Mãe Famosa II

Um conto erótico de Dinevipa
Categoria: Grupal
Contém 2387 palavras
Data: 15/03/2007 07:24:45
Assuntos: Grupal, Portugal

Eu comecei a desconfiar de que meu filho Daniel, de quatorze anos, não era mais uma criança quando ele começou a aparecer nos momentos mais insólitos onde eu estivesse. Por exemplo, por mais de uma vez ele entrou no banheiro quando eu estava usando o vaso. Uma vez, ele entrou no banheiro quando eu estava saindo do box e me flagrou toda nua de costas.

Tenho trinta e cinco anos e me dizem que tenho o corpo da Sofia Loren com bastante semelhança com a atriz Elisabeth Taylor, e o que passo e narrar agora aconteceu já no meio da década de sessenta. Em apenas uma semana, passei de uma reclusa e tímida dona de casa para uma mulher segura e liberada sexualmente.

Infelizmente o amor da minha vida que me abriu as portas de todos os prazeres sexuais, estava preso, devido a uma denúncia covarde de meu marido. O motivo foi que Bruno, meu amante e professor do meu filho, me ajudou a transferir ele de colégio, evitando assim que ele fosse jubilado. Coisa que meu marido queria, pois assim ele mandaria Daniel pra estudar em Portugal.

Antonio, meu marido pouco se lixava se eu ia sofrer por estar longe de meus filhos. Minha filha de quinze anos já estava estudando lá há um ano. Eu não poderia permitir isso. Assim eu acabei me envolvendo com Bruno e no mesmo dia que o conheci ele gozou duas vezes na minha boca e deflorou meu cuzinho!

Após uma semana sem notícias de Bruno, contratei um advogado. Só que eu não sabia nem como descontar cheque. Não tinha a mínima noção dos meus direitos, e foi Jarvis,o advogado, quem me orientou e deu início ao meu processo de desquite. Assim, antes de por a mão no dinheiro que eu tinha direito, Jarvis me cortejou e prometeu que cuidaria de mim e de meus filhos. Enfim, acabei cedendo por amor a Bruno, pois queria vê-lo fora da cadeia.

Jarvis era muito atencioso e excelente amante, mas eu nada sentia por ele. Tanto que ele sempre me chupava e o máximo que sua rola chegou acima de meu umbigo foi pra fazer uma espanhola! Parece que isso era o ápice de seu desejo por meu corpo. Ter sua mediana rola apertada entre meus bojudos seios!

Passou-se meses até eu deixar ele me sodomizar! Mesmo assim porque ele me pegou sendo duplamente penetrada, apesar de já estar vivendo há três meses com ele! Quem me enrabava era Bruno. Quem estava por baixo, é o motivo da continuação desta estória!

Meu primeiro relacionamento sexual com Jarvis não me satisfez plenamente, embora eu tenha gozado roçando minha xaninha em sua boca, estando ele deitado de costas e eu montada no rosto dele!

Assim, já chegando na segunda semana sem ver Bruno e ardendo de tezão, paixão, loucura por ele, comecei a notar que Daniel já estava com um pouco mais de um metro e oitenta. Eu fiquei curiosa em saber como ele estava se virando sexualmente, já que ele era bastante tímido devido a opressão que Antonio exercia em todos nós. Não tinha certeza, mas acho que ele me espiava quando eu dormia ou trocava de roupa. Ele sempre desviava o olhar quando eu o encarava ou dava de frente com ele. Eu achava abominável, o filho sentir atração sexual pela mãe!

Mas, eu tinha que lidar com aquilo. Pensei em interná-lo no colégio. E então, passando pelo quarto contíguo pra onde tínhamos mudado, desde da petição de "separação de corpos", vi Daniel trocando de roupa. Fiquei parada, distante da porta entreaberta mas o suficiente pra espiá-lo se despedindo da toalha em volta da cintura e mostrando toda sua grandeza juvenil!

E que grandeza! Só não entendi porque estava endurecida! Foi cômico pra ele vestir a cueca e depois as calças! Por pura picardia feminina, resolvi brincar com ele, sem nenhuma outra intenção além de pura traquinagem!

Me despi da cintura para baixo, me deitei no sofá de costas para a porta, que deixei sem trancar e iniciei uma suposta masturbação, com gemidos e sussurros!

Em minutos, sinto que a porta se abre. Sei que agora Daniel deve estar maravilhado com a visão de minha bela bunda! Eu acreditava que qualquer bunda, ou melhor, qualquer outro corpo de mulher faria o mesmo efeito nele!

Sem lhe dar tempo, eu me viro e deito de costas. Escuto ele, estabanado, fechar a porta e sair dali correndo!

Minha intensão era fazer Daniel ficar perto de mim até ele ter idade suficiente pra conhecer uma boa moça e casar. O ideal seria que antes ele conhecesse uma mulher experiente que o ensinasse as artes do amor!

- Deus do céu! O que estou pensando?! - Filosofava comigo mesma. No fundo eu sabia que eu gostaria de conhecer um garoto bobo como ele pra ensinar tudo o que Bruno tinha feito comigo! Ah, como seria bom! Comecei a perceber que minha preferência sexual fugia daquele parâmetro de homem mais velho, sisudo, chefe de família. Cheguei a conclusão que os homens jovens eram minha perdição!E quanto mais jovens e bem dotados, melhor!

Eram por volta de duas horas da manhã quando notei uma leve claridade vinda do banheiro. Voltei a fechar os olhos na tentava de dormir, pois já tinha me masturbado três vezes e ainda continuava insone. Quase vinte minutos depois e a luz ainda estava acesa. Resolvi acabar com o que quer que seja que Daniel estava fazendo.

- Daniel! Vai dormir! - mas não consegui acabar a frase! ele portava uma rola digna de admiração! E minha primeira reação foi de fechar a porta, quando vi o desespero dele, sacudindo minha calcinha nas mãos tremulas!

Aquilo já era demais! Ficar me espiando era uma coisa! Mas se masturbar pensando em mim era pecado! Então dei-lhe um tapa no rosto com toda a força! Daniel parecia que não sentiu o tapa, pois não parava de falar. Parecia um fanático se autopenitenciando. ele me pedia que o perdoasse. Que nunca mais faria aquilo, etc etc. Ele estava tão fora de si que não notava seu rígido pênis balançando de um lado pro outro!

Não sei realmente o que aconteceu, mas aquele pauzão me transformou! Eu só via Bruno na minha frente! Eu só via o pau de Bruno na minha frente! Eu não podia olhar no rosto de Daniel, eu só queria ver Bruno e ter aquele tronco de músculos dentro mim! Em todos os lugares dentro de mim!

Sem mesmo saber porque, apaguei a lusinha do armário, sentindo o calor do corpo de meu filho e imaginei que era Bruno! Na penumbra dava pra ver perfeitamente o ainda corpo juvenil e a imensa rola apontada pra mim, acusando do pecado que eu estava prestes a cometer!

Enquanto me abaixava, ia pensando "É o Bruno. É o Bruno!". e baixei a cueca de meu filho até os tornozelos, sem antes capturar a boluda glande de sua rolona com minha boca!

Daniel gemia alucinado com esta sua primeira felação, me chamando de mamãe! Eu não queria isso! Eu não queria ser lembrada que estava praticando incesto! Eu queria acreditar que era Bruno, de quem eu estava engolindo rola!

- Me chama de Helga! Ou melhor, de dona Helga!

Em pouco tempo Daniel gozou abundantemente enquanto eu tinha suas bolas dentro da boca, sentindo com a língua a efervescência dos milhões de esperma correndo como lava de um vulcão!

O esperma de meu filho era tão saboroso quanto o de Bruno, só que diferente! Assim, nas futuras orgias que participei com meu novo marido, eu sabia que quem era quem pelo sabor de esperma que eu engolia!

Lavei meu rosto e puxei Daniel/Bruno para meu quarto segurando naquela rolona, objeto do meu desejo! E este desejo era tanto, que eu o chupei de novo!

Me postei a sua frente, sentada em minhas panturrilhas, ficando a rola de meu filhinho na altura ideal pra minha boquinha gulosa! Me masturbava e o sugava com toda aflição que a tezão nos antecipa! E danadinho me inundou de novo de esperma! E gozei como louca, engolindo seu lindo caralho inteirinho, me sufocando, me matando, me fazendo saciada e feliz!!

Eu e Daniel quedamos exaustos. Ainda assim sua rolona estava endurecida!

- Voce quer que a dona Helga lhe chupe de novo, quer benzinho?- lhe perguntei carinhosa

- Eu queria... queria... como se diz...queira meter... em voce?

- Mas aí... é pecado! Posso engravidar... seria pecado mesmo!

- Mas mamãe... dona Helga, eu lhe amo! Quero que voce seja minha mulher!

- Oooh, meu amorzinho! Voce me ama? De verdade? Voce ama dona Helga, não é? É a Helga quem voce deve amar como mulher, tá bem? Vamos fazer o seguinte: eu serei sua namoradinha e voce meu machinho querido, tá bem!?

- Aah, que bom! Que bom! Eu te amo Helga!

E sem que eu esperasse, ele me abraça desajeitadamente e me dá um longo e molhado beijo, que me derretei toda! Ato seguinte, Daniel se acomoda entre minhas coxas, que convidativamente se abrem pra ele! E sinto seu imenso caralho me penetrando soberbamente!

- Espere! Espere! Não podemos fazer isso! Eu lhe disse...corro risco de ficar grávida! Não meta em mim até conseguir um preservativo! como é mesmo o nome que todos falam? Camisinha! Uma camisinha!

- Mas...mas mãe! Quero dizer, dona Helga! Como eu vou... como eu...fico?

- Não precisa mais me chamar de dona. Só Helga, a partir de agora! Bom... venha aqui, levante-se!

Coloquei Daniel quase sentado no encosto do sofá e entrei entre as pernas dele. Peguei sua vergona, já pulsando de excitação e a coloquei entre minhas coxas, roçando a entrada de minha xaninha! Não precisou de nenhuma aula para que em segundos Daniel soubesse o que fazer!

Eu voltei a ficar super excitada! Meu filhinho estava se saindo tão bem quanto meu Bruno! Me deu vontade de me abaixar e cair de boca de novo! Mas eu sabia que só isso não iria me saciar! Eu precisava ser penetrada, dilatada! Sentir a maravilhosa pressão de ser entalada!

A luxuria decidiu que eu tinha que dar meu cusinho pro meu filho!

Interrompi a troca de saliva que fazíamos com nossas bocas e olhando-o bem nos olhos, lhe disse;

- Vou provar o quanto te amo agora! Mas voce tem que prometer que nunca dirá nada a ninguém, pois isto é meu ponto fraco!

- Prometo mamãe.. dona Helga! Helga! Mas é o quê?

- Vou dar meu cuzinho pra voce! Eu devo estar louca por fazer isso! Mas em voce posso confiar! E voce não contar isso pra ninguém, né? Voce não vai contar que comeu meu cusinho! Só voce vai saber o quanto eu adoro ser enrabada! Como eu adoro!! Que Deus me perdoe... mas eu simplesmente adoro sentir uma rola entrando e saindo de meu anus!

- Era por isso que voce não se separou antes de papai!?

- Não, meu querido! Não seja tão burrinho! Deixa pra lá! Só quero que voce prometa isso! Venha aqui!

Dei a volta no sofá e antes de ficar de quatro no assento, me abaixei e paguei mais boquete pra me acender e manter enrijecida a pirocona de meu filho! Depois me acomodei de quatro e com uma das mãos, abri uma das minhas nádegas e com a outra procurei pela rola de Daniel!

Surpresa! Meu filho prometia! Sem que eu lhe pedisse, ele se ajoelhou em frente minha bundona e por um momento ficou acariciando meus glúteos e minhas coxas. Isto meu deu um tremendo frisson que gotinhas escorreram de minha bocetinha! Eu voltei a gemer de tezão, meu corpo se arrepiava todo e meus mamilos doíam, implorando pra serem beijados chupados, mordidos!

Quem imaginaria que um adolescente magrelo tinha o talento de chupar uma mulher até deixá-la implorando para que a penetrasse... aonde ele quisesse! Minhas coxas e minha xotinha foram beijadas e longamente lambidas! Eu não sei explicar, mas Daniel, de repente, separou carinhosamente as meias luas de minha bunda, deixando a mostra todo meu pregueado cusinho cor de rosa, e antes de beijá-lo, deixou cair um bom bocado de saliva nele!

A saliva escorreu em direção a minha xotinha. Eu rapidamente tentei abrir meu anus, como se fosse defecar, para que parte da saliva penetrasse lá! Então senti os lábios de meu filho encostarem-se ao meu anel do cusinho, pra logo em seguida tentar penetrá-lo com a língua! Eu o ajudava forçando o máximo de abertura com meu esfíncter!

Daniel estava alucinado com meu buraquinho! Chupava e chupava, pra em seguida tentar empurrar sua rombuda linguinha nele! Eu já não me agüentava mais!

- Daniel, filhinho... mete! Mete na mamãe, mete! Mete no cuzinho da mamãe!

- É pra já, dona Helga!

E a felicidade foi completada! A maravilhosa rola de meu filho venceu a primeira resistência de meu anelzinho e meu cuzinho ansioso a abraçou com todo prazer, me dando o primeiro orgasmo anal incestuoso!

Daniel urrava de mansinho e nem parecia o garotinho assustado de meia hora atrás quando foi pego no banheiro! Agora ele era um macho! Um macho carinhoso, mas dominador com sua excelência de piroca! Ele tinha cadencia no vai e vem de sua rola em meu cusinho ardido de luxuria e libidinagem!

-Ai! Ai! Ai, amorzinho! Dá uma paradinha... assim. Não se mexe... deixe sua piroquinha assim, dentro. Deixa agora sua Helguinha... sua namoradinha... sua putinha, dar o cuzinho pra voce?

E ante aos gemidos e olhar de satisfação de meu filhinho querido, eu iniciei um suave rebolado, deixando toda sua tora sair de meu cuzinho até a base da cabeçorra, pra em seguida eu recuar minha desejável bundona, engolindo todo o caralho até minhas nádegas encostarem nos escassos pelos pubianos dele! Aí então eu apertava com meu esfíncter o cusinho volta da piroca dele e rebolava e rebolava sem desencostar de sua virilha! Então gozei!

-Aaaaaaah! Vai fundo... mais fundo! Não pára... não pára! Aa! não...agüento! Aaai aai, tô gozando... filho querido! Sua.. mãezinha... tá ...tá gozando..gozando! Tõ gozando...gozando...com a ro..rola de meu filho... em meu...cu!!Aah!

Não sei o que aconteceu após, mas quando voltei a mim, Daniel urrava loucamente, segurando nas partes da frente das minhas coxas enquanto batia freneticamente com sua pélvis em minha bunda!

E deixei que ele gozasse com sua terna brutalidade dentro do cusinho de sua mãe querida!

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Comentários

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mas k sorte ter uma mae assim é mesmo foda

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