Fidelidade Restrita

Um conto erótico de Junior
Categoria: Grupal
Contém 863 palavras
Data: 09/05/2007 12:32:20
Assuntos: Grupal

Primeiro vou explicar o motivo do nome dessa estória.

Minha esposa me é fiel apenas no que diz respeito ao sexo anal.

Vou contar nossa estória.

Conheci Marina, minha esposa, há pouco mais de 1 ano atrás, numa festa da empresa que trabalhamos. Fui recém admitido como engenheiro químico e ela é gerente administrativa da área industrial. Logo após minha admissão houve a festa de natal e fomos apresentados.

Logo começamos um namoro e rapidamente acabamos na cama.

Mas depois de duas ou tres semanas de nossas transas, Marina veio conversar comigo sobre um assunto delicado.

Ela me disse que se dava muito bem comigo, que adorava meus carinhos e meu jeito de trata-la e que ela tbem me amava, mas que no sexo nós tínhamos um problema. Ela adorava fazer sexo anal comigo, mas no sexo vaginal ela não conseguia sentir orgasmos.

Eu entendi na hora. Na verdade meu pênis é menor do que a média de tamanho do pênis do brasileiro. Quando esta duro não chega a 12 cms. E tbem não é grosso. Portanto é ótimo pra sexo anal porque a mulher quase não sente dor. Mas quando fazíamos sexo vaginal eu mal sentia as paredes da vagina dela e ela não sentia meu pau dentro dela.

Ela falou então que apesar de adorar estar comigo, isso iria trazer problemas no futuro e que ela achava melhor a gente se separar.

Eu disse que não queria me separar dela e que aceitava qualquer solução, inclusive que ela transasse com outros homens, desde que ela continuasse comigo. Disse até que poderia servir de espião para encontrar homens avantajados durante nossas idas ao clube ou mesmo observando nossos colegas de trabalho, que pudessem lhe dar prazer.

Ela no inicio se sentiu ofendida e disse que não queria ficar saindo com vários homens, e que ela era uma mulher direita , etc...etc..

Mas com jeitinho eu acabei fazendo com que ela aceitasse pelo menos experimentar. Afinal, como meu pai sempre dizia, em toda mulher que se diz santinha, tem uma putinha escondida dentro dela.

Nos primeiros meses depois disso eu já tinha arrumado uns 5 ou 6 homens para ela transar. Sempre em meu apartamento de dois quartos, que eu morava sozinho. Ela não queria que eu ficasse no quarto, mas sempre deixava a porta aberta para que se eu quisesse espiar poderia e tbem poderia ouvir a conversa dela com o cara, para eu ter certeza que era apenas sexo e não amor.

Depois de dois ou três meses ela começou a contatar apenas dois deles, o Bruno e o Eduardo, que foram aqueles que ela mais simpatizou.

Ela me disse que escolheu o Bruno pelo jeito que ele costumava trata-la, como uma verdadeira putinha e ela adorava isso. E o Eduardo por conta do pauzão dele.

Eu sempre espiava as transas e sempre acabava me masturbando de tanto ouvir ela gemendo e gozando. Depois que os caras saiam ela me chamava e sempre pedia pra que eu fodesse seu cuzinho e dizia que o cuzinho dela seria exclusivo meu.

Depois de 10 meses de namoro a quatro, Marina estava feliz com seus homens e eu estava feliz por estar namorando aquela mulher maravilhosa.

Resolvi então pedi-la em casamento e ela aceitou. Fiquei exultante.

Marcamos o casamento, o Bruno e o Eduardo foram padrinhos e eu comprei um pacote de viagem de núpcias para irmos à Europa. Apenas eu e ela.

Mas a primeira noite de núpcias seria num hotel em S.Paulo, ao lado do aeroporto de Guarulhos.

Depois do casamento fomos para o hotel e logo depois chegaram o Bruno e o Eduardo para festejarmos a primeira noite depois de casados.

Ela estava linda e radiante e disse que naquela noite íamos festejar todos juntos.

Para minha surpresa, depois que a vi nuazinha, notei que ela havia se depilado todinha, deixando a mostra aqueles labios vaginais deliciosos e volumosos.

O Bruno logo deitou-a na cama e começou a chupar a bucetinha dela e ela se contorcia toda e gemia feito louca. O Eduardo chupava os peitos dela e eu dava meu pau pra ela chupar.

Logo o Bruno com seu jeito de tarado mandou que ela ficasse de quatro e enterrou seu caceta na buceta dela. Nessa altura eu gozei a primeira vez.

O Eduardo me substituiu sentado na frente dela pra ela mamar seu cacetão.

O Bruno dizia:

- Rebola sua putinha vadiaagora a vagabunda é mulher casadafode piranhaMarina as vezes tirava o pau do Eduardo da boca e dizia:

- Mete seu cachorro taradofode sua putinhaaaaaiiiiiiiii.......gostosoooooooooo

Logo o Bruno enchia a buceta dela de porra enquanto ela tinha orgasmos múltiplos.

Nessa altura eu já estava recuperado e quando ela sentou no cacetão do Eduardo eu fui por trás e enfiei meu pau no cuzinho dela. Ela adorou e gritava:

- Aaaaaiiiiiiiiiiiiiique tesãoooooooooome enraba meu corninho deliciosomete safadoEla gozava feito louca.

Ficamos nos revezando comendo minha esposinha a madrugada inteira, até dar a hora de irmos para o aeroporto.

Claro que levei comigo um belo consolo, pois sabia que minha esposa iria precisar ao longo da semana que ficaríamos apenas nós

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Layla a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Cara, não achei muito legal não, uma transa a três por prazer quem sabe? Mas da forma que esta sendo obrigado a manter outros caras não é nada bacana.

0 0
Foto de perfil genérica

É foda ver a mulher trepar. Isso é ser inferior. Deixasse ela sozinha, então. Nota 7

0 0