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DOCE TRAIÇÃO

Autor: DUARTE
Categoria: Heterossexual
Data: 26/09/2002 10:41:26
Nota 10.00
Assuntos: Heterossexual
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A única vez que traí minha mulher aconteceu quando ela e as crianças tavam de férias e foram passar alguns dias na praia. Ela tinha ido pra ficar apenas uma semana e logo voltaria. Sinceramente, eu não tava pensando em traição, mas parece que a distância e o fato de me encontrar sozinho em casa estimulou a minha libido.

Na sexta-feira, depois do expediente, resolvi ir a um barzinho com os amigos do trabalho, jogar conversa fora.

Nenhuma mulher nos acompanhou. E, como sempre fazemos quando nós, homens, estamos sozinhos, não paramos de falar sobre mulher e sacanagem. Cada um tinha uma história para contar, mesmo os que eram casados.

Quiseram saber se eu tava aproveitando a folga que minha mulher tava me dando. Ninguém acreditou quando eu disse que nem tava pensando em "pular a cerca". Eu insistia em dizer que era fiel, mas aí aconteceu um lance. Uma voz feminina chamou pelo meu nome. Procurei com os olhos e achei na mesa ao lado uma ex-namorada que eu não via há uns dez anos. Ela me chamou fazendo um sinal com a mão. Fiquei curioso pra saber as novidades, se ela era casada, se tinha filhos, essas coisas. Não pensei duas vezes e me mudei de mesa, mesmo com os olhares maliciosos dos meus amigos. Sentei com Carla. Ela tava sozinha, esperando por uma amiga. Ficamos constrangidos no começo, mas logo colocamos a conversa em dia. Falei do meu casamento e dos meus dois filhos. Carla contou que tinha se casado, mas tava separada há alguns anos e não tinha filhos.

O fato é que ela continuava bem bonitona e atraente. Sempre foi, mesmo quando nova. Ninguém na faculdade conseguia resistir aos olhos negros de Carla. Fui um dos poucos que namorou com ela. Trepamos bastante, mas não éramos muito experientes naquela época, então eram trepadas convencionais, com poucas chupadas e mais na base do papai-e-mamãe.

Bem, conversei mais um pouco com Carla e me despedi quando a sua amiga chegou. Aproveitei e também me despedi dos meus amigos. Alguns davam risadinhas safadas. Não liguei e fui embora.

Em casa, fiquei com Carla no pensamento. Fiquei ainda mais excitado com as cervejas que tinha tomado. As horas foram passando e eu percebi que não conseguiria ficar sossegado em casa e muito menos bater punheta. Era um pouco mais da meia- noite quando resolvi sair novamente.

Entrei em um bar agitado da região da Vila Olímpia, aqui em São Paulo. Acabei tomando um uísque, sozinho numa mesa. Havia muita mulher no bar, mas não ter alguém pra conversar me deixava constrangido. Resolvi acabar com o uísque e ir embora. Antes fui ao banheiro, que era bem ao lado do banheiro feminino. Urinei, lavei as mãos e até joguei uma água na cara pra ver se dava uma relaxada. Me enxuguei com uma toalha de papel e alguns pedacinhos ficaram grudados no meu rosto. Ao sair do banheiro, ainda tava tirando um pedaço de papel que ficou colado perto da boca quando dei um esbarrão numa mulher que saía do banheiro feminino. Quando nos olhamos, surpresa: era Carla. Demos risada pela coincidência. Duas vezes na mesma noite era demais. Ela ainda falou que as nossas energias deviam estar muito parecidas e me olhou maliciosamente. Foi um olhar tão irresistível que acabei aceitando o convite dela pra ficar na sua mesa. Ela tava com um pessoal, mas ficamos conversando só nós dois, como cúmplices.

Chegamos a dançar juntos e, numa música lenta, nos beijamos. Senti o corpo de Carla ficando imediatamente quente. Passei a mão pelas suas costas e ela tremeu como se tivesse eletricidade nas pontas dos meus dedos. "É melhor você não fazer isso, você é um cara casado e estou muito carente hoje", ela disse. Fui mais ousado. Beijei-a com erotismo e prendi a minha perna no meio das suas coxas. Ela murmurou alguma coisa que eu não entendi.

Depois colocou as mãos em torno do meu pescoço e avançou até o meu ouvido. Pensei que fosse dizer alguma coisa, mas ela deu uma lambida atrás da minha orelha. Eu já tava de pau duro, mas, depois daquilo, senti que poderia gozar sem conseguir me controlar.

Antes que a gente começasse a trepar ali mesmo, resolvemos ir embora. Fomos pra minha casa. Não ficamos com muita conversa. Carla ficou completamente nua na minha frente, sem me dar chance de tirar a sua roupa. Eu ainda tava vestido quando comecei a beijar o seu corpo; minha boca procurava avidamente cada centímetro da sua pele; minha língua umedeceu suas axilas, a ponta dos seios, o seu umbigo, mas quando colei na xoxota, Carla desabou no sofá com as pernas abertas. Comecei a chupá-la com gula. Parecia uma criança faminta. Abri os grandes lábios e engoli o seu grelo por inteiro. Fiquei sugando, sugando, sugando. Aproveitei e enfiei dois dedos pela sua fenda, que nesta altura estava úmida e quente.

Carla tentou se controlar; sua respiração tava ofegante, mas quando comecei a colocar e a tirar os dedos, o tesão foi demais pra ela. Começou a gemer e a se mexer com tanta força que tive de segurar suas pernas pra que pudessem continuar bem abertas.

Depois desta luta, a gente se acalmou por um segundo. Foi quando aproveitei pra tirar a minha roupa. Carla tava com um olhar perdido, quase que perplexo, eu via que a sua mão tentava se conter, mas aí ela não agüentou e começou a tocar siririca, me olhando. Chegou a passar as mãos nas minhas coxas, ficou alisando o meu saco, arranhando, de leve, as minhas bolas, até que não agüentou e colocou a boca toda no meu cacete. Ela conseguiu grudar os seus lábios nos meus pêlos. O pau tava todo enterrado na sua boca. Depois ela foi subindo e deixando um rastro de saliva do saco até a cabeça da pica. Fez isto umas três vezes, depois se concentrou a dar lambidas na ponta, sem parar de tocar siririca.

Aquilo era demais pra mim. Mandei que parasse por um instante e coloquei uma camisinha no cacete. Continuamos no sofá. Ir pra cama onde dormia com a minha mulher parecia um sacrilégio. Mas Carla não disse nada. Ela só queria foder, não importava o lugar. Quando enterrei o caralho dentro dela, nossas bocas se grudaram num beijo melado. Depois eu me afastei e fiquei só metendo, olhando pro rosto dela, que transmitia uma beleza maliciosa e sensual.

Ela me puxou pra si e ficou pressionando a minha bunda pra que eu metesse com mais rapidez e força. As suas pernas tavam bem abertas e suspensas no ar. Senti nossos suores se misturando, e não era só isso, o passado se misturava com o presente. Carla me parecia uma desconhecida e uma conhecida ao mesmo tempo. Foi uma loucura. Eu nem sei se gozei junto com ela, ou se ela gozou antes de mim, mas quando gozei, fiquei sem forças, exausto.

Lutei contra o sono e levei Carla pra sua casa. Era perigoso que dormisse comigo. Ela também tava cansada e nos beijamos quando a deixei na porta do seu prédio.

Voltei pra casa e sabia que, aos poucos, tudo entraria na mesma rotina de sempre e Carla não passaria de uma doce lembrança.

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