brincadeirinha inocente...

Um conto erótico de casada que adora sexo
Categoria: Heterossexual
Contém 2329 palavras
Data: 27/04/2008 16:43:32
Assuntos: Heterossexual

Tenho acompanhado as narrativas no site e resolvi postar mais um relato de fatos realmente ocorridos recentemente na minha vida.

Pra quem não leu meus relatos anteriores, vou fazer uma breve apresentação. Sou uma mulher de 47 anos, não me considero bonita, nem muito atraente mas talvez elegante e simpática. Acho que tenho até atributos físicos que chamam um pouco atenção dos homens, tenho 1,68m de altura, conservo o peso sempre cuidando para não deixar passar muito do ideal, rsss, quadris largos e dizem que tenho pernas bonitas. Gosto dos meus seios, médios, dos meus cabelos, acho que no conjunto tenho um corpo legal.

Sou casada há 13 anos, meu marido sempre muito bom comigo, praticamente faz tudo o que peço, não tenho reclamações. Na cama somos um casal ainda vibrante, fazemos sexo com intensidade várias vezes por semana. Sempre gostei muito de sexo, muitos homens passaram pela minha vida, sempre tive o pensamento de que para transar não precisa estar apaixonada, basta estar com vontade e escolher alguém que pudesse satisfazer essa necessidade. Transei na minha vida com muitos amigos, homens por quem tive somente atração física ou tesão de momento. Gosto de todas as formas de sexo, porém o sexo anal me dá mais sensação de dor do que prazer, por isso procuro sempre evitar. Prefiro qualquer outro tipo de toque. Sempre fui muito dedicada ao casamento, permaneci depois de casada mantendo-me fiel, até conhecer o homem que me fez mudar essa rotina, como já narrei em outro conto aqui publicado. Relacionamento bem passageiro,mas que mudou completamente minha vida. Não que eu vá dizer que tenha deixado de amar meu marido, ou que tivesse me apaixonado pelo homem que conhecera na Internet, o amigo misterioso que me levou pra cama. Nada disso, mas senti despertar em mim uma vontade que tinha reprimida há muitos anos, a necessidade de sexo além do convencional, do sexo programado. Sempre acreditei que jamais teria coragem para trairia meu marido, mesmo desconfiando que ele também dê suas escapadinhas, que não havia necessidade para isso, ele me satisfazia por completo, até que aconteceu e mudou minha forma de pensar. Julguei que não conseguiria, mas me enganei e agora não consigo é ficar sem trair. Sinto enorme prazer nisso, em saber que posso ser desejada e ter vários homens, viver aventuras excitantes a cada encontro, minha vida ficou bem melhor. No ano passado reduzi minha carga horária de trabalho, passando a trabalhar somente na parte da manhã, até as 14 horas, o que me deixava com as tardes livres. Seguindo sugestão de uma amiga, minha única confidente, pra quem eu tinha contado minha aventura, que disse ser uma experiência divertida, resolvi criar um perfil nesses sites de relacionamentos, sem me identificar, com o objetivo de manter contato com outros homens, mas simplesmente por curiosidade, sem qualquer objetivo concreto de voltar a trair meu marido. Não coloquei foto que pudesse me identificar e logo comecei a receber vários emails e convites para compartilhar amizades. Mantive vários contatos e comecei a ter curiosidade e certa excitação com a possibilidade de marcar encontros. A maioria dos “amigos” eram bem mais jovens, o que me deixava ainda mais satisfeita e com minha auto estima super alta, afinal, por melhor que seja o casamento, acaba virando rotina e os elogios por parte do marido cada vez mais escassos. Toda mulher necessita disso, ser notada, elogiada, desejada. Por isso, pedi e essa amiga, que trabalha com fotografia, que fizesse um álbum de fotos minhas em posições sensuais, sem mostrar meu rosto, sempre tive esse sonho, de ter um álbum desse tipo, as fotos ficaram lindas, mas acho que exagerei um pouco, mais de quatrocentas fotos, meu marido nem sonha disso...rsss. Comecei, após ter mais segurança sobre meus “amigos” a enviar algumas fotos, na curiosidade de saber a opinião deles sobre meu corpo e minha sensualidade. Saber se ainda despertava algum desejo nos homens mais jovens. Quando enviava as fotos, rapidamente se sucediam os convites para encontros. Nunca imaginara que meu corpo ainda atrairia os homens dessa forma, ainda mais homens mais jovens que com certeza poderiam ter as mulheres das idades deles que quisessem. Não imaginei o interesse por uma mulher da minha idade. Acabei não resistindo e marquei o primeiro encontro. Um rapaz 20 anos mais jovem, imaginem, com idade para ser meu filho, até me senti com medo, do que ele acharia de mim. Fiquei muito excitada com a situação, senti-me mais jovem, como uma adolescente que encontraria seu namorado. Me arrumei toda e fui ao encontro desse novo desconhecido. Fomos a um café, conversamos, deixei pegar na minha mão, começaram as caricias, a vontade do beijo, resolvemos ir para o carro no estacionamento interno. Trocamos beijos e caricias no carro, mas na hora H, mesmo muito excitada voltei à razão e resisti, em nome do meu casamento e do propósito de não mais trair meu marido. Em casa somente um banho frio pode ma acalmar, rsss. Assim se sucederam outros encontros, com homens diferentes, sempre mais jovens, e nunca passando de alguns beijinhos e caricias. Quando eu sentia que seria difícil agüentar, caia fora. Isso de certa forma até deixava mais excitantes minhas relações com meu marido. Transávamos com mais frequência e cada vez com mais intensidade, eu sentia tesão o tempo todo e transávamos por bastante tempo, onde eu chegava a atingir vários orgasmos, muitos deles imaginando meus amiguinhos ali comigo. Passaram-se alguns meses e comecei a receber mensagens de um homem, 29 anos, parecia muito interessante, mas eu hesitava em marcar alguma coisa, parece que prevendo o que poderia acontecer. Até que no mês passado meu marido foi chamado a participar de um seminário a trabalho em Brasília, ficando 4 dias fora. Quando disse-lhe que meu marido estava em viagem, logo ele tomou a iniciativa de me convidar para sairmos à noite. Como eu já estava acostumada a resistir às tentações, e como estava sozinha em casa, com muita curiosidade, resolvi aceitar o convite. Afinal seria apenas mais um encontro com beijinhos excitantes e nada mais, tinha certeza que não passaria disso. Para minha surpresa , meu amigo misterioso era um homem que morava na minha rua, e já me conhecia de vista. Solteiro, atraente, sabia bem quem eu era, onde morava, numero do telefone e que era bem casada. Saímos, fomos a um barzinho e a conversa fluiu de forma bem interessante, gostei do jeito que ele me olhava e segurava minha mão. Saímos dali para um ambiente mais tranqüilo e logo rolou o primeiro beijo e logo a “pegação”. Não sei se foi a bebida, estava acostumada a sair com os amigos e não beber, mas não me senti tão forte e determinada a recusar o convite de ir a um motel. Pensei no meu marido, no meu casamento, mas o tesão foi mais forte. Estava compelida aceitar a me entregar para aquele homem, mesmo sabendo o perigo que corria, por ele me conhecer. Procurei deixar bem claro que era uma mulher casada e que aquilo seria apenas aventura de uma noite e que eu não tinha qualquer intensão de me separar do meu marido, porque eu o amava. Ele entendeu, trocamos um longo beijo e a excitação correu por meu corpo, numa intensidade que não conseguia controlar, afinal de contas estava há bastante tempo transando somente com o marido, e excitada pela expectativa e tesão daquela situação. Ia tocar e ser tocada por outro homem, essa idéia me deixava descontrolada. Acho que toda excitação acumulada pelos encontros em que não fui pra cama nos meus encontros anteriores. Não sei explicar, mas de uma mulher completamente dedicada ao marido, fiel, tinha em pouco tempo me tornado uma mulher excitada com a possibilidade de conhecer e me entregar para outros homens. Creio que deva ser normal após 13 anos de casada, procurar algo pra sair um pouco da rotina, do convencional, não sei explicar. Talvez porque sempre gostei muito de sexo e agora estivesse atraída pela aventura do desconhecido.

Chegamos ao motel, tiramos nossas roupas, tomamos um rápido banho e logo partimos para a pegação. Não resistia mais àquele homem me beijando, me lambendo o pescoço e a nuca, agarrando com firmeza minha bunda e quadris, com aquele pau duro encostado no meu ventre. Fui logo pegando e colocando na boca. Bem maior que do meu marido, mas em compensação bem mais fino, glande exposta, um pau lindo tipo doa atores de filmes pornos. Rapidamente fomos para um sessenta e nove e pude sentir aquela língua quente me percorrendo por inteiro, minhas coxas, bunda, vagina, não resisti e gozei na língua dele, em poucos minutos, descarregando todo tesão que eu tinha segurado até ali. Pedi que parasse e me penetrasse, mas ele não me atendeu e continuou com a língua me percorrendo toda a região da bunda e do meu sexo. Não resisti, supliquei, não fui atendida e gozei mais duas vezes, como nunca tinha feito antes, daquela forma, sentido aquela língua me percorrer por inteiro, nos meus pontos mais excitantes. Ele me chupou por mais de trinta minutos e quase acabou comigo antes da penetração. Mas como sou louca por sexo, pedi que me comesse logo. Desta vez ele atendeu prontamente, me pegando em várias posições, de forma muito forte e viril, me fazendo gozar mais uma ou duas vezes, nem lembro, estava quase desmaiando. Descansamos um pouco e voltamos à ação. Fizemos todas as posições imagináveis, cavalguei por um bom tempo, arrancando o segundo gozo dele. Eu estava descontrolada e queria aproveitar o máximo aquele homem do pau gostoso. Apesar de saber que não conseguiria gozar novamente, queria aproveitar aquele momento, aquela sensação que me fazia vibrar e procurar forças para agüentar por muito tempo, queria sentir dentro de mim, todo o tesão que aquele homem sentia por mim. Fui uma puta, uma louca insaciável, fui talvez a mulher que nunca fui com meu marido, ou pelo menos não era já há bastante tempo. Depois fui colocada de quatro e senti seus dedos lubrificados percorrendo meu ânus, procurando a entrada apertada, lubrificando cada canto do meu lugarzinho mais íntimo. Estava muito bom sentir aqueles dedos, primeiro um, depois o segundo, depois o terceiro, todos muito lubrificados, estava sentindo um prazer diferente, algo excitante que me induzia novamente a sensação de gozo. De repente senti suas mãos nos meus quadris e aquela cabeça forçando a entrada do meu ãnus. Rapidamente não resisti e fui invadida, bem devagar, sentindo centímetro por centímetro naquela pau delicioso. Pela primeira vez em minha vida consegui sentir somente prazer naquela penetração, sem dor, uma sensação maravilhosa, o homem bem mais dentro, bem mais justo dentro do meu corpo. Ele fazia movimentos ritimados, compassados, deixando enterrar todo e sair quase todo, bem devagar, depois aumentando o ritmo, depois diminuindo, loucura. O prazer era intenso, sentindo as mãos fortes segurando meus quadris, forçando para abrir minhas nádegas e aquele pau me invadido. Gozei como nunca tinha gozado na minha vida, meu primeiro gozo com um pau dentro do meu cu, e pedi mais, continuei rebolando naquela vara, forçando minha bunda contra o corpo dele, até sentir aquela sensação de gozo que se aproxima mas que não vem mais. Transamos daquela forma mais algum tempo até a exaustão. Foi demais, passamos a noite toda ali, juntos, transamos novamente de madrugada e depois pela manhã, não sei como aguentamos. Meu coração parecia saltar do peito. Nossa que homem maravilhoso, que pegada, me senti a mulher mais poderosa do mundo, satisfeita e completa, realizada. Aquilo se repetiu na noite seguinte. Nem conseguia pensar no meu marido, em como seria depois. Mas eu tinha uma certeza, não faria aquilo nunca mais, seria somente uma aventura, uma espécie de “prêmio” pela boa e fiel esposa que fui durante quase todo o casamento. Somente uma escapadinha pra relaxar, mas nada que de alguma forma fosse interferir no meu relacionamento com meu marido, porque eu o amava e procurei deixar isso bem claro para o meu amante.

Bem, meu marido voltou e reassumi minha vida de mulher casada e fiel. Parei inclusive com meus contatos, para não correr o risco de cair em tentação novamente.

Passaram-se duas semanas e para minha desgraça percebi que meu amante estava rondando minha casa. Estacionava o carro em frente e ficava ali esperando. Já não tinha sossego e resolvi falar com ele e pedir que fizesse o que tínhamos combinado, que era esquecermos tudo o que aconteceu. Ele disse que tinha gostado muito de mim e que não conseguia me esquecer e aos momentos que passamos juntos. Argumentei que seria impossível e que não queria estragar meu casamento e minha vida. Conversarmos por alguns minutos e ele pareceu entender. Mais alguns dias se passaram e ele começou a mandar mensagens no meu celular, dizendo que precisava falar comigo. Evitei ao máximo, mas a insistência era muito grande e eu já corria o risco de meu marido descobrir, inclusive ela já estava me achando “meio estranha” nos últimos dias, como ele mesmo disse. Pensei então que a melhor forma de resolver aquela situação seria conversar novamente com meu amante. Marcamos um dia e um local, no começo da tarde. Conversamos, procurei usar todos os meus argumentos para tentar convencê-lo a desistir de mim, mas não foram suficientes e eu compelida por meus sentidos e vontade acabei cedendo e terminamos aquela tarde novamente num motel. Me senti fraca por não resistir àquela loucura e por ter me entregue novamente aquele homem, e ainda mais de forma tão dedicada e gostosa, satisfazendo meus instintos mais profundos.

Desta vez ele jurou que nunca mais me procuraria e que essa com certeza teria sido nossa última vez, nossa despedida , o que me fez confiar nele e me deixou bem mais tranqüila e com vontade de ir para casa e abraçar meu marido na certeza de que nada atrapalharia nosso casamento. Continua...

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Comentários

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Porque parou, parou porquê...

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Nossa mulher , que delicia de conto heim , me adicona aí vai heltondaio@hotmail.com , beijos

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adorei seu conto mais é muito grande tenta reduzir mais....agora se vc quizer alguma coisa estou sempre neste msn.....charmos_39@hotmail.com....adoro fazer sexo sem compromisso......vamos

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Adorei sua historia, parece bem realista. Também tenho 43 anos e sei do fogo que temos.... e do potencial tb. Quero ler a continuação. Nota 09.

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