhes enganaria. A verdade é que já sou bem arrombadinha, e sobre esse “pequeno” detalhe, vou abrir um “pequeno” parênteses.

(Depois de anos enfiando objetos de diferentes espessuras, o resultado foi o alargamento da minha entrada vaginal. Meu objetivo era conseguir enfiar minha mão toda lá dentro. Mesmo depois de conquistado, não parei mais de enfiar tudo que se assemelhava a um falo. Um diâmetro considerável não era mais o principal requisito para eu meter algo em mim. Sempre pensava: “Qual será a sensação de ter isso dentro da minha xana?”. A diferença maior parecia estar mesmo no tamanho e na forma dos objetos e, às vezes, o que distinguia mesmo um do outro era o material. Só mais tarde eu fui perceber que enfiava vários objetos em mim, porque me dava muito prazer olhá-los sabendo que já estiveram em contato com minhas partes íntimas. Essa mania ficou mais doentia quando passei a admirar quando as pessoas pegavam esses objetos. Houve casos em que eles foram parar na boca de muita gente. Nessas ocasiões sentia algo equivalente a um sexo oral, só que mais brevemente e bem subjetivo).

Tendo um deles se divertindo penetrando minha xana, eu precisava agora entreter os outros dois principalmente com a minha boca. Considero-me uma boqueteira de carteirinha. Não por achar que minha chupada é especial, mas simplesmente por me sentir bastante excitada quando tenho um falo invadindo minha boca. Será que eu tenho o clitóris no fundo da garganta, como a protagonista de “Garganta Profunda”? Hmmm… Preciso me lembrar de assistir ao filme para comprovar! Mas é fato que adoro quando o pênis alcança a minha garganta. O meu insaciável desejo me forçava a colocar o pênis todo na boca, e eu engasgava, e ficava sem ar, e me dava ânsia de vômito, e sentia minha boca acumular catarro, até que lágrimas começavam a escorrer pelos meus olhos e fluidos pela minha vagina. Era no sexo oral que eu realmente me sentia como uma prostitutazinha, tanto que assumia atitudes de uma, como esfregar e bater o pênis rígido no rosto. Tomava esses dois movimentos quase como um ritual, uma mania obsessiva e compulsiva. Sei lá, acho que é uma forma de eu demonstrar carinho e até “devoção” pelos falos.

Chupei um pouquinho um e agora abocanharia outro, na sequência aquele que até o momento eu ficara segurando e masturbando. Dessa vez, me senti como uma presa que vai com voracidade atacar uma isca e acaba tendo uma grande surpresa. Coloquei quase que o pênis dele inteiro na minha boca (esse era bem grandinho) e já senti o paladar. Argh! Mais um porco veio se aproveitar de mim! Gosto azedo/salgado da péssima mistura de esperma, urina e suor. Fiz uma expressão bem nojentinha, mas ainda assim, não retirei o pênis da boca. Era de se esperar que algum deles não tivesse lavado as partes íntimas. Para confessar, eu mesma não havia lavado as minhas, tanto que sentia um forte odor vindo do meu sexo. Porquinha do jeito que sou, considero aceitável certas sujeirinhas na hora de transar.

Escrevendo o parágrafo anterior, me veio uma divagação curiosa, mas nem muito interessante. Ao primeiro contato da boca com o pênis sujo, sente-se um gosto muito forte, porém, conforme a pessoa vai chupando, parece que o gosto desaparece ou fica bem fraquinho. Sem novidades até agora. O interessante mesmo é que, ao tirar o pênis, aquele gosto ruim fica mais acentuado na boca do que se você continuasse chupando. Acho isso muito estranho. Bem, de qualquer forma, o sabor ruim impregnado na língua não me incomodava naquela hora. Só sentia mesmo esse desconforto quando todos iam embora e eu podia ir lavar a boca.

Seria redundante escrever sobre os minutos que se seguiram. O único detalhe que mudou foi a minha posição: sentada no colo de um deles, dando a minha xana enquanto chupava os outros dois. Fiquei bem cansadinha de ficar sempre “cavalgando” em cima de um. Tive então o atrevimento de deixar os três e me jogar no chão, toda aberta, estirada e ofegante. Um arrepio percorreu-me o corpo quente e molhado em contato com o chão gelado. Certamente, esses simples momentos são os mais prazerosos, não que sentisse vontade de gozar, mas quis que o tempo parasse, que tudo ao meu redor desaparecesse e me deixasse sozinha. Mas logo veio a consciência de que não estava só. Havia um pé pisando na minha barriga e empurrando a fim de que eu levantasse para voltar ao trabalho.

Fiquei de joelhos. Agora tinha três pênis para chupar. Sei que falta pouco para concluir o meu serviço. Fico olhando para o chão, sinto-me um pouco constrangida de olhar nos olhos da pessoa enquanto estou lhe chupando. Nesse caso, um deles fez questão de ver a humilhação em meus olhos. Ele me observa de cima. Estou abaixo dele, ajoelhada e com minha boca em suas partes íntimas. Olhos de desprezo visam olhos lacrimejantes. Nem se importa… “foi ela que decidiu trabalhar como puta”. A imbecilidade dessas pessoas também se traduzia na crença de estarem me prestando um favor. “Ora, essa menina é uma vadia, ela daria para qualquer um de graça, mas vou dar um dinheirinho para essa coitada só para fazer um agrado”. Não que esse pensamento fosse completamente incorreto. Para falar a verdade, não esperava mais do que isso de pessoas com tão baixo nível de instrução. Nunca aconteceu de alguém questionar as minhas intenções e tentar entender os meus sentimentos, porque ali, no chão, havia apenas objeto humanizado para sentir o prazer alheio e assim desempenhar melhor sua função.

Agora eles se masturbavam na altura do meu olhar. Estavam bem próximos ao meu rosto para garantir que seus fluídos escorressem por ele. Fiquei com a boca bem aberta, a língua para fora e os olhos semicerrados. Nessas horas, o tempo corre bem devagar. Você está certa de que algo vai acertar o seu rosto e você espera que isso vai acontecer exatamente no segundo que se passa. Até que, enfim, veio o primeiro jato, direto no meu olho – por isso que eu não consigo ficar com os olhos bem abertos – e depois dentro da minha boca. Engoli, abri a boca e coloquei a língua para fora de novo. Quando eu comecei com sexo oral, eu só engolia o esperma quando meu parceiro desejava. O problema é que todos os homens querem isso, mesmo aqueles que não pedem. A rotina tornou esse ato inconsciente a ponto de eu engolir qualquer líquido que vá parar na minha boca.

Mas voltando, os outros dois também gozaram nos meus olhos, no meu nariz, na minha boca e nas minhas bochechas. E ficaram lá, admirando de cima a porra escorrendo pelo meu rosto. Puxaram meu cabelo para trás e cuspiram no meu rosto. Ainda que tivesse esperma nos meus olhos, consegui distinguir, no meio de um imenso embaçado, a expressão de satisfação dos meus clientes. Para finalizar, esfreguei a porra no meu rosto como se fosse um hidratante e depois deixei uma das minhas mãos dentro da minha boca. Na despedida, dei uma última chupada e um último beijinho no pênis de cada um deles. Quando eles foram embora, sentei ali mesmo no chão perto da porta e comecei a me masturbar

Comentários

20/04/2009 15:00:51
Bem interessante!
10/02/2009 11:10:52
Uma pessoa quando vende o corpo já perdeu toda a dignidade e está sujeita a todas consequências na hora do sexo, diferente de quando o faz por pura entrega e prazer mas aqui o dinheiro sobrepôe-se a tudo de bom que a vida nos oferece.

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