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Que Vizinha

Autor: krlytu
Categoria: Heterossexual
Data: 12/06/2006 21:27:07
Nota -
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Cá estava eu, aos meus vinte e três anos e numa seca filha da puta, não fodia ninguém a uns dois meses, pensava em mulher o tempo todo, tava quase enlouquecendo. Precisava meter urgentemente.

Pra completar meu desespero se muda uma ninfetinha muito gostosa pro meu prédio, exatamente sendo minha vizinha, devia ter seus 15 anos muito bem distribuídos pelo seu corpo. Seios fartos, uma bundinha empinada e redondinha, além de uma carinha de sem vergonha que só de olhar ficava de pau duro. Pensava eu em tirar o cabaço daquela menina, meter gostoso naquela buceta e sentir aqueles peitões em minha boca, tocava mais de 4 punhetas por dia imaginando aquela cena. Porém sabia que aquilo era impossível, pois ela era apenas uma criança, mesmo que se transformando em uma mulher extremante excitante.

Começamos a nos falar em pouco tempo, tinha na verdade 16 anos, se chamava Bárbara e era muito melhor de perto. Loirinha de boca carnuda, sempre com decotes provocantes, de minissaias e shortinhos curtos que deixavam suas pernas a mostra. Não conseguia tirar os olhos daquele monumento, mas tinha que tirar aquela idéia maluca de come-la da minha cabeça.

No final de semana fui ver se conseguia sair daquela seca, fui a uma boate e comecei a azarar a mulherada, não estava com muita sorte, acho que levei mais de dez foras. Sem esperanças de rolar algo naquela noite, passei só a curtir o som e a bebida.

Tempo depois, já meio tonto, avisto no fundo da danceteria uma loira gatísima que olhava a todo tempo para mim, imediatamente me dirigi mais para perto, quando a mesma veio em minha direção. Mas próximo a ela reconheço que a gostosa era minha vizinha. Fico maluco ao vê-la dançando sexy daquele jeito, me aproximei para a acompanha-la. Seu corpo suado sarrava no meio no ritmo da música, suas mãos entrelaçadas no meu pescoço faziam com que nossos rostos ficassem bem próximos na medida que avistava aquela boca deliciosa. A danada rebolava esfregando aquela bunda em minha pica, fazendo com que sentisse a sensação de que meu membro ia saltar para fora da calça, aumentando assim cada vez mais meu tesão. Após dançarmos umas três músicas seguidas, disse-me que estava louca por mim, mas que tinha que ir embora por que tinha saído escondido de casa. Ofereci uma carona e ela aceitou. No caminho conversamos um pouco, mas papo mesmo era o que não queria, em direção ao nosso condomínio, coloquei minha mão sobre sua coxa, acariciando-a, sua reação foi melhor do que eu esperava, um sorriso malicioso e um carinho em minha perna. Percebi então que aquela menina ingênua e virgem que pensava que existia era uma safada, louca por um cacete.

Com a demonstração do interesse de Bárbara, parei em uma esquina escura onde começamos a nos beijar e ao mesmo tempo nossas mãos percorriam a todo o corpo um do outro, meu tesão era muito forte, sentado no banco do carro subi a saia daquela vadia a colocando com as pernas abertas em meu colo, esfregando aquele traseiro na minha vara, ela rebolava e dizia que eu era muito gostoso, comecei então a lamber aqueles peitos, passando primeiro a língua no mamilo pra depois abocanhar todo ele, quando então ela tirou minha camisa e começou lamber meio peito, me deixando muito excitado, após isso a virei de costas para mim, quando então nessa mesma posição deixei com que minha mão sentisse o calor daquela xaninha, onde sem pensar duas vezes comecei a dedar aquele grelinho e sentir como estava molhado, Bárbara gemia e pedia para que não parasse. Sem nem mesmo pedir fui correspondido, ela ajoelhou-se de frente para o carro e começou a apertar meu pau fortemente, passando a sua outra mão pelo meu corpo, até que lentamente abriu meu zíper passando suas mão em meu cacete sobre a cueca, em movimentos de vai e vem, ela me deixava louco. Não satisfeita abriu minha calça e tirou meu pau pra fora batendo uma punheta deliciosa, até que sem nem mesmo eu gozar, ela passou lentamente a língua sobre a cabeça de minha pica e saiu correndo para o apartamento. Sem entender nada, cheio de tesão e puto de raiva, sabia que a ninfetinha queria mesmo era provocar. E eu estava gostando daquele joguinho.

Chegando em casa fui direto punhetar, toquei umas três seguidas pensando em como podia ter fodido gostoso com aquela safada.

No dia seguinte a encontro no corredor do prédio, e digo a ela que tinha me deixado na mão. Ela maliciosamente sorri e responde: _ Calma Pablo, não tenha pressa! Quem sabe um dia isso rola! Eu sem reação, revoltado com que tinha escutado e caindo na brincadeira dela saio sem nem mesmo me despedir.

Dois dias depois Bárbara me liga e me chama para sair. Em primeiro instante disse que não, e a chamei de maluca, pois como os pais dela aceitariam aquilo? Mas sem me dar explicações só pediu que não me preocupasse e se eu aceitava seu convite. Sem resistir a aquela tentação, aceitei, e concordei de a apanhar em casa as 7 hs.

Na exata hora marcada chego a sua casa, toquei a campainha e não fui atendido, tentei insistentemente, e não obtive resposta, fiquei então imaginando o bolo que ia levar. Em seguida me atente somente de toalha, dizendo que tinha demorado a vir porque estava no banho. Entrei no apartamento já pensando no que aquela garota tarada estava aprontando.

Pediu-me para esperar na sala, meio encabulado me dirijo para o local e me sento ao sofá, percebo então que não a ninguém no apartamento a não ser nos dois, ficando assim mais relaxado. Para ter certeza da minha hipótese perguntei em voz alta onde estava a sua família. E obtive a seguinte reposta. _ Saíram lindo, e só voltam amanhã. Tenho planos para nós dois! Por impulso me aproximei do quarto onde ela estava, com a porta aberta via aquele corpo nu que sem dúvida naquele dia seria meu. Entrei e fui logo a agarrando, mas em seguida me pediu para ter calma e esperar, pois estava preparando uma surpresa para mim. Empolgado com a novidade fui para a sala esperar ansioso a gostosa.

Pouco tempo depois ele chega com somente uma camisola transparente de cor preta, sem nada por baixo, deixando assim todo seu corpo a vista. Ligou uma música muito sexy e começou a dançar ,observei cada centímetro daquela mulher, sentia um tesão enorme em vê-la se insinuando, ela dançava se encostando em mim, passava suas mãos sobre meu corpo, até que começou a levantar a camisola numa espécie de strip-tease, me deixando louco, foi quando então num movimento preciso rasgou o pedaço de pano que a vestia deixando-a selvagem e ainda mais bela. Sem deixar que eu a tocasse começou a me beijar intensamente, tirou minha camisa e se sentou sobre mim, nua e muito cheirosa, rebolava como uma louca, deixando meu pau em ponto de bala, mas o que ela queria mesmo era provocar, me fazer esperar e me deixar cada vez mais excitado. Abriu minha calça sem pressa e me deixou somente de cueca, podia sentir cada vez mais aquela buceta sarrando em mim. Sem me deixar tocar em seu corpo pediu para que eu me levantasse, obedeci sem pestanejar, quando então puxou minha cueca e começou a chupar minhas bolas, podia sentir sua língua quente e sua fome por uma foda. Depois de chupar bem gostoso meu saco, subiu bem devagar para meu cacete, lambia como se fosse um doce, fazia com que me arrepiasse todo, lambeu até que eu não agüentasse mais e me fez com que pedisse para ela me abocanhar, chupar mesmo todo meu pau, e foi isso que ela fez como ninguém, me chupou muito gostoso, mostrou que tinha fome e me fez gozar dentro de sua boca, me provando que foi o melhor boquete de toda minha vida. Após meu orgasmo comecei a beijar cada pedaço do seu corpo, passei minha língua por seu pescoço, fui descendo em direção aos seios, apertando-os e chupando-os como um selvagem, podia sentir que ela estava se excitando, seu corpo se contorcia à medida que ia descendo com minha língua, fui lambendo sua barriga, passando meus lábios por seu umbigo, brincando com seu pircing e a deixando cada vez mais excitada. Cheguei enfim a aquela bucetinha rosada de que tanto sonhava, cai de boca nela, lambia, chupava, dedava, e em pouco tempo estava toda molhada, ela gemia tanto que me meu cacete já estava novamente duro pronto pra realizar o que tanto queria, mas fui com calma, fiz com que ela sentisse o máximo de prazer possível, a chupei até que no auge do tesão me pediu para que a penetrasse. Peguei a camisinha que se encontrava no bolso de minha calça e Bárbara, como uma profissional a colocou com a boca, desenrolando-a em um boquete delicioso, a deitei no chão e abri suas pernas, passei bem devagar o pau sobre sua xana quente, fazendo com que ela ficasse louca, coloquei somente a cabeça do pau dentro dela, num movimento de vai e vem, a provocando como ela vez comigo em todos esses dias, para só depois socar minha piça dentro dela. Metia forte naquele buraco, podia sentir seus apertos e arranhões sobre minhas costas, a ouvia gemer e sussurrar, pedindo a mim que a fudesse de quadro. Parti a penetra-la nessa posição, posição esta que apertava meu pau, fazendo com que meu pau latejasse de prazer. Coloquei-a sentada sobre mim, esta cavalga em minha vara rebolando e socando forte, pedi então para comer aquele cuzinho, porém ela me disse que nunca tinha dado e que iria doer, mas falei que faria com carinho e devagar. A convenci e comecei pondo bem lentamente a cabeça do pau naquele cu, ela gritava e pedia pra esperar, tirava e botava para que assim se acostumasse com a dor e sentisse prazer ao invés de incomodo, após um tempo pediu para que eu colocasse mais um pouco, foi indo, até que estava fudendo com pressão aquele rabo gostoso. Ao mesmo tempo que bombava forte em seu cu a masturbava, fazendo com que Bárbara tivesse vários orgasmos. Meti até gozar sobre sua bunda, a deixando toda melada e satisfeita.

Tomamos banho juntos, e no chuveiro fudemos mais uma vez, até que fomos dormir em sua casa. De manhã, bem cedinho, fui acordado com um boquete, um despertar muito gostoso, transamos novamente e nos despedimos, pois naquela manha chegaria seus pais. Sempre que tinha oportunidade aproveitávamos, por vária outras vezes a comi.

Nunca uma seca foi tão proveitosa. Fodi a ninfeta que mais me deixou louco em toda minha vida.

Comentários

Paulo
12/06/2006 21:27:58
Muito foda o conto!!!

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