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Foda com uma Catadora de Latas

Autor: O Canibal
Categoria: Heterossexual
Data: 25/08/2008 14:33:27
Nota 9.33
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Eu sempre gostei do estranho, do diferente, do extravagante. Mas nunca pude fazer nada inusitado, pois moro numa cidade do interior paulista onde qualquer errinho as línguas afiadas de prontidão espalham a fofoca aos quatro-ventos.

Aqui não há nada para se fazer nos fins de semana além ir à chopperia embebedar as biscatinhas que vão lá com seus mini-shortinhos se esfregar na gente para ganharem bebidas de graça. É só pagar um chopp e quando uma delas pega fogo, eu levo pro motel.

Também há os bailes, que é como chamam as "baladas" daqui. Nestes vão as princesinhas da cidade se mostrar, que viram seus narizinhos empinados para os pobres e aceitam batida de vodka dos “playboys” que só são chamados assim porque têm carros.

Mas é só você mostrar dinheiro para as princesinhas que elas se revelam tão putas quanto as safadas da chopperia.

As biscatinhas da chopperia fazem de tudo, mas contam para o mundo inteiro depois.

As princesinhas arrogantes são cheias de não me toques e a foda acaba ficando sem graça.

Chegou um dia que cansei dessa vida sexual interiorana e minha cabeça passou a fantasiar transas doidas e consideradas absurdamente imorais por essa gente caipira hipócrita. Qualquer situação diferente servia de base para minhas fantasias sexuais insanas.

Desejei tanto por uma experiência diferente que finalmente, numa tarde de quarta-feira, consegui.

Eu tinha 23 anos, tinha carro, bom emprego, era de família e só por isso era visto como um "rapaz direito". Aprendi que o negócio não é ser certinho e sim apenas saber disfarçar bem, ser discreto nas maluquices e putarias.

Eu estava esperando na praça em frente ao meu curso de inglês, bebendo refrigerante. Havia chegado cedo e ainda faltava 20 minutos para começar a aula. Os outros alunos esperavam lá dentro da escola mesmo, mas eu preferia ficar na praça.

Aquela rua era pouco movimentada, quase não passava ninguém. Às vezes tinham alguns bêbados jogados no chão ao fundo. Eu só assistia o nada entediante que era aquilo tudo.

Foi então que apareceu uma mulher de seus 30 e poucos anos, vestindo uma camiseta suja, shorts velho, chinelo de dedo e um boné verde. Estava com um saco plástico na mão e revirava as lixeiras em busca de latinhas.

Apesar de sujismunda, ela atraiu minha atenção. Talvez seja essa minha atração pelas coisas diferentes que são ignoradas pela maioria das pessoas.

A catadora de latinhas tinha mais ou menos 1,68m e por baixo de sua camiseta larga percebia-se seios não muito firmes, mas grandes.

Ela tinha pernas grossas e bronzeadas de tanto perambular embaixo do sol da tarde em busca de alumínio. E notei que eram lisas, sem pêlos, o que denotava certa vaidade, apesar das roupas velhas e sujas.

Ela era morena jambo de cabelos encaracolados presos por um rabo-de-cavalo e, por baixo de seu boné velho, consegui ver que seus olhos eram castanhos claros. Olhos tristes. Cara de poucos amigos. Mas mesmo assim achei-a atraente.

Ela passou por mim e mexeu na lixeira, depois de não encontrar nada, seguiu para a próxima.

Comecei a fantasiar ela de quatro pra mim, com aquela pele bronzeada e aqueles olhos castanhos me olhando com tesão. Fiquei doido. Senti que era a hora de tentar alguma coisa.

Quando ela já estava mexendo na última lixeira eu a chamei:

- Moça!

Ela não devia estar acostumada com pessoas falando com ela. A maioria fingia que ela nem existia.

Tentei de novo:

- Oi! Moça!

Ela se virou assustada.

- Toma. Já terminei - eu disse mostrando a latinha de refrigerante que eu estava bebendo.

- Ela veio na minha direção, com aquele olhar triste, pegou a latinha da minha mão e agradeceu.

- Você consegue bastante com essas latinhas?

- No fim da semana dá pra juntar uns 30 real - ela me respondeu.

- Nossa. Não é muito.

Ela concordou com a cabeça baixa e já estava se virando para ir embora.

Então puxei conversa com ela, perguntei se era casada, se morava ali perto e outras coisas.

Ela disse que seu nome era Rosana, era casada, mas o marido não prestava. Ele vivia no boteco jogando bilhar e torrava a maior parte do salário com pinga. Ela tinha uma filha de 2 anos que ficava com a mãe enquanto ela saia pra catar latas e tentar trazer algum dinheiro pra dentro de casa.

Eu não queria ofendê-la mas também não queria ser falso quanto às minhas intenções e ela já estava percebendo.

Perguntei se ela já havia traído o marido. Ela disse que não, mas que ele estava merecendo. Rimos.

Apesar da sua situação ela não era uma caipira ignorante como a maioria pensa. Ela tinha boa conversa e era bem inteligente.

Não conversamos muito, pois ela estava impaciente e queria ir embora.

Então disparei:

- Quer ganhar 50 reais?

- Desculpa, mas não sou o que você tá pensando - ela respondeu séria.

- Eu não quero ofender, só te achei muito bonita. Quer sair comigo?

Ela olhou pra baixo.

- 50 reais? Mas você bonito, arrumado. É rico, pode pegar as “menininhas chique”.

- Mas eu quero você.

Seu olhar triste desapareceu. Parecia fazer muito tempo que ela não se sentia desejada. Ela tentava mas não conseguia disfarçar o ar de satisfação.

- 50 reais te ajuda, não ajuda? – perguntei.

- Ô se ajuda...

- Então.

- Tá, eu topo. Mas... como vamo fazer?

- Me espera ali na rua sem saída, para as pessoas não estranharem.

Ela concordou, disfarçou e foi em direção à rua que falei.

Minha aula que se foda. Eu esperei uns 5 minutos, entrei no meu carro, que estava estacionado em frente à escola de inglês e fui pra lá.

Ela entrou no carro, meio sem jeito. Ela cheirava a suor. Eu pedi para tirar o boné e soltar os cabelos.

Levei-a ao motel. Escolhi a suíte Luxo com banheira. Subimos as escadas, ela meio desorientada. O marido nunca havia levado ela num motel.

Quando ela viu a grande cama redonda, as luzes, o espelho, ela ficou maravilhada. Parecia uma criança mexendo nos botões da tv e das luzes.

Pedi uma pizza, batatas fritas e uma garrafa de vinho suave bem gelado.

Comemos um pouco, tomamos do vinho que pareceu esquentá-la e fazê-la lembrar o motivo a que viemos ali. Mas isso não a aborreceu. Ela estava adorando.

- É bom esquecer os problemas da vida um pouco, não acha? – perguntei a ela.

Ela concordou me olhando.

Eu levantei dali e coloquei a banheira hidro para encher.

Ela me olhou animada.

- Vamos? – perguntei.

Eu a beijei na boca que estava com gosto de vinho. Tirei sua roupa e puxei levemente sua calcinha. Peguei Rosana no colo e entramos na banheira.

Nos lavamos e ela olhava aquilo tudo como se fosse o Céu.

Beijei sua boca, chupei seus peitos enormes e mordiscava seu pescoço, masturbando sua boceta embaixo d’água até ela ficar ofegante.

Então eu peguei a mangueira do chuveirinho e mirei na sua boceta. Ela fechou os olhos, tremeu toda e gemeu alto.

- Nossa – Ela dizia com dificuldade por entre os gemidos.

Me encostei na borda da banheira e pedi que ela me cavalgasse.

Rosana subiu em cima de mim e encaixou no meu pau duro com a mão direita e começou o sobe e desce.

Ela cavalgava que era uma delícia. Seus peitos enormes balançavam na minha cara e eu comecei a chupá-los.

Ela gritava de tesão e começou a cavalgar bem rápido, segurando na borda da banheira com força. Até que sentou devagar no meu pau e ficou assim um tempo. Ela tinha gozado.

Ficou toda mole em cima de mim. Eu a coloquei do meu lado e comecei a beijar sua boca. Ela pegou meu pau ainda duro e começou a masturbar bem rápido querendo terminar o “serviço”. Eu falei:

- Não, fica sossegada aqui. Depois a gente continua. Aproveita a banheira.

Eu saí da banheira, me sequei e liguei a tv num filme pornô.

Ela curtiu a banheira mais um pouco e logo voltou pulando na cama e me abraçando.

Pegou meu pau com força e começou a chupar. Passava a língua em volta da cabeça até eu gemer, depois tentava engolir me olhando com aqueles olhos penetrantes. Ela estava fazendo tudo com vontade, com prazer, talvez não fosse só porque iria ganhar 50 reais. Parecia fazer tempo que ela não dava uma boa trepada.

Pedi pra ela ficar de quatro. Ela ficou na posição. Eu olhei aquela bunda enorme e dura. Dei um tapão. Que delícia de bunda.

Comecei a estocar naquela boceta, ela com a cabeça baixa, gemendo e agarrando o lençol. Comecei a meter com força e mais força. Ela gemia e gritava:

- Isso. Isso. Que gostoso.

- Gostosa, como você é gostosa – eu dizia dando outro tapa naquela bunda.

Eu segurei ela pela cintura e coloquei-a de pé na cama com as mãos na parede.

Eu meti com força nela por trás, segurando-a pelos peitos, até gozar.

Deitamos mais um tempo, assistindo ao filme. Duas japinhas fazendo 69.

Cinco minutos depois ela já estava pegando no meu pau e chupando gostoso.

Coloquei ela na beira da cama e comecei a meter fundo.

Ela cruzou as pernas nas minhas costas e eu metia, metia sem parar e apertava, enchendo as mãos com aqueles peitões gigantescos. Ela fechava os olhos e gemia de prazer.

Soquei com força bem fundo, socava socava só para ouvir ela gritar de tesão.

Avisei que estava pra gozar e ela pediu pra gozar na cara.

Subi em cima dela e coloquei o pau no meio daqueles peitões. Eu apertava meu pau entre eles enquanto ela me chupava. Comecei a meter na boca dela com força. Meti fundo até ela quase engasgar e gozei na boca dela. Foi uma loucura deliciosa.

Deitamos mais um pouco. Depois ela foi se limpar. Eu não conseguia entender como aquele bêbado não dava valor pra mulher que tinha.

Levei-a até perto da casa dela, parei o carro e lhe entreguei 80 reais.

Ela me olhou espantada. Depois abriu um sorriso, me deu um último beijo de língua. Agradeceu e foi embora.

Talvez ela esteja esperando por outro cara que lhe faça essa proposta novamente. Talvez não.

Depois disso passei a investir em fodas desse estilo. Mendigas, bêbadas, ciganas etc. E garanto a vocês que isso dá muito mais tesão do que com uma patricinha mimada ou uma biscatinha bêbada e fofoqueira.

Comentários

20/05/2009 23:02:07
Especialmente para marmanjo64: vc é um imbecil, nao sabe nem o que vc esta falando, o nivel social de uma pessoa nao diz nada sobre ela sabia. O canibal: adoeri seu conto, e por incrivel que pareça acho q deve ser veridico, fico muito feliz em saber que enchergar as mulheres alem do que elas vestem ou do que tem dentro da carteira..
26/08/2008 07:05:51
Não, não tenho problemas com mulheres. Então você acha que mulher pobre não é mulher de verdade??? Que preconceituoso. É esse o tipo de gentinha hipócrita que eu citei no início do meu conto.
25/08/2008 18:08:09
DESCULPA AI CARA , TO ACHANDO QUE VC NAO SABE E CONQUISTAR AS MULHERES E COM SEU DINHEIRO SÓ CONSEGUE POBRE RA RA RA RA
25/08/2008 18:07:35
DESCULPA AI CARA , TO ACHANDO QUE VC NAO SABE E CONQUISTAR AS MULHERES E COM SEU DINHEIRO SÓ CONSEGUE POBRE RA RA RA RA

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