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Papai e a filha da vizinha

Autor: Pinta Grossa
Categoria: Homossexual
Data: 16/07/2005 13:56:13
Nota 10.00
Assuntos: Homossexual, Gay, Vizinha
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Quando pela primeira vez eu presenciei o Papai fodendo, - e comendo logo quem? A filha da vizinha, uma garota novinha que, vez por outra, aparecia lá em casa para ajudar nos trabalhos da cozinha - ele devia ter uns quarenta anos, enquanto eu tinha dezesseis. Eu era um garoto bonito, cheio de saúde, gordinho que só pensava em sexo, dia e noite. Ele era o homem mais tesão que eu já conheci na minha vida. Por conta dessa cena maravilhosa, vendo o papai com aquele corpão de macho, a bunda se contraindo para empurrar o pau fundo na vagina virgem (quer dizer, ex-virgem) daquela felizarda que estava debaixo dele, eu toquei muitas punhetas em intenção dessa tórrida cena. Isso me acompanhou pela vida toda, me fez desejar desesperadamente o papai. Eu me imaginava nas minhas punhetas como se fosse aquela fêmea muito jovem que recebia dentro de si a grossa e dura rola do papai. A enorme diferença de idade entre os dois, um macho maduro, quarentão, cheio de tesão e vigor, cobrindo de forma bruta e grosseira uma indefesa jovem e virgem no besabrochar de sua juventude, aquilo me punha no ponto de gozar. Tive que me conter para resistir ao desejo que me devorava por dentro. A cena me lembrava vagamente um garanhão cobrindo uma égua novinha. O desejo intenso de sexo que eu carreguei por toda minha vida, foi herança do papai. Só que, com uma diferença bem acentuada: enquanto a tesão dele era toda dirigida à xoxota, à mulher, à fêmea; a minha, embora com a mesma intensidade, era, e é até hoje, inicialmente dirigida à rola do papai, grossa, dura, sempre no ponto para invadir qualquer buraco e, por conseqüência, de um modo geral, esse desejo foi dirigido, por tabela, ao macho, ao homem com as características do papai. No decorrer de minha vida sempre procurei homens com o tipo físico do papai, muito defícil de encontrar, mas que me proporcionava uma festa quando isso ocorria.

Ele tinha estatura mediana, era forte, quase gordo, peludo demais nos peitos e pouco na barriga, nas costas e bastante na bunda. Os pêlos negros e lisos da barriga se destacavam sobre a sua pele branca, que me enchiam de tesão ao vê-lo circular pela casa só de cueca samba-canção branca, quase justa no seu corpo, tanto nas coxas grossas quanto na cintura. Quando ele arregaçava a cueca até a cintura, a sua maravilhosa trouxa se destacava de um lado, dando pra ver todo o formato dos ovos e da sua rola grossa, mesmo mole. Eu acho que era isso que punha as mulheres loucas por ele. Quando a cueca descia um pouco abaixo da cintura, formava-se uma abertura que nos permitia uma visão generosa da sua linda rôla e, às vezes até um pouco dos seus ovos. Ele não se dava conta disso e eu aproveitava para brechá-lo sempre que podia. Como disse, ele era um macho cheio de tesão, situação essa intensificada pelo fato de a mamãe, como a maioria das esposas, não ser chegada a uma foda diária, e, ele um dia me confessou, que precisava foder todo dia.

A imagem que o filho tem do pai é de que ele só fode a sua mãe, e, assim mesmo, só para fazer filho. Então, num certo dia quando assisti à cena referida no início deste, isso marcou minha vida para sempre. E eu que já o desejava tanto o papai, a partir desse dia passei a desejá-lo ardentemente, com desespero. Ele tinha que ser meu! Eu tinha que senti-lo dentro de mim! Tal como vira aquela garota estrebuchando, gemendo de prazer debaixo dele. Mas, havia um grande impecilho: a grossura de sua rola que era muito acentuada. Todas as mulheres que ele comia pela primeira vez, elas queriam desistir na hora que o viam de pau duro, mas era tarde demais, pois o papai jamais as deixaria escapar, nem que tivesse de usar a força, mas isso era só conjetura, pois ninguém em sã consciência desejaria escapar daquela maravilha dura, ao contrário, todos desejavam, quando chegava o momento, tê-la o mais fundo possível dentro de si. Não era nem tão grande assim no comprimento, que não passava dos dezesseis centímetros; forçando muito, entrando até um pouco da raiz, talvez chegasse aos dezoito centímetros, mas a grossura é que era impressionante: a mão de um adulto não a abarcava, ficava faltando ainda uns dois dedos para completar a circunferência. E isso era motivo de orgulho para o papai, logo ele que gostava de xoxotas, só pensava em xoxotas, e todo mundo sabe que a grossura da rola faz a alegria das mulheres! Principalmente aquelas já com “alguns quilômetros rodados”. O único problema era com as principiantes, especialmente as virgens que, pela inexperiência, não acreditavam que todo aquele tronco grosso coubesse dentro de sua xoxota e algumas se aterrorizavam no primeiro momento, embora terminassem por deixar-se possuir pelo papai que era literalmente um sátiro insaciável.

Nós morávamos numa enorme fábrica que fora desativada, situada numa área pouco habitada, e que fora entregue ao papai para vigiá-la por tempo indeterminado.

A dona Lusia, era uma vizinha nossa, que morava um pouco distante, mas muito ligada a nossa família. Ela tinha quatro filhas e uma delas, a Rita, uma garota de dezesseis anos, que não tinha nada de bonita, era uma garota comum, vivia lá por casa procurando se entrosar, sob a desculpa de que éramos vizinhos, mas eu já desconfiava, depois confirmei, que ela ia lá era pela presença do papai. Quem era que não desejava o papai? Ela estava saindo da puberdade e entrando na fase perigosa da adolescência, quando começam a atuar os poderosos e incontroláveis hormônios. Uma coisa eu tinha certeza, ela estava mesmo era procurando sarna pra se coçar, e, se estivesse em busca de um pau pra se escorar, encontraria de sobra com o papai. E do bom! Ela sabia disso. O papai tinha uns olhares pra ela cheios de tesão. Só eu notava isso. Eu, assim como o papai, desde que me entendo como gente, sempre, só pensei em sexo. Como afirmei acima, eu herdei isso dele. Pois bem, retomando o assunto, ela tinha tudo que ele gostava: era novinha e cabaço, e depois que ele a comesse, tinha uma bocetinha fresquinha disponível para amaciá-la por um bom tempo. Depois que ele “enjoasse”, ele procurava outra; ele era assim. O flerte entre os dois já devia estar bem adiantado quando eu me dei conta disso. Bastava ela aparecer lá em casa, e o papai – que só andava de cueca - ao vê-la, o pau ameaçava endurecer, então ele procurava disfarçar sentando à mesa ou se retirando da presença dela. A mamãe não percebia nada. Ah, mulher cega! Eu, conhecedor do passado do papai, como grande comedor de bocetas virgens e semi-novas, conforme ele me contara em longas conversas que mantíamos na beira do rio, quando íamos nos banhar, só nós dois, não tinha dúvidas dos propósitos do papai. Era só uma questão de tempo.

Um dia a mamãe inventou de ir passar a Semana-Santa no sítio de uns compadres dela e levou consigo os meus dois irmãos mais velhos (o Milton e a Graça). Eu sou o terceiro. Eu não os acompanhei, nunca soube muito bem porquê. Lembro-me que na época eu fiquei chateado por não ter ido com eles, mas depois do que aconteceu e presenciei, agradeci a Deus por ter ficado com o papai.

A mamãe, pediu alguém para ficar conosco, a fim de fazer as nossas refeições e cuidar da casa, e, imaginem quem ela escolheu? A Rita, isso mesmo, a garota que o papai estava a fim de descabaçar. Não era possível uma coisa dessa! Parecia uma conspiração! Ou, então, era muita ingenuidade da parte da mamãe, mais do que isso, ela era mesmo era desligada do mundo. Talvez a mamãe tenha pensado que eu vigiasse o papai; que a minha presença inibiria as ações mais atrevidas dele contra a garota que passaria quase uma semana conosco. O papai, também, como uma estratégia para tranqüilizar todos, inclusive à mamãe, fazia o tipo “sonso”, indiferente a outras mulheres que não a sua própria. Mas, a mim ele não enganava, não! E, de minha parte, podia ficar tranqüilo. Ora, ora, eu torcia era pelo sucesso do papai!

Antes de viajar, a mamãe deu as instruções para a Rita e mostrou o local onde ela deveria dormir. Ficava numa sala enorme na parte superior da casa, onde no passado tinha funcionado um escritório, agora transformado em salão de dormir. Eu fiquei de sobreaviso, pois sabia que naquela mesma noite o papai procuraria ela. Quer dizer, o papai iria jantá-la; ela era a própria refeição daquele macho gostoso que era o meu pai. Sorte dele! Digo: Sorte dela!!!

Dito e feito. Quando a noite chegou, fui para o meu quarto para deixá-los à vontade. Mas não conseguia dormir porque a imagem do papai não me saía da cabeça. Imaginava-o comendo aquela garota virgem, ela gritando, com medo da rôla grossa do papai, pedindo socorro, reclamando da dor. Era só no que eu pensava, e não estava muito longe da realidade, não! Como eu não tinha sossego ali, minha mente pervertida me punha louco, então resolvi tocar uma punheta em intenção do papai, e da sua grossa e implacável rola, pra me acalmar mais. Concentrei-me, e imaginei-o arrombando o cabaço daquela jovem que tinha as horas contadas como virgem. Gozei feito um louco! Passada a fadiga do gozo, em minutos eu já estava de novo de pau duro, imaginando no sacrifício (delicioso sacrifício!) que aquela afortunada garota ia passar. Levantei-me e fui em direção ao quarto de casal onde o papai dormia com a mamãe. Era o lugar mais vazio! Seguindo um palpite, fui em direção ao quarto dela, que, como disse, ficava na parte superior da casa. Da escada mesmo, dava pra vê-la deitada na cama, pois era uma espécie de sala enorme e, dali onde me encontrava agachado, ouvi vozes. Era o papai que permanecia de pé, próximo da sua vítima, e que dava instruções pra sua presa:

- Fale baixo, senão vamos acordar o Carlinhos! Me espere aqui um instante que vou ver se ele já está dormindo!

Quando ouvi isso, corri para o meu quarto, deitei-me e fingi que estava num sono profundo. Ensaiei até um ronco! Dentro de alguns instantes ele veio, conferiu que eu dormia e saiu satisfeito. Não deu pra ver se ele estava de pau duro, porque tive que permanecer de olhos fechados, com o rosto virado para o lado, enquanto ele permaneceu no quarto.

Quando ele se retirou, dei um tempo e voltei para o alto da escada. A luz era pouca. Papai estava completamente nu, o pau lá nas alturas. A visão daquele pau grosso e duro impressionava. Nos transmitia a sensação de uma coisa maciça, bruta, pesada, até disforme, dada a sua grossura desproporcional. A cabeça brilhava, completamnte arregaçada, pronta para invadir mais uma xoxotinha, de preferência virgem, para ser descabaçada. Ela estava completamente nua e de pernas abertas, pronta para receber aquela monstruosa cabeça dentro de si. Mas, quando ela viu aquele pau enorme de grosso, duro com uma estaca, vibrando, acovardou-se como todas as outras virgens e gritou para o papai:

- Não! Por favor, seu Zequinha! Não, seu Zequinha! Eu quero desistir! Esta pinta toda não cabe dentro de mim, não! Veja, como é pequenininha a minha xoxota! Sua pinta é grossa demais!

Quando ouvi isso, quase que gozo! Ah, meu deus do céu como eu gostaria de estar no lugar dela!

O papai, visivelmente excitado com esse pedido de socorro, veio carinhosamente, deitou-se em cima dela, abriu mais as suas pernas que já estavam um pouco abertas, com as suas próprias, pôs-se no meio, apontou a cabeça enorme do seu pau e colocou-a bem na boquinha, só para fazer pressão e conseguir que ela relaxasse um pouco, pois estava muito tensa. Observei, da minha posição, que ele dava pequenos empurrões, sem introduzir, apenas forçando levemente a boquinha, uma maneira de lubrificar a entrada com o seu líquido natural que escapava do seu pau. Como não havia, realmente, nenhuma condição de introduzir aquela grossura toda na sua pequenina xoxota, papai dirigiu-se à Rita:

- Me aguarde aqui um instante, enquanto eu pego lá no meu quarto a vaselina!

- Está bem! – ela falou, demonstrando um pouco de ansiedade.

Então, o papai, levantando-se de cima dela, foi pegar a vaselina no seu quarto e em instante voltou. Pegou um pouco do tubo e passou na cabeça do pau; pegou outro tanto e levou até a xoxotinha dela que se preparava para dar adeus à virgindade e lambuzou nos lábios e um pouco dentro da vagina tão apertada que não cabia o dedo médio. Feito isso, deitou-se novamente em cima dela e cobriu-a completamente com o seu corpanzil. Beijou-a na boca, segurando o seu rosto com as duas mãos e ajeitando-se em cima dela, empurrou lentamente o pau. Não entrou logo. Ela quis fugir, só por instinto, pois o que todas querem mesmo é ser invadidas por tão poderoso membro. Papai fez pressão de novo e, de novo, não cedeu nada; abriu as pernas dela e disse:

- Vai doer um pouquinho! Respire fundo!

Empurrou com força, embora lentamente, apenas com determinação e firmeza. Ela teve a sensação de que um tronco de madeira, embora muito macio, invadia a sua vagina virgem, tão duro era o pau do papai. Ela gritou:

- Aaaiii! – foi um grito abafado, num misto de prazer e dor. – Tá doendo muito! Tá ardendo! Por favor seu Zequinha, tire!

Papai a beijou na boca para impedi-la de gritar, e a acariciou de todo jeito para amenizar a dor, mas enquanto isso, empurrava o restante do pau, até senti-lo topar lá na base do útero. Os seus ovos estavam dependurados do lado de fora, testemunhando mais uma invasão das muitas que aquele tão vibrante pau já cometera. Papai começou, então, um lento movimento de vai-e-vem. Eu não me agüentei: ao ver aquela cena, bastou-me tocar levemente no meu pau e entrei num gozo devastador. Gozei ali no chão da escadaria. Naquele momento, enquanto o papai movimentava lentamente o pau, ela se agarrou fortemente ao seu corpo e forçou a sua xoxota de encontro a ele para evitar o movimento de vai-e-vem que ardia muito. Ela preferia, naquele momento, que entrasse até a raiz, e ficasse alojado todo dentro de sua estreita vagina. Quando o papai fez o movimento de vai-e-vem ela implorou:

- Por favor, seu Zequinha, empurre devagar! Sua pinta está arregaçando a minha xoxotinha.

Papai começou, então, a socar a cabeça fundo dentro dela e, por alguns instantes parou os movimentos porque percebeu que realmente quando empurrava, os lábios da bocetinha acompanhavam o tronco do seu pau que se aprofundava dentro dela, e, quando puxava, acontecia o inverso, os lábios reapareciam como se estivessem sendo esfolados, confirmando assim a agonia e prazer daquela putinha do papai. Ela não parava de gemer baixinho. Prazer e dor se confundiam no ato. Não demorou, e logo a seguir, o papai entrou rapidamente num gozo descontrolado, fazendo com que enterrasse fundo o seu pau para derramar o seu rio de gala lá no útero de sua amante e ex-virgem. Ela soluçava baixinho, enquanto mexia os quadris para levar o papai ao gozo extremo. Nesse momento eu não sabia se sentia prazer ou ciúmes daquela que me estava roubando um lugar que deveria ser todo meu. Quando ambos terminaram, papai ainda em cima dela, escorrendo as últimas gotas de gala , lhe falou:

- Você não gozou, eu sei! Mas, não se preocupe, pois daqui a pouco nós vamos dar outra e, desta vez, você terá tempo de sobra e concentração para gozar, certo? Dessa primeira vez, você estava preocupada com a dor da perda do cabaço e agora não precisa mais se preocupar, pois isso não existe mais.

Quando eles se levantaram para ir ao banheiro fazer a higiene, me escondi deles para não ser visto e aproveitei para rapidamente, entrar no salão e ver, com o coração cheio de orgulho do papai, a mancha de sangue no lençol, misturada com resto de gala, fruto daquele encontro. O cheiro de gala recendia no ambiente. Fiquei embriagado de prazer. Aproximei o meu nariz do local umedecido de gala e cheirei, cheirei... até não poder mais. Retirei-me do local, em direção ao meu quarto, pois sabia que dentro de pouco tempo eles estariam de volta, e o papai pretendia comê-la de novo. Toquei outra punheta em intenção das cenas picantes a que acabara de assistir, virei para um lado da cama e dormi até o dia seguinte.

No dia seguinte, quando a Rita se levantou para preparar o nosso café, notei que ao se movimentar, ela andava com alguma dificuldade, demonstrando levemente uma pequena machucadura nas partes íntimas, no entrepernas, como se o local estivesse bastante machucado. Uma pessoa comum não teria notado, pois era quase imperceptível os seus movimentos que indicavam que ela devia estar com bastante assaduras no local. Eu o notei porque sabia que o papai passara a noite comendo ela, disso eu não tinha dúvidas. O papai, por sua parte, levantou-se mais tarde, outro fato que indicava que ele passara dos limites naquela noite. Isso me enchia de ciúmes. Ele, vendo-me acordado, falou-me de maneira bem alegre, quase cantando:

- Vamos, meu filho, tomar banho?

Levantei-me e o acompanhei. Eu estava curioso para ver como se encontrava o seu pau, depois do duro trabalho que executara na noite passada. Quando chegamos no banheiro, tiramos a roupa e então eu vi a sua rola linda como sempre, embora mole, a cabeçorra arregaçada e com o ar de que levara uma bruta de uma surra. Assim que ele ficou completamente nu, uma fragrância de xoxota tomou conta do ar, e que saía do seu pau que passara a noite toda mergulhado em uma. Não me contive e falei:

- Papai, a sua pinta está com um cheiro esquisito! Por quê? – eu sabia a resposta, mas queria ouvir dele.

- Não sei, não, meu filho! Deve ser porque ontem eu não tomei banho, será? Mas eu não estou sentindo nada, não!

Eu peguei o seu pau com uma das mãos e aproximei o meu nariz da cabeça.

- Uuuugh! Que cheiro de xoxota! – falei fazendo gozação do papai.

É importante informar que, há dois anos eu chupava freqüentemente o pau do papai, apenas ele não concordava em botar na minha bundinha, alegando que o seu pau era muito grosso pras minhas medidas.

- Pare com isso, meu filho! Você nunca cheirou uma xoxota! Como é que você conhece o cheiro de uma? Quer dar um chupadinha? A hora é essa!

- Deixe eu limpar ela, primeiro!

Fomos pra debaixo da ducha, e então eu mesmo fui fazer a higiene com bastante sabão na sua pinta zarolha. Enquanto eu ensaboava e manuseava o seu pau, ele endureceu imediatamente, segurei-o pela base e engoli até onde deu, menos da metade, em virtude da grossura que não deixava entrar mais do que isso. Ele gemia de prazer e dizia:

- Meu filhim, ninguém chupa melhor do que o meu filhim! Mame até o leite jorrar, que não demora!

De repente, eu parei, retirei-o da boca e, segurando com uma das mãos, falei-lhe:

- Papai, por favor, meta na minha bundinha!

E ele, mais do que imediatamente, respondeu:

- Não, meu filho! Você sabe que a minha pinta é muito grossa e pode machucar você!

- Mas, papai, a Rita tem a minha idade e engole ela todinha? Eu vi o senhor tirando o cabaço dela!

Papai ficou paralisado ao constatar que tinha sido descoberto o seu segredo, mas logo se recuperou, ao ver que se tratava de mim, e eu com certeza não contaria pra ninguém.

- Meu filho! Você estava me observando ontem à noite?

- Claro, papai! E eu fiquei muito orgulhoso do senhor. Não se preocupe! Fica só entre nós. Se a Rita não sair falando pra todo mundo que deu pro senhor...

- Não! Ela não vai fazer isso não! Ela deve guardar segredo. Toda mulher esconde o nome do homem que lhe tirou o cabaço, quando é solteira.

- E então? O que é que o senhor acha de comer a minha bundinha? O senhor disse quando eu tinha quatorze anos que só me comeria quando eu tivesse mais de dezesseis, pois chegou a hora!

- Meu filhim, a minha pinta vai lhe machucar muito. Eu acho que nem cabe dentro de sua bundinha.

- Cabe, sim! E como a Rita agüentou o senhor?

- Mas, é diferente! A xoxota se dilata mais do que as paredes da bundinha. E, mesmo assim, ela está toda machucada, pode observar o andar dela.

- O senhor vai comer ela hoje, de novo?

- Aprenda isso, meu filho, quando se tira o cabaço de uma mulher, deve-se comê-la todo dia pelo menos durante uns quinze dias, para amaciar a xoxota e ela pegar gosto. E também para ficar claro que você é o macho dela. Mas, no nosso caso, ela já me falou que hoje não dá porque está muito machucada, disse-me ela que mijou com dificuldade, quase não consegue, porque doía muito, ardia demais na passagem do mijo, e o canal da vagina, segundo ela, está tão dolorido que não consegue juntar as pernas (o papai contava isso, cheio de orgulho, dava pra se sentir pelas suas palavras). Ela queria até que eu a levasse para um médico, ai eu lhe falei que isso acontece com todas as mulheres da primeira vez, e que passava logo!

- E acontece mesmo com todas as mulheres?

- Não! Claro que não! Eu falei isso apenas para que ela ficasse tranqüila e não fechasse as pernas para mim. Mas, não adiantou nada. Ela disse que hoje não dá!

- Obaaaá!!! Então hoje é a minha vez! Por favor, papai!

- Não, meu filho! Hoje não! Deixe pra depois que a Rita for embora, na próxima semana!

- Não! Tem que ser é hoje!

O papai pensou um pouco e, certamente, lembrou-se que eu guardava o seu grande segredo, por isso tinha que me fazer as vontades:

- Está bem! Mas deixe a Rita dormir primeiro, está bem?

- Está bem!

Ele foi até o quarto da Rita para certificar-se de que ela estava mesmo dormindo e certa de que o papai só ia comê-la novamente quando sarasse a sua xoxota. Ciente disso, ele voltou para o meu quarto. Eu o esperava ansiosamente, de pau duro. Depois de alguns minutos, lá vem ele, de cueca e o pau já no ponto, apontando pra cima, a cabeça saindo pela abertura.

Ele pegou a vaselina, tirou um pouco com o dedo passou na cabeça do pau, passou também no pescoço e no cabresto. Para certificar-se de que não ia me machucar, passou mais uma camada, lambuzando de vaselina todo o corpo do pau até a cintura. Deixou apenas sem vaselina desse ponto até a base, para entrar com alguma resistência, embora nem precisasse desse cuidado pois ia tirar outro cabaço, dessa vez o da bundinha do filhinho querido que não lhe deixaria em paz enquanto ele não concretizasse essa vontade que o torturava.

- Vamos, meu filho? Está preparado? - falou o papai se acomodando em cima de mim. Senti um arrepio quando os pêlos do seu corpo roçaram nas minhas costas. – Relaxe bem! Quando sentir a minha pinta entrando, faça força pra fora, como se fosse defecar, que as suas carnes se abrem mais um pouco.

Quando ele estava completamente me cobrindo, senti ele me abrir as pernas com as suas, e em seguida senti a enorme cabeça roçar na minha abertura anal. Preparei-me, relaxei as carnes como ele mandou, mas quando a cabeça começou a entrar, doeu pra cacete! Gritei de dor!

- Ai papaizinho! Está doendo tanto! Tire, por favor! – falei chorando quando senti a cabeça já toda dentro de minha bundinha.

Ele parou de introduzir e disse que ficássemos assim, até a dor passar e a minha bainha se acostumar com aquele enorme membro invasor. Eu continuava chorando baixinho, mas ele me tranqüilizou:

- Fique calmo, meu filhinho! Agora não podemos mais voltar atrás, a cabeça já está toda dentro de você! Passe a mão pra você ver! – ele falou isso, abrindo uma das pernas para facilitar.

Quando passei a mão à entrada de minha bundinha, senti que apenas pouco mais da metade do seu gigantesco pau ainda estava do lado de fora.

Eu próprio lhe pedi para continuar, quando a dor passou.

- Empurre, papai, todo! – falei em tom de súplica, enquanto empurrava minha bunda de encontro ao seu pau. Ele socou até sentir os seus ovos baterem na entrada.

Ele começou um leve movimento de vai-e-vem, enquanto isso friccionava os bicos dos meus peitos. Ficamos assim não sei por quanto tempo. Eu já podia remexer a minha bunda contra o seu pau e só sentia prazer. Não demorou e gozamos os dois. Ele dentro das minhas tripas, lá no fundo, já derramando nos meus intestinos; enquanto eu apenas derramava no colchão. Quando passamos toda a fadiga da foda, ele puxou o pau pra fora, lentamente, e levantou-se, dirigindo-se ao banheiro. Quando estávamos nos lavando, ele me perguntou carinhosamente:

- Meu filhinho está muito machucado? – falou, ao perceber mancha de sangue na cabeça do seu pau.

- Não, papai! Para um pau grosso como o do senhor, eu acho que me machuquei foi pouco!

- A gente só vai saber amanhã. Você me conta se ficou muito machucado, está certo?

- Está bem.

Na manhã seguinte, estávamos os dois, eu e a Rita, ambos bem machucados pelo garanhão que era o papai. A Rita na parte da frente e eu na parte de trás. Os dias que se seguiram foram de festas para o papai, que agora tinha tudo que ele mais gostava no mundo, que era foder uma xoxota, agora acrescido a outro prazer que acabara de descobrir: comer a bundinha do seu querido filhinho.

Comentários

10/04/2011 09:16:49
Adorei! Vcs bem que podiam fazer os três juntos.
12/07/2009 14:39:15
seu conto é lindo, me empresta seu pai, um bj
28/11/2008 18:23:02
nossa tbm tenhu tesão por parente mais é meu tio um homem masculoe gostoso!!!!!!!!!
Zeze
31/07/2005 18:05:05
eu pai deu o cú para o pai da sua vizinha e vc para o vizinho, sua bicha mentirosa do caralho.
Paulo Paulada
31/07/2005 18:03:47
uta mentira do caralho, o que vc queria falar é que seu pai deu o cú para o vizinho, e vc com inveja foi lá e deu também, suas bichonas inrustidas. Você e seu pai adoram quando a puta da sua mãe sai para serem enrabados. seu trouxa mentiroso e burro.
Fabricio
30/07/2005 02:23:22
nossa cara que tesao... Tbm tenho muita vontade em ser comido pelo meu pai .. mais ainda nao tive esse previlegio. Parabens ... seu conto me deu um teao filho da puta ... em sua homenagem uma punheta ..
Sombra
25/07/2005 19:05:50
Como é que um homem, peludo, masculo, com uma rola hiper grossa, se chamar "Zequinha"?

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