Mulher do meu amigo

Um conto erótico de Zeus
Categoria: Heterossexual
Contém 1194 palavras
Data: 09/10/2006 16:15:35
Assuntos: Heterossexual

Bom, o fato que narrarei, aconteceu há uns 3 meses atrás. Tenho um casal de amigos, sou mais amigo dele do que dela, pois servimos juntos ao Exército.Sempre tive medo de aproximar-me de mulheres casadas, conhevenhamos que sem um sinal pelomenos amarelo, fica difícil. A verdade que ela me deu esse sinal "amarelo", quando veio me pedir para conversar com o marido, pois ela entende que temos uma certa intimidade. Me pediu então, para conversar, e que conversa... ela queria que eu o aconselhasse, pois ela queria fazer certas coisas que ele não aceitava, e o sexo anal estava nesse fetiche. Quando ela falava, comecei a excitar-me, convenhamos, é um assunto um pouco delicado para uma mulher casada falar com outro homem. É claro que no meio da conversa, eu dei minhas deixas, dizendo que adorava sexo anal... que adorava penetrar a mulher por trás, etc... sem dar muito mole, pois qualquer reação adversa seria desastrosa. Bem, eu disse que teria tal conversa, mas convenhamos, é claro que eu não iria entrar nesse assunto com o cara, o que ele iria pensar? A mulher dele tendo este tipo de conversa com o amigo? Resolvi então tirar vantagem dessa situação. Toda vez que encontrava-me co ela, perguntava se tinha surtido efeito a minha conversa com ele "que não aconteceu", ela dizia-me sempre que não. Um belo dia, no meio da conversa, perguntei se ela tinha muita vontade de dar a bundinha, enrubecida, ela disse-me que sim... eu disse então, mentindo é claro, que havia sonhado que realizava sua fantasia, eu disse que no sonho, nós fazíamos amor num motel de luxo... etc. Senti que sua respiração foi ficando acelerada, e então dei o tiro de misericórdia. Convidei-a para realizar seu sonho, dizendo que seria muito melhor ela fazer com alguém que confiasse, do que arriscar-se a pegar uma doença, ou até mesmo uma dor de cabeça eterna.... Ela prometeu pensar no assunto, e depois de uma semana, aceitou.

Fomos então para um motel de luxo, pois como Bombeiro que sou hoje em dia, consigo cortesias de 100% de desconto nas suites de luxo. Ao chegarmos, fui tomar um banho, preparando-me para ficar bem cheiroso para minha presa. Ela foi logo em seguida tomar também um banho. Pude perceber que era recatada, pois ela veio de roupas, ao invés de toalha, que seria o normal. Cheguei-me até ela, dei-lhe um beijo molhado na boca, afastei-me, e sem tirar os olhos daqueles olhos lindos e castanhos, fui tirando sua roupa, não para de encará-la, como se a estivesse dominando completamente. Tirei sua blusa, quando aqueles seios durinhos e apetitosos pularam para fora, biquinhos rosados, pois ela é bem branquinha. Soltei seu cinto, arriei sua calça e deitei-a na cama. Afastei-me para apreciá-la de longe, corpinho médio para pequeno, seios firmes, cabelos negros na altura dos ombros, olhos grandes e pretos, barriga não muito sarada, com umas gordurinhas até, pélvis avantajada, parecendo um capuzinho de fusca, coxas grossas e torneadas, pés bem pequeninos... tirei minha toalha, deitei por cima dela, beijando-lhe novamente a boca, procurando sua língua trêmula, as mãos percorrendo seu corpo, coloquei seus braços para trás, e fui beijando seu pescoço, ela já se contorcia... soltei seus braços e fui descendo, contornei seus mamilos com a língua, forçando a língua no mamilo, empurrando-o.. ela gemia baixinho, dizendo: Meu Deus, que gostoso!... Fui beijando sua barriga, chupando cada centímetro daquele corpo, enfiai a língua pela parte superior da calcinha, sem tirá-la, depois, mordi a lateral da calcinha, forçando-a para baixo, tirei sua tanguinha com os dentes, depois terminei com as mãos. Abri suas pernas, e cheguei pertinho daquela xota, que exala cheiro de cio, fui passando a língua por sua virilha, ela forçava os quadris para cima, chupei a virilha, passando ocasionalmente a língua no seu grelinho, o que a fazia gemer mais alto. Ela tentava guiar minha cabeça, mas eu tirava suas mãos e fazia conforme eu havia planejado, aquela foda tinha que ficar eternamente na sua memória. Atolei a língua até não dar mais, naquela buceta, eu rodeava a língua dentro de sua xana, ela delirava. Quando retirava a língua, eu dava umas pindeladas no cuzinho, pois ele seria o protagonista desta história. Juntei as pernas dela, empurrando-as para cima, e enfiei a língua completamente no seu anelzinho. Depois, a sente na cama, chegando perto, ofereci meu pau para ela mamar, não tenho o pênis avantajado, não ultrapassa os 17cm, o que pra mim é muito bom, pois consigo enfiá-lo no cuzinho sem muito trabalho. Ela segurou meu pau e foi lambendo com maestria, chupando cada centímetro, até as bolas... Depois, deitei-a novamente, e fui penetrando na sua buceta, metendo bem devagarinho, fazendo-a sentir cada centímetro entrando na sua xota... Beijei-lhe a boca e os seis, enquanto trabalhava embaixo, fui acelerando as estocadas, ela falava-me a cada vez que iria gozar, e acelerava as estocadas a cada gozo anunciado, o que a fazia urrar de prazer. Não sou o tal cara que goza 3, 4 vezes numa mesma foda sem tirar de dentro, mas trabalho muito bem nessa uma foda que dou... e depois que minha gatinha gozou bastante, a virei de bruços e comecei a beijar-lhe a nuca, descendo pelas costas, beijando os quadris, ela gemendo, beijei-lhe as nádegas, mordiscando-as, ela gemendo, quando enfiei a língua novamente no cuzinho, ela empurrou a bunda para cima e gemeu mais alto ainda... Fui enfiando o dedo indicador no cuzinho, enquanto enfiava o polegar na xota, e ela gemia cada vez mais alto... depois, subi em cima de minha potranca, e encostei a cabeça do pau no anelzinho, fui empurrando devagar, enquanto beijava sua nuca. Comecei a dedilhar o grelinho, o que a fazia rebolar freneticamente, ela disse-me que estava doendo, então, parei de empurrar e mexi mais rapidamente o grelinho, então ela começou por si mesma, a empurrar a bunda para trás, e o caralho entrando deliciosamente. Quando percebi que tinha entrado quase todo, comecei a mexer vagarosamente, e ao ouvir seus gemidos, vi que era a hora de empurrar o restante. Num vai e vem frenético, ela gozava na cadência das estocadas e dos toques no grelinho... ela dizia: Ah... eu sabia que tinha que ser gostoso dar a bunda... ah... me come meu amor... que gostoso... quanto mais ela falava, o meu gozo mais se aproximava, então acelerei os movimentos, e disse-lhe, fala pra mim que vou ser teu macho de hoje em diante, diz... Ela disse-me, você é meu homem... meu macho.... tirou o cabaço do meu cuzinho... seu covarde... quando ela disse-me isso.... eu falei no seu ouvido: Vou gozar, meu amor, vou te encher de leite... vou gozar no teu cuzinho.... rebola... ela então rebolou, e eu inundei-lhe o rabinho de porra... Ficamos um bom tempo ali grudados, os suor descendo, apesar do ar-condicionado.... Depois, tomamos um banho na banheira de hidro, e alí, fizemos amor mais uma vez, depois tínha-mos que ir embora, pois tanto seu marido como minha mulher são ciumentos, e qualquer mole que déssemos, poderia ser ruim. Depois disso, nossa amizade melhorou mais ainda é claro, e sempre que podemos... damos uma saídinha.

Espero que gostem.

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