NOSSA EMPREGADA GOSTOSA

Um conto erótico de Leo 1000
Categoria: Heterossexual
Contém 838 palavras
Data: 17/11/2008 18:56:46

Eu e minha mulher formamos um casal liberal. Já tivemos diversas experiências, juntos e separados.

No entanto, temos um pacto firmado: nenhum de nos dois faz alguma coisa sem o consentimento do outro. Se eu transar com outra pessoa ela deve ser informada, de preferência antes que aconteça. Da mesma forma ela sempre combina comigo antes de sair com outro homem ou mulher.

Nossa vida sexual é extremamente saudável. Nunca caímos na rotina. E com o passar do tempo o tesão só aumenta.

Ela adora despertar a libido dos machos. Usa roupas provocantes, decotadas, curtas, transparentes. Calças brancas com calcinhas minúsculas enterradas na bunda, sutiãs meia-taça, saias com aberturas para deixar as coxas à mostra, sapatos de saltos bem altos. Muitos homens quebram o pescoço quando ela passa. E ela já é quarentona.

Contratamos, recentemente, uma empregada doméstica para nossa casa. Ela tem 26 anos, é mineira e tem uma aparência razoável. No entanto, tem um par de peitos maravilhoso. E eu sou maluco por seios.

Dias atrás, estávamos só eu e a empregada em casa. Já estava próximo da hora de sua saída. Ela saiu do banho vestida normalmente, com uma toalha enrolada na cabeça. O cheiro de sabonete e a sensação de um corpo ainda úmido do banho me deixaram excitado. Chamei-a até o meu quarto e pedi que ela passasse um antiinflamatório em minhas costas. Ela atendeu meu pedido prontamente. Eu estava deitado de costas, sem camisa e ela começou a massagear o local por mim indicado. O tesão aumentou e o meu pau subiu. Virei-me e puxei-a para cima de mim dando-lhe um beijo na boca imediatamente correspondido. Abracei-a com força, passei a acariciar-lhe o corpo, desabotoei sua blusa, abaixei as alças do sutiã e chupei aqueles seios maravilhosos. Ela começou a respirar ofegante e se entregou completamente. Tirei o resto de minha roupa e ela agarrou meu pau e apertou-o com força. Ela também tirou sua roupa. Percebi suas coxas roliças, sua bunda grande e sua buceta extremamente cabeluda. Meti o dedo indicador entre suas coxas e encontrei a região já totalmente lubrificada.

- Vem chupar meu pau, vem mamar, eu disse a ela.

Ela caiu de boca e chupou meu cacete avidamente. Fazia movimentos para cima e para baixo, lambia, sugava vorazmente meu caralho. Notei que ela estava precisando muito de sexo, de pica, de porra irrigando sua buceta. Depois, fiquei sabendo que ela estava com problemas com seu marido que havia se entregado ao vício da bebida.

Ficamos metendo por quase uma hora. Aí ela teve que ir embora.

Quando minha mulher chegou eu disse que tinha uma coisa para contar para ela. E ela já imaginando que era sacanagem ficou com os olhinhos brilhando, cheia de tesão e muito curiosa.

- Já sei. Resolveu inovar e deu a bunda para um macho, brincou ela.

- Não. Comi a empregada.

- A Nilza? Você comeu a Nilza? Não acredito.

- Comi sim e gostei. Foi um fodão.

- Nunca imaginei que você ficasse com tesão na Nilza.

- Pois é. Nem eu. Mas aconteceu e foi bom.

No dia seguinte, quando a empregada chegou, minha esposa disse a ela que tinham um assunto muito sério para tratar. Ela ficou branca, assustada. Foi para o quarto trocar de roupa e não saia mais de lá. Minha mulher foi até lá. Da cozinha pude ouvir as duas falando:

- Nilza, sua cadela. Você fodeu com meu homem. Você me paga, sua piranha.

- Eu não tive culpa. Foi ele que me atacou.

- E você resistiu? Ou simplesmente se entregou?

Coitada da Nilza. Estava apavorada. Mal sabia que minha esposa estava fazendo um jogo de cena e que na verdade estava louca de tesão com o acontecido.

- Venha até o meu quarto, vamos conversar. Você também, disse ela olhando para mim.

Minha mulher, além de tudo, tem um senso de humor admirável. Às vezes até me surpreende.

- Vamos para a reconstituição dos fatos. Como tudo aconteceu?

Saquei na hora qual eram as suas intenções. Deitei-me na cama como no dia anterior e repetimos tudo o que fizemos, eu e a Nilza. Minha esposa assistia a tudo e em dado momento tirou sua roupa e, completamente nua, disse para Nilza:

- Vem chupar minha buceta, putinha. Agora você vai ser a vadiazinha de nos dois.

Nilza não se fez de rogada e tascou a língua na buceta de minha esposa que, por sua vez, chupava meu pau.

- Come a buceta dela, Leo. Enfia o pau nela. Enquanto ela chupava a buceta de minha esposa eu estocava meu pau no fundo da sua vagina.

- Ta gostando, piranha? Ta gostando do pau de meu homem? Ele vai encher tua buceta de porra.

- ME FODE, ENTERRA O PAU ATÉ O FUNDO. PÕE MAIS... MAIS NO FUNDO... ENFIA TUDO... RASGA MEU ÚTERO... ATOLA... ENTEEEEEEEEERRAAAAAAAAAAAAAA... AIIIII, VOU GOZAAAAAAAAAR!!!!!!!

Nilza estava completamente tomada pelo desejo. Eu e minha esposa também.

Gozamos feito loucos.

Agora, duas vezes por semana, a mineirinha dorme em nossa casa e nesses dias a fodeção come solta entre nos.

Eita empregadinha gostosa, boa demais da conta, sô.

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Comentários

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Hmmm, conto muito bom! Imaginando a cena! Parabéns!

Casalrg.udi@gmail.com

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Ai! Adoraria estar no lugar da Nilza!! Amei o conto!

Violetta

vrossa@ig.com.br

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muito bom seu conto.sonho de todo homem,duas mulheres,um dia realizo o meu.

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Meu Nome é Italo e sou um escritor invejoso e sem talento que dá nota baixas para outros autores. Utilizo os pseudonimos :Italobs, cida silva, ariano gostoso, ItalobSantos, jaires entre outros. Venha ler os meus contos ( com estes pseudonimos ) e de a sua opnião. Adoro escrever sobre genros e sogras

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nossa eu quero uma empregada assim...

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italo, jaires e cidasilva são a mesma pessoa.

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nada como uma transa com a empregada hein???

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