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Pais pervertidos

Autor: O Poeta
Categoria: Grupal
Data: 13/11/2004 01:55:44
Nota -
Assuntos: Grupal
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Faz alguns meses que um amigo com quem trabalho contou-me algo realmente assustador. Ele está namorando uma mulher de 42 anos que, há pouco, separou-se do marido em função da humilhante situação que passou e, agora, vou lhes contar.

Era inverno de 2002 quando tudo aconteceu. Débora, com 19 anos, era a filha mais nova do casal Vera (agora namorando o meu amigo) e Júlio. Este era empresário de uma multinacional com sede em São Paulo, trabalhava 12h/dia e quase todos os finais-de-semana. Vera era uma mãe exemplar, apesar de ser advogada com uma agenda sempre lotada, sabia dedicar-se bem às filhas Kátia e Débora. Débora, como havia falado, era a caçula. Menina tímida, linda e discreta. Sempre foi uma excelente aluna e amiga, uma criatura meiga, um doce. A irmã mais velha estava na faculdade em outro Estado, então Débora recebia ainda mais atenção da mãe.

Bom, o casamento de Vera e Júlio não ia muito bem. O trabalho excessivo e o desinteresse de Júlio pela família estava afastando este de sua mmulher e filha. Resolveram, então, fazer uma viagem para a Serra junto com um casal amigo de Júlio. Apesar de Vera não simpatizar c/ o casal, resolveu aceitar, pensando em melhorar as relações da família. Lúcia e Sérgio eram o casal de amigos. Sérgio era colega de serviço de Júlio, tinha os seus 35 anos, um cara de presença; enquanto Lúcia, bem mais nova(uns 24 anos) era uma riquinha esnobe, prepotente, mais absolutamente linda. Ela sabia disso e aproveitava-se de seus dotes naturais p/ humilhar as outras pessoas. Por este motivo que Vera não gostava deste casal, era uma dupla que não deixava ninguém à vontade.

Depois de terem chegado à Serra resolveram ir jantar em um caríssimo restaurante. A viajem não ia bem, pois Lúcia incistia em gabar-se de suas qualidades e Sérgio só sabia elogiar a namorada. A noite estava um saco p/ Vera e Débora que, além de não beberem, ainda tinham de ficar ouvindo assuntos fúteis. No meio do jantar, Júlio e o casal já haviam bebido um bocado, estavam bem salientes. Vera notou que Sérgio não tirava os olhos de sua filha, e esta situação piorou quando começaram a fala r de sexo em frente a ela. Vera ficou furiosa e reclamou, mas foi rechaçada por todos. Diziam que ela era linda e que os meninos deviam ser apaixonados por ela. A menina não falava nadae apenas ficava ruborizada. O assunto estava esquentando e, então, resolveram ir embora.

Ao chegarem em casa logo foram para a sala beberem e continuarem o assunto. Vera foi dormir e Débora seguiu os passos da mãe, vestiu um um pijaminha lindo de alcinha que revelava os peitinhos, e uma bundinha bem arrebitadinha com uma calcinha de rendinha branca.

O assunto na sala continuava, quando Sérgio revelou a Júlio que sua filha era uma gatinha e que o casal tinha tara por garotas como ela. Júlio já estava bêbado e acabou concordando, dizendo que por causa do trabalho nunca tinha parado para notar e que a filha realmente estava um tesãozinho; complementou que gostaria de vê-la peladinha por um momento. Ouvindo aquilo e aproveitando-se da embriaguês, o casal começou a convercer Júlio a fazer algo para que pudessem ver o corpinho novinho de sua filha. Júlio acabou concordando. Foi até o quarto e chamou a filha, dizendo que iriam jogar um jogo e precisavam de sua presença. Ela, sempre muito educada, acabou indo. Estava muito frio e, então, quando Débora chegou na sala, todos vislumbraram pelo leve vestidinho o peitinho bem arrepiadinho. Os três vicaram excitados com o visual e decidiram ir até o fim. Começaram a jogar carta e aquele que perdesse deveria tirar uma peça de roupa. Débora descordou e quis ir embora, mas seu pai disse que ele estava ali e além do mais estavam entre amigos. O jogo começou e, é óbvio, todos roubaram. Débora perdeu e lhe pediram p/ tirar o vestidinho, ela, muito tímida, relutou, mas seu pai, com a desculpa que estava do seu lado, acabava a convencendo.

Com o barulho Vera acordou e foi até a sala. Quando chegou lá viu sua filhinha toda envergonhada, com os peitinhos arrepiadinhos à mostra e com os três nitidamente babando ao seu lado. Pensou em entrar na sala,

mas quando ia o fazer Débora perdeu novamente e pediram p/ tirar a calcinha. Vera não acreditou no que estava vendo, mas aquela situação, ao mesmo tempo que a indignava, estava a deixando muito excitada. Seu marido bêbado pedindo p/ própria filha tirar a calcinha e deixar à mostra o seu botãozinho tão rosinha p/ estranhos.

Vera, louca de tesão e raiva, começou a acariciar-se e deixou a situação fluir. Débora, toda peladinha e com frio não sabia onde se esconder de tanta vergonha, e isto excitava ainda mais aqueles depravados. Mais uma derrota da menina e não havia mais peças de roupa, então o pai disse a sua filha: "minha filha, vc sabe que tem que saber perder. Uma pessoa correta aceita a derrota e paga por ela", a nenina muito envergonhada pergunta: "mas o que devo fazer papai?", "deite-se na mesa e relaxe" diz Júlio já de pau duro. A menina, completamente desorienteda recusou-se, mas Júlio disse que não iria tolerar desobediência em frente a amigos.

Vera estava com sua xota ensopada de ver a sua filhinha mimosa ser humilhada pelo próprio pai e obrigada a expor a bucetinha novinha. Júlio abriu as pernas da filhinha delicadamente e mostrou aos amigos a xaninha rosada da filha com se fosse uma obra de arte. Não demorou p/ Lúcia pedir a permissão a Júlio p/ tocar sua filha, o que foi rapidamente concedido. Quando Vera viu aquela metida e esnobe encostando delicadamente na bucetinha de sua filhinha não aguentou e deu um gemido de prazer. Todos ouviram e viraram em direção à porta. Foi uma surpresa quando viram Vera só de calcinha masturbando-se.

Chamaram ela para a brincadeira e, para a surpesa de Débora, a mãe aceitou. Vera já havia perdido o controle da situação e resolveu entregar-se. Chegou perto de sua filhinha peladinha, deitada na mesa e disse: "sua putinha, bem que esta gostando de se mostrar p/ papai e os seus amigos, né!?". Débora ficou assustada, mas estava começando a gostar daquela submissão toda. Agora ela era uma putinha novinha no meio de quatro tarados.

Vera começou a dar ordens: "eu quero que esta esnobe aí lamba bem direitinho toda a minha filhinha", não demorou p/ Lúcia virar Débora de bruços deixando o seu reguinho bem à mostra p/ todos. O tesão foi geral. Começaram a lamber todinha a menina. Seu pai(Júlio) e Sérgio lambiam os seu peidinhos arrepiadinhos de tesão, medo e frio; Lúcia lambia seu reguinho novinho e sua xaninha, enquanto sua mãe a obrigava a beijá-la de lingua na boca, um beijo bem molhado e demorado. Os quatro se combinaram de não tirar a sua virgindade, apenas iriam labê-la tanto que deixariam ela tonta de tanto tesão. Obrigaram ela a ver sua mãe e Sérgio transando, bem como Lúcia e seu pai. Passaram a noite inteira torturando ela de tesão. Amarraram-na e passavam com uma pena em seus peitinhos, barriguinha, entre as pernas, nos pés... a menina sofria de tanto tesão, mas ninguém fudeu ela; queriam que ela ficasse uma verdadeira puta com fome de caralho. Passaram vários doces em seu corpo com ela amarradinha para que lambessem, fizeram massagem c/ cremes, filmaram, tiraram fotos, em fim, passaram a noite usando ela de todas as formas.

No outro dia, Vera acordou completamente arrependida, Com vergonha de tudo e de todos deixou uma carta e fugiu....

Meu amigo conta que Vera sabe que Júlio deve continuar com esta pornografia, mas tem medo e vergonha de contar a alguém...bem...eu estou contando...claro que c/ nomes fictícios, mas confesso que tbm fico excitado.

Até o próximo... "O Poeta"

o_poeta71@pop.com.br

Comentários

pablo
13/11/2004 04:34:40
Podia ter contado um pouco mais do que fizeram com ela, mas igual foi um bom conto!
jane
13/11/2004 04:03:46
muito bom

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