Avô, eu a netinha

Um conto erótico de Abelhão
Categoria: Heterossexual
Contém 1408 palavras
Data: 26/11/2004 16:40:03
Assuntos: Heterossexual

Tudo aconteceu há exatamente dois anos. Moro com meu avô desde muito pequeno, após a separação de meus pais, minha irmã ficou separa de mim e foi morar com minha mãe numa cidade vizinha. Meu avô é um senhor vigoroso, principalmente por gostar de praticar esportes, ele foi atleta de natação por várias décadas, sempre foi muito ativo. Há pouco tempo minha avó ficou doente, ela tinha 70 anos, 10 a mais que painho, como chamamos carinhosamente meu avô. Era câncer de pâncreas e minha avó não durou muito. Nesse período, minha irmã tinha ficado noiva e estava para se casar. Ela era muito nova, tinha 16 anos, mas como ela muito bonita, não iria demorar muito solteira. Sílvia era uma loirinha natural, com corpinho roliço, pernas bem torneadas, e apesar de não ter uma bunda muito grande, tem umas tetas lindas e um comportamento de safada. Vez por outra ela ia lá em casa e brincava comigo, tirava saro da minha cara e gostava de beijar e abraçar painho. O noivo de Sílvia era um cara de quase quarenta anos, muito velho para ela, mas era sua preferência, ele sempre falava pra mim nos comentários que gostava de homem grisalho e peludo, além de uma carequinha. Pois bem, próximo da casamento de Sílvia, minha vó faleceu, o que deixou meu painho bem inconsolado, falava pouco e passava horas da noite acordado. Nesse ínterim, houve um desastre. Sílvia, que completara 17 anos e estava com tudo pronto para o casamento teve uma horrível surpresa, flagrou seu noivo se beijando com um funcionário da empresa, isso mesmo o cara era gay. Silvinha ficou arrasada e mamãe pediu que ela fosse passar uns dias com a gente. O apartamento de painho era pequeno, mas bem aconchegante e Sílvia ficou num quarto bem de frente a de painho, o meu era do outro lado no final do corredor. Os primeiros dias foram bem frios, ela chegava em casa da faculdade tarde, não conversava muito e ia se deitar. Painho então, me pediu que chamasse ela e convesasse um pouco, tentasse alegra-la. Tentei, mas não consegui. Ele então resolveu tentar. Pediu que eu a chamasse um dia a noite em seu quarto. Ele gostava de andar pela casa com um short grande e frouxo, sempre sem cueca. Vez por outra dava brecha de seu pau, que era bem parecido com o meu, mediano e um pouco grosso. Depois da conversa, ela saiu bem animada, não sei o que ele falou, mas ela mudou muito, ficou mais brincalhona e era outra pessou. Isso aconteceu na sexta, no sábado a noite ficamos assistindo um filme na TV por assinatura. Eu e painho apenas, pouco depois do filme ela chegou. Painho estava sentado na ponta do sofá e eu nas almofadas no chão. Ela entrou, tomou banho e chegou na sala com vestindo apenas uma longa camisa, aliás minha, sem manga, e sem sutiã. Chegou deu abraço nele e um beijo na careca, sentando com um perna no seu colo e encostando os seios na cara dele, depois se deitou a meu lado e começou a assistir o filme. No filme, cenas de sexo inesperadas começaram a acontecer, a atriz fazia sexo casual com um desconhecido e um cena explicita fez com que trocássemos olhar. Silvia parecia estar deixando painho inquieto, percebi que ele olhava muito para a bunda dela e mexia no pau de instante em instante. Saí para beber água, quando voltei, na entrada da sala presenciei uma cena que me deixou logo de pau duro, silvia estava de brucos com a sua buceta, quase toda raspada e bem pequena dando um brecha sensacional, aquilo justificava a inquietação de painho. Fiquei algum tempo na de longe obsevando sem que eles me vissem e percebi que ela de vez em quando olhava para ele dava um sorriso, parecia estar sabendo. Antes do filme acabar ele chamo ela pra deitar no colo dele, e foi atendido. antes de terminar o filme, a atriz mais uma vez trepou com o ator no filme, acho que o nome é intimacy, com Kerry Fox. Ficava olhado discretamente e via que a cabeça dela estava no colo dele e a mão dela embaixo da cabeça ficava bem no cacete dele. Antes de terminar o filme disse que ia dormir, entrei e sabia que o negócio ia esquentar. Entrei e decidi ficar espiando a história. O apartemento estava quase escuro, só com o pequeno abajur e a luz da televisão. Vi então painho de costa no sofá e silvia se levantando e tirando a camisa na frente dele, ela não estava só sem sutiã, mas sem calcinha também. Seu peitos eram reamente bonitos, ela se sentou com as pernas abertas no colo dele, que começou a chupá-los imediatamente, enquanto ela sussurava, "me chupa painho, me chupa, chupa meus peitinhos", logo ele se levantou, deixando ela sentada e tirou a roupa e em pé deu o cacete para ela chupar. Parecia que estava um pouco mole, mas logo ele estava bem excitado e agarrou nos cabelos delas para forçar o movimento. Depois do boquete ele se sentou e abriu as pernas dela, eu já estava quase gozando com a cena, mas decidi dar uma de esperto. Fiz um barulho na geladeira e de lá perguntei se eles ainda estavam assistindo. Eu estava só de cueca e chamei a Sílvia logo em seguida, ela repondeu que já vinha, chegou um pouco assanhada e com a cara assustada. Eu olhei para ele e disse "como você é safada, olha essa carinha, eu quero te comer também", baixei a cueca, com o pau duro e pedi que ela me chupasse até gozar na boca dela, e ela não se fez de rogada, foi o boquete mais louco que já fizeram em mim, gozei em menos de cinco minutos garganta a dentro, ela quase se engasgou com tanta porra. Em seguida ela bebeu água, e disse, "por hoje é só isso, me deixa agora que agora quero trepar com ele" Ela voltou logo nua para lá, voltou a chupar o pau dele de novo que parecia já estar mole novamente. Ele botou ela de quatro e meteu vara, depois ela montou nele, com ele em pé e ela parece ter dito que tinha me chupa, e ele começou a dar uma risada. Enquanto isso, eu olhava de longe e voltava a ficar excitado, foi quando ele resolveu levar ela para o quarto com o pau dentro, quando eles estavam vindo resolvir dar uma de doido e fiquei parado no corredor, quando eles vinham, ele disse, "vem brincar também", ele jogou ela na cama e meteu na buceta dela de quatro, com ela sempre gemendo baixinho e fazendo careta. Botei meu pau pra ela chupar e logo ele veio também, foi quando resolvi comer a buceta dela, não acreditava que estava comendo minha maninha, mas que buceta apertadinha e cheirosa. Enquanto comia a buceta, enfiava o dedo no seu cuzinho, que ficava latejando e ela chupando o pau velho de painho. Dei uma cuspida no cú dela e enfiei o dedo todinha e deixei lá dentro uns minuntos enquanto metia na buceta, então resolvi comer aquele cuzinho rosado, fui metendo letamente, e ela chupando ele. Consegui meter quase tudo sem ele reclamar, só uns geminidinhos afastando a bunda quando eu metia com força, ele viu aquilo e disse, "ela é igual a sua vô, é boa para dar o cuzinho". Meti, meti e enfiei o pau todo no cú dela, depois ele pediu pra comer também e tome vara. Dei a idéia de comer os dois juntos, ela disse que nunca tinha feito aquilo. Ele mandou eu me deitar e que ela sentasse com o cú no meu cacete, e ela fez direitinho, enfiando ele todo no cuzinho, eu fiquei maluco. Nesse momento estávamos na ponta da cama, ele chegou e foi metendo na buceta dela devagarinho e ele gemendo cada vez mais, mas foi entrando. Sentia o pau dele encostando no meu dentro da Sílvia, foi quando eu gozei de novo, agora dentro do cuzinho dela. Ele tirou o pau e gozou na boca dela enfiando o pau até o talo, com ela lambendo tudo. Aquele noite terminou assim, isso lá pelas três da manhã, com todos exaustos. Ela passou mais uns dias por lá, com mais uns duas trepadas boas, depois casou-se e vez por outra ainda visita a gente.

E-mail= abelhao@sobral.org

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Eu não tenho neta e gostaria de ter uma igual se alguma netinha se interessar eu me chamo Carlos tenho 70 anos meu contato (31)99608-3065

0 0